18 mai 2012

Os principais problemas de ouvido, nariz e garganta


Mamães de primeira viagem este artigo vale muito a pena, tem umas dicas super bacaninhas para ajudar a prevenir dores de garganta, ouvido e nariz.

Por que bebês têm tanta otite, dor de garganta e o nariz escorrendo com frequência?

Otite, dor de garganta e nariz escorrendo são os principais culpados por fazer os pais levarem seus filhos ao pediatra – e ao desespero. “É realmente esperado que esses incômodos apareçam no começo da vida. A própria anatomia do ouvido da criança, por estar em desenvolvimento, tem uma estrutura facilitadora para o acúmulo de mucosas”, explica Tânia. Logo, é palco cativo de infecções. Para completar, o sistema imunológico dos bebês está imaturo e ainda não tem defesas o suficiente para reagir a novos vírus e bactérias. Ou seja, até que o corpo da criança esteja mais forte e experiente, a cada “amiguinho” que ela encontra pela frente é um episódio de infecção.

Tem como evitar que meu filho fique doente?

“Não. Fatalmente isso vai acontecer algum dia”, diz Tânia. Segundo a especialista, 75% das crianças terão experimentado ao menos um episódio de dor de ouvido até os 5 anos. Enquanto, gripes e resfriados, por razões diversas, que desembocam em nariz escorrendo e, se negligenciados, podem contribuir para infecções de garganta e sinusite, devem aparecer pelo menos até dez vezes por ano. “Existem crianças que são mais vulneráveis, especialmente as que têm um histórico familiar ou entraram na escolinha muito precocemente”, explica a otorrino.

A vida da cidade influencia a presença desses quadros?

“Há alguns anos, realizei um estudo com alunos de creches de São Paulo e crianças que moram em cidades cuja poluição é quase nula. E, comparando, essas últimas apresentam muito poucos casos de infecções”, analisa Tânia. Não é por acaso que durante as férias os pequenos adoecem menos. “É nesse período que eles correm, brincam e se alimentam melhor. A vida mais reclusa e o excesso de atividades – cursos, escola, esportes e aulas disso e daquilo – influenciam também na saúde e na resistência imunológica”, conta a médica.

Antibióticos: vilões ou essenciais?

Antigamente o antibiótico mais tradicional, cuja base era a tetraciclina, de fato escurecia os dentes. Hoje, o cenário mudou e existe uma infinidade de medicamentos desse gênero que não causam nenhum tipo de dano à estética bucal. Por outro lado, exatamente por esse quadro ser uma coisa do passado, usam-se esses remédios de maneira desordenada e muitas vezes desnecessária. “Das dores de garganta, em torno de 75% são de origem viral e não bacteriana, ou seja, os antibióticos de nada adiantam”, explica a médica. Só o pediatra poderá dizer o que é o mais indicado para cada caso.

Ar-condicionado: pode colocar no quarto do bebê?

“Não há problema algum. Os pais devem se atentar somente para que os filtros estejam sempre limpos”, afirma Tânia.

Umidificadores: todo quarto de criança deve ter um?

O umidificador é muito bem-vindo, mas não precisa ser exclusivamente aqueles elétricos. “Um simples prato de vaso de plantas com água já exerce a função de melhorar o ar no ambiente”, defende Tânia. O prato pode ser substituído por uma bacia rasa e com uma boa largura. Além de ser uma providencia mais acessível e barata, não gasta energia. Certifique-se somente de trocar sempre a água e não deixá-la parada durante o dia.

Fralda aquecida ameniza a dor de ouvido?

Sim. É uma medida simples e reduz a dor e traz a sensação de aconchego para a criança.

E quanto a pingar leite quente ou azeite no ouvido?

“Para a dor de ouvidos, não devemos pingar nada”, alerta Tânia. A medida ideal para reduzir o desconforto é manter o nariz muito limpo. “Nariz sujo é complicação certa no ouvido e facilita a sinusite”, ensina. Limpá-lo com soro fisiológico e uma bombinha própria para isso costuma ser bastante eficiente.

A audição de uma criança pode ficar comprometida com repetidos episódios de otite?

Não, desde que o problema seja sempre bem tratado. Infecções mal curadas podem facilitar o acúmulo de catarro nos ouvidos. E, com o passar do tempo, forma-se uma espécie de tampão interno, o que leva, sim, à dificuldade auditiva, comprometendo o desenvolvimento escolar e causando dificuldade para interagir com outras crianças.

Tudo bem limpar os ouvidos do bebê com cotonete?

Não. A orelha é um tubo sem saída, cujo final é o tímpano. Se você usa a haste, pode acabar empurrando a cera para dentro do ouvido e até mesmo machucar o tímpano. O cotonete deve ser usado apenas para a limpeza externa do nariz.

Nadar com tampão de ouvido é bom ou ruim?

Antes de se preocupar com o tampão de ouvido ideal, certifique-se de que seu filho não vai cair na piscina com o nariz sujo. “Assim, fica mais fácil ainda o catarro subir e se instalar no ouvido”, explica Tânia. No mais, se o pequeno apresenta dor de ouvido com frequência, você pode investir em tampões. Eles podem ser de silicone macio ou até mesmo de acrílico personalizado e moldado de acordo com o ouvido da criança. O médico é quem vai orientar onde eles devem ser feitos e qual o modelo certo para cada um.

É recomendável tirar as amídalas?

Foi-se o tempo em que elas eram tiradas ao menor sinal de inflamação. Hoje a iniciativa é desaconselhada. Atualmente, mais de 80% dos casos de extração são feitas porque as amídalas são grandes demais e chegam a encostar uma na outra.

Como diferenciar os sintomas de garganta e de dor de ouvido em bebês pequenos?

“Um bebê com dor de garganta não aceita muito bem os alimentos sólidos, enquanto o que está com dor de ouvido recusa os líquidos, não quer mamar”, diz Tânia.

Como diagnosticar a sinusite em um bebê?

Sinusite em criança não se manifesta com dor de cabeça, e sim com tosse. Mas, em contraponto, a tosse em crianças é sinal de problemas diferentes. O que muda é a intensidade, o horário e os sintomas que a acompanham. E é exatamente por isso que essa é a hora de levar o pequeno ao pediatra.

http://vidabemsaudavel.com/index.php/saude/os-principais-problemas-de-ouvido-nariz-e-garganta/


17 mai 2012

A escolha do brinquedo certo


Acerte na escolha do brinquedo para cada fase:
Um dos grandes erros na hora de adquirir brinquedos é escolher o que não é apropriado para a idade. Dar a uma criança de 2 anos o que é adequado para um menino de 5 pode ser frustrante e até prejudicial. Por outro lado, com o brinquedo certo, a criança atinge o real propósito do brincar, a exploração do seu potencial. Interessante observar que o nosso primeiro brinquedo é o próprio corpo, ainda na barriga o bebê começa a chupar e mexer os dedos dos pés e mãos.

0 a 6 meses - no inicio da vida as maiores interações são pela boca, por isso é fundamental privar pela segurança dos brinquedos nesta fase, evitando peças pequenas e produtos tóxicos. Ele vai colocar tudo na boca e não consegue controlar sua força, então dispense peças pesadas e pontudas, que podem machucar, e escolha os que não são tão frágeis. Chocalhos, mordedores, bolas e pequenos instrumentos musicais são recomendados.

6 meses a 1 ano - o pequeno quer mesmo construir e destruir. Desmontar e derrubar são grandes alegrias para a criança descobrindo a lei da gravidade. Brinquedos para a água, como os flutuantes, cubos com guizos, argolas e coisas empilháveis são perfeitos para esta fase. Livros de pano e plástico também são uma boa forma de começar a estimular a leitura e encantamento visual.

1 a 2 anos - é hora de conhecer as texturas e ampliar seu universo, estimulando ao mesmo tempo visão, audição e tato. Entram bonecas de tecido, bichos de pelúcia, carrinhos de empurrar e de apoio, blocos para montar e desmontar.

Os pais devem lembrar: o que importa sempre não é o objeto, mas a ação realizada com ele: empurrar, puxar, encaixar, desmontar, empilhar, morder, por isso, depois de dar os brinquedos, sente-se com seu filhote para brincar!

Bjo, bjo


16 mai 2012

A arte de dividir


Você fica constrangida quando seu filho não quer dividir o brinquedo com outra criança? Entenda porque eles fazem isso e veja como ensiná-lo a compartilhar.

Mãe e filho vão para a praça ou parquinho. Ele está feliz com seu brinquedo, quando vem outra criança e tenta pegá-lo. Mais do que rapidamente, o anjinho dá lugar a um menino bravo, irritado e possessivo que se recusa a compartilhar. A mãe não sabe o que fazer, e, constrangida, começa a incentivar seu pequeno a dividir o brinquedo. No entanto, os argumentos não adiantam, ele agarra o que é seu e parece irredutível. Às vezes, é ainda pior: se recusa a dividir algo que nem estava usando, tinha deixado de canto, mas como outra criança se interessou, no mesmo minuto tornou-se importante para ele também. Por que isso acontece?

Flavia Penido, psicóloga, explica: “a criança pequena ainda vive de forma bem egocêntrica, entende o mundo partindo de si mesma, acha que todos existem a partir dela. Para poder dividir, a criança precisa entrar em contato com a essência do emprestar. Quando vê outra criança manipulando seus objetos, acha que o brinquedo vai desaparecer, e precisa conter o desejo de manipular na mesma hora a mesma coisa.” Ou seja, não é egoísmo ou má vontade, é apenas uma falta de compreensão do mundo e de como as coisas são, que elas vão e voltam, que guardamos objetos e emprestamos também. Para lidar com isso de maneira natural as crianças precisam ser incentivadas, mas sem que os pais forcem a emprestar o objeto ou imponham a divisão. Se o emprestar for feito de maneira ríspida e obrigatória, pode surgir efeito contrário e a criança tornar-se ainda mais possessiva e resistente em compartilhar. Por isso, a melhor forma é, com calma, ir incentivando a troca, já que é mais fácil dar uma coisa e receber outra no lugar do que apenas ceder.

Elisangela Hernandes, 31 anos, pedagoga, mãe de João de um ano e três meses, está vivenciando as primeiras experiências de compartilhamento do seu filho nas aulas de natação: “estamos começando a ter mais convívio com outras crianças e temos incentivado o João a dividir propondo a troca. Tem dado certo. Se ele quer o que é do outro, deve dar um dos brinquedos que está consigo. Também evitamos levar brinquedos em que se brinca sozinho como joguinhos eletrônicos. Acreditamos que os de uso coletivo, como blocos, que podem ser usados por mais de uma criança ao mesmo tempo, propõe automaticamente a interação”.

Flavia recomenda que o treino seja iniciado com brinquedos menos especiais, mostrando que é prazeroso dividir. Mas em algumas situações, não há conversa dos pais que dê jeito. “É preciso usar o bom senso, de acordo com a idade da criança e da situação, como quando acabou de ganhar um brinquedo que gostou muito, talvez não seja a hora de incentivar a deixar o outro pegar. É sempre bom conversar com a criança antes de o amigo chegar, para que ela tenha a chance de decidir se quer dividir, quando fazer e de que forma.” Flávia alerta para que os pais mostrem que respeitam a criança: “é importante que ela sinta que seus sentimentos são considerados”.

Como os pequenos ainda não têm noção que o objeto do desejo pode ir e voltar, a troca, inclusive, acaba valorizando a devolução do que é deles, facilita a adaptação à vida em sociedade e à realidade de que ela não é a única criança, como se sente em sua casa. Não é por acaso que as crianças que tem irmãos lidam com a divisão com mais naturalidade. Renata Penna, 33 anos, redatora, mãe de três meninas, as gêmeas Ana Luz e Estrela, de 6 anos, e Chiara, de 2 anos, confirma: “Aqui em casa as mais velhas já nasceram compartilhando tudo e a pequena chegou no mesmo esquema, nunca tivemos dificuldade com isso”.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/canais/a-saude-do-meu-filho


15 mai 2012

Depressão, prejudica a gravidez?


Adorei este artigo do site bebe.com.br e aproveito para compartilhar com as leitoras do Blog.

Bjo, bjo

Os sentimentos ruins que acompanham as futuras mamães durante os nove meses podem interferir no desenvolvimento do feto. Mas, há como prevenir as consequências.

Tristeza, angústia, desânimo, cansaço, fadiga, alterações no sono. Seja na gravidez ou não, todos esses sintomas podem sinalizar um quadro de depressão.E isso interfere na relação da mãe com o feto. A hipótese está sendo comprovada por um grupo de estudos do Hospital de Medicina Infantil Erasmus-Sofia, na Holanda. A pesquisa revela que bebês cujas mães apresentam sintomas de depressão durante a gravidez têm maior risco de se desenvolver lentamente, em comparação com outras crianças.

Para investigar a hipótese, os cientistas analisaram três grupos de gestantes. O primeiro não tinha qualquer sintoma de depressão; o segundo apresentava sintomas não graves; enquanto o terceiro era composto por mulheres tratadas com medicamentos antidepressivos. “Descobrimos que os bebês gerados pelas mães sem sinais depressivos cresciam em um ritmo mais rápido do que os filhos das gestantes que apresentavam quadro de depressão”, explica Hanan El Marroun, líder da pesquisa, para o site do Bebê.

O experimento também revelou que mulheres tratadas com antidepressivos – apesar de controlarem as manifestações da doença, ainda geram fetos com um crescimento mais lento que o normal. Os resultados demonstraram que os remédios parecem causar certa desordem no sistema de recaptação da serotonina, o neurotransmissor do bem-estar, o que pode ter efeito negativo sobre o crescimento do cérebro dos bebês. “Nestes casos, é preciso que o obstetra e o psiquiatra da grávida avaliem o quadro para saber se a criança teria mais benefícios com a mãe medicada ou tratada com outro recurso, como a psicoterapia”, opina Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital Maternidade Santa Joana, de São Paulo.  Na próxima etapa do estudo, o grupo europeu investigará os prejuízos psicomotores e cognitivos das crianças que tiveram seu desenvolvimento fetal influenciado pelo quadro de depressão da mãe.

Emoções na gravidez

As futuras mamães vivem, de fato, uma montanha russa sentimental durante a gestação. Essa instabilidade ocorre devido à brusca alteração dos níveis hormonais que preparam o corpo da mulher para acolher o bebê. O estresse, a ansiedade, o medo e a insegurança são frequentes, principalmente durante o primeiro trimestre.

A fragilidade emocional durante a gestação ainda pode intervir na capacidade de cuidar de si e do pequeno. “Quadros de depressão não tratados podem fazer com que a mãe tenha dificuldades para perceber seu papel, deixando de aderir à assistência pré-natal, de pensar no nome do bebê, de montar um enxoval, de se alimentar adequadamente, de dormir direito, além de não criar expectativas quanto ao nascimento da criança”, enumera Daniela Cândida Carvalho, psicóloga do Hospital Santa Casa, de São Paulo.

O bebê sente tudo o que a mãe sente. Isso já não é novidade para ninguém. Se a mãe está agitada, triste ou esbanja alegria, o bebê certamente saberá. “Quando a mãe deixa de ter sentimentos positivos, o bebê tende e se mexer menos dentro do útero, o que interfere ainda mais no bem-estar da gestante”, diz Leite.

Quando o bebê nasce

A depressão não tratada durante a gravidez torna a mãe predisposta à depressão pós-parto. O que não quer dizer que quem já vivenciou um episódio esteja fadado a um segundo. “A depressão que surge depois do parto pode acarretar prejuízos no desenvolvimento cognitivo, como  aprendizagem e linguagem; psicomotor e mesmo a quadros de baixa autoestima, isolamento, irritabilidade, raiva, ansiedade e depressão na primeira infância”, aponta Joel Rennó Júnior, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, de São Paulo.

Sintomas

Durante a gestação é até normal que a mulher passe por períodos de insegurança, incerteza e até momentos tristes. Essas emoções fazem parte do processo gestacional, por se tratar de uma fase que acarreta muitas mudanças na vida da mulher e da família. “Ao longo do tempo, a sensação melhora e a mulher consegue se ajustar à nova situação. Caso contrário, é preciso procurar ajuda profissional”, avisa Daniela.

Se alguns dos sentimentos abaixo perdurarem por alguns dias ou até semanas, melhor mesmo é conversar com seu médico. Ele poderá lhe indicar um bom psiquiatra, que acompanhará seu estado psicológico e dará todo o apoio necessário para que seu bebê se desenvolva da melhor forma possível.

-Sentimentos depressivos

- Tristeza

-Perda de interesse por atividades cotidianas

- Desânimo em atividades de que normalmente gosta

-Fadiga

- Falta de energia

-Inquietação

-Sentimentos de culpa ou de inutilidade

-Dificuldade de se concentrar

-Distúrbios do sono – tem insônia ou dorme demais

-Distúrbios de apetite – come demais ou não sente vontade de comer

-Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio

- Ansiedade

O que fazer para lidar com este problema?

- É fundamental que a mulher se coloque no topo de sua lista de prioridades. Terminar de arrumar o quartinho do bebê e adiantar o trabalho antes da licença maternidade são tarefas que podem esperar um pouco. A dica é sair bastante, se encontrar com amigas, viajar, curtir cinema e jantares fora de casa;

- Praticar atividade física moderada auxilia na melhora do humor e é uma terapia reconhecida no tratamento de depressão moderada. Nada de exercícios intensos, a dica é apostar na hidroginástica e caminhadas, que são mais seguras;

- Comunicação com o parceiro, familiares e amigos é importantíssima. Dizer o que sente é uma ótima maneira de desabafar e buscar apoio;

- Fazer terapia pode ajudar, principalmente nos casos mais prolongados, que podem necessitar de medicação segura para grávidas. O jeito é se informar com amigos e até mesmo com o médico, a fim de encontrar um terapeuta que transmita total segurança.


14 mai 2012

Banheiros divertidos


Qual criança não gosta de brincar na hora do banho, eu acredito que a grande maioria adora… Vejam que ideias bacanas para deixar o banheiro da meninada super divertido e com estilo.

Bjo, bjo

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