14 mar 2016

Dicas para ajudar seu pequeno com a lição de casa


Olá Mamães, olha que artigo bacana eu recebi do Playkids, tem tantas mães que ficam em dúvida como proceder na hora de ajudar seus pequenos a fazer a lição de casa, as dicas a seguir poderão ajudar muito nesta fase.

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“…As aulas voltaram pra valer e, com elas, novos desafios se apresentam na vida escolar dos pequenos. Se o seu filho já avançou alguns estágios da educação infantil, a lição de casa começa a fazer parte do dia-a-dia. Pode variar de escola para escola. Mas na maioria delas, a lição é introduzida como uma tarefa rotineira quando os alunos têm por volta de 4 ou 5 anos.

Em geral, funciona como uma atividade complementar. Espera-se que, assim, a criança sistematize o conteúdo aprendido em sala de aula. Também tem o objetivo de incentivar a criação do hábito de estudar além do período escolar. Mas agora que a escola começa a ganhar ares de “coisa séria”, qual o papel dos pais nesse processo? E, o mais importante, o que eles podem e devem fazer para ajudar? Veja algumas orientações a seguir.

Estabeleça um local adequado

Antes de mais nada, é importante que a lição seja feita num espaço favorável à concentração. Não dá para fazê-la na mesinha de atividades que a criança tem na sala de casa, em frente à TV. Você pode até aproveitar este momento para fazer um “rito de passagem”, pontuando para o seu filho que ele está crescendo e precisa de uma escrivaninha, por exemplo. Se possível, pode ser divertido executar uma mudança no quarto dele, garantindo um local atraente e adequado para esse momento.

Determine um horário fixo

A tarefa tem de ser feita sempre num mesmo horário, pois isso ajudará a criança a incorporar a lição de casa na rotina de maneira tranquila. Se o seu filho chega da escola muito cansado, é melhor deixar a lição para o dia seguinte. Mas siga sempre o mesmo ritual. Não deixe a criança livre para determinar quando irá fazer a lição. Uma dica que funciona é a construção do “quadro da rotina”. Vocês podem fazê-lo em conjunto, usando símbolos, figuras e desenhos. Este quadro deve ser colocado num lugar de fácil acesso, como a porta da geladeira. Ele costuma ajudar a família a administrar o tempo, além de ir ensinando a criança a dar conta das próprias responsabilidades.

Ajude a criança a organizar o espaço

A organização do espaço é fundamental para tornar o ambiente escolhido favorável à tarefa. Ninguém nasce organizado e nem aprende da noite para o dia! É preciso auxiliar as crianças a desenvolver tal habilidade, assim como a serem cuidadosos com as próprias coisas. Que tal manter um estojo exclusivo para a lição de casa? Incentive-a também a pegar o material da lição (seja livro, apostilha, folha) antes de começar e guardá-lo ao final. Além da autonomia, essas atitudes simples vão ajudá-la a diferenciar o momento da brincadeira e o da “obrigação”.

Confie na escola (e siga as orientações dela)

A parceria pais e escola é essencial! As condutas devem estar alinhadas para que a criança consiga caminhar. Sendo assim, mantenha-se informada e participe das reuniões escolares para compreender o contexto da lição de casa, bem como a maneira que a escola conduz o processo de aprendizagem. Você com certeza se sentirá mais segura para auxiliar o seu filho, se estiver ciente dos objetivos que a escola pretende alcançar com os exercícios complementares enviados para casa.

Deixe a criança trabalhar sozinha

Exato! Você pode reler com seu filho o enunciado da lição para reforçar o que foi proposto, ainda que a professora certamente já o tenha explicado em classe. No entanto, jamais dê as respostas prontas. Caso contrário, pode “atropelar” a construção do raciocínio do seu filho. Muitas vezes, o ideal é tirar as dúvidas com a própria professora. Claro que interessar-se pela vida escolar do seu filho é fundamental, o que não significa fazer as coisas por ele. O seu papel é ser um agente facilitador nesse caso, mas não o autor da história dele. Permita, então, que ele seja construa o próprio caminho de descobertas!”

 


11 nov 2014

Diferença entre meninos e meninas


engatinhar

 

Muitas vezes eu já escutei amigas e até outras mães falando que o desenvolvimento dos meninos são diferentes das meninas, que as meninas se desenvolvem mais rápido, começam a andar e a falar primeiro e etc… Sinceramente isto muito me intriga e resolvi buscar mais informações sobre o assunto. Veja abaixo o texto do site português todopapas.

Meninos e meninas são diferentes desde o nascimento, não só fisicamente, e, portanto, não se desenvolvem da mesma maneira. Conhecer quais são as suas diferenças vai ajudar a estimular o seu filho, considerando seu sexo.

As meninas nascem com duas vantagens sobre os filhos:

Idioma:

As áreas do hemisfério esquerdo, destinadas à língua estão mais desenvolvidas nos cérebros das meninas, então geralmente elas adquirem antes as habilidades relacionadas a esse campo.

Inteligência emocional:

Os dois hemisférios do cérebro das meninas já estão conectados ao nascimento (aos meninos ainda vai levar nove meses), pelo que elas se sentem mais confortáveis ??com as suas emoções e são mais sensíveis aos sentimentos que as rodeiam.

Outras diferenças:

O córtex cerebral, que determina a inteligência, se desenvolve mais cedo no cérebro das meninas. O hemisfério esquerdo, que controla o pensamento, se desenrola antes nelas do que neles.

Os hemisférios direito e esquerdo ficam conectados mais cedo nas meninas, melhorando suas habilidades de leitura.

Desde o primeiro momento, os pequenos superam as meninas em visualização espacial, de modo que elas devem reforçar as ideias tridimensionais.

Na escola, os meninos costumam correr, pular e atirar objetos melhor do que as meninas.

Como estimular o menino?

Sabendo dessas diferenças, se você tiver um menino deve fazer o seguinte para estimular as áreas da linguagem e as emoções, menos desenvolvidas neles:

Fale muito com ele (e de forma muito clara)

Cante muitas músicas.

Ensine ele jogos de ação e palmas.

Coloque ele para ouvir música clássica.

Emoções:

Tenha muito contato físico com ele.

Comemore com ele todas as suas realizações.

Se você sentir raiva, frustração ou medo, encontre uma solução imediatamente.

Trate aos meninos e as meninas igual se choram ou precisam de conforto. Não espere que uma  criança reprima seus sentimentos “porque é um menino”.


09 set 2014

A música e o desenvolvimento cognitivo da criança


1Se tem algo que entretêm TOTALMENTE o Bernardo é música, se ele estiver fazendo uma mainha e eu começar a cantar, na mesma hora ele para. Esta atitude dele me causou curiosidade e resolvi pesquisar o poder da música na vida dos pequenos, este texto abaixo é muito interessante e explica bem este poder tão encantador sobre nossos pequeninos.

Por seu poder criador e libertador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.

Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “A criança está aberta para receber”, diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.

Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se trabalhar com a música.

Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de formação acadêmica.

Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da orientação de um profissional.

Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem. Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven, Bach, Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus respectivos pais.

Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação…

Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.

 

Fonte: upedagogas.blogspot.com

www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia


02 set 2014

Conversando com seu filho


Como mãe de primeira viagem, me tomo sempre por dúvidas e angustias quanto ao desenvolvimento e criação do Bernardo. Toda vez que vejo uma criancinha que faz coisas que ele ainda não faz, me pergunto, mas será que está tudo bem? Por que ele ainda não faz isso, ou aquilo. E conforme eu falei há uns posts atrás hoje o que vem me angustiando é o fato do Be ainda não falar. Ontem ele fez 1 ano e 7 meses e ainda não fala uma palavra direito e deve ter em todo o vocabulário no máximo umas 10 palavras. Fico angustiada quando vejo em volta que os amiguinhos dele, mais novos já falam tudo. Para variar recorro ao pediatra e a internet, e tanto o Dr. Belizia quanto na WEB sempre dizem que cada um tem o seu tempo e que o Bernardo, está super saudável e em breve deve desabrochar e falar.

Para ajudar a desenvolver mais a fala do Be, achei este artigo no site babycenter que ADOREI. Vou usar várias técnicas sugeridas nele, e sinceramente espero que dê certo.

2.2

“Crianças pequenas podem não conhecer muitas palavras, e quando falam pode ser difícil entendê-las, mas elas adoram falar. Mas como se conversa com uma criancinha que fala só umas cinco ou dez palavras? As possibilidades são infinitas.

Você pode falar sobre qualquer coisa, engraçada ou séria; recitar um poeminha várias vezes, ou apontar para objetos e dizer o nome deles. Logo ela estará batendo o maior papo. Aqui estão algumas dicas para fazer seu filho falar:

Deixe-o ler para você

Depois de ler Os Três Porquinhos pela centésima vez, não fique surpresa se seu filho tiver decorado toda a história. Está aí uma chance de fazê-lo virar o contador da história. Vá lendo a historinha — ou qualquer outra de suas favoritas — e pare no meio, para deixá-lo completar a frase.

Inclua-o nas conversas em família

Crianças pequenas escutam muito e também podem falar muito. Ou seja, não pense que ela não está prestando atenção ao papo dos adultos. Seu filho entende mais do que você imagina.

Se vocês estiverem tentando decidir a cor nova da parede da sala, por exemplo, envolva seu filho na conversa. Pergunte que cor ele gostaria de ver nas paredes ou na porta. Mesmo que você não opte pela escolha dele, será bom para ele dizer a opinião.

O mesmo vale para as coisas simples do dia-a-dia, como decidir qual será o almoço, ou o passeio do fim de semana.

O grau de compreensão das crianças é surpreendente, mesmo quando ela parece não estar prestando atenção na conversa dos adultos. Então, não subestime seu filho e considere-o capaz de participar de papos sobre assuntos, até os aparentemente complicados.

Brinque com as palavras

Falar é bem mais divertido quando vira brincadeira. Para os pequeninos, experimente conversas simples. Por exemplo, quando estiver em um lugar novo — uma lanchonete, uma lojinha –, aponte para um objeto e pergunte o que é.

Comece com coisas que você sabe que ele já conhece, como um biscoito ou um gato, e de vez em quando introduza uma palavra nova. Se ele não souber o que é um determinado objeto, cochiche a reposta e deixe-o falar bem alto. Não se esqueça de explicar o que é esse objeto e como ele funciona. No caso de um guarda-chuva, por exemplo, você pode dizer: “Isso é um guarda-chuva. A gente usa para não ficar molhado quando chove”.

Crianças mais velhas vão gostar de brincadeiras um pouco mais complexas. Experimente contar uma história e, quando ela começar a ficar mais envolvente, pergunte à criança o que ela acha que vai acontecer em seguida. Se seu filho ainda não fala tanto, ajude-o com algumas perguntas, como: “Você acha que o cachorrinho fugiu?”, “Para onde você acha que ele foi?”, ou “Quem veio com ele?”.

Essa técnica funciona bem também quando vocês estão assistindo a algum filme ou desenho animado na TV.

Deixe-o falar no telefone

A maioria das crianças é fascinada por telefones antes mesmo de conseguir falar. Aproveite isso para estimular seu filho a falar. Quando amigos e parentes telefonarem, deixe a criança na linha por um tempo, que são boas as chances de ela tentar falar.

Se seu filho começar a ficar nervoso, é bom interferir e traduzir o que ele está tentando dizer. Peça a quem ligou para fazer algumas perguntas. Ou então estimule seu filho a falar: “Conte para a vovó o que foi que você comeu no almoço”, ou “Conte com que brinquedos você se divertiu hoje”.

Relembre o dia

Para uma criança pequena, todo dia é uma aventura. Ir ao supermercado, lavar o carro ou pegar um ônibus podem ser bons temas para conversas. Todas as noites, antes de dormir, incentive seu filho a lembrar como foi o dia.

Se ele ainda fala só uma ou duas palavras por vez, ajude-o com perguntas mais específicas. Quando, por exemplo, seu filho contar que foi ao parquinho, tente pegar mais detalhes, perguntando com quem ele foi, com quem brincou, qual foi o brinquedo ou brincadeira de que mais gostou.

Preste atenção para fazer perguntas que façam a criança falar mais do que apenas “sim” ou “não”. Em vez de “Foi legal na escola hoje?”, pergunte “Qual foi a brincadeira mais legal na escola hoje? E a mais chata?”

Esse tipo de conversa pode ser especialmente útil para pais cujos filhos ficam na escolinha ou na creche, ou com alguém tomando conta em casa. Mesmo que os professores mandem relatórios diários, conversas assim ajudam você a entender como o seu filho viu as mesmas coisas, mas do ponto de vista dele.

Filme seu filho

A maioria das crianças adora se mostrar para uma câmera. Experimente e veja como seu filho reage. Algumas crianças nem precisam de muito encorajamento. Se seu filho gosta muito de uma música ou versinho, diga para ele cantar ou declamar. Faça perguntas, no estilo de uma entrevista na TV. Quando ele começar a se distrair, mostre o que já foi filmado. Ao se ver no vídeo, ele pode sentir vontade de fazer mais.

Um truque é voltar o visor da câmera para ele, se possível, ou ligar a câmera à TV enquanto grava. A criança vai adorar “conversar com o nenê”!


24 jun 2014

Estimulando as primeiras palavras


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Mamães, tem coisa melhor do que ficar conversando com nossos filhos? É uma delícia vê-los tentando nos imitar, pronunciar os sons, fazer o movimento da língua a cada som que emitimos. Ultimamente tenho feito muitos exercícios de fala com o Bernardo, não sei se minha ansiedade atrapalha, mas faço de um jeito mais lúdico, brincando e sem cobranças.

Falar com nossos filhos ajuda muito na formação do vocabulário deles, não importa a quantidade de palavras ditas, mas sim a forma como pronunciamos. Quanto mais simples as frases e mais lenta falarmos, mais conseguimos ajudá-los… Tenho desenhado as vogais e soletrando para o Be, ele adora, embora não consiga ainda pronunciar todas elas na sequencia, engraçado isso né?

Uma dica legal para quando for soletrar as palavras que quiser ensinar é estender o som nas vogais, do tipo Booo-laaaa, Luuuu-aaaaa, isso ajuda-os muito a assimilar os sons mais facilmente.

Fale bastante, faça isso diariamente, se vê-lo resmungar comemore, pois é um ótimo sinal de que a fala está sendo estimulada.

Bjo, bjo

 

 

Fonte: Crescer

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