18 dez 2014

O posso ensinar para os meus filhos


Mamães adorei este texto que li no site da Pais&Filhos e me identifiquei muito… Por isso resolvi compartilhar e espero que também gostem.

papai

Rodrigo Leão pai de dois meninos, se preocupa com os valores que passa a eles e, para ajudar, elencou 10 frases que norteiam suas vidas

Não sei muito da vida. Mas, como sou pai de dois meninos, hoje com 6 e 8 anos, decidi que precisava tentar ensina-los o pouco que sei. Por isso pensei em algumas frases simples, que pudessem servir a eles não como dogmas, mas como estrelas no céu, apontando direções a seguir quando perdidos na floresta. Essas frases, que acabo repetindo muitas vezes, são repetidas por eles de volta pra mim, pois eu também continuo aprendendo a viver. Divido aqui algumas delas na esperança de que você também pare um minuto pra pensar no que anda repetindo pro seu filho.

1. A vida é o bem mais raro e precioso do universo. Não fui eu que disse. Não foi Deus que disse. Foi a matemática que provou.

2. O mundo não é justo. Nós somos justos. Não se pode nem se deve esperar justiça do mundo nem dos outros. Justiça é o nosso presente para um mundo que nos deu todo o resto.

3. Quem não tenta, não consegue. O mundo não é dos talentosos nem dos inteligentes:é dos persistentes. J.K. Rowling foi rejeitada por 12 editoras antes de publicar Harry Potter. Steve Jobs errou com o Newton para acertar com o iPhone.

4. Dois errados não fazem um certo. Os erros dos outros nunca justificam os seus, então, não se baseie neles para tomar as suas decisões e atitudes.

5. Se uma história soa esquisita, questione. Papai Noel existe? Deus existe? A Fada do Dente existe? Minha resposta é sempre a mesma: o que você acha? Os debates que se seguem são maravilhosos. Pra eles e pra você.

6. Aventureiros são os que mais se preparam para viver aventuras. Quer subir no muro? Suba, mas antes considere as consequências e faça todo o possível para não enfrentá-las.

7. Propaganda é mentira até que se prove o contrário. Sou publicitário e acredito que o melhor tipo de consumidor que existe é o desconfiado.

8. Comida que vem num pacote não costuma ser saudável. Se veio da fábrica não foi feito só pra te alimentar, foi feito pra dar lucro. Infelizmente o sal, a gordura e o açúcar são os ingredientes mais lucrativos que existem.

9. Nunca na história do mundo houve um tempo melhor pra se estar vivo. É dado estatístico: nunca tantas pessoas viveram durante tanto tempo e com tantas possibilidades de serem felizes quanto hoje. Quem não tentar, não vai conseguir.

10. A tristeza só existe dentro de você. Em canto algum do universo se encontrará a tristeza senão dentro da sua cabeça. Então, que tal tirá-la daí? Afinal, você é o bem mais raro e precioso do universo, e merece ser feliz.


15 dez 2014

A tecnologia está afetando as relações familiares dentro da sua casa?


Mamães, cada vez mais as relações humanas estão diferentes do que era há tempos atrás. Um dos grandes fatores desta mudança é a “tecnologia”. O que seria de nós sem ela, vc conseguiria se imaginar nos dias de hoje sem celular, ou melhor, sem o smartfone. Aquelas horas de transito que o abençoado Waze te leva pelos melhores caminhos, ou depois daquela compra de mês você poder ligar para sua doméstica descer e te ajudar a subir com tudo… Emfim eu poderia ficar aqui horas listando os benefícios da tecnologia, no entanto o que tempos parado pouco para observar é como ela também acaba afastando as pessoas e atrapalhando as relações. Acabei de ler este texto na revista Crescer e gostei muito, espero que, como assim, para comigo os ajude a refletir um pouco sobre o tema.

Bjo, bjo

AA

“… Você presta atenção ao que o seu filho diz? Ou só acha que está prestando?

Uma pesquisa realizada com 1.521 crianças de 6 a 12 anos pela Highlights, uma revista infantil norte-americana, mostrou que 62% das crianças reclamam que os pais estão distraídos demais para ouvi-los. E – surpresa! – os celulares são os principais responsáveis por isso. Em 28% dos casos, pais e mães estavam tão entretidos com o aparelho que mal prestavam atenção aos filhos. E não é só: juntos, celulares, TV’s, smartphones e tablets foram a causa desse distanciamento entre filhos e pais em 51% dos casos.

“De cinco anos para cá, a tecnologia foi se popularizando e hoje em dia está acessível de qualquer smartphone para qualquer pessoa”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, professora e coautora do livro Vivendo esse Mundo Digital, da Editora Artmed. Graças a uma linguagem visual muito atraente e cada vez mais fácil de ser manipulada, as pessoas têm todas as informações à mão – consultam a previsão do tempo, informações sobre o trânsito, ficam ligadas no últimos acontecimentos – e acabam se tornando dependentes desses recursos. Não é à toa que os celulares se tornaram quase uma extensão das pessoas:  passam a noite na mesa de cabeceira, acompanham seus donos ao trabalho, no carro e até na hora das refeições.

Qual é o papel da tecnologia na educação dos seus filhos?

Uma pesquisa da Universidade de Boston (EUA) mostrou que nem quando às pessoas estão à mesa, em família, os smartphones são poupados. Cientistas observaram o comportamento de 55 adultos que foram com filhos a restaurantes na zona metropolitana de Boston: 40 deles não largaram o celular durante a refeição. As crianças tinham de 0 a 10 anos e 54% delas estavam em idade escolar. “Parece que já não há uma troca entre filhos e pais. Os aparelhos ficam sempre no meio”, comenta Evelyn.

Esses novos artifícios da vida moderna têm afetado também a dinâmica de relacionamento entre casais. Em um outro estudo, da Brigham Young University (EUA), realizado com 143 casais heterossexuais, 70% das mulheres relataram que os smartphones atrapalham seu relacionamento amoroso. Garanto que você já presenciou a cena: um casal sozinho em uma mesinha de bar num sábado à noite, cada um entretido com seu próprio telefone, checando sua conta no Facebook. Há relacionamento que resista?  Segundo as entrevistadas, porém, o aparelho que mais fica no caminho do romance são os computadores. O conselho dos especialistas? Banir aparelhos eletrônicos em geral do quarto – incluindo a televisão.

Acima de tudo, é preciso pensar que é a maneira como você se relaciona com a tecnologia que vai servir de espelho para o seu filho. Você tem que carregar seus aparelhos com muita frequência? Sinal de que está passando muito tempo entretido com eles. Você se sente perdido sem o tablet no carro para distrair as crianças? Hora de começar a usar a criatividade. Você não sabe mais os nomes dos amiguinhos do seu filho? Talvez você se encaixe na estatística da primeira pesquisa e não esteja prestando atenção suficiente ao seu pequeno.

Tablet de presente de natal: sim ou não?

Se na hora de escrever a cartinha para o Papai Noel seu filho, além de contar sobre suas conquistas nesse ano, dizer que se comportou bem e que aguarda ansioso a vinda do Bom Velhinho, pediu um tablet… Você  não está sozinho. Um levantamento do Datafolha, realizado com pais de crianças até 12 anos, mostrou que o presente mais cobiçado este ano são esses populares gadgets: eles encabeçam a lista de desejos de 8% dos pequenos paulistanos para o Natal. Surpreendentemente (ou nem tanto) o tablet conseguiu superar até as bicicletas, que são tradicionalmente um dos presentes mais desejados, mas que ficaram com apenas 3% das respostas registradas pela pesquisa.

=> 10 dicas para o seu filho lidar bem com as novas tecnologias

Esse fascínio pela tecnologia não acontece à toa. As luzes, as cores, as animações e os sons que aparecem na tela de tablets e smartphones são superestimulantes para as crianças e, naturalmente, despertam sua atenção. A boa notícia é que, na dose certa, isso pode até contribuir para o desenvolvimento delas. “A repetição que esses joguinhos e aplicativos proporcionam funciona como um treinamento cognitivo. Eles trabalham a memória operacional e a memória visual. Com isso, as crianças adquirem uma rapidez mental”, pondera o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

O problema reside no fato de o contato exagerado com a tecnologia minar o principal ingrediente do desenvolvimento de qualquer criança: o afeto. “Até os 3 anos pelo menos, para o desenvolvimento da linguagem, a criança precisa da interação face a face”, explica Farias. O bebê aprende a falar, a mover os lábios a emitir os sons por meio do contato com seus cuidadores. Tablet não é babá eletrônica: não substitui o contato com a mãe, com o pai ou com os irmãos. “Estamos banalizando a tecnologia e trocando o que a gente chama de aspecto afetivo do relacionamento mãe e filho por ela. Em vez de aconchegar os filhos, muitos os entretêm com os aparelhos eletrônicos”, explica Evelyn.

Sinal Vermelho

Se você perceber que o seu filho prefere ficar em frente ao celular ou ao computador em vez de sair para brincar com amigos, se divertir no parquinho ou ir ao clube, é hora de agir e repensar o uso da tecnologia aí na sua casa. Está provado que o excesso de contato com aparelhos eletrônicos pode causar distúrbios de sono, queda do rendimento escolar, problemas de audição, problemas de visão (como síndrome do olho seco), problemas de postura, dores de cabeça e até deficiência de vitamina D.

Dispositivo faz selfie de bebês e publica fotos instantaneamente nas redes sociais

Por isso, a palavra de ordem no uso desses aparelhos é bom senso. “Pais inteligentes devem usar a tecnologia a seu favor, cientes de que o contato físico, o olhar, o calor do toque, não são substituídos por uma mensagem de texto. Essa questão não deve ser encarada como usar ou não a tecnologia – porque é praticamente impossível viver sem esses recursos na atualidade – e sim, como aproveitá-los ao máximo”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).

Dosar o tempo de contato entre as crianças e os aparelhos é fundamental, ainda que não seja uma tarefa fácil. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que o tempo total que o seu filho passa em frente à tela não exceda duas horas por dia, sendo que casa sessão não deve passar 30 a 40 minutos. E como fazer isso? Com certeza, pedir que seu filho desligue o celular ou deixe o tablet de lado não será tão efetivo. O que vai fazer diferença mesmo na mudança de postura das crianças é oferecer repertórios variados e estar disponível para elas no tempo que você puder. Convide-a para dar um passeio, proponha um jogo, uma nova brincadeira. “Ser pai e mãe é uma responsabilidade: crie tempo para estar com o seu filho”, aconselha Evelyn”.


09 dez 2014

Segurança na piscina


AAA

Brincar em piscinas de clubes, prédios ou mesmo em casa é um delícia nos dias mais quentes. Bebês treinam sua coordenação motora e relaxam, os mais velhos criam brincadeiras e se divertem. Mas esses ambientes geralmente são cheios de armadilhas: pisos escorregadios, azulejos quebrados, atrativos que levam a atenção dos adultos para longe dos pequenos. Algumas atitudes podem deixar as crianças mais seguras e os adultos mais tranquilos. Veja alguns cuidados essenciais com as crianças na piscina. 

Uso de boias

A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. “Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo”, conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo.

Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. “As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências”, afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.

Piscinas com grande profundidade

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé – há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. “Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda”, conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento.

Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?

Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. “Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele”, alerta a fisioterapeuta Paula.

Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora – sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. “Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos”, acrescenta Paula.

Brincadeiras na borda da piscina

Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. “Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina”, conta a especialista.

Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas.

Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?

Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. “Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade”, conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar.

Cloro da piscina

Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. “O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite”, explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como:

- A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos;

- O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças;

- Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.

Brincadeiras com baldes e bacias

Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros.


02 dez 2014

Senado aprova guarda compartilhada de filhos de pais separados


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O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei que garante aguarda compartilhada de filhos de pais divorciados, mesmo que não haja acordo entre as partes.

A matéria tinha sido aprovada de manhã, pela Comissão de Assuntos Sociais, e foi enviada, em regime de urgência, para apreciação pelo plenário da Casa, passando à frente de outras pautas na fila de votação.

O texto muda a atual redação do Código Civil, que tem induzido juízes a decretarem guarda compartilhada apenas nos casos em que há boas relações entre os pais após o fim do casamento.

A ideia é que esse tipo de instituto seja adotado justamente quando se faz mais necessário: nas separações conflituosas.

O projeto prevê também a necessidade de divisão equilibrada do tempo de convivência dos filhos com cada um dos pais. Além disso, estabelece multa para escolas e estabelecimentos que se negarem a dar informações sobre o filho a qualquer um dos pais.

Ainda segundo o projeto, serão necessárias autorizações dos dois pais para os casos em que o filho menor de idade venha a mudar de município ou em caso de viagem ao exterior.

A aprovação foi comemorada pelo presidente da Associação de Pais e Mães Separados (Apase), Analdino Rodrigues Paulino. “Foi uma vitória fantástica; nós estamos há 12 anos lutando pela guarda compartilhada”, disse.

Segundo Paulino, 20 milhões de crianças e adolescentes filhos de pais separados serão beneficiados com a lei.

Para ele, a lei vai atender justamente os casais que não têm acordo, para garantir que as crianças tenham convivência com os dois lados.

“O casal vai combinar, e a Justiça homologa. Se o casal não combinar, o juiz vai determinar [o funcionamento da guarda] e procurar fazer a divisão de tempo da forma mais equânime possível. Se o pai tem mais tempo para cuidar, ele fica mais tempo com a criança, se a mãe tiver mais tempo, ela ficará mais tempo. Mas os dois terão a guarda e o direito garantido.”

O projeto transforma a guarda compartilhada em regra, e não mais em exceção a ser buscada na Justiça.

No entanto, ele prevê dois casos em que a medida não será adotada: em caso de o juiz avaliar que um dos pais não esteja apto para cuidar do filho, ou nos casos em que um deles manifeste desejo de não obter guarda.

- Fonte: www.paisefilhos.com.br/familia


01 dez 2014

Os caprichos do meu pequeno de 1 ano e 10 meses – Diário de bordo


BF

M-A-M-Ã-E-S – S.O.S, preciso de ajuda!!!! Queridas leitoras como está difícil esta fase do meu pequeno Bernardo, ou como tenho chamado eles nestes últimos dias, meu pequeno terrorista rs rs rs… Como é difícil educar uma pessoinha e mais ainda, impor limites, ensinar o certo e o errado, dizer o que pode e o que não pode fazer, para um ser de 1 ano e 10 meses muito inteligente e chio de vontades.

Este último bimestre tem sido terrível com o Be, o meu pequeno até então calmo e amável, tem se transformado num menininho chatinho, chorão e que se recebe um não faz birra se joga no chão e quer bater no nosso rosto. Independente das reações dele, todas as vezes que isso acontece eu o repreendo, mas até que ponto esta minha atitude é efetiva? Pois infelizmente ele continua do mesmo jeito.

Ontem fui levá-lo para ver papai noel no Shopping JK, como ele está apaixonado pelo tal do Papai El, chegando lá fomos direto para o local onde as crianças iam sentar e entregar suas cartinhas ao bom velinho, já na espera, na fila que por sinal estava enormeeee, o Be já começou a me dar trabalho e me fazer passar vergonha. Queria passar na frente de todas as crianças sem respeitar a fila, eu expliquei algumas vezes que ele precisava esperar a vez dele, mas a audição deles neste momento fica totalmente seletiva e eles só escutam o que querem. então como não consegui atender sua vontade, começou a gritar e se jogar no chão. Nesta hora eu o peguei no colo e o repreendi, -” Filho, vc quer ver o papai noel, então precisa esperar a sua vez, tem outras crianças assim como vc que também querem falar com ele”. Vc´s acham que adiantou, claro que não. Ele continuou a fazer manha e querer se jogar no chão. Foi quando o peguei no colo e ele me deu um tapa no rosto. Aonde será que ele aprendeu isso, não vê ninguém fazendo isso em casa, e ainda não está na escolinha?!?! Fico tão chateada quando isso acontece :(

Sou uma mulher muito enérgica, as pessoas que me conhecem normalmente dizem que sou ligada na tomada 220v, sei que este meu jeito deve acelerar meu pequeno, mas o que posso fazer, desde que o Be nasceu tento me controlar, confesso que já melhorei muito, mas uma mudança radical, infelizmente só se eu morresse e nascesse de novo.

Quando chegou a hora dele conversar com o Papai El, foi um lindo queria dar beijo, as atendentes se apaixonaram por ele, mas eu que passei aqueles 25 minutos com ele na fila daquele jeito, sei o que passei.

Tenho lido bastante a respeito e em todos os sites que entro, vejo que este tipo de reação é normal, que muitas das crianças tem este tipo de comportamento quando são contrariadas ou contestadas, mas até que ponto o Be é assim por conta disso ou pelo meu jeito muito ativo?!?!

Enfim, este é o desabafo de uma mãe loucamente apaixonada pelo seu filho, mas que assim como muitas outras, passa por grandes dificuldades e transformações com a mágica tarefa de educar um serzinho.

Bjo, bjo

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