11 jun 2012

Brincar é coisa séria


A melhor maneira de propiciar o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças é através da companhia dos pais. Estimular este desenvolvimento brincando é a melhor opção, existem algumas dicas que podem ajudar muito o seu pequeno veja algumas delas..

1º. mês – Converse ou cante para o bebê. O som da sua voz é aconchegante e lhe transmite segurança. Faça massagem no seu filho estimule cada parte do corpinho dele: pés, mãos, costas, rosto. Você pode colocar uma música suave e revelar, através deste contato físico, seus sentimentos por ele pois, o toque de suas mãos transmitirá amor, carinho e segurança.

2º mês -Apresente objetos grandes e coloridos para que ele possa brincar e tentar alcançá-los com as mãos. Junto ao berço coloque móbile colorido dentro de seu campo visual.

3º. mês – Cante, faça gestos e expressões faciais. O bebê tentará imitá-la e responderá aos estímulos com sorrisos e ruídos. Estimule o tato do bebê com objetos de diferentes texturas. Ex: passe no pezinho ou na mão dele uma pluma e observe as reações; encoste em sua mãozinha algo áspero e depois macio. Coloque-o sentado no bebê-conforto ou no sofá apoiado por almofadas.

4º. mês – Conte histórias curtas e imite o barulho dos animais com diferentes tons de voz. O bebê tentará imitar você. Jogue brinquedos (bolas, dados) para ele tentar pegar. O bebê reconhece a voz do papai e da mamãe e irá olhar na direção de quem está falando.

5º. mês – Durante o banho do bebê brinque com a água e relate o que vocês estão fazendo. Deixe-o brincar com brinquedos macios, como mordedores, pois tudo que pega leva à boca. Coloque músicas de diferentes ritmos e dance com ele. Espalhe brinquedos ao redor do bebê e o deixe brincando no chão.

6º. mês – Durante as refeições relate ao bebê o que está comendo. Mostre os alimentos. Você pode convidá-lo a passear e ele lhe estenderá os bracinhos. Imite o barulho dos animais e objetos, como gatos, telefone, estimulando-o a fazer o mesmo. Ao ar livre deixe-o próximo a árvores, para que ele observe o balanço e barulho das folhas.

7º. mês – Dê brinquedos que façam barulho, coloridos, de diferentes formas e tamanhos. Coloque-os próximos ao bebê e estimule-o a buscá-los. Ensine-o a dar “tchau”. Em pouco tempo repetirá os seus gestos. No banho, disponibilize brinquedos que flutuem para estimular a percepção e curiosidade.

8º. mês – Durante o banho mostre livrinhos apropriados e deixe-o manuseá-lo. Será uma grande diversão.Brinque de esconde-esconde com uma toalha ou cortina, o bebê baterá palmas de alegria. Deixe que o bebê jogue objetos no chão. Ele repetirá inúmeras vezes este movimento, assim estará criando a noção de causa e efeito. Conte histórias, mostrando as imagens do livro.

9º. mês – Deixe perto do bebê brinquedos grandes e coloridos. Ensine-o a empilhá-los e encaixá-los. Quando estiver com o bebê, relate tudo o que irá fazer. Ele começará a repetir sílabas. Deixe-o tocar em cachorros e gatos e converse sobre estes animais. Imite o barulho dos mesmos.

10º. mês – Converse com o seu bebê e dê alternativas. Por exemplo: Você quer o urso ou a bola. Mostre à mamãe. Assim ele apontará o que quer e muitas vezes irá chorar se não for atendido. Dance e cante com ele no colo, ele tentará imitar a coreografia e soltará seus monossílabos. Dê-lhe um telefone de brinquedo. Assim, estará incentivando a linguagem do bebê. Leve-o a pracinhas e parques e deixe-o interagir com outros bebês e outras crianças.

11º. mês – Participe das brincadeiras de seu filho. Deixe à mão objetos que possam ser colocados e retirados de uma caixa ou balde. No banho coloque objetos que possam ser preenchidos com água e depois esvaziados. Leve-o a parques ou pracinhas e brinque com ele em escorregadores e balanços. Chame a atenção dele para objetos e animais conhecidos e também para as novidades. Estimule-o a beber água em copinhos ou com auxílio de canudinhos.

12º mês – Cante e conte histórias. Disponibilize livros e revistas para manusear. Incentive-o a comer sozinho e a guardar brinquedos. Ele já entende ordens curtas, portanto explique tudo a seu filho: o que estão fazendo, aonde vão etc… Brinque de “esconde-esconde” ou “pega-pega”. Jogue bola com ele.

Estas dicas são do Especialista em Educação Infantil, Mauro Velhote.

Bjo, bjo


07 jun 2012

Drogas e gravidez não combinam em nada!!


Tem um bebezinho crescendo aí na sua barriga, mas, você pensa, a vida continua e, de vez em quando, dá aquela vontade de badalar e curtir as coisas de sempre com os amigos, incluindo as eventuais drogas recreativas que apareçam pelo caminho.

Sim, você tem toda razão que a “vida continua” e já se sabe há muito tempo que gravidez não é doença ou motivo para as mulheres ficarem isoladas ou de cama. O problema é que tudo que entra no seu corpo passa para o nenê através da corrente sanguínea e da placenta, principalmente substâncias químicas.

E o bebê acaba sendo um consumir de drogas também, mesmo sem ter feito essa escolha. Ele é muito pequenininho para isso, os efeitos das substâncias no corpo e especialmente no cérebro dele podem durar para sempre.

Se você faz parte de um grupo que bebe muito e usa drogas, às vezes tem que fazer a opção de se afastar, a futura mamãe precisa investir na saúde da família como um todo e no ambiente em que a criança crescerá.

Isso inclui também o cigarro, motivo pelo qual os especialistas aconselham as futuras mães a parar de fumar.

Aí pode vir alguém e dizer para você que maconha é uma planta, uma substância da natureza que não vai fazer mal nem para você e nem para o seu filho. Só que o que as pesquisas mais recentes mostram não é bem assim.

Por mais que o filho de uma mulher que usou drogas nasça com a aparência normal, o comportamento da criança poderá não ser normal, nem na fase de bebê nem mais para a frente, quando já tiver idade de frequentar um colégio, segundo um estudo sobre uso de drogas por adolescentes na gravidez da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Crianças cujas mães consumiram maconha durante a gravidez tenderam a ser mais irritadas, mais impulsivas e menos atentas — características que podem comprometer, e muito, a vida escolar, profissional, emocional e social de qualquer pessoa e de qualquer família.

Evite tudo o que possa prejudicar o seu bebê, certamente no final vai valer a pena!

Bjo, bjo


06 jun 2012

Hora de dormir


O terror de muitos pais é quando a noite surge e chega a hora de colocar as crianças na cama. Reclamações, choros, brigas e pedidos para ficar mais um pouquinho acordado são os comportamentos mais comuns dos filhos que não querem dormir. Mas e aí, o que fazer?

Crianças que demoram a dormir ou que acordam durante a noite deixam os pais irritados e cansados. Alguns dos motivos para essa “luta” com as crianças podem ser falta de rotina na casa, medo da separação ou simplesmente estão acostumados a dormir na cama dos pais e para dormir no seu próprio quarto levará algum tempo para se acostumar.

O melhor é que desde pequenas as crianças sejam acostumadas a dormir na sua própria cama e, de preferência, em um quarto separado dos pais para que o hábito seja criado desde muito cedo.

Bebês pequenos que são amamentados durante várias vezes durante a noite podem ficar no mesmo quarto dos pais, mas no berço, até para a segurança do próprio bebê, que pode ser asfixiado por um dos seus pais ou ser jogado para fora da cama, tudo sem querer, mas pode acontecer.

Nada de alimentar o neném de madrugada – Aos seis meses de idade, o bebê já consegue passar a noite toda dormindo sem se alimentar. Alimente seu bebê antes de você deitar e se ele acordar durante a noite, conforte-o com algumas carícias ou uma fala mansinha ao invés de alimentá-lo.

Uma dica para bebês que amamentam é que a mamãe não deixe o bebê dormir no colo. Quando ele estiver adormecendo e você perceber que já mamou o suficiente, coloque-o no berço para que adormeça no seu lugar. Se o bebê ainda não mamou o suficiente, tente acordá-lo e ofereça mais leite e assim que estiver sonolento, leve-o para o berço, assim, se o bebê acordar durante a noite, será mais fácil ele pegar no sono novamente sozinho, sem a presença da mamãe.

Sempre que o bebê ou a criança acordar a noite chorando ou chamando os pais, não dê muita atenção, vá até o quarto da criança e a tranqüilize, sem acender a luz, ou uma penumbra, não brinque ou realize tosos os pedidos que fizer. A criança tem que saber que a noite é hora para dormir e que não terá a atenção dos pais nessa hora.

Criando uma rotina - Uma outra atitude essencial para as noites tranqüilas de sono de pais e crianças é a rotina. Todos precisam de rotina, principalmente os pequenos. Por exemplo, não deixe que a criança assista TV ou brinque de lutas horas antes de dormir.

Crie um ritual aonde o ambiente da casa vá se acalmando os poucos até que chegue a hora de colocar o pijama, escovar os dentes, contar uma história ou cantar uma canção de ninar e dormir. Esse é um exemplo, mas são os pais com o seu filho que irão fazer a programação diária, pode ser um banho morno antes de dormir ou uma massagem só com a luz de uma vela.

Se durante a noite a criança sai da cama e vai até a cama dos pais, leve a criança até o seu quarto novamente, sem brigas ou argumentações, somente com a autoridade de pais e diga que lá é o seu lugar de dormir. Lógico que às vezes você pode dar um espacinho na cama. Pode levar tempo, mas a criança entenderá que não vai conseguir nada e que é melhor ela virar e dormir novamente sozinha.

Dicas:

Toda regra tem exceção. Se o seu pequeno estiver doente não tem problema que fique perto de você. Mas sempre o lembre que isso não será para sempre.

Se há o medo de separação, nada como um amiguinho para lhe fazer companhia durante o sono, seja um ursinho ou uma boneca para a criança se sentir mais segura.

Se houver alguma mudança na rotina da criança durante o dia pode interferir no sono da criança durante a noite. Continue com as regras e seja sempre coerente e assim que a rotina entrar nos eixos, o sono voltará a ser tranqüilo.


28 mai 2012

Vaidade infantil, até que ponto é saudável?


Mamães, vocês já viram o programa Pequenas Misses, que passa pelo canal a cabo Discovery Home & Health? Na maioria das cenas você verá crianças com penteados de adulta, em cima de salto altíssimo e com uma maquiagem carregada. Inclusive algumas das mães achando que suas crianças estão acima do peso e precisam de regime. Infelizmente, essa realidade não é apenas a de um show de tevê. A cada dia, as menininhas se tornam mais vaidosas. Mas elas não deveriam estar brincando?

É comum ver sua filha andar pela casa toda borrada com a sua maquiagem e tentando se equilibrar em cima de um salto é até fofo e faz parte da infância de todas as mulheres. Até aí, uma vez ou outra, não há motivo de preocupação. Riam juntas e explique pra ela, que, logo que ela crescer, ela poderá fazer tudo isso. Faz parte de um universo cheio de brincadeiras e não há motivo de ser proibido, desde que você deixe claro que ela pode – e deve – brincar com outras coisas.

O que você não deve permitir é sentir-se bem ao ver sua filha criança agindo como adulta. Se ela cresce agindo e pensando como adulto, vai sofrer para se enturmar e não aproveita a infância para descobrir o mundo, já que não se sente à vontade com a própria idade.

Se enquanto você se maquia sua filha pede pra usar algum produto, você pode até deixar ocasionalmente, mais uma vez no sentido lúdico da coisa. Mas sempre, não. Os produtos de adultos são perigosos aos pequenos: eles são mais fortes e não são testados em crianças quanto à segurança e eficácia, aumentando bastante o risco de alergias. Nem mesmo as versões infantis dos cosméticos são 100% seguras. Essas fórmulas costumam ter pouco perfume e usam conservantes mais suaves.

Se seu filho sofre de rinite alérgica, bronquite ou dermatite atópica é até mais provável que a pele se irrite.

O que você precisa entender é que a pele das crianças é mais sensível e fina, ou seja, as substâncias químicas presentes nos cosméticos são absorvidas com maior intensidade.

Depois dos 13, você pode ficar mais tranquila e liberar a maquiagem. Mesmo assim com restrições porque, nessa idade, os hormônios começam a entrar (ou já entraram) em ebulição, tornando a pele mais oleosa.

A melhor coisa a ser feita é consultar um dermatologista nesse caso para que sua filha use produtos adequados, normalmente os que são livres de óleo.

Outra paixão das pequenas são os esmaltes, que são compostos por formaldeído, substância que pode desenvolver coceira, vermelhidão e irritações tanto ao redor da unha quanto nas pálpebras. A opção é usar esmaltes antialérgicos quando sua filhota pedir.

Quanto ao xampu e condicionador, a melhor coisa é usar um próprio para pequenos, nada de lavar o cabelo com o mesmo que você usa, já que podem surgir caspas, alergias (até nos olhos) e deixar o cabelo ressecado.

Sandálias e sapatos com salto são prejudiciais para formação da estrutura óssea, podendo gerar dores e problemas de equilíbrio, postura e coluna. É comum ver modelos de criança com salto, por isso compre sozinha os sapatos da sua menina ou explique pra ela o porquê de ela não poder usá-los.

Nenhuma mãe pode, por conta própria, colocar o filho em uma dieta severa por achar que ele está acima do peso. As crianças precisam de bastantes calorias e variedade à mesa porque estão se desenvolvendo. Óbvio que isso não significa liberar chocolates, bolachas recheadas, frituras e salgadinhos industrializados, cabe a você, mãe, oferecer refeições nutritivas e apetitosas. Caso seu filho seja gordinho, vá à nutricionista, mas não o coloque num regime desenvolvido por você mesma.

Quando seu pequeno crescer, ele vai precisar se preocupar mais com a vaidade, mas não agora. Por enquanto, é necessário que você transmita bons valores (roupas caras não fazem ninguém ser melhor do que ninguém, pessoas magras não são mais especiais, comida não significa gratificação por tarefas bem desenvolvidas, etc). A vaidade é importante, sim, mas precisa de limites, como tudo na vida. Por enquanto, você só precisa brincar com seu filho, faça-o ser feliz do jeito que é sem pressão porque você mesma sabe que a vida adulta não é nada fácil.

 


25 mai 2012

A importância do lanche escolar na formação de hábitos alimentares saudáveis


Prevenir o desenvolvimento da obesidade e de doenças relacionadas em crianças é tema atual e importantíssimo, já que essas doenças têm um impacto negativo na saúde, não apenas durante a infância, mas também ao longo da vida adulta.

A época mais eficaz para a prevenção de tais doenças é a idade escolar e pré-escolar, onde há introdução de alimentos novos e a formação de hábitos alimentares. Por ter um papel importante na alimentação infantil e na formação de hábitos saudáveis, a preparação da lancheira escolar merece cuidados.

Uma lancheira ideal seria composta por uma porção de carboidratos, uma de proteínas e uma de frutas ou vegetais. Pode ser incluída uma opção de bebida de perfil nutricional adequado, como é o caso de sucos de frutas naturais e bebidas à base de soja. Desta forma, estes alimentos podem auxiliar na oferta de nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento saudável das crianças. Veja, a seguir, alguns exemplos de combinações de alimentos para lancheiras saudáveis:

- Suco de laranja natural + pão integral com peito de peru e maionese + uvas

- Iogurte sabor morango + potinho de cereal matinal de milho + banana

- Água de coco + biscoitos integrais + um pequeno pedaço de queijo minas + mexerica

- Bebida de soja sabor banana + bolo simples de abacaxi + morangos

- Suco de uva com soja + bisnaguinha integral com pasta de ricota e cenoura

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