06 set 2012

Como saber o sexo do bebê da crendice popular aos modernos exames


Umas das perguntas mais frequentes para as mamães e papais que estão grávidos é: Qual é o sexo do seu bebê?   Na maioria das vezes a ansiedade da mulher em saber o sexo faz ela buscar uma série de alternativas que vão desde simpatias da época de nossas avós a modernos exames de ultrassom ou de sangue.

O site Sexo do bebê ensina muitas maneiras de você tentar descobrir o sexo do seu pequeno, pois nem sempre estes exames ultra modernos cabem dentro do seu bolso. Leia abaixo o texto produzido por eles para o nosso Blog e aproveitem as dicas!!! Quem sabe no seu caso dê certo.

Bjo, bjo

…”Diferente de uma vez, hoje em dia, é possível saber o sexo do bebê antes mesmo dele nascer, graças à medicina, seus aparelhos e exames. No entanto, nem sempre foi assim, há algumas décadas, o comum era os pais descobrirem o sexo do bebê apenas na hora do parto. Porém, atualmente, isso é quase inimaginável que um casal se proponha a fazer, pois prefere deixar tudo pronto, como enxoval e o quartinho do bebê, além de escolher a cor para combinar com o sexo do recém-nascido.

De qualquer forma, antes dessa possibilidade de como saber o sexo do bebê e quando as maneiras de como escolher o sexo do bebê eram inimagináveis, as pessoas apostavam qual era o sexo em razão de algumas características e costumes dos pais. Quem não está informado sobre essas crenças pode achar tudo muito fora do comum, porém, assim como as simpatias, a crendice popular possui 50% de chances de acertar.

Como a crendice popular define o sexo do bebê

Entre os aspetos que a crendice popular leva em consideração para dizer qual será o sexo do bebê que está para nascer está os pelos da perna da mulher, que se crescerem mais rápido do que o normal enquanto ela estiver grávida, é porque vai ter um bebê menino. O pai da criança também entra nas crenças e se ele ganhar peso junto com a mulher, isso quer dizer que o bebê vai nascer menino.

Até a futura vovó da criança entra nas adivinhações sobre o sexo do bebê, sendo que uma das crenças diz que se a mãe da gestante estiver com os cabelos grisalhos é porque a criança vai nascer do sexo masculino. Além disso, se você estiver muito mais bonita, é porque vai chegar um menino. Já se você estiver bastante parecida com sua mãe, então será menina. Uma crença bastante comum é aquela que se refere à barriga, se ela estiver baixa, é menina, mas se estiver alta, é menino.

Outras crendices se referem aos costumes da futura mamãe, sendo que se você não comer os cantos do pão é porque está grávida de uma menina. Mas se você está com uma grande vontade de comer salgados, é menino, e se você prefere os doces, é menina. O seu corpo também diz muita coisa, se os seus seios crescerem rapidamente no início da gestação, é provável que você tenha uma menina. Mas se os seus pés estiverem sempre frios, será menino, bem como se o seu nariz tiver alargado durante a gravidez.

Testes para saber o sexo do bebê

Existem alguns testes que podem ajudar a como saber o sexo do bebê. Um dele consiste em você somar a sua idade, o tempo da concepção e para o nascimento do bebê, sendo que se o resultado for ímpar é porque virá uma menina, e menino se for par. Outro teste é você segurar uma linha de coser ou fio de lã em cima da barriga, se ela se mover em círculos, aguarde um menino, e se ela mexer para os lados prepare o enxoval cor-de-rosa.

Exames científicos para saber o sexo do bebê

Todas as formas de saber o sexo do bebê são válidas, mas, quem busca saber com mais precisão pode fazer alguns exames mais eficazes. Um exemplo é o exame de sexagem fetal, onde através do sangue da mãe é possível descobrir a partir da oitava semana de gravidez, a presença do cromossomo Y ou sua ausência. Neste caso, a presença do cromossomo Y é um menino.

Já outro interessante exame é o de urina feita através de um kit que é possível encontrar nas farmácias.  Este exame conhecido com Intelligender identifica através da urina em dez minutos, o sexo do bebê. As cores dos resultados são laranja ou verdade, caso apresente a cor verde será um menino, a laranja, menina.

E o exame mais utilizado para descobrir o sexo do bebê é a ultrassom. A partir de 13 semanas de gravidez é possível ver o sexo do bebê através da imagem reproduzida pelo aparelho. Atualmente existe a ultrassom vaginal, a ultrassom translucência nucal e a ultrassom em 3D e 4D, com imagens mais bem definidas.

Em todos estes exames é possível saber com ainda mais certeza o sexo do bebê. Cada um deles tem o seu período para ser aplicado. Mas, independente do exame e resultado, o importante é saber que um sonho está sendo realizado e mais uma criança amada está vindo ao mundo.”


29 ago 2012

Mães superprotetoras


Estava hoje escrevendo alguns artigos quando achei este em particular no site da revista crescer e que eu gostei MUITO. Por isso resolvi compartilhar com vc´s

Bjo, bjo

“…Quem tem filhos sabe que uma linha tênue separa o instinto de garantir a segurança das crianças e a superproteção. Mas, por mais difícil que seja, é preciso identificar de que lado deste muro você está, porque cuidado e proteção em excesso podem prejudicar o desenvolvimento do seu filho. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade Macquerie, na Austrália.

Será que ele precisa ser tão protegido assim?

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores avaliaram o comportamento de 200 crianças, com idades entre 3 e 4 anos, e de suas respectivas mães. Eles perguntaram a elas se permitiam que o filho escolhesse a própria roupa quando já era capaz e se os deixavam escolher os amigos para brincar, entre outras questões.

Todos voltaram a serem analisados cinco anos mais tarde. Os cientistas concluíram que os filhos de mães superprotetoras eram mais ansiosos do que as outras crianças. “A insegurança da mãe em relação ao futuro do filho e aos perigos inerentes à vida gera, sim, ansiedade na criança”, diz Vivien Bonafer Ponzoni, terapeuta, coordenadora do Núcleo de Psicodrama de Família da Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama.

Ok, toda mãe sente insegurança em relação ao futuro dos filhos e aos perigos do dia a dia. Isso é normal, mas se torna um problema quando os seus medos passam a interferir diretamente na vida da criança. Se deixá-lo brincar no parquinho do prédio ou ir à festa de um amigo, por exemplo, é um problema para você, então, é hora de procurar ajuda. Essa superproteção pode, sim, prejudicar o crescimento (e amadurecimento) do seu filho.

Dar autonomia a uma criança requer coragem porque você vai ter que controlar o próprio medo e incentivar que o seu filho faça aquilo que ainda não sabe, mas precisa aprender. “Se por um lado a sociedade conseguiu instruir as famílias a conduzirem melhor as crianças, por outro fez com que os pais se tornassem medrosos”, diz Diana Corso, psicanalista e autora de Fadas do Divã (Ed. Artmed). E esse medo cria um círculo vicioso. “A criança perde a possibilidade de acreditar que acreditam nela”.

Dez sugestões para criar seu filho para o mundo

Para Vivien, o medo e a ansiedade fora do comum só trazem prejuízos para a saúde psicológica das crianças. “Pode resultar em pouco rendimento escolar, baixa autoestima, inquietude, dificuldade de atenção e concentração nas tarefas, agressividade e muitos outros sintomas que a impedem de se desenvolver psicologicamente com segurança”, diz a especialista.

No estudo, foi constatado, ainda, que o risco da criança ser ansiosa é muito maior quando a mãe também sofre com esse problema. “A intenção da mãe ao proteger seu filho das frustrações e perigos revela muito mais de si mesma do que da necessidade da criança em ser amparada”, diz Viven. “Essa mãe precisa de muita atenção, seja por meio da escola, do companheiro ou até mesmo de um profissional para que ela aprenda a transformar os sentimentos de angústia em força e coragem. Desta maneira ela também poderá seguir sua vida e ser mais feliz”, completa.

Veja como estimular a independência do seu filho por faixa etária:

- Até 3 anos: Se ele não quiser emprestar os brinquedos a um amigo, converse com seu filho, mas não entregue o brinquedo para a outra a criança. Ele precisa tomar a iniciativa de oferecê-lo e, assim, aprender desde cedo a negociar. A ideia pode ser aplicada em várias situações.

- 4 a 5 anos: Ele guarda os brinquedos, escolhe as roupas, escova os dentes, toma banho sozinho – mas você precisa checar se tudo ficou bem limpinho. Ele ainda pode ajudar você em pequenas tarefas domésticas, mas não vale fazer por ele.

- A partir de 6 anos: Ele já pode separar o material escolar e arrumar a mochila. Você só supervisiona, OK?…”


11 jun 2012

Brincar é coisa séria


A melhor maneira de propiciar o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças é através da companhia dos pais. Estimular este desenvolvimento brincando é a melhor opção, existem algumas dicas que podem ajudar muito o seu pequeno veja algumas delas..

1º. mês – Converse ou cante para o bebê. O som da sua voz é aconchegante e lhe transmite segurança. Faça massagem no seu filho estimule cada parte do corpinho dele: pés, mãos, costas, rosto. Você pode colocar uma música suave e revelar, através deste contato físico, seus sentimentos por ele pois, o toque de suas mãos transmitirá amor, carinho e segurança.

2º mês -Apresente objetos grandes e coloridos para que ele possa brincar e tentar alcançá-los com as mãos. Junto ao berço coloque móbile colorido dentro de seu campo visual.

3º. mês – Cante, faça gestos e expressões faciais. O bebê tentará imitá-la e responderá aos estímulos com sorrisos e ruídos. Estimule o tato do bebê com objetos de diferentes texturas. Ex: passe no pezinho ou na mão dele uma pluma e observe as reações; encoste em sua mãozinha algo áspero e depois macio. Coloque-o sentado no bebê-conforto ou no sofá apoiado por almofadas.

4º. mês – Conte histórias curtas e imite o barulho dos animais com diferentes tons de voz. O bebê tentará imitar você. Jogue brinquedos (bolas, dados) para ele tentar pegar. O bebê reconhece a voz do papai e da mamãe e irá olhar na direção de quem está falando.

5º. mês – Durante o banho do bebê brinque com a água e relate o que vocês estão fazendo. Deixe-o brincar com brinquedos macios, como mordedores, pois tudo que pega leva à boca. Coloque músicas de diferentes ritmos e dance com ele. Espalhe brinquedos ao redor do bebê e o deixe brincando no chão.

6º. mês – Durante as refeições relate ao bebê o que está comendo. Mostre os alimentos. Você pode convidá-lo a passear e ele lhe estenderá os bracinhos. Imite o barulho dos animais e objetos, como gatos, telefone, estimulando-o a fazer o mesmo. Ao ar livre deixe-o próximo a árvores, para que ele observe o balanço e barulho das folhas.

7º. mês – Dê brinquedos que façam barulho, coloridos, de diferentes formas e tamanhos. Coloque-os próximos ao bebê e estimule-o a buscá-los. Ensine-o a dar “tchau”. Em pouco tempo repetirá os seus gestos. No banho, disponibilize brinquedos que flutuem para estimular a percepção e curiosidade.

8º. mês – Durante o banho mostre livrinhos apropriados e deixe-o manuseá-lo. Será uma grande diversão.Brinque de esconde-esconde com uma toalha ou cortina, o bebê baterá palmas de alegria. Deixe que o bebê jogue objetos no chão. Ele repetirá inúmeras vezes este movimento, assim estará criando a noção de causa e efeito. Conte histórias, mostrando as imagens do livro.

9º. mês – Deixe perto do bebê brinquedos grandes e coloridos. Ensine-o a empilhá-los e encaixá-los. Quando estiver com o bebê, relate tudo o que irá fazer. Ele começará a repetir sílabas. Deixe-o tocar em cachorros e gatos e converse sobre estes animais. Imite o barulho dos mesmos.

10º. mês – Converse com o seu bebê e dê alternativas. Por exemplo: Você quer o urso ou a bola. Mostre à mamãe. Assim ele apontará o que quer e muitas vezes irá chorar se não for atendido. Dance e cante com ele no colo, ele tentará imitar a coreografia e soltará seus monossílabos. Dê-lhe um telefone de brinquedo. Assim, estará incentivando a linguagem do bebê. Leve-o a pracinhas e parques e deixe-o interagir com outros bebês e outras crianças.

11º. mês – Participe das brincadeiras de seu filho. Deixe à mão objetos que possam ser colocados e retirados de uma caixa ou balde. No banho coloque objetos que possam ser preenchidos com água e depois esvaziados. Leve-o a parques ou pracinhas e brinque com ele em escorregadores e balanços. Chame a atenção dele para objetos e animais conhecidos e também para as novidades. Estimule-o a beber água em copinhos ou com auxílio de canudinhos.

12º mês – Cante e conte histórias. Disponibilize livros e revistas para manusear. Incentive-o a comer sozinho e a guardar brinquedos. Ele já entende ordens curtas, portanto explique tudo a seu filho: o que estão fazendo, aonde vão etc… Brinque de “esconde-esconde” ou “pega-pega”. Jogue bola com ele.

Estas dicas são do Especialista em Educação Infantil, Mauro Velhote.

Bjo, bjo


07 jun 2012

Drogas e gravidez não combinam em nada!!


Tem um bebezinho crescendo aí na sua barriga, mas, você pensa, a vida continua e, de vez em quando, dá aquela vontade de badalar e curtir as coisas de sempre com os amigos, incluindo as eventuais drogas recreativas que apareçam pelo caminho.

Sim, você tem toda razão que a “vida continua” e já se sabe há muito tempo que gravidez não é doença ou motivo para as mulheres ficarem isoladas ou de cama. O problema é que tudo que entra no seu corpo passa para o nenê através da corrente sanguínea e da placenta, principalmente substâncias químicas.

E o bebê acaba sendo um consumir de drogas também, mesmo sem ter feito essa escolha. Ele é muito pequenininho para isso, os efeitos das substâncias no corpo e especialmente no cérebro dele podem durar para sempre.

Se você faz parte de um grupo que bebe muito e usa drogas, às vezes tem que fazer a opção de se afastar, a futura mamãe precisa investir na saúde da família como um todo e no ambiente em que a criança crescerá.

Isso inclui também o cigarro, motivo pelo qual os especialistas aconselham as futuras mães a parar de fumar.

Aí pode vir alguém e dizer para você que maconha é uma planta, uma substância da natureza que não vai fazer mal nem para você e nem para o seu filho. Só que o que as pesquisas mais recentes mostram não é bem assim.

Por mais que o filho de uma mulher que usou drogas nasça com a aparência normal, o comportamento da criança poderá não ser normal, nem na fase de bebê nem mais para a frente, quando já tiver idade de frequentar um colégio, segundo um estudo sobre uso de drogas por adolescentes na gravidez da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Crianças cujas mães consumiram maconha durante a gravidez tenderam a ser mais irritadas, mais impulsivas e menos atentas — características que podem comprometer, e muito, a vida escolar, profissional, emocional e social de qualquer pessoa e de qualquer família.

Evite tudo o que possa prejudicar o seu bebê, certamente no final vai valer a pena!

Bjo, bjo


06 jun 2012

Hora de dormir


O terror de muitos pais é quando a noite surge e chega a hora de colocar as crianças na cama. Reclamações, choros, brigas e pedidos para ficar mais um pouquinho acordado são os comportamentos mais comuns dos filhos que não querem dormir. Mas e aí, o que fazer?

Crianças que demoram a dormir ou que acordam durante a noite deixam os pais irritados e cansados. Alguns dos motivos para essa “luta” com as crianças podem ser falta de rotina na casa, medo da separação ou simplesmente estão acostumados a dormir na cama dos pais e para dormir no seu próprio quarto levará algum tempo para se acostumar.

O melhor é que desde pequenas as crianças sejam acostumadas a dormir na sua própria cama e, de preferência, em um quarto separado dos pais para que o hábito seja criado desde muito cedo.

Bebês pequenos que são amamentados durante várias vezes durante a noite podem ficar no mesmo quarto dos pais, mas no berço, até para a segurança do próprio bebê, que pode ser asfixiado por um dos seus pais ou ser jogado para fora da cama, tudo sem querer, mas pode acontecer.

Nada de alimentar o neném de madrugada – Aos seis meses de idade, o bebê já consegue passar a noite toda dormindo sem se alimentar. Alimente seu bebê antes de você deitar e se ele acordar durante a noite, conforte-o com algumas carícias ou uma fala mansinha ao invés de alimentá-lo.

Uma dica para bebês que amamentam é que a mamãe não deixe o bebê dormir no colo. Quando ele estiver adormecendo e você perceber que já mamou o suficiente, coloque-o no berço para que adormeça no seu lugar. Se o bebê ainda não mamou o suficiente, tente acordá-lo e ofereça mais leite e assim que estiver sonolento, leve-o para o berço, assim, se o bebê acordar durante a noite, será mais fácil ele pegar no sono novamente sozinho, sem a presença da mamãe.

Sempre que o bebê ou a criança acordar a noite chorando ou chamando os pais, não dê muita atenção, vá até o quarto da criança e a tranqüilize, sem acender a luz, ou uma penumbra, não brinque ou realize tosos os pedidos que fizer. A criança tem que saber que a noite é hora para dormir e que não terá a atenção dos pais nessa hora.

Criando uma rotina - Uma outra atitude essencial para as noites tranqüilas de sono de pais e crianças é a rotina. Todos precisam de rotina, principalmente os pequenos. Por exemplo, não deixe que a criança assista TV ou brinque de lutas horas antes de dormir.

Crie um ritual aonde o ambiente da casa vá se acalmando os poucos até que chegue a hora de colocar o pijama, escovar os dentes, contar uma história ou cantar uma canção de ninar e dormir. Esse é um exemplo, mas são os pais com o seu filho que irão fazer a programação diária, pode ser um banho morno antes de dormir ou uma massagem só com a luz de uma vela.

Se durante a noite a criança sai da cama e vai até a cama dos pais, leve a criança até o seu quarto novamente, sem brigas ou argumentações, somente com a autoridade de pais e diga que lá é o seu lugar de dormir. Lógico que às vezes você pode dar um espacinho na cama. Pode levar tempo, mas a criança entenderá que não vai conseguir nada e que é melhor ela virar e dormir novamente sozinha.

Dicas:

Toda regra tem exceção. Se o seu pequeno estiver doente não tem problema que fique perto de você. Mas sempre o lembre que isso não será para sempre.

Se há o medo de separação, nada como um amiguinho para lhe fazer companhia durante o sono, seja um ursinho ou uma boneca para a criança se sentir mais segura.

Se houver alguma mudança na rotina da criança durante o dia pode interferir no sono da criança durante a noite. Continue com as regras e seja sempre coerente e assim que a rotina entrar nos eixos, o sono voltará a ser tranqüilo.

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