24 nov 2014

Conquistas infantis


loirinhaMamães, desculpe o sumiço da última semana, mas final de ano é sempre tumultuado e confesso que minha agenda com a quantidade de viagens que tenho feito não consegue tempo para me dedicar ao blog, pois o tempo que tenho livre quero sempre me dedicar ao Be. E para retomar hoje vou repostar um artigo da revista Crescer, muito interessante, que fala de algumas conquistas que nossos pequenos fazem e que precisam de comemorações..

“A primeira palavra, os primeiros passos, o primeiro dia na escola… Cada um desses eventos fica guardado para sempre na memória e representa grandes progressos no desenvolvimento do seu filho. No entanto, há outras pequenas vitórias ao longo do processo que acabam passando batidas, mas que também significam grandes avanços e fazem parte da preparação para o que virá depois: a escola, o trabalho, a independência. Selecionamos algumas delas:

Dormir a noite toda Confesse: assim que o seu filho nasceu você achou que nunca mais ia conseguir ter uma noite inteira de sono. E quando você menos espera… Tchã-ran: ele dorme oito horas seguidas pela primeira vez! É claro que essa conquista pode acontecer mais cedo ou mais tarde, de acordo com diversos fatores. “Depende muito do ritmo de sono da casa, das características da criança, mas, geralmente, a partir de 2 ou 3 meses de vida, já existe essa possibilidade”, explica o pediatra Tiago Gara, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, São Paulo.

Assoar o nariz  Pode parecer besteira, mas quando o bebê ainda não consegue eliminar as secreções sozinho isso aflige os pais. Muitos recorrem a aspiradores nasais, então o filho chora, você insiste, ele se mexe, e, mesmo sem querer, esse processo para ajudá-lo a respirar melhor pode até machucá-lo. Difícil. Em torno dos 3 anos, a criança já será capaz de assoar o nariz sozinha, pondo com força o ar para fora.  Você pode dar uma forcinha deixando papéis higiênicos e lenços sempre perto e lembrando seu filho de lavar as mãos depois.

Engolir comprimidos e cápsulas Se para muitos adultos ainda é difícil sentir o remédio descendo duro pela garganta, imagine para as crianças! Tudo bem que a maior parte dos medicamentos infantis costuma ser prescrito em sua forma líquida, mas, em alguns casos, como com alguns antibióticos, cápsulas e comprimidos são inevitáveis. A melhor maneira de ajudar seu filho nesse caso é deixar tudo às claras. “Tudo o que for bem explicado para a criança funciona. Deixe claro que ela vai sentir um incômodo, mas reforce que é preciso tomar a medicação”, aconselha a psicóloga Andréia  Calçada, especialista em psicopedagogia, do Rio de Janeiro. Não há uma idade certa para seu filho conseguir realizar essa proeza por conta!

Se vestir sem ajuda Estica o braço, passa a cabeça no buraco, enfia o pé pela calça. Para conseguir pôr e tirar as próprias roupas, a criança precisa ter o mínimo de consciência corporal.  É também um ótimo exercício para desenvolver a coordenação motora. Quanto à escolha das roupas, é legal que os pais continuem estabelecendo alguns limites. “É importante dar opções, ajudando a criança a desenvolver as escolhas”, explica Andréia. Isso evita que o seu filho queira sempre sair com a mesma roupa ou fantasia. Em torno de 2 anos, a criança já consegue vestir peças simples sozinha e, com 5 ou 6 anos, já dá conta de botões, zíperes e outros fechos complexos.

Como anda o desenvolvimento do seu filho?

Ir ao banheiro sozinho “Manhêeeeee, vem me limpar!”. Quem nunca sentiu uma pontinha de tristeza ao ouvir esse chamado que atire o primeiro rolo de papel higiênico. A criança começa a controlar primeiro o xixi, entre 1 ano e meio e 2 anos, e só depois dá conta das fezes. “É preciso desenvolver algumas habilidades e controles de esfíncteres”, explica Tiago. As fraldas costumam ser abandonadas entre 2 e 3 anos de idade, mas, até a criança aprender a usar o banheiro 100% sozinha, é um longo processo, que só vai terminar por volta dos 5 ou 6 anos.  No começo, é preciso deixar a criança tentar se limpar sozinha e depois verificar se ela fez direitinho.

Guardar os próprios brinquedos Blocos de construção coloridos espalhados pelo chão, bonecas e bichinhos de pelúcia bem acomodados no sofá da sua sala, pecinhas de quebra-cabeça e brinquedos por todos os lados. Para que a sua casa não fique parecendo uma zona de guerra ao final de cada brincadeira, é importante acostumar seu filho a organizar a bagunça depois da diversão desde pequeno– por volta de 1 ano e meio, já dá para começar a “brincar de colocar tudo no lugar”. Quando ele conseguir arrumar tudo por conta própria é sinal não apenas de que ele já alcançou vários progressos com relação à coordenação motora – é capaz de segurar e manipular os objetos – mas que conquistou responsabilidade. “A criança adquire consciência que os brinquedos são seus e, portanto, cabe a ela cuidar deles. É uma boa forma de desenvolver a organização e a disciplina”, explica a psicóloga Andréia.

Quando seu bebê vai falar as primeiras palavras

Amarrar o tênis Faz o lacinho com um cordão, passa o outro em volta, atravessa o buraco e puxa. Para você, dar nó no cadarço é tarefa das mais simples, mas, para o seu filho, exige um bom desenvolvimento da coordenação motora fina. É só por volta dos 4 anos que ele vai dar conta de fazer isso sozinho. Fica mais fácil se você ajudá-lo a praticar a partir de brincadeiras – vale a história da borboletinha, da orelha do coelho… O que ele gostar mais! No começo, pode ser mais fácil fazer dois laços e amarrar um ao outro.”

Bjo, bjo

 

Fonte: Revista Crescer


30 out 2014

Medos infantis


aaa

Mamães, esta semana li um artigo no Baby Center, um dos meus sites de consulta preferido e achei este artigo sobre os medos em nossos pequenos, como a grande maioria das crianças passam por esta fase quis compartilhá-lo com vc´s…

Se algo apavora seu filho, não pense duas vezes em fazer aquilo que, instintivamente, você tem vontade de fazer: abraçá-lo e confortá-lo. Mas não pare por aí. Use a criatividade para ajudar seu pequeno a superar os medos. Tente as seguintes estratégias:

Reconheça o medo do seu filho

Alguns dos temores do seu filho, como o de perder você, são bastante concretos, e negá-los não é realista. Assim sendo, o simples ato de ver você desaparecer por alguns minutos (quando você vai ao banheiro) já é suficiente para deixar seu filho transtornado. Em vez de aproveitar um minuto de distração para dar uma “escapadinha”, conte antes o que vai fazer para preveni-lo. “Eu sei que você fica preocupado quando não vê a mamãe, mas a mamãe sempre deixa você em um lugar seguro. Agora preciso ir ao banheiro e já volto”.

Converse, converse, converse

As crianças pequenas contam com muita imaginação e poucas palavras, então não é de surpreender que tenham dificuldade para expressar o que sentem. Auxilie seu filho a botar para fora suas emoções, conversando sobre elas. Use palavras simples e diretas. Conversas longas e complicadas só aumentam a confusão.

Se o que o apavora é um ser imaginário que mora dentro do armário, por exemplo, tente investigar o que, exatamente, o assusta: “Como é esse monstro? Tem pés grandes, muitos dentes, faz um barulho terrível?”. A intenção é ajudar seu filho a achar as palavras para descrever seus medos, e oferecer seu apoio para tentar acalmá-los. Fale também sobre outros tipos de emoções. “Você está louco para ir ao zoológico, não é? É o seu lugar favorito?”. É importante dar a mesma quantidade de atenção ao seu filho quando ele está se sentindo contente, satisfeito e seguro, para não incentivá-lo, sem querer, a se assustar demais.

Prepare antes de sair de casa ou de receber visitas

Se ele fica acanhado sempre que vai a um lugar diferente ou encontra alguém que não conhece, tente diminuir a ansiedade antes do encontro ou da saída. Antes de ir à uma festinha de aniversário, por exemplo, fale sobre as pessoas que ele conhece que estarão presentes e mencione as outras que ele vai rever. Explique por que é importante e educado cumprimentar todo mundo e olhar para as pessoas quando elas falam com a gente.

Vá com calma nas transições

Mudanças e transições são difíceis para todos, e mais ainda para as crianças pequenas. Tente apresentar as mudanças aos pouquinhos. Não empurre seu filho para dentro de um ambiente desconhecido, ou deixe que uma pessoa que ele não conhece se aproxime demais.

Se ele “congela” quando chega no parquinho, primeiro sente com ele na areia e deixe que ele brinque no seu colo. Quando ele estiver mais à vontade, passe alguns minutos brincando ao lado dele, depois afaste-se um pouco (sempre conversando tranquilamente) e termine sentada em um banco a poucos metros de distância.

“Ensaie a separação”

Ensine seu filho a tolerar sua ausência na base da brincadeira. Quando ele estiver descansado e de bom humor, marque um minuto no cronômetro do microondas da cozinha ou outro que tiver e saia da sala. Diga para ele ficar de ouvido atento ao barulhinho do tempo e apareça de novo assim que o timer apitar. Se ele não tolera ver você sair da sala, faça ao contrário, e diga para ele sair enquanto você espera.

Aos poucos, conforme ele se sentir mais seguro, aumente o tempo da separação. Este exercício ajuda seu filho a entender a sequência. Assim, da próxima vez que vocês se separarem, ele conhecerá a ordem dos acontecimentos: você sai, passa um tempinho fora e volta. Sabendo o que esperar, ele tende a lidar melhor com os momentos de separação.

Dê tchauzinho na despedida

Se seu filho faz aquele berreiro sempre que você sai, você pode achar que é mais fácil sair escondida, enquanto ele está distraído. Não caia nessa tentação! Isso só vai fazer com que ele fique ainda mais grudado em você, pois aumentará seu medo de que você desapareça quando ele não estiver olhando ou menos esperar.

Em vez de “fugir”, dê um tempinho para que ele se acalme, depois se despeça rápida e alegremente. As despedidas dramáticas e prolongadas, do tipo “mamãe também vai morrer de saudades”, só dificultam as coisas. Não esqueça de dizer a seu filho quando você vai voltar, em termos que ele possa entender. Algo como: “A mamãe precisa sair, mas vou voltar depois que você almoçar e tirar uma soneca”.

Ofereça um objeto que “substitua” seu carinho

Paninhos, bichinhos de pelúcia e outros objetos de transição costumam ajudar crianças a tolerar melhor as separações e os medos noturnos. Se seu filho tem um boneco ou objeto especial, incentive esse apego. O mundo lá fora parecerá menos assustador quando ele estiver abraçando o seu bichinho favorito.

Acalme os temores noturnos

Se seu filho morre de medo dos monstros que moram debaixo da cama, tranquilize-o dizendo você vai se encarregar de manter os danados longe dele. Faça do quarto dele um lugar aconchegante e confortável. Compre lâmpadas noturnas para iluminar os cantos onde pode haver sombras estranhas. Coloque um cartaz na porta do armário escrito: “Monstros não entram!” E procure não deixar seu filho assistir filmes ou ouvir histórias que possam assustá-lo.

É importante, também, criar uma rotina par dormir- deixando tempo suficiente para um banho relaxante, uma história e um colinho antes de apagar as luzes — e segui-la todas as noites. Outra dica para que seu filho vá para a cama mais tranquilo é tentar manter o fim do dia o mais calmo possível (essa não é a hora de entrar em discussões com seu parceiro, por exemplo).

Leia e entenda o que são os terrores noturnos, diferentes do simples medo antes de dormir.

Ajude seu filho a entender os pesadelos

Os pesadelos são relativamente raros entre as crianças pequenas, mas se seu filho tiver, faça o possível para explicar que não foi real, por mais vívido que tenha parecido. E fique com ele até que ele tenha se acalmado o suficiente para voltar a dormir. Se o pesadelo se repete, converse sobre isso durante o dia (quando a lembrança não é tão assustadora).

Depois de identificar o que aconteceu no sonho, pergunte a seu filho: “O que você acha que você pode fazer no sonho para se defender (ou se ajudar)?”. Se ele sonha que alguém o persegue, por exemplo, sugira que ele “pegue” um cachorro para afugentar o perseguidor.

Conte uma história

Uma ótima maneira de explicar coisas assustadoras e acalmar seu filho é contando histórias. Por exemplo, se seu pequeno se apavora durante um temporal, invente uma historinha sobre um passarinho que também está assustado com a chuva, mas acaba se acalmando quando a mãe dele o protege bem pertinho do corpo dentro de um buraco no tronco de uma árvore.

Comemore os feitos e não ria dos medos 

Aplauda todas as realizações de seu filho, mesmo os feitos mais pequenos, como ter empilhado bloquinhos de plástico um em cima do outro, e nunca zombe de seus medos (isso só aumenta fobias). Estimule a auto-confiança festejando sua coragem de enfrentar as profundezas da banheira, por exemplo, e pode ser que da próxima vez ele até resolva entrar na piscina com você.

Não exija coragem

Alguns pais obrigam os filhos a enfrentar seus medos, porque querem que eles sejam independentes, mesmo quando ainda não estão prontos para isso. Só que essa estratégia quase nunca dá certo. Se você forçar uma criança apavorada a descer o escorregador de qualquer jeito, ela não só se sentirá mal, mas passará a ter medo de você, além do escorregador. Permita que seu filho desenvolva naturalmente sua autonomia, ao seu próprio ritmo.

Seja um bom exemplo

Seu filho aprende observando você. Se você pula quando escuta um trovão, nunca sai de perto enquanto ele brinca, prolonga demais as despedidas, ou larga um “agora que a mamãe chegou vai dar tudo certo” sempre que ele enfrenta um desafio, você reforça a ideia de que há muitas coisas assustadoras na vida e que só você pode protegê-lo. Mas se você enfrenta situações desconhecidas com calma e confiança, com o tempo ele aprenderá a se comportar da mesma maneira.

Lembre-se também de que, como as crianças pequenas sentem tudo tão intensamente, até mesmo um medo natural pode parecer exagerado para você. De modo geral, porém, as fobias de uma criança pequena só se tornam preocupantes se elas chegam a imobilizá-la, atrapalham seu sono, ou a impedem de curtir a companhia de amigos e parentes. Se você não está conseguindo acalmar os medos do seu filho, mesmo cobrindo-o de atenção e apoio, é bom consultar o pediatra.


23 out 2014

Independência do bebê


Uma vez que seu bebê perceba que consegue vestir as calças sozinho, abrir a porta, ou comer, certamente ele vai insistir para fazer tudo sem a sua ajuda. E, nem sempre, as tentativas serão bem sucedidas, o que pode provocar a frustração do seu filho e atrasar seus horários. Provavelmente, seu bebê vai resistir a qualquer oferta de ajuda.

Você tem que ter em mente que, como qualquer aprendizado, a prática leva à perfeição. Consiga tempo e paciência extra para deixar seu filho aprender. Tente dar dicas ao invés de fazer por ele. Quando ele teimar em escolher as próprias roupas, não seja tão rígida nas combinações malucas mas deixe claro que uma roupa de festa não deve ser usado para brincar no parque, por exemplo. Ajude-o a ter sucesso comprando roupas fáceis de vestir. Opte, por exemplo, por elásticos na cintura ao invés de botões ou zíperes. Nos sapatos, tente velcro no lugar de cadarços.

Enquanto estiver ajudando seu filho a se virar sozinho, lembre-se que esses pequenos e lentos passos servem para construir a autoestima. Ele aprenderá que trabalhar duro é recompensador e que é preciso de várias tentativas mas o sucesso chega. Deixar que a criança faça suas próprias escolhas, seja na roupa ou no que comer de café da manhã, aumenta a capacidade de decisão.

Mas não se preocupe se seu filho vai de acordo com a maré e não demonstra ainda personalidade forte. Crianças têm temperamentos diferentes e isso precisa ser respeitado. Mesmo que ele não peça, dê opções e chances para ele fazer as próprias escolhas e elogie suas decisões. Elogie também quando a criança demonstrar iniciativa. Isso o ajudará a se tornar um adulto mais seguro.

Gueek

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/


06 out 2014

Criança e Televisão


Mamães já falei algumas vezes sobre o papel da televisão na vida de nossos pequenos e não é bom!!! Por estarmos muitas das vezes cansadas por conta da correria do dia a dia, muitas vezes queremos poder tranquilizar nossos pequenos, que assim que nos vem entrar em casa querem atenção, e pensamos que a televisão pode ajudar, mas na verdade não pode e vc´s nã fazem ideia do mal que faz para nossos pequenos.

O texto abaixo eu peguei no site Guia do bebê, e assim como eu acho que vale a leitura.

Bjo, bjo

1

“É comum os pais ou cuidadores deixarem para a TV o papel de babá, mas isso com certeza não é o papel da televisão, mesmo em programas infantis.

Muitos profissionais que lidam com criança muito nova concordam que não se deve propiciar-lhe o acesso à televisão antes dos dois anos.

Um dos motivos principais é que nessa idade ela está em pleno desenvolvimento da fala e da coordenação motora e, ficar parada, assistindo televisão, não favorece estes processos. Outro motivo também relevante é que por falta de amadurecimento, vivência e vocabulário, não consegue assimilar o conteúdo do programa, o que só se dará mais tarde, por volta dos três anos em diante. Nesta idade, praticamente adquire a compreensão das palavras cinco vezes mais do que consegue pronunciá-las.

E mesmo a partir desta idade, a televisão deveria ser controlada, inclusive com limite de tempo por dia: uma a duas horas, no máximo. Há muito a se fazer para ampliar suas habilidades motoras.

Leituras de livros infantis incentiva a criatividade e curiosidade, aumenta consideravelmente o vocabulário infantil e as brincadeiras com ou sem brinquedos com adultos e outras crianças, são alternativas mais saudáveis. Este típo de interação com os pais se leva com muito carinho para a vida toda. São momentos muito íntimos e que fortalecem o amor e o respeito entre eles.

Muitas famílias ainda usam a televisão como se fosse uma babá eletrônica, como um meio de descanso delas ou para poderem se ocupar de seus afazeres, sem interrupção e a criança fica horas assistindo, sem ninguém para orientá-la. Outras, ainda, valem-se do aparelho para alimentar seu filho, para que ele não perceba que está comendo algo que rejeitou anteriormente ou sequer saber o que está ingerindo.

Há crianças que foram acostumadas com a televisão e não conseguem ficar sem uma disponível e ligada. Tornam-se inquietas e visivelmente irritadas. Ao se ligar o aparelho, ficam tão obcecadas pela imagem, pelo colorido, que mesmo não entendendo direito o que se passa, nem se mexem ou piscam. Se alguém falar com elas, simplesmente não desviam a atenção do que estão vendo. São crianças cuja fala é mais atrasada para sua idade, embora recuperem-na mais tarde, alcançando as demais.

É preciso que os pais e ou responsáveis tenham equilíbrio e responsabilidade ao limitar o tempo de exposição à televisão. Devem entender que ela não é a grande vilã na formação dos pequenos. É uma coadjuvante que influencia o desenvolvimento intelectual, social e da personalidade da criança e é por este motivo que o programa escolhido por ela deve ser do conhecimento e consentimento dos pais, por ser adequado e próprio para a idade dela e não apenas porque é seu desejo ou porque os amiguinhos assistem.

Para isto, é profundamente aconselhável que a criança nunca assista televisão sem o acompanhamento dos pais ou de um adulto responsável, para que possam interagir com ela, fazendo-lhe perguntas sobre o entendimento do programa e poderem esclarecer o que não foi compreendido. Através desta abordagem, podem ser reforçados os valores familiares, morais e sociais, o respeito à diversidade, aos animais, à natureza, enfim.

É incrível perceber com que rapidez se desenvolveram os recursos internos da criança ao atingir os três anos de idade. O aumento do vocabulário e a evolução do processo de compreensão das palavras, fazem com que se sinta mais segura e desenvolta por se fazer entender por todos.”


29 set 2014

Coisas que só mamães entendem


carinho 3

Olá mamães, existem alguns comportamentos que antes de nos tornarmos mães nós tínhamos, inclusive na maioria das vezes julgávamos nossas amigas e outras mamães, mas nada melhor do que a experiência para aprendemos que as coisas nem sempre caminham do jeito que idealizamos, não é mesmo? Tenho certeza de que você vão se identificar!!

Vamos à lista das  coisas que a gente só entende depois que vira mãe:

Por que o salto alto sai do guarda-roupa.

Por que ficar em casa, num sábado à noite, pode ser o melhor programa do mundo.

Por que algumas famílias têm babá.

Por que algumas mães abandonam carreiras promissoras.

Por que nossas mães sempre foram tão preocupadas.

Por que todos sempre repetiam o mantra “aproveite para dormir agora, aproveite para dormir agora”.

Por que as prioridades mudam (e radicalmente).

Por que passamos a ver o mundo de outra forma.

Por que dormir vira o melhor programa do mundo.

Por que uma viagem de um final de semana pode se tornar uma epopeia.

Por que a gente pensa duas vezes antes de aceitar qualquer convite.

Por que ir ao supermercado pode ser o programa do mês.

Por que acordar às 8h da manhã é motivo de comemoração.

Por que tomar café da manhã na rua se torna o programa da família.

Por que ler um livro inteirinho vira meta de ano novo.

Por que o tempo começa a passar ainda mais rápido (muito, muito, muito mais rápido).

Por que maquiagem e cosméticos ficam esquecidos na gaveta (pelo menos por um tempo).

Por que ir ao salão de beleza vira evento social.

Por que o nosso corpo muda, mas a nossa alma muito mais!!!!

Bjo, bjo

 

Fonte: Justrealmoms

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Página 3 de 3012345...102030...Última »