22 ago 2014

Meu filho pede colo


Suri no colo do pai em dois momentos

Nas últimas viagens que fiz para Brasília, sempre que chegava ao aeroporto e precisava andar com o Bernardo ele pedia colo, na maioria das vezes eu achava que era manha e o repreendia e fazia com que ele andasse mais um pouquinho, até que eu era vencida pelos choros e o pegava no colo. Bem diferente do que eu pensava este texto do site babycenter nos mostra que muitas vezes isso acontece por n outros fatores que não a birra. Leia o texto a baixo, pois vai ajudá-la a entender melhor o porque de muitas vezes seu pequeno pedir colo.

Bjo, bjo

Pedir colo mete muita criança em encrenca, especialmente quando ela se recusa terminantemente a andar junto com um adulto — só quer ser carregada por ele. Esse comportamento, um tanto irritante, pode parecer preguiça ou um desafio à ordem de ir para algum lugar (ou embora), mas na verdade não é isso, pelo menos não na maioria dos casos. 

Quando a criança começa a andar, o objetivo dela não é ir do ponto A ao ponto B. Ela segue um padrão de ir e vir para uma “base”, representada por um adulto. Se o “adulto-base” se move, o padrão é quebrado, e a criança pode acabar sentando no chão e chorando. 

Ela pede para ser carregada porque, até os cerca de 3 anos de idade, é a única maneira de ela ficar com você. O carrinho pode parecer a resposta óbvia para o problema, mas nem sempre é a opção número um da criança. 

Mesmo quando já consegue andar e acompanhar um adulto, quase toda criança pequena vai querer, em alguns momentos, ser carregada por mais tempo do que um adulto gostaria. 

Andar no colo é gostoso e confortável. E as vantagens, para a criança, não se resumem a dar um tempo para os pés cansados. Quando ela é erguida, seu campo de visão se expande; ela vê o mundo como você o vê. Está acima de coisas que podem parecer perigosas, como cachorros estranhos, e consegue ver os rostos dos adultos e escutar o que vocês estão conversando. 

Como você pode perceber, tem muita coisa legal para a criança quando ela está no colo. Por isso, é preciso pensar em maneiras de transformar o caminhar ou o passeio no carrinho em algo tão ou mais divertido para ela. 

Andar pode ser gostoso e seguro para seu filho se você colocá-lo na sua frente e deixá-lo ajudar a empurrar o carrinho. Ou, em locais seguros, vocês podem brincar de correr um atrás do outro. Ficar no carrinho pode ser prazeroso se ele for do tipo em que a criança pode olhar para você, e você pode cantar, contar histórias ou fazer caretas. 

Se nada disso der certo, e seu filho quiser que você o carregue de qualquer jeito, tente fazer um rodízio: “Eu te levo até aquela árvore, depois você anda (ou vai no carrinho) até aquela esquina…”. Não tem árvore ou esquina? Experimente contar, então; ele pode até se distrair antes de você chegar ao número cem. 

 


14 ago 2014

Quando as crianças devem começar a falar


Mamães muitas mães compartilham da ansiedade de não verem seus filhos falando, Bernardo já está com 1 ano e 6 meses e até agora nada. Leiam abaixo o texto de Liliana Carbello que fala um pouco sobre o tema. E fiquem tranquilas cada bebe tem seu tempo!!carinho 5

Ao nascer as crianças se comunicam através do choro. A partir dali a linguagem acompanha as etapas do crescimento.

À medida que se desenvolvem, os bebês emitem diferentes tipos de sons e ruídos que contêm uma riqueza sonora superior à dos adultos. Com o tempo começam a produzir sons de vocais e sílabas, que em seguida começam a se replicar, e por volta dos seis meses aparecem balbucios. Isto faz com que muitos pais tomem tais sons como a aparição da primeira palavra à esta idade, quando na verdade se trata de sons sem significado. Para que uma emissão adquira valor de palavra deve contar com significado, designar um objeto (pessoa ou coisa) da realidade. Na verdade, a primeira palavra com sentido surge entre os 11 e s 14 meses de vida.

Quando preocupar-se se a criança não fala?

Se tivermos em conta que na idade de 1 ano, 1 ano e meio, a criança possui uma linguagem que a permite comunicar-se, tem-se que estar atento se ocorre que uma criança de 2 anos, 2 anos e meio, não fala. A esta idade elas já dominam formas gramaticais essenciais, isto é, sabem que as palavras se organizam de uma determinada maneira.

Com relação às causas deste eventual atraso do desenvolvimento verbal, a avaliação da pediatra com respeito à criança com alguma perturbação da linguagem determinará se há ou não necessidade de que ela seja vista por um otorrino para descartar alguma enfermidade auditiva.

Também se tem que levar em conta os fatores psicológicos. A superexigência materna, a falta de estímulos verbais ou situações traumáticas (a morte de um familiar próximo, o nascimento de um irmão, a separação dos pais) podem ser fatores desencadeantes que determinam que a criança se isole se retraia e sua linguagem se altere.

A linguagem favorece a possibilidade de comunicar-se e sociabilizar-se. As crianças aprendem palavras a partir de seus pais e de outras pessoas que estão em volta. Como em todo processo, não há receitas mágicas. Não devemos esquecer que é importante falar-se com os bebês com uma pronúncia clara, dando-lhes tempo para que assimilem, ou repitam aquele som através do balbucio.

Conselhos para guardar

1. Falar com o bebê – durante o banho, a troca de roupas,a alimentação, dizendo-lhe, por exemplo, os nomes das partes de seu corpo que estão sendo tocadas. Procurar sempre denominar as coisas que estão à sua vista pelo nome correto.

2. Falar claro: não existe uma língua para bebês e outra para adultos. Por exemplo, dizer-lhe: “vamos tomar o mingau”, e não “dá, dá gagau”.

3. Demonstrar que cada objeto tem seu nome e significado.

4. Não falar na 3ª pessoa, por exemplo, dizer “me dá um beijo ?”, e não “dá um beijo na mamãe ?”.

5. Aceitar os gestos e mímicas como formas de expressão e de intenção, não exigindo só a palavra expressa.

6. Não ficar solicitando que a criança repita uma palavra que aprendeu porque você que demonstrar aos outros que ela acaba de aprender uma nova palavra. Aja com naturalidade a cada descoberta de uma nova aquisição verbal percebida.

7. Não canse a criança: há momentos em que, simplesmente, ela não está afim de falar.

8. Evite corrigí-la. Se ela pronunciou de modo errado uma palavra, repita-a com discrição, sem alarde, de modo correto. Por exemplo, se pede “aba”, diga-lhe “tomar água ?”, pronunciado de modo calmo e pausado.

9. Quando a criança estiver contando algo, trate de somente ouvir, não interrompendo para corrigí-la ou tentando colocar “palavras em sua boca”. Deixe-o construir livre e tranquilamente seu universo verbal.


11 ago 2014

Ansiedade ou manha – Diário de Bordo


Mamães, hoje vou falar mais um pouco do dilema que tenho vivido aqui em casa. Ontem pela quadragésima vez meu filhote vomitou toda a comida. Bernardo tem mania de ficar forçando o vômito para chamar a atenção e na maioria das vezes ele sempre faz isso quando acaba as refeições e ontem não foi diferente, após o jantar e a papinha doce, ele começou a fazer esta graça. Eu fui preparar o banho e nem bem eu acabei de arrumar as coisas ele começou a chorar e eu não sei se ele fica nervoso ou o quê mas ele coloca toda a comida para fora e só para quando não tem mais nada na barriguinha.

Nas primeiras vezes eu chorava, ficava tão angustiada e triste, cheguei a ir ao pediatra para uma conversa comportamental mas o mesmo me disse que é a forma que ele achou de chamar minha atenção. Um tanto quanto dramática esta forma, vc´s não acham, afinal que ser humano gosta de vomitar,  tenho certeza que nem ele gosta.  - Dr. Claudio Len me diz para quando isso acontecer eu deixar ele vomitado e sair de perto, para ele ver que se fizer isso novamente terá que lidar com sua atitude. Mas qual mãe aguentará ver seu pequeno aos prantos e todo vomitado e fingir que não é com ela.

As vezes me questiono o porque dele estar fazendo isso tão corriqueiramente, afinal sou sempre tão disponível para ele, será que estou mimando demais?? Embora aqui em casa não é não, por exemplo controle remoto não é brinquedo de criança, e mesmo com a birra neste caso não é não.

O que torna nossos pequenos esses serzinhos tão espertos que nos colocam nas mãos deles mesmo com um ano e meio de idade.  Dr. Cláudio diz que não estamos criando seres para a vida, que hoje nossos pequenos possuem na maioria dos casos além de nós uma babá que dedica 100% do tempo dela para servir. Mas como lidar com o avanço do século XXI onde as mulheres não só gostam mas, em alguns casos, também precisam trabalhar. Colocar uma criança de um ano e meio na escola período integral modificaria alguma coisa?

Não sei se outras mamães também passam por isso, mas se puderem contribuir com alguma sugestão ou comentário será muito bem vindo.

Bjo, bjo iphone agosto 2014 004


29 jul 2014

O lado bom da rotina


Rotina

Tanto as crianças como os pais podem se beneficiar de uma rotina diária bem estruturada e previsível, ela pode ajudar as crianças a aprender como administrar seu tempo e ensiná-las um sentido de ordem.

Reunir a família toda para brincar, fazer as refeições traz benefícios que vão além do fortalecimento dos laços. Quanto mais a criança participar de atividades de interação com seus pais, melhor será sua capacidade de interagi socialmente, resolver problemas, manter a concentração e até o autocontrole.

Conversei com meu pediatra o Dr. Claudio Len há umas semanas atrás por conta das crises de birra que o Bernardo vinha fazendo, o famoso “Terrible Two” e um dos conselhos que ele deu foi preservar ao máximo a rotina do Be. Essa coisa de achar que a criança fica entediada porque está em casa é coisa apenas da cabeça das mães. Estar num ambiente acolhedor, familiar, com troca de ideias, brincadeiras faz com que a criança se sinta mais segura, confiante e amada. Valorize o tempo juntos, mesmo que seja um almoço ou até assistirem a um filme juntos, isso faz TODA a diferença na vida dos pequenos.

Bjo, bjo


16 jul 2014

Como criar um filho feliz


aa

Mamães, um dos maiores desafios que nós temos é o de criar os nosso filhos, dando para eles educação, ensinando bons princípios e vendo-os felizes. Muitas de nós pode achar que escolas bacanas, brinquedos etc… pode trazer esta felicidade para nossos filhos, mas é ai que muitas de nos se enganam, muito distante disso o que ele precisam é da nossa atenção e afeto. Li este artigo no site baby center e achei muito interessante, por isso resolvi compartilhá-lo com vc´s. Espero que gostem!!

Bjo, bjo

O que faz uma criança feliz? A resposta pode surpreender a maioria dos pais. Segundo especialistas em desenvolvimento infantil, felicidade não é algo que se possa dar a um filho como se fosse um presente. Pelo contrário.

Na realidade, diz o psiquiatra Edward Hallowell, autor de The Childhood Roots of Adult Happiness, crianças mimadas demais ou poupadas de todo tipo de desconforto emocional têm mais chances de virar adolescentes chatos, cínicos e descontentes.

“O mais significativo para a felicidade são fatores internos, não externos”, afirma Hallowell. Ele salienta que o importante é ajudar a criança a desenvolver ferramentas internas para se equilibrar, ferramentas com as quais ela possa contar pela vida inteira.

A boa notícia é que não é preciso ser especialista em psicologia infantil para cultivar no seu filho a força interior e a sabedoria de ele vai precisar para aguentar os trancos e barrancos da existência. Com paciência e flexibilidade, todo pai e toda mãe possuem mecanismos para formar a base de uma vida de cheia de felicidade para os filhos.

Saiba interpretar os sinais

À medida que a criança passa de recém-nascida a um bebê mais interativo de 6 meses, ela se torna mestre em expressar para você quando alguma coisa a está deixando alegre ou aborrecida. Por exemplo, o rosto dela se abre em um enorme sorriso ao ver você entrar, ou se contrai em um choro inconsolável quando alguém leva um brinquedo embora.

Você também já deve ter reparado como o bebê passa da alegria à tristeza em um piscar de olhos.

De acordo com a neurocientista pediátrica Lise Eliot, bebês são instáveis assim porque o córtex cerebral, que controla as respostas automáticas do corpo, mal começou a funcionar. Com o passar dos anos e o desenvolvimento dessa parte do cérebro, a criança conseguirá controlar melhor suas emoções e comportamentos.

E, se você tem a sensação de que seu filho passa mais tempo chorando do que rindo, isso se deve ao fato de os bebês desenvolverem primeiro a capacidade de experimentar o estresse — antes da felicidade. Choro e expressões faciais de tristeza existem por um bom motivo, explica Lise. Eles servem como sinal de socorro para que os responsáveis pela criança consertem o que quer que esteja errado.

Mas, se o bebê está chorando, como saber se é porque sente dor, fome ou simplesmente tédio? “A sensibilidade da mãe geralmente consegue detectar os diferentes tipos de choros e expressões faciais”, afirma Paul C. Holinger, professor de psiquiatria do Centro Médico Rush-Presbyterian-St. Luke, nos Estados Unidos. “As sobrancelhas, a boca e as vocalizações são sistemas de sinalização do bebê.”

Um bebê com algum desconforto físico vai chorar com os cantos da boca virados para baixo e as sobrancelhas arqueadas no meio. Quando o problema é raiva, o rosto do bebê fica vermelho, as sobrancelhas viram para baixo, o maxilar fecha, e ele grita feito um animalzinho.

A maioria dos pais reconhece um bebê que se irrita fácil ou que é medroso, mas, segundo Holinger, muitos não percebem que a raiva às vezes provém de situações desagradáveis do ambiente. “Se há um barulho mais alto ou uma luz mais forte, a criança vai mostrar sinais de medo. Se o barulho ou a luz continuarem, o sentimento vira raiva”, diz o professor.

Seu filho provavelmente tem seu próprio jeito de mostrar quando está bem ou não. Algumas crianças choram, outras ficam mais apegadas e carentes. Com o passar do tempo, você vai entender cada vez mais o temperamento do seu filho e aprenderá a reconhecer os sinais de quando alguma coisa está errada.

Abra espaço para a diversão

Embora um móbile bem colorido ou o gostinho de uma papinha doce possam fazer o bebê sorrir, o que o faz realmente feliz é bem mais simples: você.

“Conecte-se com o bebê, brinque”, aconselha o doutor Hallowell. “Se você estiver se divertindo, ele também estará.”

O ato de brincar produz alegria, mas a brincadeira é também a maneira como as crianças desenvolvem as habilidades necessárias para a felicidade futura.

À medida que crescem, aquelas brincadeiras não-direcionadas fixa permitem às crianças descobrirem as atividades de que mais gostam: construir torres, aviões ou casas com blocos, misturar “poções” com ingredientes da cozinha, pintar com tinta, rolar uma bola, fantasiar-se, brincar de faz de conta.

Muitas vezes essas brincadeiras acabam levando a atividades profissionais extremamente prazerosas na vida adulta.

Lembre-se de que brincadeira não quer dizer inscrever a criança na aula de música, de esportes ou outras tarefas “enriquecedoras”. Brincar significa deixar uma criança inventar, criar e sonhar acordada para ajudar a desenvolver seus próprios talentos e descobrir seus interesses sem interferência externa.

Corpo saudável = criança feliz

Muitas horas de sono, exercícios e uma dieta saudável são essenciais para o bem-estar de qualquer pessoa, e das crianças em especial. Procure dar ao seu filho bastante espaço para que ele gaste energia, seja correndo, chutando bola, engatinhando até um brinquedo preferido ou subindo e descendo do escorregador mil vezes no parque. Atividades assim ajudam a deixar a criança de bom humor.

No caso de bebês, é só importante lembrar que a maioria deles se dá melhor com rituais e horários predeterminados para cada atividade. Programar o parquinho para depois do almoço pode resultar em bebê irritado.

Preste atenção também a possíveis ligações entre o humor do seu filho e a ingestão de certos alimentos. Para algumas crianças, açúcar, por exemplo, pode dar energia, enquanto que para outras, irritação. Acredite: alergias e sensibilidade a alimentos também alteram o comportamento das crianças.

Se você estiver amamentando, talvez descubra que o bebê não fica bem depois que você come alguma coisa específica. Por mais chato que seja abrir mão, muitas vezes compensa não comer e, por outro lado, ter mais tranquilidade com o bebê.

Deixe a criança resolver os problemas

Nos seis primeiros meses de vida, é importantíssimo que os pais respondam a todas as necessidades do bebê. Após essa fase, no entanto, se você correr por causa de cada soluço, impedirá que seu filho vivencie novas experiências.

“Crianças precisam aprender a tolerar situações incômodas e desagradáveis também. Permita que elas tenham dificuldades, procurem uma solução por conta própria, já que isso faz com que desenvolvam a capacidade de lidar com problemas”, diz a psicóloga Carrie Masia-Warner, que trabalha na Universidade de Nova York.

Durante o primeiro ano, o bebê aprende a sentar, engatinhar, pegar objetos, falar uma ou outra coisinha. Cada um desses marcos traz confiança e satisfação à criança. Não não corra para pegar o chocalho que caiu ou o ursinho do outro lado da sala. Dê tempo e estímulo para que seu filho consiga pegar o que quiser sozinho.

Tristeza e raiva também existem

Com o passar do tempo, as crianças aprendem a classificar seus sentimentos e a expressá-los com palavras.

“É normal que as crianças fiquem sensíveis demais, grudadas ou bravas em certas horas, por causa de alguma coisa diferente ao seu redor. Mas isso não quer dizer infelicidade”, aponta Carrie.

Por exemplo, se sua filha cismar de ficar em um cantinho, de mau humor, durante uma festa de aniversário, a reação natural é puxá-la de volta para as brincadeiras. Só que é fundamental deixá-la processar sozinha o sentimento negativo.

A criança precisa aprender que não há nada de errado em ficar chateada ou triste de vez em quando — faz parte da vida de todo mundo. Ao tentar dissipar qualquer sinal de descontentamento, muitas vezes mandamos a mensagem errada de que não é normal sentir tristeza.

Você é o modelo

Seja para o bem ou para o mal, as crianças tendem a imitar os comportamentos dos pais. Mesmo os bebês mais novinhos copiam o estilo emocional dos pais, algo que chega até a ativar áreas neurológicas específicas.

Isso quer dizer que, quando você sorri, seu filho sorri e o cérebro dele se “programa” para sorrir. Por outro lado, quando você se defronta com um bebê cheio de cólicas, por mais difícil que seja, o melhor é manter a calma para evitar que ele sinta e copie o estresse de quem cuida dele.

É normalíssimo para quem está lidando com recém-nascidos se sentir muitas vezes cansada e no limite. Mas, se esse for constantemente o seu estado de espírito, é importante procurar ajuda. Depressão é um problema real, não uma desculpa ou invenção que está na moda.

Cultive bons hábitos

Mesmo enquanto pequenos, os bebês já têm capacidade de aprender como é gostoso, por exemplo, ajudar ao próximo. Pesquisas indicam que pessoas que sentem que sua vida tem propósito sentem-se menos deprimidas.

É sempre possível demonstrar para uma criança a alegria do dar e do receber. Se você oferecer uma rodelinha de banana, deixe que ela faça a mesma coisa e dê uma de volta para você. Mostre como o gesto generoso deixa você feliz.

O mesmo vale para a hora de pentear o cabelo. Penteie o do seu filho e permita que ele penteie o seu. Esses pequenos momentos criam uma sensibilidade para que ele saiba compartilhar e se preocupar com outras pessoas.

Por volta dos 2 anos, as tarefas da casa são outra chance para ensinar as crianças a participar da vida dos outros. Tarefas simples, como colocar a roupa suja em um cesto ou levar os guardanapos para a mesa, ajudam as crianças pequenas a sentir que também podem contribuir com algo no mundo.

 

 

Fonte: Babycenter

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