26 ago 2014

Menos é mais


 

1

A maioria das mamães assim como eu, de primeira viagem, acham que encher nossos pequenos de brinquedo e atividades é o que os deixam mais feliz, infelizmente não é bem por aí e depois de errar algumas vezes e ter inúmeras conversas com o pediatra aprendi que com os pequenos. o menos é mais!

Sempre achei que eu precisava lotar o Bernardo de atividades e que final de semana era para aproveitar para passear com ele e meu marido, isso é, o dia todo na rua, na pracinha, na piscina, no parque, no shopping e por aí vai… Mas quem foi que disse que criança precisa de tanta ocupação? Na verdade, mantê-los em seus espaços, seguros, com seus brinquedos e em ambientes familiares é o melhor que podemos fazer por eles.

Achei este texto no site bebe.com.br que fala um pouco sobre o tema, inclusive da questão espacial relacionada ao espaço que precisamos dedicar à eles. Espero que gostem..

Bjo, bjo

“ Na Finlândia, há 75 anos, o governo fornece para todas as gestantes um kit maternidade com macacões, saco de dormir, roupas de inverno, produtos de banho, fraldas e um pequeno colchão. O colchão é colocado no fundo da caixa, que se torna a primeira cama do bebê. A simplicidade do kit fala a favor da moderníssima pediatria, que defende que cuidar das crianças pequenas nunca foi tão simples.

Menos brinquedos, mais espaço

No lugar de muitos brinquedos, os estudos mais recentes mostram que os bebês até dois anos de idade precisam mesmo é de espaço livre e possibilidade de exploração. Muitas vezes a criança tem uma verdadeira brinquedoteca, mas não consegue aproveitar. Isso porque o excesso de opções, em vez de ajudá-la, pode atrapalhar seu processo de descobertas. Por isso, a dica é deixar disponíveis apenas alguns poucos brinquedos, de preferência os mais simples, e privilegiar o espaço livre onde o bebê vai construir, imaginar e experimentar.

“Os bebês não precisam de estímulos constantes. São curiosos por natureza e, para que se desenvolvam em plenitude, ações simples, como providenciar um ambiente seguro, são suficientes”, explica o pedagogo e educador Paulo Fochi. A pediatria também está enxergando pela mesma ótica, defendendo que os bebês são diferentes e podem se interessar por coisas distintas, em tempos próprios. Atualmente, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, as orientações para a primeiríssima infância baseiam-se, em sua maioria, em sinais emitidos pelos principais interessados. Assim, cada criança vai sinalizar quando quer tirar a fralda, aprender a escrever ou dar cambalhotas, sem precisar ser incentivada ou mesmo cobrada em relação às ações.

Entorno positivo

Em vez de posicionar o bebê de barriga para baixo para que engatinhe, os pais devem deixá-lo livre, no chão, da forma como ele se mostrar mais confortável, e esperar que o interesse por se locomover surja espontaneamente. Na hora de brincar, vale a mesma dinâmica. Nada de ficar agitando brinquedos com luz e som, que, ao contrário de contribuírem para o desenvolvimento, podem agitar a criança e até irritá-la. A orientação atual é para deixar o bebê ser bebê, oferecendo o chamado entorno positivo, em que o adulto e as coisas estão por perto, mas sem direcionamento à criança.

Os pequenos até dois anos podem se divertir muito com potes de plástico, panelas velhas ou bacias d’água. Esses materiais possibilitam brincadeiras mais soltas e deixam a criança descobrir o que fazer com eles, mudando o faz de conta de acordo com os desafios e vontades que se apresentam. Nessa fase (zero a dois anos), ter uma caixa que o pequenino possa escalar, por exemplo, vale mais a pena do que investir em atividade física direcionada. Na atual forma de criar filhos, menos é mais!”


25 ago 2014

Afinal quem é a mãe? Diário de bordo


Esta semana fiquei muito aborrecida, sabe aquela sensação de que estamos perdendo espaço e autoridade dentro da nossa própria casa!! Pois é na última sexta, quando levantei a babá do meu filho estava dando uma geral no armário dele, pois era o dia da faxineira aqui em casa. Nos últimos tempos sempre quem arrumava o armário do Bernardo era a babá, mas desta vez resolvi estar junto, e para variar (se não quer ver as coisas erradas, não procure) nada estava como eu queria.

Então, fui pedindo para ela colocar do  meu jeito as caixas, bolsas etc..  e tudo o que eu falava ela retrucava, dizia que não era o certo ou qualquer coisa do gênero, mas afinal quem é a mãe, e a dona da casa??? O Bernardo tem umas miniaturas de resina dos personagens da Disney ele simplesmente AMA, esses brinquedos e pela decisão da babá o Mickey, Pato Donald e cia estavam numa caixa em cima do armário. MAS COMO ASSIM??? O menino A-D-O-R-A estes brinquedos e ela decide que eles tem que ficar guardados numa caixa em cima do armário!!!

Infelizmente por estarmos muito ausentes, afinal passamos quase 10 horas fora de casa por dia, entre trabalho, transito e outras atividades nossas babás começam a se sentir muito donas do pedaço e querem decidir como criar nossos filhos. Não adianta, falarmos, brigarmos porque com o tempo, elas folgam e começam a fazer do jeito que elas querem.

O Be, tem uma certa dificuldade para comer, ele demora algumas vezes quase 50 minutos para comer um prato de feijão, arroz e bife… Ai como é mais fácil ela opta por dar sopa, afinal em 10 minutos ele já comeu. Eu tive que inventar que o pediatra disse que o menino estava ficando meio anêmico, para ela me obedecer e dar o que eu queria. Este tipo de teimosia, faz com que meu pequeno, seja um chato para comer, ele não gosta de comida sólida e liquida junto, por exemplo se o arroz estiver muito encharcado no caldo do feijão ele vomita e coloca para fora.

Outro cumulo do absurdo é que semana passada, comprei uma melancia fresquinha e pedi para ela fazer um suco a tarde para ele, ela disse mas ele toma leite, quando acorda a tarde! Eu disse mas hoje quero que dê o suco, ou então dê os dois… Pergunta se ela fez o que eu pedi?? E o resto da melancia foi para o lixo hoje, por ter passado dentro da geladeira.

Ai a pergunta que não quer calar, porque eu continuo com ela??? Tem horas que me sinto refém dentro da minha própria casa. Mas embora todas estas coisas que me incomodam, ela cuida do meu filho com muito carinho e atenção.

Vocês também já passaram ou passam por isso? O que vocês fizeram??? Já pensei em substituir, mas será que não estaria trocando 6 por 6.

Bjo, bjo

 

Baba

 


22 ago 2014

Meu filho pede colo


Suri no colo do pai em dois momentos

Nas últimas viagens que fiz para Brasília, sempre que chegava ao aeroporto e precisava andar com o Bernardo ele pedia colo, na maioria das vezes eu achava que era manha e o repreendia e fazia com que ele andasse mais um pouquinho, até que eu era vencida pelos choros e o pegava no colo. Bem diferente do que eu pensava este texto do site babycenter nos mostra que muitas vezes isso acontece por n outros fatores que não a birra. Leia o texto a baixo, pois vai ajudá-la a entender melhor o porque de muitas vezes seu pequeno pedir colo.

Bjo, bjo

Pedir colo mete muita criança em encrenca, especialmente quando ela se recusa terminantemente a andar junto com um adulto — só quer ser carregada por ele. Esse comportamento, um tanto irritante, pode parecer preguiça ou um desafio à ordem de ir para algum lugar (ou embora), mas na verdade não é isso, pelo menos não na maioria dos casos. 

Quando a criança começa a andar, o objetivo dela não é ir do ponto A ao ponto B. Ela segue um padrão de ir e vir para uma “base”, representada por um adulto. Se o “adulto-base” se move, o padrão é quebrado, e a criança pode acabar sentando no chão e chorando. 

Ela pede para ser carregada porque, até os cerca de 3 anos de idade, é a única maneira de ela ficar com você. O carrinho pode parecer a resposta óbvia para o problema, mas nem sempre é a opção número um da criança. 

Mesmo quando já consegue andar e acompanhar um adulto, quase toda criança pequena vai querer, em alguns momentos, ser carregada por mais tempo do que um adulto gostaria. 

Andar no colo é gostoso e confortável. E as vantagens, para a criança, não se resumem a dar um tempo para os pés cansados. Quando ela é erguida, seu campo de visão se expande; ela vê o mundo como você o vê. Está acima de coisas que podem parecer perigosas, como cachorros estranhos, e consegue ver os rostos dos adultos e escutar o que vocês estão conversando. 

Como você pode perceber, tem muita coisa legal para a criança quando ela está no colo. Por isso, é preciso pensar em maneiras de transformar o caminhar ou o passeio no carrinho em algo tão ou mais divertido para ela. 

Andar pode ser gostoso e seguro para seu filho se você colocá-lo na sua frente e deixá-lo ajudar a empurrar o carrinho. Ou, em locais seguros, vocês podem brincar de correr um atrás do outro. Ficar no carrinho pode ser prazeroso se ele for do tipo em que a criança pode olhar para você, e você pode cantar, contar histórias ou fazer caretas. 

Se nada disso der certo, e seu filho quiser que você o carregue de qualquer jeito, tente fazer um rodízio: “Eu te levo até aquela árvore, depois você anda (ou vai no carrinho) até aquela esquina…”. Não tem árvore ou esquina? Experimente contar, então; ele pode até se distrair antes de você chegar ao número cem. 

 


14 ago 2014

Quando as crianças devem começar a falar


Mamães muitas mães compartilham da ansiedade de não verem seus filhos falando, Bernardo já está com 1 ano e 6 meses e até agora nada. Leiam abaixo o texto de Liliana Carbello que fala um pouco sobre o tema. E fiquem tranquilas cada bebe tem seu tempo!!carinho 5

Ao nascer as crianças se comunicam através do choro. A partir dali a linguagem acompanha as etapas do crescimento.

À medida que se desenvolvem, os bebês emitem diferentes tipos de sons e ruídos que contêm uma riqueza sonora superior à dos adultos. Com o tempo começam a produzir sons de vocais e sílabas, que em seguida começam a se replicar, e por volta dos seis meses aparecem balbucios. Isto faz com que muitos pais tomem tais sons como a aparição da primeira palavra à esta idade, quando na verdade se trata de sons sem significado. Para que uma emissão adquira valor de palavra deve contar com significado, designar um objeto (pessoa ou coisa) da realidade. Na verdade, a primeira palavra com sentido surge entre os 11 e s 14 meses de vida.

Quando preocupar-se se a criança não fala?

Se tivermos em conta que na idade de 1 ano, 1 ano e meio, a criança possui uma linguagem que a permite comunicar-se, tem-se que estar atento se ocorre que uma criança de 2 anos, 2 anos e meio, não fala. A esta idade elas já dominam formas gramaticais essenciais, isto é, sabem que as palavras se organizam de uma determinada maneira.

Com relação às causas deste eventual atraso do desenvolvimento verbal, a avaliação da pediatra com respeito à criança com alguma perturbação da linguagem determinará se há ou não necessidade de que ela seja vista por um otorrino para descartar alguma enfermidade auditiva.

Também se tem que levar em conta os fatores psicológicos. A superexigência materna, a falta de estímulos verbais ou situações traumáticas (a morte de um familiar próximo, o nascimento de um irmão, a separação dos pais) podem ser fatores desencadeantes que determinam que a criança se isole se retraia e sua linguagem se altere.

A linguagem favorece a possibilidade de comunicar-se e sociabilizar-se. As crianças aprendem palavras a partir de seus pais e de outras pessoas que estão em volta. Como em todo processo, não há receitas mágicas. Não devemos esquecer que é importante falar-se com os bebês com uma pronúncia clara, dando-lhes tempo para que assimilem, ou repitam aquele som através do balbucio.

Conselhos para guardar

1. Falar com o bebê – durante o banho, a troca de roupas,a alimentação, dizendo-lhe, por exemplo, os nomes das partes de seu corpo que estão sendo tocadas. Procurar sempre denominar as coisas que estão à sua vista pelo nome correto.

2. Falar claro: não existe uma língua para bebês e outra para adultos. Por exemplo, dizer-lhe: “vamos tomar o mingau”, e não “dá, dá gagau”.

3. Demonstrar que cada objeto tem seu nome e significado.

4. Não falar na 3ª pessoa, por exemplo, dizer “me dá um beijo ?”, e não “dá um beijo na mamãe ?”.

5. Aceitar os gestos e mímicas como formas de expressão e de intenção, não exigindo só a palavra expressa.

6. Não ficar solicitando que a criança repita uma palavra que aprendeu porque você que demonstrar aos outros que ela acaba de aprender uma nova palavra. Aja com naturalidade a cada descoberta de uma nova aquisição verbal percebida.

7. Não canse a criança: há momentos em que, simplesmente, ela não está afim de falar.

8. Evite corrigí-la. Se ela pronunciou de modo errado uma palavra, repita-a com discrição, sem alarde, de modo correto. Por exemplo, se pede “aba”, diga-lhe “tomar água ?”, pronunciado de modo calmo e pausado.

9. Quando a criança estiver contando algo, trate de somente ouvir, não interrompendo para corrigí-la ou tentando colocar “palavras em sua boca”. Deixe-o construir livre e tranquilamente seu universo verbal.


11 ago 2014

Ansiedade ou manha – Diário de Bordo


Mamães, hoje vou falar mais um pouco do dilema que tenho vivido aqui em casa. Ontem pela quadragésima vez meu filhote vomitou toda a comida. Bernardo tem mania de ficar forçando o vômito para chamar a atenção e na maioria das vezes ele sempre faz isso quando acaba as refeições e ontem não foi diferente, após o jantar e a papinha doce, ele começou a fazer esta graça. Eu fui preparar o banho e nem bem eu acabei de arrumar as coisas ele começou a chorar e eu não sei se ele fica nervoso ou o quê mas ele coloca toda a comida para fora e só para quando não tem mais nada na barriguinha.

Nas primeiras vezes eu chorava, ficava tão angustiada e triste, cheguei a ir ao pediatra para uma conversa comportamental mas o mesmo me disse que é a forma que ele achou de chamar minha atenção. Um tanto quanto dramática esta forma, vc´s não acham, afinal que ser humano gosta de vomitar,  tenho certeza que nem ele gosta.  - Dr. Claudio Len me diz para quando isso acontecer eu deixar ele vomitado e sair de perto, para ele ver que se fizer isso novamente terá que lidar com sua atitude. Mas qual mãe aguentará ver seu pequeno aos prantos e todo vomitado e fingir que não é com ela.

As vezes me questiono o porque dele estar fazendo isso tão corriqueiramente, afinal sou sempre tão disponível para ele, será que estou mimando demais?? Embora aqui em casa não é não, por exemplo controle remoto não é brinquedo de criança, e mesmo com a birra neste caso não é não.

O que torna nossos pequenos esses serzinhos tão espertos que nos colocam nas mãos deles mesmo com um ano e meio de idade.  Dr. Cláudio diz que não estamos criando seres para a vida, que hoje nossos pequenos possuem na maioria dos casos além de nós uma babá que dedica 100% do tempo dela para servir. Mas como lidar com o avanço do século XXI onde as mulheres não só gostam mas, em alguns casos, também precisam trabalhar. Colocar uma criança de um ano e meio na escola período integral modificaria alguma coisa?

Não sei se outras mamães também passam por isso, mas se puderem contribuir com alguma sugestão ou comentário será muito bem vindo.

Bjo, bjo iphone agosto 2014 004

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