12 jun 2013

Computador faz bem para as crianças


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O computador pode ser introduzido na Educação infantil, como meio auxiliar do processo de  aprendizagem, sendo mais uma ferramenta, entre tantas outras, ao dispor da criança e do educador.

Muitas crianças têm acesso ao computador, mas sabemos também que muitas não tem esse acesso, por viver em ambientes desfavorecidos. E é justamente aí que, a utilização do computador na educação entra será um meio de promover a igualdade de oportunidades para todas as crianças no contato com as novas tecnologias, as quais mais tarde farão parte do seu meio natural.

É necessário que tomemos consciência de que o uso dos meios informáticos é mais um recurso didático complementar, o qual deve ser usado adequadamente, no momento apropriado e integrado no projeto e atividades curriculares, respeitando, acima de tudo, as características, ritmos e diferenças de cada criança.

Benefícios da utilização do computador por crianças da educação infantil:

- contribui para o desenvolvimento global;

- ajuda a desenvolver a motricidade fina;

- estimula o raciocínio matemático;

- aumenta a criatividade;

- induz à construção de um pensamento crítico;

- ajuda na resolução de problemas;

- promove o desenvolvimento da linguagem;

- desenvolve capacidades cognitivas e sociais;

- promove ambientes colaborativos.

Críticas, relativas ao uso de computadores por crianças:

- forçam um raciocínio matemático, o qual vai inibir a liberdade da criança levando-a a comportar-se como um adulto;

- estimulam um raciocínio matemático formal e reduzido;

- o desenvolvimento de um raciocínio matemático antecipado, priva a criança de um desenvolvimento mais global;

- inibem a criatividade, a imaginação e a liberdade de experimentar;

- estimulam uma “rigidez mental”;

- levam a criança a tornar-se crítica e a ter uma visão negativa do mundo;

- implicam sérios riscos à saúde mental e física;

- induzem à indisciplina.

Os computadores, tal como outros meios e em qualquer idade, têm as suas vantagens e desvantagens, podem ser bem ou mal utilizados, tudo dependo do uso que fazemos deles.

Durante a utilização do computador, o educador deverá ter atenção a alguns aspectos importantes que preservem a saúde das crianças:

- o tempo médio de utilização não deverá ultrapassar 10 – 20 min.;

- a postura das crianças deverá ser o mais correta possível: deve estar confortável, com os pés no chão, os braços apoiados e o monitor à altura dos olhos.

O educador deverá ainda ter em conte alguns princípios didácticos básicos, para a utilização do computador no Jardim de Infância:

- não ter como objetivo o ensino da informática;

- fazer uma planificação de atividades diversificadas e de curta duração, de modo a manter a atenção e motivação da criança;

- o computador deve ser integrado com naturalidade na dinâmica de trabalho;

- diversificar as formas de atividade: em grupo, sob a orientação do educador, com a utilização de programas específicos e utilização livre de jogos ou programas criativos

Finalizando nosso assunto de hoje,a presença humana é insubstituível e a mesma, entre outros, deve contribuir para o desenvolvimento do processo de auto – aprendizagem sempre numa perspectiva lúdica: “aprende-se a brincar – brinca-se aprendendo”.

“Se tivesse que dar um único presente ao meu filho,daria um livro.

(…) É bom ter em mente que os cálculos para

a produção dos computadores que tanto nos fascinam hoje

foram feitos apenas com lápis e papel”

(Bill Gates)


10 jun 2013

Dedique mais tempo ao seu pequeno


5

Hoje em dia, muitos pais que não tem muito tempo para passar com os filhos acham que definir uma rotina de atividades para os filhos é uma demonstração de afeto e carinho.

Levar e buscar os filhos na escola, matriculá-los em aulas de judô, inglês, música e computação, e deixar as crianças irem a festinhas de amigos são atividades que muitos adultos sentiam falta na infância e acham que ao providenciar isso aos filhos, estão sendo pais presentes e amorosos. O resultado disso: mães e pais cansados com essa maratona que parece não ter fim e crianças que passam mais tempo longe dos pais do que com eles.

“A criança quer sentir-se amada pelos pais de forma individual, e não como mais um membro da família.”

E o problema não é só esse. Esses hábitos nem sempre tornam os pais mais presentes nas vidas dos filhos. Embora esses cuidados sejam importantes, pode-se compensar o tempo longe dos filhos com formas mais prazerosas e produtivas de fazer as crianças se sentirem amadas.

Um estudo recente apontou o que os filhos mais valorizam no relacionamento com os pais, a pesquisa diz que o mais importante não é a quantidade de tempo que os pais passam com as crianças e sim a qualidade do tempo. Que tal um sorriso e um abraço carinhoso no caminho da escola? Ou uma boa conversa, olhos nos olhos, sobre os acontecimentos do dia no jantar?

Outras atividades como cantar e contar histórias antes de ir dormir, brincar com elas fora de casa mais tempo, conversar sobre qualquer assunto, com tempo, calma e mostrando real interesse, aproveitar o jantar para traçar planos para o fim de semana juntos, assistir com elas seus programas favoritos, colocar na lancheira, escrivaninha, cama e banheiro mensagens carinhosas e cuidar pessoalmente de sua alimentação são algumas demonstrações de afeto que as crianças guardam na memória durante a vida inteira.

Outra dica é tratar cada filho como um indivíduo importante na família. A criança quer sentir-se amada pelos pais de forma individual, e não como mais um membro da família. Tente arranjar tempo para sair com cada uma das crianças individualmente. Sair de vez em quando com um filho de cada vez da mais liberdade para a criança se comunicar com os pais, além de aumentar a sensação de segurança e individualidade. Nesses momentos, pergunte o que cada filho gosta e que eles gostam de fazer e mostre interesse no programa.

Tente colocar esses hábitos na rotina. Esse esforço vale à pena quando percebemos que os filhos estão mais sorridentes, amigáveis e próximos de nós.


22 mai 2013

Dificuldade em matemática, física… Khan Academy


1.11

Quantas mamães vem seus filhos tendo dificuldade nas aulas de matemática, física, química ou biologia? Muitas delas, na tentativa de ajudar, levam seus filhos para aulas de reforço com professores particular, o que a maioria não sabe é que hoje existe um método gratuito que pode ser acessado de qualquer computador com acesso a Internet.

A Khan Academy é uma organização não governamental que tem como objetivo contribuir para a melhoria da educação por meio de vídeo-aulas online disponibilizadas gratuitamente. Além dos vídeos, o site conta com um módulo de exercícios e um painel que permite ao usuário acompanhar seu desempenho e o melhor todo conteúdo é livre.

O fundador da organização, Salman Khan, nasceu e cresceu em New Orleans, Estados Unidos. Formado em matemática, ciências da computação e engenharia elétrica pelo MIT, Khan começou a ensinar matemática para a sua prima Nádia em 2004 com serviços do Yahoo! Logo, outros parentes e amigos procuraram sua ajuda, tornando-se mais prático distribuir suas aulas pelo YouTube. Os vídeos se tornaram tão populares que em 2009 Khan saiu do seu trabalho para se focar integralmente no Khan Academy.

Todo este assunto que mais parece um publi-post e não é,  serve para ajudar as mamães que estejam passando por dificuldades com seus filhos nestas matérias.

Os vídeos são incríveis, super autoexplicativos além de que possuem uma metodologia de ensino que utiliza a criatividade das crianças de forma a tornar os conteúdos sempre mais interessantes.

Fica a Dica,

Bjo, bjo

Saiba mais em : http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/na-midia.php

 

 


10 mai 2013

Feliz dias das mães


Depois de 35 anos, este será o meu primeiro dia das mães, minha sensação é indescritível, não porque vou ser homenageada, mas agora eu tenho um ser que depende de mim. Há aproximadamente 3 meses e meio ganhei o maior presente da minha vida, o meu Bernardo. Na época do nascimento dele, meus dias e noites eram intermináveis, meu anjo, nasceu com baixo peso e os dias que passaram ele perdeu ainda mais. Meu coração doía a cada choro ou resmungo, não que ele estivesse mal, mas enquanto eu não escutasse o pediatra falar que ele estava com o peso adequado para a sua faixa etária eu não conseguiria sossegar. Será que, sou a única mãe que exagera os fatos que acontecem com seus filhos? Depois destas longas 3 semanas, que foi o tempo que o Be levou para entrar no peso ideal eu percebi que jamais terei uma noite de sono sem que eu pense no meu pequeno. Minha vida está mais alegre, mais colorida… Me sinto plena e feliz… Hoje entendo o maior amor do mundo, pois é o que eu sinto pelo meu filho. Para minha mãe, ainda mais valor e carinho, pois hoje entendo um pouco mais do sentimento dela em relação a mim e a minha irmã .

Desejo para todas as mães muitas felicidades e ótimos momentos com suas crias, sejam elas pequenas ou grandes e que não só neste domingo elas recebam um carinho a mais, mas todos os dias.

Bjo, bjo

1a


07 mai 2013

Crianças que acordam de mal humor


Hoje vou falar sobre crianças que nem sempre acordam de bom humor, crianças emocionalmente saudáveis tendem a apresentar uma boa qualidade de sono e a acordar “de bem com a vida”. É muito importante que os pais constantemente observem o comportamento de seus filhos. Se alguma coisa mudar, é preciso agir. O primeiro passo é buscar entendimento do motivo pelo qual a criança começa o dia de mal humor. Conversar, dialogar, transmitir segurança e apoio é fundamental. Sentar com a criança, “olho no olho”, falando pausadamente, tom baixo, postura de quem quer entender e ajudar. NÃO CRITICAR. A criança busca nos pais o seu porto seguro.

A comunicação familiar é uma das coisas que sempre precisa funcionar bem. Os pais devem buscar informações sobre a criança com todas as pessoas da casa. Todas precisam interagir e “falar a mesma língua”, no sentido de estarem passando todas as informações aos pais sobre o dia-a-dia da criança. Importante também é avisar a Coordenação da escola e aos professores, mantendo contato estreito com eles. Saber como está o comportamento da criança em sala, seu rendimento na aula, sua performance escolar global e o relacionamento com os colegas e com os professores. Cuidado para não expor a criança com comentários desnecessários na frente de outras crianças.

1.1

Continuar o processo de investigação, levando a criança ao pediatra, pois ela pode estar apresentando algum problema clínico. Alguns pais se desesperam, sentem-se impotentes ou frustrados e não raro passam a hostilizar a criança, como se ela não estivesse bem porque não quisesse ou não tivesse suficiente força de vontade para melhorar. Algumas famílias ficam assustadas e confusas e deixam de ser pró-ativas, ficando re-ativas e com isso podem hostilizar a criança, agravando o seu estado emocional. Críticas, comparações e culpa, podem tornar a dinâmica familiar insustentável e inviabilizar qualquer tipo de melhora ao bem-estar da criança. Quando os pais não estiverem conseguindo lidar com a situação de modo satisfatório, a orientação é que procurem um psiquiatra infantil ou um psicoterapeuta familiar. Geralmente as famílias ficam confusas, sem saberem como agir ou falar com a criança e também precisam de apoio e orientação de profissionais especializados na área.

Quando a dificuldade de acordar da criança é muito grande, qual deve ser o principal motivo? Como os pais devem proceder para minimizar o problema?

Qualquer sintoma pode indicar que alguma coisa não vai bem. É um sinal de alerta, como a luz amarela que acende no painel do nosso carro para avisar que o nível da gasolina está baixo. A dificuldade persistente de acordar pode sugerir muitas coisas. Mas não devemos focar em uma ou outra hipótese. Os motivos podem ser inúmeros, por isso, abrir o leque de possibilidades e ampliar o foco é a conduta ideal nesses casos. Não perder o controle emocional também é fundamental. Muita calma nessa hora. Descartar transtornos físicos é o primeiro passo. Descartar também problema oftalmológico, audição, enfim, checar a parte sensorial da criança.

Mas alterações relacionadas ao sono podem estar ligadas a muitas outras questões. O diálogo assertivo com o seu filho pode ser a sua ferramenta-mestra. O fato de proporcionar um clima de confiança e harmonia (muito importante) à criança melhora a auto-estima e alivia a culpa.

Problemas como depressão, ansiedade, TDAH, medo e timidez são muito comuns em crianças pequenas e podem gerar dificuldades para acordar. Checar a parte relacionada a algum transtorno emocional é obrigatório. Pensar em maus tratos ou algum tipo de ameaça dentro de casa (acontece mais do que podemos imaginar). Observar a reação da criança diante dos cuidadores. Observar a criança como um todo, como ela reage frente as situações e com diferentes pessoas. Muitas crianças são ameaçadas e sofrem caladas por anos a fio.

Mas o problema pode estar na escola. Alguma dificuldade de aprendizagem? Alguma briga com colega? Algum conflito com o professor? Bullying? Investigar, perguntar. Oferecer proteção à criança, lembrando sempre a ela que você está ali e que ela pode confiar e contar com você. Ficar (um tempo) mais presente, mais em casa, pode ser benéfico para você ficar mais sabedora do dia-a-dia da criança. Tudo vale para entender o motivo pelo qual a criança já acorda “de mal com a vida”. Faça uma aliança com a criança para juntos eliminarem os problemas. É importante que a situação seja sanada e que a criança retorne ao seu padrão de funcionamento anterior. Algumas vezes, é preciso procurar ajuda de especialistas como um bom psicólogo.

Bjo, bjo

 

Fonte:  Bolsa de mulher, Guia das dicas, Minha vida

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