07 mai 2013

Crianças que acordam de mal humor


Hoje vou falar sobre crianças que nem sempre acordam de bom humor, crianças emocionalmente saudáveis tendem a apresentar uma boa qualidade de sono e a acordar “de bem com a vida”. É muito importante que os pais constantemente observem o comportamento de seus filhos. Se alguma coisa mudar, é preciso agir. O primeiro passo é buscar entendimento do motivo pelo qual a criança começa o dia de mal humor. Conversar, dialogar, transmitir segurança e apoio é fundamental. Sentar com a criança, “olho no olho”, falando pausadamente, tom baixo, postura de quem quer entender e ajudar. NÃO CRITICAR. A criança busca nos pais o seu porto seguro.

A comunicação familiar é uma das coisas que sempre precisa funcionar bem. Os pais devem buscar informações sobre a criança com todas as pessoas da casa. Todas precisam interagir e “falar a mesma língua”, no sentido de estarem passando todas as informações aos pais sobre o dia-a-dia da criança. Importante também é avisar a Coordenação da escola e aos professores, mantendo contato estreito com eles. Saber como está o comportamento da criança em sala, seu rendimento na aula, sua performance escolar global e o relacionamento com os colegas e com os professores. Cuidado para não expor a criança com comentários desnecessários na frente de outras crianças.

1.1

Continuar o processo de investigação, levando a criança ao pediatra, pois ela pode estar apresentando algum problema clínico. Alguns pais se desesperam, sentem-se impotentes ou frustrados e não raro passam a hostilizar a criança, como se ela não estivesse bem porque não quisesse ou não tivesse suficiente força de vontade para melhorar. Algumas famílias ficam assustadas e confusas e deixam de ser pró-ativas, ficando re-ativas e com isso podem hostilizar a criança, agravando o seu estado emocional. Críticas, comparações e culpa, podem tornar a dinâmica familiar insustentável e inviabilizar qualquer tipo de melhora ao bem-estar da criança. Quando os pais não estiverem conseguindo lidar com a situação de modo satisfatório, a orientação é que procurem um psiquiatra infantil ou um psicoterapeuta familiar. Geralmente as famílias ficam confusas, sem saberem como agir ou falar com a criança e também precisam de apoio e orientação de profissionais especializados na área.

Quando a dificuldade de acordar da criança é muito grande, qual deve ser o principal motivo? Como os pais devem proceder para minimizar o problema?

Qualquer sintoma pode indicar que alguma coisa não vai bem. É um sinal de alerta, como a luz amarela que acende no painel do nosso carro para avisar que o nível da gasolina está baixo. A dificuldade persistente de acordar pode sugerir muitas coisas. Mas não devemos focar em uma ou outra hipótese. Os motivos podem ser inúmeros, por isso, abrir o leque de possibilidades e ampliar o foco é a conduta ideal nesses casos. Não perder o controle emocional também é fundamental. Muita calma nessa hora. Descartar transtornos físicos é o primeiro passo. Descartar também problema oftalmológico, audição, enfim, checar a parte sensorial da criança.

Mas alterações relacionadas ao sono podem estar ligadas a muitas outras questões. O diálogo assertivo com o seu filho pode ser a sua ferramenta-mestra. O fato de proporcionar um clima de confiança e harmonia (muito importante) à criança melhora a auto-estima e alivia a culpa.

Problemas como depressão, ansiedade, TDAH, medo e timidez são muito comuns em crianças pequenas e podem gerar dificuldades para acordar. Checar a parte relacionada a algum transtorno emocional é obrigatório. Pensar em maus tratos ou algum tipo de ameaça dentro de casa (acontece mais do que podemos imaginar). Observar a reação da criança diante dos cuidadores. Observar a criança como um todo, como ela reage frente as situações e com diferentes pessoas. Muitas crianças são ameaçadas e sofrem caladas por anos a fio.

Mas o problema pode estar na escola. Alguma dificuldade de aprendizagem? Alguma briga com colega? Algum conflito com o professor? Bullying? Investigar, perguntar. Oferecer proteção à criança, lembrando sempre a ela que você está ali e que ela pode confiar e contar com você. Ficar (um tempo) mais presente, mais em casa, pode ser benéfico para você ficar mais sabedora do dia-a-dia da criança. Tudo vale para entender o motivo pelo qual a criança já acorda “de mal com a vida”. Faça uma aliança com a criança para juntos eliminarem os problemas. É importante que a situação seja sanada e que a criança retorne ao seu padrão de funcionamento anterior. Algumas vezes, é preciso procurar ajuda de especialistas como um bom psicólogo.

Bjo, bjo

 

Fonte:  Bolsa de mulher, Guia das dicas, Minha vida


06 mai 2013

A primeira viagem a gente nunca esquece


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Na semana passada tive a minha primeira prova de fogo como mamãe: Deixar meu pequeno Bernardo e viajar sem ele. Era o casamento de uma grande amiga em SC e eu e meu marido fomos padrinhos, e como recusar um convite que geralmente nos enche de orgulho?

Como já tinha a viagem programada há algum tempo, tive como organizar com minha mãe para que ela viesse para minha casa ficar com o Be. Para as que não sabem meus pais moram em Brasília, o que dificulta ainda mais futuras viagens. Preparei tudo durante a semana que antecedeu a viagem, fiz supermercado, deixei leite congelado… Mas como imprevistos acontecem, a famosa “lei de Murph” minha enfermeira que acompanha o Be desde que ele nasceu pegou uma conjuntivite fortíssima e teve que se ausentar por quase duas semanas. E agora? Como eu faço? Será que a minha mãe, com 64 anos teria condições de ficar sozinha com um bebê de 3 meses?

Bernardo ia ficar com a vovó e com o vovô que se mudaram estes dias aqui para casa, além da ajuda da babá folguista, concorda que ele não poderia ficar em melhor cia?! Mas mesmo assim, sabendo que ele estaria muito bem meu coração que já estava pequeno começou a doer.

Confesso que o final de semana, passou rápido e que apesar das inúmeras ligações depois de 3 meses foi muito importante para mim e para o Edu este final de semana a sós. Nós nos  esquecemos de cuidar da gente logo que nossos pequenos nascem, imagina o marido, fica lá no final da fila.

Mas como esse blog precisa além das histórias algumas dicas, seguem algumas para facilitar momentos como estes.

* Deixe um estoque de tudo o que o filhote pode precisar: remédios, fraldas, leite.  Se ele precisar, estarão à mão.

* Mantenha a rotina de sono e alimentação nos dias que antecederem sua viagem. Bebê ou criança com sono atrasado é mais irritável e chorona por natureza (e vai dar mais trabalho durante sua ausência).

* Mantenha o aplicativo da câmera do quarto do pequeno funcionando, e sempre que possível dê uma espiada para acompanhar os acontecimentos.

* Quando voltar dedique um tempo especial ao filhote. É claro que os dois estarão com saudade e dedicar um tempo exclusivo para ficar juntinho dele é delicioso.

Bjo, bjo


03 mai 2013

Hora de estudar


Toda criança precisa de um ambiente organizado, arejado, arrumado… para conseguir se concentrar na hora dos estudos. Vejam que bacana estes espaços que funcionam muito bem para esta finalidade.

Bjo, bjo

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11 abr 2013

Passar muito tempo em frente a TV é prejudicial


A

Todo mundo sabe que ficar muito tempo em frente à TV não faz bem para o desenvolvimento das crianças. O desafio é mudar esse hábito, que acontece especialmente devido à falta de espaço para brincar e à saída dos adultos para o trabalho. “As crianças estão mais voltadas ao lazer em frente à TV e ao computador, que tem o mesmo efeito da TV”, a criança quando está vendo TV não se movimenta o quanto deveria e isso prejudica seu desenvolvimento motor, compromete sua formação e dificulta o desenvolvimento equilibrado dos seus sentidos, além da questão da obesidade. Ela se movimenta pouco, fica passivamente assistindo o que se passa na telinha e não tem tempo suficiente para processar as informações que recebe em um ritmo imposto e pensado para que ela se desenvolva em um formato pré-concebido de consumidor final.

Mesmo quando a programação é selecionada e própria para a idade, é um hábito ruim. A especialista explica que a criança até os sete anos precisa ter seu desenvolvimento físico e motor como prioridade. A movimentação do corpo é de grande importância para que ela se desenvolva de forma equilibrada e saudável. Mas, ao assistir uma programação, os seus outros sentidos acabam sendo postos de lado, com o foco permanecendo na visão e na audição. O resultado é a formação de um indivíduo com deficiências sutis no desenvolvimento. A criança pode ainda se “viciar” na programação da TV, bem como em computadores e jogos eletrônicos, e preterir as relações sociais. Essa criança pode desejar muito mais estar com seus eletrônicos que participar de uma atividade que envolva relacionamento pessoal. Observe um grupo de adolescentes e jovens adultos, muitos deles estão totalmente absortos com seus eletrônicos e perdendo a oportunidade de interagir com seus pares em tempo real. Isso também pode acontecer com as crianças e em grau muito mais elevado. Os atrasos de desenvolvimento, comportamento agressivo, diminuição do desempenho na escola e obesidade são alguns dos efeitos nocivos.

Cabe aos pais determinar o tempo que será permitido à criança ficar em frente à TV. Quanto menos tempo, melhor. A psicóloga cita uma pesquisa da Associação Americana de Pediatria que recentemente divulgou que menos de duas horas seria o tempo permitido (não o desejável) a uma criança em idade pré-escolar, incluindo também nessas horas o tempo dedicado ao computador, ao videogame, tablets e DVD. Segundo ela, a criança nada perde se deixar de ver TV e puder explorar o seu ambiente, brincar com sua imaginação e buscar entretenimento junto aos seus colegas e familiares. É comprovado que modificar os hábitos de crianças em fase pré-escolar pode melhorar consideravelmente a sua competência global social e emocional, isto é, sua forma de interagir com o mundo que a cerca. Os pais devem sempre oferecer atividades diversificadas, a possibilidade de interação com colegas e sobretudo, a sua companhia.

Bjo, bjo

 

Fonte: http://bebe.bolsademulher.com


27 mar 2013

Hora de dormir


A

Uma das grandes dúvidas que surgiram antes do Bernardo nascer foi sobre a noite de sono do meu pequeno, como eu contratei uma enfermeira, pensava: Será que devo deixa-la dormir no quarto dele ou acostumá-lo desde o início a dormir sozinho.

Até eu voltar para casa estava certa de que a Enf. dormiria no quarto de serviço, com a babá eletrônica e quando ele chorasse ela iria até o quartinho dele. Mas depois de algumas histórias e da opinião do pediatra do Be, que me falou que bebê muito novinho NUNCA deve dormir sem a presença de um adulto por perto, resolvi deixar a enfermeira passar as noites no quarto do Bernardo.

Este final de semana fiquei sem ninguém, o que sinceramente ADORO, apesar de chegar à segunda acabada, é ótimo ficar em casa apenas eu, meu marido e nosso bebê. Mas, chegou a hora de dormir e junto à dúvida, aonde colocar o Be para dormir, já que ele ainda não deve dormir só? Quando eu comprei o enxoval do Be, comprei um bercinho muito prático da Summer Infant, quealém de leve também é pequeno e eu consigo coloca-lo em qualquer lugar da casa. Este final de semana meu pequeno dormiu no meio da minha cama, neste bercinho e confesso que foi uma sorte, pois o neném está com probleminha de refluxo e depois da mamadeira, mesmo depois do arroto quando eu deitei ele o leite voltou quase todo e foi aí que eu dei graças a Deus por estar por perto, pois consegui ajuda-lo imediatamente.

Mamães fica a dica, NUNCA deixe seu pequeno dormir sozinho pelo menos até ele conseguir levantar a cabecinha ou se virar para o lado.

Bjo, bjo

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