23 out 2014

Independência do bebê


Uma vez que seu bebê perceba que consegue vestir as calças sozinho, abrir a porta, ou comer, certamente ele vai insistir para fazer tudo sem a sua ajuda. E, nem sempre, as tentativas serão bem sucedidas, o que pode provocar a frustração do seu filho e atrasar seus horários. Provavelmente, seu bebê vai resistir a qualquer oferta de ajuda.

Você tem que ter em mente que, como qualquer aprendizado, a prática leva à perfeição. Consiga tempo e paciência extra para deixar seu filho aprender. Tente dar dicas ao invés de fazer por ele. Quando ele teimar em escolher as próprias roupas, não seja tão rígida nas combinações malucas mas deixe claro que uma roupa de festa não deve ser usado para brincar no parque, por exemplo. Ajude-o a ter sucesso comprando roupas fáceis de vestir. Opte, por exemplo, por elásticos na cintura ao invés de botões ou zíperes. Nos sapatos, tente velcro no lugar de cadarços.

Enquanto estiver ajudando seu filho a se virar sozinho, lembre-se que esses pequenos e lentos passos servem para construir a autoestima. Ele aprenderá que trabalhar duro é recompensador e que é preciso de várias tentativas mas o sucesso chega. Deixar que a criança faça suas próprias escolhas, seja na roupa ou no que comer de café da manhã, aumenta a capacidade de decisão.

Mas não se preocupe se seu filho vai de acordo com a maré e não demonstra ainda personalidade forte. Crianças têm temperamentos diferentes e isso precisa ser respeitado. Mesmo que ele não peça, dê opções e chances para ele fazer as próprias escolhas e elogie suas decisões. Elogie também quando a criança demonstrar iniciativa. Isso o ajudará a se tornar um adulto mais seguro.

Gueek

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/


06 out 2014

Criança e Televisão


Mamães já falei algumas vezes sobre o papel da televisão na vida de nossos pequenos e não é bom!!! Por estarmos muitas das vezes cansadas por conta da correria do dia a dia, muitas vezes queremos poder tranquilizar nossos pequenos, que assim que nos vem entrar em casa querem atenção, e pensamos que a televisão pode ajudar, mas na verdade não pode e vc´s nã fazem ideia do mal que faz para nossos pequenos.

O texto abaixo eu peguei no site Guia do bebê, e assim como eu acho que vale a leitura.

Bjo, bjo

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“É comum os pais ou cuidadores deixarem para a TV o papel de babá, mas isso com certeza não é o papel da televisão, mesmo em programas infantis.

Muitos profissionais que lidam com criança muito nova concordam que não se deve propiciar-lhe o acesso à televisão antes dos dois anos.

Um dos motivos principais é que nessa idade ela está em pleno desenvolvimento da fala e da coordenação motora e, ficar parada, assistindo televisão, não favorece estes processos. Outro motivo também relevante é que por falta de amadurecimento, vivência e vocabulário, não consegue assimilar o conteúdo do programa, o que só se dará mais tarde, por volta dos três anos em diante. Nesta idade, praticamente adquire a compreensão das palavras cinco vezes mais do que consegue pronunciá-las.

E mesmo a partir desta idade, a televisão deveria ser controlada, inclusive com limite de tempo por dia: uma a duas horas, no máximo. Há muito a se fazer para ampliar suas habilidades motoras.

Leituras de livros infantis incentiva a criatividade e curiosidade, aumenta consideravelmente o vocabulário infantil e as brincadeiras com ou sem brinquedos com adultos e outras crianças, são alternativas mais saudáveis. Este típo de interação com os pais se leva com muito carinho para a vida toda. São momentos muito íntimos e que fortalecem o amor e o respeito entre eles.

Muitas famílias ainda usam a televisão como se fosse uma babá eletrônica, como um meio de descanso delas ou para poderem se ocupar de seus afazeres, sem interrupção e a criança fica horas assistindo, sem ninguém para orientá-la. Outras, ainda, valem-se do aparelho para alimentar seu filho, para que ele não perceba que está comendo algo que rejeitou anteriormente ou sequer saber o que está ingerindo.

Há crianças que foram acostumadas com a televisão e não conseguem ficar sem uma disponível e ligada. Tornam-se inquietas e visivelmente irritadas. Ao se ligar o aparelho, ficam tão obcecadas pela imagem, pelo colorido, que mesmo não entendendo direito o que se passa, nem se mexem ou piscam. Se alguém falar com elas, simplesmente não desviam a atenção do que estão vendo. São crianças cuja fala é mais atrasada para sua idade, embora recuperem-na mais tarde, alcançando as demais.

É preciso que os pais e ou responsáveis tenham equilíbrio e responsabilidade ao limitar o tempo de exposição à televisão. Devem entender que ela não é a grande vilã na formação dos pequenos. É uma coadjuvante que influencia o desenvolvimento intelectual, social e da personalidade da criança e é por este motivo que o programa escolhido por ela deve ser do conhecimento e consentimento dos pais, por ser adequado e próprio para a idade dela e não apenas porque é seu desejo ou porque os amiguinhos assistem.

Para isto, é profundamente aconselhável que a criança nunca assista televisão sem o acompanhamento dos pais ou de um adulto responsável, para que possam interagir com ela, fazendo-lhe perguntas sobre o entendimento do programa e poderem esclarecer o que não foi compreendido. Através desta abordagem, podem ser reforçados os valores familiares, morais e sociais, o respeito à diversidade, aos animais, à natureza, enfim.

É incrível perceber com que rapidez se desenvolveram os recursos internos da criança ao atingir os três anos de idade. O aumento do vocabulário e a evolução do processo de compreensão das palavras, fazem com que se sinta mais segura e desenvolta por se fazer entender por todos.”


29 set 2014

Coisas que só mamães entendem


carinho 3

Olá mamães, existem alguns comportamentos que antes de nos tornarmos mães nós tínhamos, inclusive na maioria das vezes julgávamos nossas amigas e outras mamães, mas nada melhor do que a experiência para aprendemos que as coisas nem sempre caminham do jeito que idealizamos, não é mesmo? Tenho certeza de que você vão se identificar!!

Vamos à lista das  coisas que a gente só entende depois que vira mãe:

Por que o salto alto sai do guarda-roupa.

Por que ficar em casa, num sábado à noite, pode ser o melhor programa do mundo.

Por que algumas famílias têm babá.

Por que algumas mães abandonam carreiras promissoras.

Por que nossas mães sempre foram tão preocupadas.

Por que todos sempre repetiam o mantra “aproveite para dormir agora, aproveite para dormir agora”.

Por que as prioridades mudam (e radicalmente).

Por que passamos a ver o mundo de outra forma.

Por que dormir vira o melhor programa do mundo.

Por que uma viagem de um final de semana pode se tornar uma epopeia.

Por que a gente pensa duas vezes antes de aceitar qualquer convite.

Por que ir ao supermercado pode ser o programa do mês.

Por que acordar às 8h da manhã é motivo de comemoração.

Por que tomar café da manhã na rua se torna o programa da família.

Por que ler um livro inteirinho vira meta de ano novo.

Por que o tempo começa a passar ainda mais rápido (muito, muito, muito mais rápido).

Por que maquiagem e cosméticos ficam esquecidos na gaveta (pelo menos por um tempo).

Por que ir ao salão de beleza vira evento social.

Por que o nosso corpo muda, mas a nossa alma muito mais!!!!

Bjo, bjo

 

Fonte: Justrealmoms


23 set 2014

Livros para mamães, educar um pequeno não é fácil!


Mamães, há alguns meses venho recebendo e-mails solicitando dicas de livros para ajudar as mamães na árdua tarefa de educar seus pequenos. Confesso que com o trabalho e o Be, mal me sobra tempo para as atividades rotineiras e ler então está difícil. Mas um dos blogs que gosto muito Just Real Moms, fez um artigo falando de alguns destes livros e resolvi compartilha-los com vc´s.

A ciência dos bebês – da gravidez aos 5 anos, como criar filhos inteligentes e felizes

Autor: John Medina

Editora: Zahar

livro 1

O autor John Medina aliou seu conhecimento científico e sua vivência de pai para escrever “A ciência dos bebês – da gravidez aos 5 anos, como criar filhos inteligentes e felizes”. Ele  revela como as mais recentes descobertas nas áreas da neurociência e da psicologia podem ajudar nessa difícil e maravilhosa tarefa de educar os filhos. Através de uma linguagem simples e exemplos divertidos, Medina explica como o cérebro do bebê se desenvolve e o que fazer para otimizá-lo. O que os pais fazem antes, durante e depois do nascimento será determinante para a felicidade de seus filhos.

Crianças francesas não fazem manha

Autor: Pamela Druckerman

Editora: Fontanar

 livro 2

 Tidos como crianças educadas, quietas em público – verdadeiro sonho de consumo de muitas mães e pais – as crianças francesas estão na moda. O ponto principal, é que as francesas buscam não alterar sua vida com a chegada do bebê, e isso faz parte da cultura deles. Depois que os filhos chegam nas casas das mães francesas, nada é diferente: as crianças aprendem a esperar desde bem pequenas. Tudo ok se chorarem e espernearem, elas não ganham nenhuma atenção a mais por isso. Os pais não se ajustam à chegada do bebê, é o bebê quem se ajusta à vida do casal ou família.

Grito de guerra da mãe-tigre

Autor: Amy Chua

Editora: Intrínseca

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 “Grito de guerra da mãe-tigre” expõe o choque das visões do mundo oriental e ocidental no que diz respeito à criação dos filhos. Mas é basicamente a história das expectativas de uma mãe em relação às duas filhas e os riscos que está disposta a enfrentar para investir no futuro de ambas. Encantador, divertido e provocante,  um livro único que traz a história incontestavelmente honesta, muitas vezes engraçada e sempre instigante de uma mãe radical. Por se opor de maneira drástica à indulgência dos pais ocidentais, Amy Chua tomou a decisão de criar as filhas, Sophia e Lulu, à moda chinesa.

 A culpa é da mãe

Autora: Elizabeth Monteiro

Editora: Summus

livro 3

 Neste livro emocionante, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser mãe sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, além de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, não é bem o “paraíso”. É um cotidiano tão estressante que é raro encontrar uma mãe confiante e tranquila sobre o seu papel. A autora sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Eu vou começar pelo “Crianças Francesas não fazem manha” , já comprei e esta semana será minha leitura noturna, visto que estarei a semana fora a trabalho. Ou melhor “A Culpa é da mãe” já que estou me sentindo mega culpada de ter deixado meu pequeno em casa, tendo saído de uma virose. Bem acho que vou ter que ler os dois ;)

Bjo, bjo


18 set 2014

Orientace Pedagogia – Curso para capacitação de babás


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Mamães, vocês já ouviram falar da Orientace, Pedagogia e orientação familiar? A Orientace é uma empresa que enxerga a educação com suas múltiplas facetas e promove um trabalho direcionado a todos os envolvidos neste processo. Para cada um dos participantes elas tem um formato que abrange dos pais aos filhos incorporando inclusive as babás. 

Pais: auxiliando-os na resolução de dúvidas relativas às situações mais comuns do dia a dia na educação de seus filhos;

Babás: qualificando-as para cuidar adequadamente das crianças;

Professores e Recreadores: assessorando-os e otimizando a atuação pedagógica;

Crianças: oferecendo três opções de cursos: Fazendo Arte, Brincadeiras Cantadas e Corpo em Movimento. 

E o que mais me chamou a atenção foi o curso para qualificação das babás, pois sabendo que as babás são coadjuvantes na educação das crianças, é fundamental orientá-las com relação aos seguintes aspectos: rotina, alimentação, opções de brincadeiras, estímulos, afetividade, posturas da profissional, higiene e linguagem.

A Orientace oferece duas opções de curso de Capacitação de babás, de acordo com a faixa etária de seu filho: 0 a 2 anos e 2 a 6 anos. O curso é ministrado por instrutoras formadas em Pedagogia. Ele ocorre na casa do cliente, em três aulas de aproximadamente quatro horas cada.

No curso para crianças de 0-2 anos de idade são abordados:

1. O que é ser babá?

2. Aspecto estético da babá

3. Aspecto comportamental da babá

4. Organização e arrumação dos materiais das crianças

5. Características do bebê

6. Fases do desenvolvimento de crianças de 0-2 anos e idade e estímulos adequados

7. Shantala

8. A babá como ajudante na boa alimentação da criança

9. Aspectos pedagógicos da profissão de babá

10. Segurança infantil

11. Brincadeiras

12. Histórias

13. Montando uma rotina adequada e interessante para as crianças

No curso para crianças de 2-6 anos de idade são abordados:

1. O que é ser babá?

2. Aspecto estético da babá

3. Aspecto comportamental da babá

4. Aspectos organizacionais da profissão de babá

5. A babá como ajudante na manutenção dos hábitos de higiene

6. A babá como ajudante na boa alimentação da criança

7. Aspectos pedagógicos da profissão de babá

8. Segurança infantil

9. Brincadeiras

10. Histórias

11. Montando uma rotina adequada e interessante para as crianças

Eu adorei a dica e já estou entrando em contato para saber mais informações, acessem o site da Orientace AQUI

Bjo, bjo

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