17 set 2014

Que falta a internet faz nos dias de hoje! Diário de bordo


Este final de semana fui para  Fazenda Boa Vista que fica na Rodovia Castelo Branco há uns 110KM de São Paulo. Uma grande amiga convidou a mim e mais três amigas, com seus pequenos para um final de semana.

A experiencia foi indescritível, primeiro porque a Fazenda é incrível a vegetação, arquitetura, paisagem é de um bom gosto tremendo. Tudo bem cuidado e num capricho que vc percebe a cada lugar. Os espaços para as crianças, são ótimos, o espaço Kids tem uma brinquedoteca com monitores, piscina aquecida, campinho, pula-pula e uma área enorme para a criançada correr, a fazendinha cheia de bichinhos, o Bernardo ficou louco e queria esmagar o coelinho de tanto que ele achou fofo..

No entanto, um pouco fora do script foi o acesso a web, diante da modernidade e até mesmo do vício dos dias atuais, o telefone não pegava e a internet então nem se fala. Nós que sempre muito acostumadas a ficar conectadas o tempo todo, seja nas mídias sociais, e-mails e tal não conseguíamos nenhum sinal. Nas primeiras 24 horas confesso que para mim, foi meio esquisito, estou habituada a checar meus e-mails quase que a toda hora, postar fotos no FB ou no Instagram e nada disso era possível.

Como é estranho não podermos contar com a tecnologia, a quantidade de informação que chegava até nós era apenas as do local, da natureza que é belíssima, dos nossos pequenos com suas gracinhas e descobertas e as fofocas e as fofocas entre amigas.

Engraçado como as relações interpessoais ficaram comprometidas com esta quantidade enorme de informação que chega até nós o tempo todo, principalmente vinda da internet. É perceptível o quanto se perde com isso, pois cada vez menos as conversas e contato pessoal existe.

Depois de quase 72 horas assim, acredito que a grande maioria de nós tenha até achado bom, afinal conseguímos interagir o tempo todo, mas que é estranho é.

Este tema vale para pensarmos em como a tecnologia afasta as pessoas!!

Veja algumas fotos da Fazenda, Vale muito a pena conhecer!!

Bjo, bjo

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09 set 2014

A música e o desenvolvimento cognitivo da criança


1Se tem algo que entretêm TOTALMENTE o Bernardo é música, se ele estiver fazendo uma mainha e eu começar a cantar, na mesma hora ele para. Esta atitude dele me causou curiosidade e resolvi pesquisar o poder da música na vida dos pequenos, este texto abaixo é muito interessante e explica bem este poder tão encantador sobre nossos pequeninos.

Por seu poder criador e libertador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.

Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “A criança está aberta para receber”, diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.

Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se trabalhar com a música.

Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de formação acadêmica.

Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da orientação de um profissional.

Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem. Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven, Bach, Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus respectivos pais.

Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação…

Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.

 

Fonte: upedagogas.blogspot.com

www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia


01 set 2014

O valor das refeições feitas em família


Nos dias atuais, cada vez menos, principalmente por conta da tecnologia, vemos famílias se relacionando. Com os problemas econômicos cada vez mais os pais saem cedo e voltam tarde do trabalho. Fazer algumas atividades em conjunto é quase uma raridade, mas pensando nisso a Revista CRESCER, publicou um artigo superinteressante sobre os benefícios de se fazer as refeições em família.

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“… Pais que ficam presos no trabalho até tarde, pouca familiaridade com as panelas, trânsito. Isso sem falar no hábito de comer fora, cada vez mais comum entre os brasileiros – representa 33% dos gastos com alimentação nas zonas urbanas. Por diversas razões, reunir as famílias em volta da mesa diariamente está se tornando raro, especialmente nos grandes centros. Mas o que será que estamos perdendo com isso?

Por que é importante levar seu filho para a cozinha com você!

“Uma refeição em família faz bem para a cabeça, para o espírito e para a saúde de todos os membros”, afirma a psicóloga Anne Fishel, professora de psicologia da Escola de Medicina de Harvard e co-fundadora da ONG The Family Dinner Project (Projeto da Refeição em Família, em inglês), dos Estados Unidos. A especialista garante que diversas pesquisas científicas realizadas nos últimos anos comprovam sua teoria. Uma revisão de estudos publicada este ano pela Universidade Estadual de New Jersey (EUA) sugere, por exemplo, que as crianças que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, ao passo que ingerem menos junk food. Não por acaso, o IMC (índice de massa corporal) delas costuma ser mais saudável. Já os adolescentes que sentam à mesa para comer com os pais frequentemente têm menos chance de sofrer de depressão e dizem se sentir mais acolhidos por eles.

A jornalista Giuliana Bastos, 38, mãe de Gabriel, 6, e Heloísa, 3, mudou a rotina de trabalho recentemente para ficar mais tempo com as crianças – e agora eles tomam café da manhã e almoçam juntos todos os dias. Em poucos meses, já notou mudanças significativas. “O consumo de salada, por exemplo, melhorou. Hoje, elas estranham quando não tem”, comemora. Para a mãe, além de acompanhar de perto a alimentação das crianças, outra vantagem é simplesmente compartilhar as experiências do dia a dia. “É o momento em que nos conectamos, dividimos nossas aflições, somos família no sentido mais primitivo e essencial”, conclui.

Para a psicóloga Camille Gaviolli, do Centro de Obesidade Infantil do Hospital Sabará (SP), a refeição em família é de fato uma oportunidade de trocas, que não se limita aos alimentos. Em resumo, é quando os pais podem conhecer melhor os filhos, das comidas preferidas às situações que os incomodam. Mas, para que isso aconteça efetivamente, é preciso manter distância da TV, do celular e de outros aparelhos eletrônicos que prendam a atenção da família enquanto estiverem à mesa. Isso porque a interação, de acordo com Camille, vai depender da disponibilidade e da disposição de todos. “Não é estar junto apenas”, diz. Quer mais uma razão para desligar a TV? Tanto adultos quanto crianças comem mais do que precisam quando o aparelho está ligado, o que aumenta o risco de obesidade.

Qual a saída?

OK, você já entendeu porque as refeições em família são fundamentais. Para a nutricionista Karine Durães, especializada em pediatria, vale a pena reorganizar a rotina se a família não consegue se encontrar em nenhuma refeição ao longo do dia. “Uma sugestão é acordar um pouco mais cedo e tomar o café da manhã juntos”, diz. Ou, então, negociar no trabalho para sair um ou dois dias antes do horário durante a semana. Se ainda assim, for impossível, ela reforça que filhos e pais devem aproveitar a oportunidade de se reunir à mesa durante o fim de semana – são seis refeições, no mínimo, nesse caso.

Veja também algumas dicas para agilizar o preparo dos alimentos e ganhar tempo. A primeira é aproveitar o fim de semana e cozinhar pratos rápidos, como ensopados e caldos, e congelá-los. Outra alternativa é comprar, vez ou outra, uma carne ou massa pronta, no supermercado ou na rotisseria, e incrementar com uma salada mista.

A preparação para o almoço ou o jantar também são importantes. Por isso, vale pedir ajuda do seu filho no preparo da refeição e na hora de arrumar a mesa – mais uma oportunidade para conversar com as crianças.

TENTE FAZER EM CASA

Além de ensinar os filhos a comer melhor, por meio do exemplo, os pais também podem aproveitar esse momento para introduzir outros hábitos saudáveis. Confira:

- Evitar ingerir líquidos, principalmente bebidas açucaradas, durante a refeição, pois eles interferem no apetite;

- Tirar o saleiro da mesa: sódio em excesso favorece doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade;

- Deixar a comida no fogão, assim ninguém vai repetir se não estiver realmente com fome;

- Desligar a TV, o celular e outros gadgets;

- Incentivar as crianças a comer sozinhas.


29 ago 2014

Fashion Weekend Kids


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Começa hoje em São Paulo, no shopping Cidade Jardim a 19º edição do Fashion Weekend Kids (FWK).

Nove marcas estão confirmadas para apresentar suas coleções de primavera-verão, dentre elas três estreantes: L’été, Mini US e a internacional GAP Kids. Hoje , a Spezzato Teen abre o evento às 19h30. Amanhã, sábado  é a vez da 1+1 (11h); VRK (14h); Animê (16h) e Tyrol (18h). Na passarela de domingo, a GAP KIDS (11h) primeira marca internacional do evento. Outra estreante é Mini US (14h), do empresário Tico Sayon; L’été (16h) e Cris Barros Mini (18h), que encerra o FWK com muito charme. A cada desfile uma surpresa diferente já que as crianças não são modelos e sim clientes das marcas e fazem suas gracinhas na catwalk com muita espontaneidade.

Esta edição do FWK foi inspirada no “feito a mão”, com muitas referências em crochê e tricô resgatando o carinho, o contato, as simples coisas da vida, muitas vezes esquecidas em meio a tanta tecnologia e correria.

Datas: 29,30 e 31 de agosto

Sexta-feira – 29 de agosto

19h30 – Spezzato Teen: Daniel Rocha

22h – Encerramento

Sábado – 30 de agosto

11h – 1+1: Chay Suede, Luciana Mello e Tannia Kalil

14h – VRK: Cassio Reis e Noah

16h – Animê: Fernanda Concon – Patrulha Salvadora, Amanda Furtado, Julia Gomes, Anna Ligya, Lorena Tucci, Raíssa Chaddad, Bianca Paiva, Giulia Garcia

18h – Tyrol: família Faro

20h – Encerramento

Domingo – 31 de agosto

11h – GAP KIDS

14h – Mini U.S

16h – L´été: Patricia Maldonado, Adriane Galisteu e Marina Xandó (AskMi)

18h – Cris Barros Mini

20h – Encerramento

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27 ago 2014

Criança e palavrões uma combinação que não funciona!


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Esta semana recebi um e-mail de uma mãe de SC que tem uma filinha de 5 anos e que nos últimos meses tem ficado muito agressiva e tem falado muitos palavrões. No intuito de tentar ajudar a nossa leitora, fui a busca de artigos que falassem sobre o tema e achei este artigo no baby center que acredito poder ajudar.

Como o Bernardo ainda está com 1 ano e sete meses e nem mamães ele fala direito não tenho elementos para poder contribuir, gostaria que outras mamães que também já passaram por esta experiencia contribuíssem com suas histórias e sugestões, vamos nos ajudar e esta troca de informação é importantíssima para desenvolvermos um modelo de ação.

Bjo, bjo

‘… As crianças são curiosas por natureza e muitas vezes acabam surpreendendo os pais com uma nova habilidade vocal: falar palavrão. Tem criança que fala a primeira palavra feia por pura imitação. Seu filho pode ter ouvido você xingar alguém no trânsito, por exemplo, e agora ele não para de repetir o palavrão toda vez que entra no carro.

A melhor maneira de lidar com a situação é ignorar o palavrão e esperar que ele perca o interesse no novo vocabulário. Quanto mais você responder, reprovar ou se exaltar diante da palavra feia, mais chance terá de ela continuar a ser usada.

Seu filho também pode ter aprendido o palavrão com os coleguinhas da escola ou da creche. Um amiguinho pode ter achado a palavra em questão engraçada e ter sido o responsável pela expansão do vocabulário do seu filho. Também é possível que seu filho tenha assistido algum programa ou filme na televisão impróprio para crianças.

O que fazer para ele não falar mais palavrão?

Não demonstre suas emoções

A primeira vez que seu filho disser um nome feio, controle seu impulso de rir — suas risadas serão interpretadas como incentivo e só o motivarão a falar o palavrão de novo. Na grande maioria dos casos, seu pequeno está simplesmente fazendo uma experiência para ver no que dá. Para uma criança pequena, fazer um adulto reagir — dando gargalhada, ficando zangado ou chateado — é como ter um maravilhoso superpoder.

Por isso, mesmo que você ache graça de uma nova combinação de palavras inventada pelo seu filho (“cabeça de cocô”, por exemplo), o melhor mesmo é não demonstrar nada. Lembre-se de que a melhor maneira de reagir quando seu filho começar a fazer experiência com palavrão é simplesmente não reagir.

Imponha limites

Se sua criança de 2 anos adquiriu mesmo fascinação por uma palavra feia, você terá que estabelecer limites. O mais importante é fazer isso com a maior calma possível — sem ficar agitada ou zangada –, do contrário, sua irritação só servirá para lembrar seu filho que dizer palavrão é uma ótima maneira de chamar instantaneamente sua atenção.

Se a palavra for inventada (tipo “cara-de-xixi”), diga que essa palavra não existe e que você não entende o que ele está dizendo porque não faz sentido. Se a palavra for um palavrão de verdade, você não precisa explicar o que significa ou por que é inaceitável. Simplesmente deixe bem claro, em um tom de voz neutro e desinteressado, que essa palavra não deve ser usada. “Essa não é uma palavra que você pode usar nesta casa ou perto de outras pessoas”. (“Isso não se fala” é vago ou abstrato demais para uma criança pequena.)

Ensine alternativas “limpas” e divertidas

Se seu filho está apenas experimentando uma nova palavra, repetindo ou cantarolando-a só para se divertir, é bem provável que você consiga substitui-la por outra palavra nova e mais divertida (“abracadabra” ou “sha-zam”), uma frase ou um versinho (“batatinha quando nasce, se esparrama pelo chão…”). Caso o problema seja falta de palavras para expressar raiva ou frustração intensa, você pode incentivá-lo a dizer em voz alta: “estou bravo”, ou “estou frustrado” (a palavra “frustrado” pode ser difícil, mas as crianças aprendem seu significado rapidamente). Alguns pais criam suas próprias expressões para lidar com emoções mais complicadas (tipo, “que cocada!”, ou “ai, meus sais!”).

Se seu filho não desistir do nome feio, mesmo após algumas advertências, é hora de recorrer a alguma forma de disciplina. Fique tranquila, e reaja rapidamente e de forma consistente: “Quando você diz essa palavra, você ganha um castigo”. Nesta idade, o castigo deve ser curto e simples, como ter que sentar sozinho por dois ou três minutos, e pode ser dado em qualquer lugar: no banco de trás do carro, em uma cadeira isolada no shopping, ou no quarto da casa da vovó.

Não permita que a criança consiga o que quer dizendo palavrão

Quando seu filho diz um nome feio para conseguir alguma coisa, aí é que você não pode dar. De nada serve dizer, “essa palavra é nome feio e você não pode dizer”, e dar o sorvete de qualquer jeito.

Cuidado com o que você diz

É claro que as regras de comportamento são diferentes para adultos e crianças, mas se seu filho escuta palavrões diariamente, vai ser muito mais difícil convencê-lo de que certas palavras são inaceitáveis. E ele também vai querer saber por que é que ele precisa obedecer a regra e você não. Pense no seu pequenino como uma esponja que absorve tudo o que vê e escuta, e que adora compartilhar com os outros tudo aquilo que ele aprende, de bom e de ruim.”

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