23 set 2014

Livros para mamães, educar um pequeno não é fácil!


Mamães, há alguns meses venho recebendo e-mails solicitando dicas de livros para ajudar as mamães na árdua tarefa de educar seus pequenos. Confesso que com o trabalho e o Be, mal me sobra tempo para as atividades rotineiras e ler então está difícil. Mas um dos blogs que gosto muito Just Real Moms, fez um artigo falando de alguns destes livros e resolvi compartilha-los com vc´s.

A ciência dos bebês – da gravidez aos 5 anos, como criar filhos inteligentes e felizes

Autor: John Medina

Editora: Zahar

livro 1

O autor John Medina aliou seu conhecimento científico e sua vivência de pai para escrever “A ciência dos bebês – da gravidez aos 5 anos, como criar filhos inteligentes e felizes”. Ele  revela como as mais recentes descobertas nas áreas da neurociência e da psicologia podem ajudar nessa difícil e maravilhosa tarefa de educar os filhos. Através de uma linguagem simples e exemplos divertidos, Medina explica como o cérebro do bebê se desenvolve e o que fazer para otimizá-lo. O que os pais fazem antes, durante e depois do nascimento será determinante para a felicidade de seus filhos.

Crianças francesas não fazem manha

Autor: Pamela Druckerman

Editora: Fontanar

 livro 2

 Tidos como crianças educadas, quietas em público – verdadeiro sonho de consumo de muitas mães e pais – as crianças francesas estão na moda. O ponto principal, é que as francesas buscam não alterar sua vida com a chegada do bebê, e isso faz parte da cultura deles. Depois que os filhos chegam nas casas das mães francesas, nada é diferente: as crianças aprendem a esperar desde bem pequenas. Tudo ok se chorarem e espernearem, elas não ganham nenhuma atenção a mais por isso. Os pais não se ajustam à chegada do bebê, é o bebê quem se ajusta à vida do casal ou família.

Grito de guerra da mãe-tigre

Autor: Amy Chua

Editora: Intrínseca

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 “Grito de guerra da mãe-tigre” expõe o choque das visões do mundo oriental e ocidental no que diz respeito à criação dos filhos. Mas é basicamente a história das expectativas de uma mãe em relação às duas filhas e os riscos que está disposta a enfrentar para investir no futuro de ambas. Encantador, divertido e provocante,  um livro único que traz a história incontestavelmente honesta, muitas vezes engraçada e sempre instigante de uma mãe radical. Por se opor de maneira drástica à indulgência dos pais ocidentais, Amy Chua tomou a decisão de criar as filhas, Sophia e Lulu, à moda chinesa.

 A culpa é da mãe

Autora: Elizabeth Monteiro

Editora: Summus

livro 3

 Neste livro emocionante, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser mãe sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, além de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, não é bem o “paraíso”. É um cotidiano tão estressante que é raro encontrar uma mãe confiante e tranquila sobre o seu papel. A autora sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Eu vou começar pelo “Crianças Francesas não fazem manha” , já comprei e esta semana será minha leitura noturna, visto que estarei a semana fora a trabalho. Ou melhor “A Culpa é da mãe” já que estou me sentindo mega culpada de ter deixado meu pequeno em casa, tendo saído de uma virose. Bem acho que vou ter que ler os dois ;)

Bjo, bjo


18 set 2014

Orientace Pedagogia – Curso para capacitação de babás


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Mamães, vocês já ouviram falar da Orientace, Pedagogia e orientação familiar? A Orientace é uma empresa que enxerga a educação com suas múltiplas facetas e promove um trabalho direcionado a todos os envolvidos neste processo. Para cada um dos participantes elas tem um formato que abrange dos pais aos filhos incorporando inclusive as babás. 

Pais: auxiliando-os na resolução de dúvidas relativas às situações mais comuns do dia a dia na educação de seus filhos;

Babás: qualificando-as para cuidar adequadamente das crianças;

Professores e Recreadores: assessorando-os e otimizando a atuação pedagógica;

Crianças: oferecendo três opções de cursos: Fazendo Arte, Brincadeiras Cantadas e Corpo em Movimento. 

E o que mais me chamou a atenção foi o curso para qualificação das babás, pois sabendo que as babás são coadjuvantes na educação das crianças, é fundamental orientá-las com relação aos seguintes aspectos: rotina, alimentação, opções de brincadeiras, estímulos, afetividade, posturas da profissional, higiene e linguagem.

A Orientace oferece duas opções de curso de Capacitação de babás, de acordo com a faixa etária de seu filho: 0 a 2 anos e 2 a 6 anos. O curso é ministrado por instrutoras formadas em Pedagogia. Ele ocorre na casa do cliente, em três aulas de aproximadamente quatro horas cada.

No curso para crianças de 0-2 anos de idade são abordados:

1. O que é ser babá?

2. Aspecto estético da babá

3. Aspecto comportamental da babá

4. Organização e arrumação dos materiais das crianças

5. Características do bebê

6. Fases do desenvolvimento de crianças de 0-2 anos e idade e estímulos adequados

7. Shantala

8. A babá como ajudante na boa alimentação da criança

9. Aspectos pedagógicos da profissão de babá

10. Segurança infantil

11. Brincadeiras

12. Histórias

13. Montando uma rotina adequada e interessante para as crianças

No curso para crianças de 2-6 anos de idade são abordados:

1. O que é ser babá?

2. Aspecto estético da babá

3. Aspecto comportamental da babá

4. Aspectos organizacionais da profissão de babá

5. A babá como ajudante na manutenção dos hábitos de higiene

6. A babá como ajudante na boa alimentação da criança

7. Aspectos pedagógicos da profissão de babá

8. Segurança infantil

9. Brincadeiras

10. Histórias

11. Montando uma rotina adequada e interessante para as crianças

Eu adorei a dica e já estou entrando em contato para saber mais informações, acessem o site da Orientace AQUI

Bjo, bjo


17 set 2014

Que falta a internet faz nos dias de hoje! Diário de bordo


Este final de semana fui para  Fazenda Boa Vista que fica na Rodovia Castelo Branco há uns 110KM de São Paulo. Uma grande amiga convidou a mim e mais três amigas, com seus pequenos para um final de semana.

A experiencia foi indescritível, primeiro porque a Fazenda é incrível a vegetação, arquitetura, paisagem é de um bom gosto tremendo. Tudo bem cuidado e num capricho que vc percebe a cada lugar. Os espaços para as crianças, são ótimos, o espaço Kids tem uma brinquedoteca com monitores, piscina aquecida, campinho, pula-pula e uma área enorme para a criançada correr, a fazendinha cheia de bichinhos, o Bernardo ficou louco e queria esmagar o coelinho de tanto que ele achou fofo..

No entanto, um pouco fora do script foi o acesso a web, diante da modernidade e até mesmo do vício dos dias atuais, o telefone não pegava e a internet então nem se fala. Nós que sempre muito acostumadas a ficar conectadas o tempo todo, seja nas mídias sociais, e-mails e tal não conseguíamos nenhum sinal. Nas primeiras 24 horas confesso que para mim, foi meio esquisito, estou habituada a checar meus e-mails quase que a toda hora, postar fotos no FB ou no Instagram e nada disso era possível.

Como é estranho não podermos contar com a tecnologia, a quantidade de informação que chegava até nós era apenas as do local, da natureza que é belíssima, dos nossos pequenos com suas gracinhas e descobertas e as fofocas e as fofocas entre amigas.

Engraçado como as relações interpessoais ficaram comprometidas com esta quantidade enorme de informação que chega até nós o tempo todo, principalmente vinda da internet. É perceptível o quanto se perde com isso, pois cada vez menos as conversas e contato pessoal existe.

Depois de quase 72 horas assim, acredito que a grande maioria de nós tenha até achado bom, afinal conseguímos interagir o tempo todo, mas que é estranho é.

Este tema vale para pensarmos em como a tecnologia afasta as pessoas!!

Veja algumas fotos da Fazenda, Vale muito a pena conhecer!!

Bjo, bjo

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09 set 2014

A música e o desenvolvimento cognitivo da criança


1Se tem algo que entretêm TOTALMENTE o Bernardo é música, se ele estiver fazendo uma mainha e eu começar a cantar, na mesma hora ele para. Esta atitude dele me causou curiosidade e resolvi pesquisar o poder da música na vida dos pequenos, este texto abaixo é muito interessante e explica bem este poder tão encantador sobre nossos pequeninos.

Por seu poder criador e libertador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.

Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “A criança está aberta para receber”, diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.

Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se trabalhar com a música.

Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de formação acadêmica.

Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da orientação de um profissional.

Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem. Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven, Bach, Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus respectivos pais.

Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação…

Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.

 

Fonte: upedagogas.blogspot.com

www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia


01 set 2014

O valor das refeições feitas em família


Nos dias atuais, cada vez menos, principalmente por conta da tecnologia, vemos famílias se relacionando. Com os problemas econômicos cada vez mais os pais saem cedo e voltam tarde do trabalho. Fazer algumas atividades em conjunto é quase uma raridade, mas pensando nisso a Revista CRESCER, publicou um artigo superinteressante sobre os benefícios de se fazer as refeições em família.

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“… Pais que ficam presos no trabalho até tarde, pouca familiaridade com as panelas, trânsito. Isso sem falar no hábito de comer fora, cada vez mais comum entre os brasileiros – representa 33% dos gastos com alimentação nas zonas urbanas. Por diversas razões, reunir as famílias em volta da mesa diariamente está se tornando raro, especialmente nos grandes centros. Mas o que será que estamos perdendo com isso?

Por que é importante levar seu filho para a cozinha com você!

“Uma refeição em família faz bem para a cabeça, para o espírito e para a saúde de todos os membros”, afirma a psicóloga Anne Fishel, professora de psicologia da Escola de Medicina de Harvard e co-fundadora da ONG The Family Dinner Project (Projeto da Refeição em Família, em inglês), dos Estados Unidos. A especialista garante que diversas pesquisas científicas realizadas nos últimos anos comprovam sua teoria. Uma revisão de estudos publicada este ano pela Universidade Estadual de New Jersey (EUA) sugere, por exemplo, que as crianças que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, ao passo que ingerem menos junk food. Não por acaso, o IMC (índice de massa corporal) delas costuma ser mais saudável. Já os adolescentes que sentam à mesa para comer com os pais frequentemente têm menos chance de sofrer de depressão e dizem se sentir mais acolhidos por eles.

A jornalista Giuliana Bastos, 38, mãe de Gabriel, 6, e Heloísa, 3, mudou a rotina de trabalho recentemente para ficar mais tempo com as crianças – e agora eles tomam café da manhã e almoçam juntos todos os dias. Em poucos meses, já notou mudanças significativas. “O consumo de salada, por exemplo, melhorou. Hoje, elas estranham quando não tem”, comemora. Para a mãe, além de acompanhar de perto a alimentação das crianças, outra vantagem é simplesmente compartilhar as experiências do dia a dia. “É o momento em que nos conectamos, dividimos nossas aflições, somos família no sentido mais primitivo e essencial”, conclui.

Para a psicóloga Camille Gaviolli, do Centro de Obesidade Infantil do Hospital Sabará (SP), a refeição em família é de fato uma oportunidade de trocas, que não se limita aos alimentos. Em resumo, é quando os pais podem conhecer melhor os filhos, das comidas preferidas às situações que os incomodam. Mas, para que isso aconteça efetivamente, é preciso manter distância da TV, do celular e de outros aparelhos eletrônicos que prendam a atenção da família enquanto estiverem à mesa. Isso porque a interação, de acordo com Camille, vai depender da disponibilidade e da disposição de todos. “Não é estar junto apenas”, diz. Quer mais uma razão para desligar a TV? Tanto adultos quanto crianças comem mais do que precisam quando o aparelho está ligado, o que aumenta o risco de obesidade.

Qual a saída?

OK, você já entendeu porque as refeições em família são fundamentais. Para a nutricionista Karine Durães, especializada em pediatria, vale a pena reorganizar a rotina se a família não consegue se encontrar em nenhuma refeição ao longo do dia. “Uma sugestão é acordar um pouco mais cedo e tomar o café da manhã juntos”, diz. Ou, então, negociar no trabalho para sair um ou dois dias antes do horário durante a semana. Se ainda assim, for impossível, ela reforça que filhos e pais devem aproveitar a oportunidade de se reunir à mesa durante o fim de semana – são seis refeições, no mínimo, nesse caso.

Veja também algumas dicas para agilizar o preparo dos alimentos e ganhar tempo. A primeira é aproveitar o fim de semana e cozinhar pratos rápidos, como ensopados e caldos, e congelá-los. Outra alternativa é comprar, vez ou outra, uma carne ou massa pronta, no supermercado ou na rotisseria, e incrementar com uma salada mista.

A preparação para o almoço ou o jantar também são importantes. Por isso, vale pedir ajuda do seu filho no preparo da refeição e na hora de arrumar a mesa – mais uma oportunidade para conversar com as crianças.

TENTE FAZER EM CASA

Além de ensinar os filhos a comer melhor, por meio do exemplo, os pais também podem aproveitar esse momento para introduzir outros hábitos saudáveis. Confira:

- Evitar ingerir líquidos, principalmente bebidas açucaradas, durante a refeição, pois eles interferem no apetite;

- Tirar o saleiro da mesa: sódio em excesso favorece doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade;

- Deixar a comida no fogão, assim ninguém vai repetir se não estiver realmente com fome;

- Desligar a TV, o celular e outros gadgets;

- Incentivar as crianças a comer sozinhas.

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