07 jun 2011

Cuidados Caseiros para evitar as gripes e Alergias do outono



Depois de curtir as delícias do verão com muito sol e clima quente chegou a hora de se adaptar às folhas secas do outono. Queda de temperatura, chuva e diferentes cores na natureza são algumas características típicas dessa fase no que diz respeito ao cenário. Já quando o assunto é saúde a estação costuma vir acompanhada de espirros e tosse que deixam as mamães de cabeça “quente”.

Com a queda na temperatura, o ar seco impera – apesar das chuvas esporádicas – trazendo cada vez mais casos de crianças com gripes, resfriados e crises alérgicas. Saiba como diferenciar os sintomas dessas doenças.

A gripe é causada pelo vírus influenza A e B, que sofre mutações sazonais. Já o resfriado é causado pelo rinovírus em 70% dos casos. E são mais de 100 tipos, daí a dificuldade de se desenvolver uma vacina. Ambos são bastante contagiosos, sendo transmitidos até por gotículas de saliva. Estudos mostraram que a principal via de transmissão dos vírus do resfriado e da gripe é manual. A criança espirra sobre um brinquedo e, minutos depois, outra toca no lugar e leva a mão ao nariz ou à boca. Contágio feito.
Na grande maioria dos casos, o resfriado afeta nariz, ouvido ou garganta, provocando coriza, irritação das mucosas, tosse, espirros e, às vezes, a criança pode ter febre baixa. Se for gripe, os sintomas costumam ser mais intensos e incluem febre alta, dores musculares, cansaço e dificuldade para respirar, situação em que a criança deve ser levada ao médico para verificar se existem outras doenças associadas.
As alergias – respostas do organismo a substâncias consideradas alérgenas- muitas vezes se confundem por apresentarem quatro dos principais sintomas de gripes e resfriados: Coriza, espirros, prurido (mais ralo e incolor, ao contrário do produzido em casos de gripes e resfriados, mais amarelados ou esverdeados) e obstrução nasal. Ao contrário de gripes e resfriados, são causadas pelo contato direto com a substância que causa a irritação e não causam febre e mal-estar generalizado.
Olavo Mion, otorrinolaringologista da Academia Brasileira de Rinologia (ABR), aponta uma maneira que pode sugerir a hipótese de uma alergia: “A alergia se manifesta toda vez em que a criança entra em contato com o alérgeno que, em casos de rinite alérgica, pode ser ácaro e poeira, pelos de animais, pólen ou fungos. As gripes e resfriados são mais esporádicas e, depois que se manifestam, não costumam acontecer em seguida. Se os sintomas se repetirem diversas vezes em um curto período de tempo, pode ser sinal de reação alérgica”.

Como tratar

O tratamento no caso de gripes e resfriados tem como objetivo aliviar os sintomas, pois em geral a cura é espontânea. Durante o período em que seu filho estiver doente, ele pode perder o apetite. Isso é normal! O importante é mantê-lo hidratado. Ofereça sucos, água, chás. Estimule também a criança a assoar o nariz várias vezes ao dia, e faça lavagem com soro fisiológico. No caso de febre, controle com banhos ou antitérmicos. E lembre-se: nunca use nenhuma medicação no seu filho sem que antes tenha conversado com o médico dele.
No caso de alergias, é necessário procurar um especialista para identificar o causador da irritação e poder, então, eliminá-lo. Além disso, antialérgicos aliviam os sintomas e diminuem o incômodo. “Lavar olhos e nariz com soro fisiológico é uma maneira simples de ajudar no tratamento e na prevenção de alergias”, complementa Mion.

Como prevenir

A proliferação de gripes, resfriados e, principalmente, alergias, estão diretamente relacionadas a qualidade do ar atmosférico. O ar que é mais agradável ao ser humano, saudável, é um ar que esteja limpo, mais quente, mais úmido. Nos dias mais frios, o clima está mais seco e, por isso, mais poluído. Como as vias respiratórias ficam sobrecarregadas – porque o ar que chega ao nariz e aos pulmões estão com uma qualidade pior – o corpo fica mais suscetível a infecções. Abaixo, você confere dicas para prevenir contaminações:

– Evite levar seu filho a locais fechados e com aglomerações, como shoppings e buffets;
– Estimule as crianças a lavar as mãos várias vezes ao dia. Elas são a principal forma de contágio;
– Aplique soro fisiológico no nariz de seu filho pelo menos 4 vezes ao dia para evitar o ressecamento da mucosa ou o “entupimento” nasal;
– Ofereça bastante líquido às crianças para que elas fiquem hidratadas e possam enfrentar o tempo seco com mais facilidade;
– Mantenha a casa sempre limpa e arejada;
– Se for usar um umidificador, fique atenta e monitore-o para ter certeza de que o local não está ficando, ao contrário do que se quer, úmido demais, favorecendo a proliferação de fungos.
No período em que a criança estiver gripada, algumas atitudes podem melhorar os sintomas. Essas ações também são aconselháveis para os alérgicos.
– Limpe a casa com pano úmido e aspirador de pó diariamente. As vassouras levantam poeira;
– Troque as roupas de cama da criança duas vezes por semana;
– Retire tapetes, carpetes e bichos de pelúcia do quarto de seu filho;
– Não entulhe coisas em estantes, para evitar o acúmulo de poeira;
– Se puder, não deixe gatos e cachorros entrarem em casa. Os pelos dos animais são agentes agressores ao sistema respiratório, principalmente de quem tem asma, rinite ou está gripado.



Fonte:http://semprematerna.uol.com.br/manual-bebe/cuidados-caseiros-podem-aliviar-as-famosas-ites

07 jun 2011

Cuidados Caseiros para evitar as gripes e Alergias do outono



Depois de curtir as delícias do verão com muito sol e clima quente chegou a hora de se adaptar às folhas secas do outono. Queda de temperatura, chuva e diferentes cores na natureza são algumas características típicas dessa fase no que diz respeito ao cenário. Já quando o assunto é saúde a estação costuma vir acompanhada de espirros e tosse que deixam as mamães de cabeça “quente”.

Com a queda na temperatura, o ar seco impera – apesar das chuvas esporádicas – trazendo cada vez mais casos de crianças com gripes, resfriados e crises alérgicas. Saiba como diferenciar os sintomas dessas doenças.

A gripe é causada pelo vírus influenza A e B, que sofre mutações sazonais. Já o resfriado é causado pelo rinovírus em 70% dos casos. E são mais de 100 tipos, daí a dificuldade de se desenvolver uma vacina. Ambos são bastante contagiosos, sendo transmitidos até por gotículas de saliva. Estudos mostraram que a principal via de transmissão dos vírus do resfriado e da gripe é manual. A criança espirra sobre um brinquedo e, minutos depois, outra toca no lugar e leva a mão ao nariz ou à boca. Contágio feito.
Na grande maioria dos casos, o resfriado afeta nariz, ouvido ou garganta, provocando coriza, irritação das mucosas, tosse, espirros e, às vezes, a criança pode ter febre baixa. Se for gripe, os sintomas costumam ser mais intensos e incluem febre alta, dores musculares, cansaço e dificuldade para respirar, situação em que a criança deve ser levada ao médico para verificar se existem outras doenças associadas.
As alergias – respostas do organismo a substâncias consideradas alérgenas- muitas vezes se confundem por apresentarem quatro dos principais sintomas de gripes e resfriados: Coriza, espirros, prurido (mais ralo e incolor, ao contrário do produzido em casos de gripes e resfriados, mais amarelados ou esverdeados) e obstrução nasal. Ao contrário de gripes e resfriados, são causadas pelo contato direto com a substância que causa a irritação e não causam febre e mal-estar generalizado.
Olavo Mion, otorrinolaringologista da Academia Brasileira de Rinologia (ABR), aponta uma maneira que pode sugerir a hipótese de uma alergia: “A alergia se manifesta toda vez em que a criança entra em contato com o alérgeno que, em casos de rinite alérgica, pode ser ácaro e poeira, pelos de animais, pólen ou fungos. As gripes e resfriados são mais esporádicas e, depois que se manifestam, não costumam acontecer em seguida. Se os sintomas se repetirem diversas vezes em um curto período de tempo, pode ser sinal de reação alérgica”.

Como tratar

O tratamento no caso de gripes e resfriados tem como objetivo aliviar os sintomas, pois em geral a cura é espontânea. Durante o período em que seu filho estiver doente, ele pode perder o apetite. Isso é normal! O importante é mantê-lo hidratado. Ofereça sucos, água, chás. Estimule também a criança a assoar o nariz várias vezes ao dia, e faça lavagem com soro fisiológico. No caso de febre, controle com banhos ou antitérmicos. E lembre-se: nunca use nenhuma medicação no seu filho sem que antes tenha conversado com o médico dele.
No caso de alergias, é necessário procurar um especialista para identificar o causador da irritação e poder, então, eliminá-lo. Além disso, antialérgicos aliviam os sintomas e diminuem o incômodo. “Lavar olhos e nariz com soro fisiológico é uma maneira simples de ajudar no tratamento e na prevenção de alergias”, complementa Mion.

Como prevenir

A proliferação de gripes, resfriados e, principalmente, alergias, estão diretamente relacionadas a qualidade do ar atmosférico. O ar que é mais agradável ao ser humano, saudável, é um ar que esteja limpo, mais quente, mais úmido. Nos dias mais frios, o clima está mais seco e, por isso, mais poluído. Como as vias respiratórias ficam sobrecarregadas – porque o ar que chega ao nariz e aos pulmões estão com uma qualidade pior – o corpo fica mais suscetível a infecções. Abaixo, você confere dicas para prevenir contaminações:

– Evite levar seu filho a locais fechados e com aglomerações, como shoppings e buffets;
– Estimule as crianças a lavar as mãos várias vezes ao dia. Elas são a principal forma de contágio;
– Aplique soro fisiológico no nariz de seu filho pelo menos 4 vezes ao dia para evitar o ressecamento da mucosa ou o “entupimento” nasal;
– Ofereça bastante líquido às crianças para que elas fiquem hidratadas e possam enfrentar o tempo seco com mais facilidade;
– Mantenha a casa sempre limpa e arejada;
– Se for usar um umidificador, fique atenta e monitore-o para ter certeza de que o local não está ficando, ao contrário do que se quer, úmido demais, favorecendo a proliferação de fungos.
No período em que a criança estiver gripada, algumas atitudes podem melhorar os sintomas. Essas ações também são aconselháveis para os alérgicos.
– Limpe a casa com pano úmido e aspirador de pó diariamente. As vassouras levantam poeira;
– Troque as roupas de cama da criança duas vezes por semana;
– Retire tapetes, carpetes e bichos de pelúcia do quarto de seu filho;
– Não entulhe coisas em estantes, para evitar o acúmulo de poeira;
– Se puder, não deixe gatos e cachorros entrarem em casa. Os pelos dos animais são agentes agressores ao sistema respiratório, principalmente de quem tem asma, rinite ou está gripado.



Fonte:http://semprematerna.uol.com.br/manual-bebe/cuidados-caseiros-podem-aliviar-as-famosas-ites

06 jun 2011

Benefício da acupuntura em gestantes





A gestação é um momento em que grandes mudanças ocorrem no organismo da mulher. São comuns, nessa fase, uma série de conflitos emocionais e problemas físicos. Procurando restabelecer o equilíbrio, a acupuntura pode ser uma ótima aliada das futuras mães. A aplicação de agulhas no corpo ainda pode parecer estranha, mas é altamente eficaz. Veja a seguir a entrevista que o Dr. Evaldo Martins Leite, presidente da Assossiação Brasileira de Acupuntura deu.
O que é a acupuntura?
É um método de prevenção e tratamento de distúrbios que busca uma visão integral, ou seja, procura tratar do indivíduo como um todo. São feitos estímulos de pontos específicos no corpo com agulhas finas e outros instrumentos, sem causar dores. A intenção é alcançar o equilíbrio do organismo e, para que isso seja possível, as energias nele presentes devem estar bem distribuídas em todos os órgãos e funções, sem excesso ou insuficiência.

A aplicação dessa técnica durante a gravidez é recente?
Não, faz tempo que ela é utilizada. O problema é que não foi muito divulgada ao longo dos anos. A acupuntura, originária da medicina tradicional chinesa, sempre teve seus limites porque muitos não queriam aceitar que a cultura oriental pudesse fornecer elementos tão valiosos. Ainda hoje, há pessoas que duvidam que ela seja realmente benéfica. Mas já existem pesquisas que comprovam a eficácia da técnica, até mesmo em grávidas.

Quais as vantagens para a futura mamãe?
Além de ser segura tanto para a mãe quanto para o bebê, a acupuntura não é agressiva ao organismo e quase não provoca efeitos colaterais. A maior parte da experiência que tive com pacientes grávidas foi positiva. Vi, por exemplo, que mães que se submetem com regularidade a um pré-natal com essa técnica proporcionam benefícios não só para si mesmas como para a criança também, que se desenvolve com mais saúde e um melhor sistema imunológico.

A técnica também é indicada para evitar náuseas e vômitos

Há algum período ideal?
Não. As sessões podem ser feitas desde a concepção até a conclusão do trabalho de parto. Os pontos irão variar de acordo com a fase da gestação. Existem restrições apenas em alguns pontos, que devem ser evitados por poderem provocar efeitos indesejáveis, como uma intervenção negativa no desenvolvimento da criança.

Esses pontos não tornam o tratamento perigoso?
De modo algum. Isso não deve ser motivo para amedrontar as gestantes. Os especialistas na técnica sabem quais são esses pontos. É só procurar um profissional de confiança, ou seja, que realmente tenha especialidade na área. A acupuntura, como todo método de tratamento sério, exige um conhecimento específico para sua aplicação.

Há benefícios em fazer acupuntura antes da gestação? 
Sim. O estímulo de alguns pontos pode ajudar de modo significativo na fertilidade. Além disso, quando a mulher se submete a sessões regulares de acupuntura, realiza um melhor preparo de seu corpo para conceber um bebê. Com o organismo em equilíbrio energético, seu funcionamento será muito melhor, aumentando a resistência contra doenças e a estabilidade emocional.

 E durante a gravidez, quais são as funções da técnica? 
São muitas. Se feita pelo menos uma vez por mês, a acupuntura pode proporcionar resultados positivos em diversas funções fisiológicas. Há uma melhora nos sistemas respiratório, cardíaco, imunológico, digestório, urinário, enfim, na saúde em geral. A técnica funciona, ainda, como analgésico, anti-inflamatório e antialérgico.

Quais exemplos de problemas desse período ela ajuda a tratar?
A acupuntura é muito indicada para evitar náuseas e vômitos, comuns até o terceiro mês. Também contribui em casos de cefaleia, má digestão, gastrite, dor lombar ou abdominal, problemas na circulação, dificuldades no sono, dores de cabeça ou nas pernas, enxaqueca e rinite.

Na parte emocional, pode amenizar distúrbios, como ansiedade, estresse e, até mesmo, depressão.

Pode haver algum benefício no momento do parto?
Sim. Primeiro, porque a gestante vai estar mais preparada, tanto fisicamente quanto mentalmente, uma vez que a técnica contribui para deixá-la tranquila e relaxada. Outra contribuição será para aliviar as dores de parto, que podem ocorrer durante o período de dilatação. No caso de cesárea, as dores após a cirurgia também podem ser amenizadas.

Como a técnica ajuda mães que já passaram pela gravidez?
 A maior procura nessa fase é para tratar a depressão pós-parto. Nesses casos, é necessária a aplicação de agulhas com mais frequência, de uma a duas vezes por semana. Mas pela experiência que tive, as mães que já faziam o tratamento antes do parto dificilmente ficavam depressivas. A estabilidade emocional é muito maior com um organismo equilibrado.

A acupuntura pode substituir o uso de medicamentos?
Na maioria das vezes, sim. Se for mantida uma regularidade das sessões, de acordo com a necessidade do distúrbio que a gestante apresenta, serão grandes as chances de dispensar outras formas de tratamento. Foi o que observei em grande parte dos casos que eu tratei. Isso é ótimo, pois a gestação é um momento delicado para o uso de muitos medicamentos.

Como os benefícios podem refletir no bebê?
Com o organismo da mãe funcionando de modo estável, pode haver uma melhora na nutrição através da placenta. Além disso, as energias que ainda estão se formando dentro do pequeno também começam a ser equilibradas. Por isso, maior será a probabilidade da criança ser mais tranquila, saudável e resistente.

O recém-nascido também pode fazer acupuntura?
Pode desde os primeiros meses, mas quase não se utiliza agulha. É mais para uma manipulação geral de todas as energias. Os estímulos são feitos com carretilha, instrumentos de massagem e, sobretudo, com os dedos. O motivo é que os toques podem ser mais leves. Quanto mais jovem, maior a quantidade de energia disponível para o trabalho de equilíbrio. Por isso, a resposta é melhor e mais rápida e não são necessários estímulos muito intensos.

Aproveitem as dicas
Bjo, bjo


06 jun 2011

Benefício da acupuntura em gestantes





A gestação é um momento em que grandes mudanças ocorrem no organismo da mulher. São comuns, nessa fase, uma série de conflitos emocionais e problemas físicos. Procurando restabelecer o equilíbrio, a acupuntura pode ser uma ótima aliada das futuras mães. A aplicação de agulhas no corpo ainda pode parecer estranha, mas é altamente eficaz. Veja a seguir a entrevista que o Dr. Evaldo Martins Leite, presidente da Assossiação Brasileira de Acupuntura deu.
O que é a acupuntura?
É um método de prevenção e tratamento de distúrbios que busca uma visão integral, ou seja, procura tratar do indivíduo como um todo. São feitos estímulos de pontos específicos no corpo com agulhas finas e outros instrumentos, sem causar dores. A intenção é alcançar o equilíbrio do organismo e, para que isso seja possível, as energias nele presentes devem estar bem distribuídas em todos os órgãos e funções, sem excesso ou insuficiência.

A aplicação dessa técnica durante a gravidez é recente?
Não, faz tempo que ela é utilizada. O problema é que não foi muito divulgada ao longo dos anos. A acupuntura, originária da medicina tradicional chinesa, sempre teve seus limites porque muitos não queriam aceitar que a cultura oriental pudesse fornecer elementos tão valiosos. Ainda hoje, há pessoas que duvidam que ela seja realmente benéfica. Mas já existem pesquisas que comprovam a eficácia da técnica, até mesmo em grávidas.

Quais as vantagens para a futura mamãe?
Além de ser segura tanto para a mãe quanto para o bebê, a acupuntura não é agressiva ao organismo e quase não provoca efeitos colaterais. A maior parte da experiência que tive com pacientes grávidas foi positiva. Vi, por exemplo, que mães que se submetem com regularidade a um pré-natal com essa técnica proporcionam benefícios não só para si mesmas como para a criança também, que se desenvolve com mais saúde e um melhor sistema imunológico.

A técnica também é indicada para evitar náuseas e vômitos

Há algum período ideal?
Não. As sessões podem ser feitas desde a concepção até a conclusão do trabalho de parto. Os pontos irão variar de acordo com a fase da gestação. Existem restrições apenas em alguns pontos, que devem ser evitados por poderem provocar efeitos indesejáveis, como uma intervenção negativa no desenvolvimento da criança.

Esses pontos não tornam o tratamento perigoso?
De modo algum. Isso não deve ser motivo para amedrontar as gestantes. Os especialistas na técnica sabem quais são esses pontos. É só procurar um profissional de confiança, ou seja, que realmente tenha especialidade na área. A acupuntura, como todo método de tratamento sério, exige um conhecimento específico para sua aplicação.

Há benefícios em fazer acupuntura antes da gestação? 
Sim. O estímulo de alguns pontos pode ajudar de modo significativo na fertilidade. Além disso, quando a mulher se submete a sessões regulares de acupuntura, realiza um melhor preparo de seu corpo para conceber um bebê. Com o organismo em equilíbrio energético, seu funcionamento será muito melhor, aumentando a resistência contra doenças e a estabilidade emocional.

 E durante a gravidez, quais são as funções da técnica? 
São muitas. Se feita pelo menos uma vez por mês, a acupuntura pode proporcionar resultados positivos em diversas funções fisiológicas. Há uma melhora nos sistemas respiratório, cardíaco, imunológico, digestório, urinário, enfim, na saúde em geral. A técnica funciona, ainda, como analgésico, anti-inflamatório e antialérgico.

Quais exemplos de problemas desse período ela ajuda a tratar?
A acupuntura é muito indicada para evitar náuseas e vômitos, comuns até o terceiro mês. Também contribui em casos de cefaleia, má digestão, gastrite, dor lombar ou abdominal, problemas na circulação, dificuldades no sono, dores de cabeça ou nas pernas, enxaqueca e rinite.

Na parte emocional, pode amenizar distúrbios, como ansiedade, estresse e, até mesmo, depressão.

Pode haver algum benefício no momento do parto?
Sim. Primeiro, porque a gestante vai estar mais preparada, tanto fisicamente quanto mentalmente, uma vez que a técnica contribui para deixá-la tranquila e relaxada. Outra contribuição será para aliviar as dores de parto, que podem ocorrer durante o período de dilatação. No caso de cesárea, as dores após a cirurgia também podem ser amenizadas.

Como a técnica ajuda mães que já passaram pela gravidez?
 A maior procura nessa fase é para tratar a depressão pós-parto. Nesses casos, é necessária a aplicação de agulhas com mais frequência, de uma a duas vezes por semana. Mas pela experiência que tive, as mães que já faziam o tratamento antes do parto dificilmente ficavam depressivas. A estabilidade emocional é muito maior com um organismo equilibrado.

A acupuntura pode substituir o uso de medicamentos?
Na maioria das vezes, sim. Se for mantida uma regularidade das sessões, de acordo com a necessidade do distúrbio que a gestante apresenta, serão grandes as chances de dispensar outras formas de tratamento. Foi o que observei em grande parte dos casos que eu tratei. Isso é ótimo, pois a gestação é um momento delicado para o uso de muitos medicamentos.

Como os benefícios podem refletir no bebê?
Com o organismo da mãe funcionando de modo estável, pode haver uma melhora na nutrição através da placenta. Além disso, as energias que ainda estão se formando dentro do pequeno também começam a ser equilibradas. Por isso, maior será a probabilidade da criança ser mais tranquila, saudável e resistente.

O recém-nascido também pode fazer acupuntura?
Pode desde os primeiros meses, mas quase não se utiliza agulha. É mais para uma manipulação geral de todas as energias. Os estímulos são feitos com carretilha, instrumentos de massagem e, sobretudo, com os dedos. O motivo é que os toques podem ser mais leves. Quanto mais jovem, maior a quantidade de energia disponível para o trabalho de equilíbrio. Por isso, a resposta é melhor e mais rápida e não são necessários estímulos muito intensos.

Aproveitem as dicas
Bjo, bjo


31 maio 2011

O perigo da automedicação em grávidas




Quem de nós não possui aquele velho hábito de estar com alguma dor, febre ou qualquer outro sintoma e se automedicar ou pedir ao bom e velho farmacêutico uma indicação do que tomar???


Em nenhum outro momento da vida a mulher fica tão tentada a correr à farmácia do que quando está grávida. Ela se sente desconfortável, os enjôos e as tonturas aparecem, o estresse aumenta e quase todas as partes do corpo incham ou doem. E os comprimidos milagrosos estão sempre ali, ao alcance da mão. Só que é exatamente nessa fase que surgem os mais fortes argumentos para ficar bem longe das drogarias. A ingestão de remédios, até mesmo os mais banais, pode causar sérias complicações à saúde do bebê. Dependendo da química e da quantidade, eles provocam hemorragias, elevam a frequência cardíaca do feto e causam até anomalias. É por isso que os médicos temem passar receitas às gravidas. E essa é a razão que leva muitas delas a optarem por suportar a dor.

Tomar remédios por conta própria é um RISCO na gestação!!! Principalmente analgésicos sem receita.

O periódico médico europeu Human Reproduction, publicou um artigo em abril/2011 que alerta que a utilização de medicamentos a base de paracetamol, ácido acetilsalicílico e ibuprofeno usados pelas grávidas para combater dores e febres pode comprometer a fertilidade de bebês do sexo masculino, isso porque de acordo com o estudo essas drogas predispõem à criptorquidia que faz com que os testículos não desçam para o saco escrotal.

No Brasil, o assunto não tem merecido tanta atenção das futuras mamães. A automedicação é um hábito para 30% das mulheres grávidas, que tomam remédios por critérios próprios sem consultar um médico.É preciso esclarecer as mulheres.

Ligado à mãe por duas artérias e uma veia – conjunto que forma o cordão umbilical – e protegido por uma camada de gordura a placenta, o feto sente os efeitos de tudo que se passa com a grávida. Como a quantidade de água que circula no corpo dobra nessa época (passa de quatro para oito litros), aumenta o espaço por onde as drogas podem ser distribuídas. Isso amplia o efeito dos medicamentos. Sem falar que o feto tem uma capacidade bem menor de metabolizar e excretar as substâncias e, assim, fica muito mais tempo com a química estranha no corpo. A polêmica sobre o uso de remédios é ainda maior porque não se fazem muitas pesquisas e, das poucas que existem, os resultados ainda são duvidosos.


Espero que este ALERTA conscientize a todas as mamães que durante a gravidez muitos dos maus hábitos, corriqueiros podem levar a um problema maior no futuro do seu bebê, pense nisso!!! 


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