31 jan 2013

Primeiros meses.


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Mamães achei este artigo no site Bolsa de mulher, eu gostei muito das dicas principalmente porque em breve passarei por com meu pequeno por alguns destes sintomas. Espero que gostem.

Bjo, bjo

Os primeiros dias após o nascimento do bebê é um período muito delicado, pois é quando ele está se adaptando ao novo ambiente e ainda está muito frágil e vulnerável. É comum que os recém-nascidos apresentem alguns problemas, e os pais devem ficar atentos aos sinais para evitar complicações no futuro.

Segundo a pediatra Dra. Raquel Quiles, é fundamental que os pais tenham um médico de confiança que faça o acompanhamento da criança durante todo seu período de desenvolvimento. “Nas consultas, o pediatra observa a criança, as reações frente a estímulos, realiza o exame clínico, indaga os pais sobre a alimentação, as condições de higiene, seu cotidiano, verifica se as vacinas estão em dia, enfim, o conjunto é sempre analisado. Por isso, o pediatra é a pessoa mais indicada para orientar os pais em relação à saúde de seus filhos no sentido amplo da palavra saúde, ou seja, no seu contexto bio-psico-sócio-cultural, sempre levando em conta todos os aspectos”, afirma.

A especialista explica que, apesar de alguns problemas serem congênitos, ou seja, existem por uma predisposição pessoal e geralmente anterior ao parto, a maior parte surge após o nascimento, devido à transformação pela qual passa a criança. Portanto, nem todos eles têm prevenção, já que são decorrentes apenas da imaturidade do organismo do bebê. “Mas muitos agravos podem ser evitados com um bom acompanhamento pediátrico, como as doenças prevenidas por vacinas”, esclarece.

Veja abaixo algumas das principais complicações apresentadas nos primeiros meses de vida das crianças, segundo a pediatra, e fique atenta aos sinais:

Icterícia neonatal
Mais comum nos primeiros 10 dias de vida.

Sintoma: a pele do bebê e a parte branca dos olhos ficam amareladas por conta do aumento do pigmento bilirrubina no sangue.
Causa: diversos fatores podem provocar a icterícia do recém-nascido. A mais comum é a própria imaturidade do organismo do bebê, que demora para metabolizar a bilirrubina. Em outros casos, o problema é causado pelo aleitamento materno, que pode reduzir a excreção intestinal do pigmento, ou pela incompatibilidade sanguínea com a mãe.

Obstrução nasal, ou “nariz entupido”
Pode ser apresentado até os dois anos de idade.

Sintoma: o bebê faz barulho ao respirar, pode sofrer incômodo ao mamar e largar o seio por não conseguir respirar direito e, às vezes, apresenta espirros. Muitas mães descrevem o barulho como ronco.
Causa: dentre outras possíveis, é a tentativa do organismo da criança de liberar as secreções nasais armazenadas nos pulmões.

Cólica do lactente
Mais comum nos bebês de um mês e meio até quatro meses.

Sintoma: crises de choro, agitação e irritabilidade. Acontecem mais comumente no final da tarde ou no início da noite.
Causa: uma das hipóteses é a ingestão de ar durante a amamentação, provocando a distensão ou contração do intestino ainda imaturo do bebê e, consequentemente, a dor da cólica.

Refluxo gastro-esofágico
Pode ser apresentado até os seis meses de vida da criança.

Sintoma: o mais comum é a volta do leite após as mamadas, o que pode acontecer em pequena ou grande quantidade. A criança também pode apresentar choro, inquietação e recusar o peito.
Causa: acontece normalmente por uma imaturidade do esfíncter esofágico inferior, válvula que impede a volta do conteúdo do estômago para o esôfago. É normal nos bebês, pois o sistema digestório só fica mais continente a partir do 5º ou 6º mês de vida.

Doença do refluxo
É mais comum do zero aos seis meses, mas pode se manifestar até os dois anos de idade.

Sintoma: mal ganho de peso, irritabilidade pós-mamadas, “vômito” e regurgitação frequente.
Causa: é um agravamento do refluxo gastro-esofágico.

Outros problemas recorrentes nas crianças são os resfriados, que podem causar coriza, espirros, tosse e febre, e a diarreia, cujos principais sintomas são fezes amolecidas ou líquidas, evacuação mais frequente do que o normal, náusea, vômito, febre e diminuição do apetite.

São graves?
Segundo a Dra. Raquel, grande parte destes problemas é comum nos primeiros meses de vida dos bebês e não apresenta grandes riscos. “A icterícia fisiológica [pelo aleitamento materno], a obstrução nasal, a cólica do lactente e o refluxo gastro-esofágico normalmente são fisiológicos, portanto esperados devido à idade do bebê e não prejudiciais”, explica.

No entanto, há alguns casos em que estas complicações apresentam riscos à criança. “A icterícia que não é provocada pelo aleitamento materno pode ser grave. O tratamento é feito através da fototerapia e requer a internação da criança. Em alguns casos, há o risco de contaminação do sistema nervoso-central pelo pigmento, o que pode levar a sequelas neurológicas”, alerta. Nos casos mais sérios, é necessário fazer transfusão de sangue.

A doença do refluxo também merece cuidados especiais, já que pode causar o ganho de peso inadequado do bebê e até simular episódios de convulsão. Porém, o tratamento deste distúrbio envolve medidas geralmente simples, como correções posturais (elevação do berço, por exemplo) e medicamentos que ajudam no esvaziamento gástrico e na motilidade gastro-intestinal, diminuindo o refluxo.

Acompanhamento médico
“Escolha o seu pediatra antes de o bebê nascer. Ele poderá ir à maternidade para orientar sobre a amamentação, tirar suas dúvidas iniciais e conhecer a família”, recomenda a especialista. Após o nascimento, a criança deve ser levada ao pediatra em até 10 dias, para que ele verifique se o aleitamento está sendo feito de maneira correta e avalie o ganho de peso, crescimento, etc.

Depois disso, no caso de uma criança saudável, ou seja, sem nenhuma complicação, as consultas de rotina devem ser feitas:
Até um ano: mensalmente
Um a dois anos: a cada dois ou três meses
Dois a quatro anos: a cada seis meses
Acima dos quatro anos: consultas anuais até o início da adolescência, quando a observação clínica deve voltar a ser feita, no mínimo, a cada seis meses.


30 jan 2013

Diário de bordo – 38º semana


Mamães hoje eu vou falar um pouco do meu finalzinho de gravidez. Como é difícil se manter calma na espera do nosso primeiro filho, não é mesmo? Porque nesta fase final a gente começa a pensar um monte de besteiras? E aquelas amigas que sempre tem um caso trágico para contar, porque escolhem justamente esta hora?

Bem cheguei na 38º semana, daqui para frente o tempo que o Bernardo permanecer é lucro, pois será basicamente para engordar, pois grande parte de todos os órgãos dele já estão formadinhos.

Como falei em um dos últimos posts estou naquela fase em que preciso visitar o obstetra toda semana para acompanhar a vitalidade do meu pequeno, dentro de mim. O mais engraçado é como a natureza é sábia, nem mais nem menos!!

Em uma das minhas últimas visitas ao médico, fiquei sabendo que o Be, está com o cordão umbilical em volta do pescoço, fiquei tão chateada. Imagina, primeiro ultrassom que fui sem o marido e ao final do exame o médico do laboratório Fleury me avisa que precisa ligar para o meu obstetra pois existe algo que precisa ser comunicado. Naquele momento meu coração disparou, a gente se enche de dúvidas, meu Deus meu pequeno ainda nem nasceu e o amor e a preocupação que sinto já são enormes.

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Bem, depois deste “anúncio” fiquei mais ansiosa do que já estava, primeiro que, por este fato acredito que o parto normal seja mais complicado, segundo porque qualquer coisa fora do habitual já nos deixa cheia de caraminholas. Será que ele vai ficar sufocado, que está mexendo menos por isso?

Desde a semana passada minhas visitas ao obstetra passaram de uma vez por semana, para duas. Esta semana fui na segunda, e os batimentos dele estavam bem calminhos, mais preocupação para a cabecinha desta mãe de primeira viagem. E a segunda farei nesta quinta depois de fazer o exame de ultrassom com doppler no Fleury… Sinceramente rezo e peço a Deus que ele venha repleto de saúde e que fique o quanto for necessário, nem mais nem menos.

De resto está tudo bem, líquido aminótico acima de 14, placenta em grau 2, circulação de fluxo sanguíneo no cordão bem onde está enrolado tb boa, mas observando e cuidando para ele estar bem.

Mamães este acabou sendo um desabafo, mas como mãe e que compartilha com suas seguidoras muitas informações e até mesmo emoções, gostaria de pedir que todas rezassem por nós.

Bjo, bjo


29 jan 2013

O que é Episiotomia


A episiotomia é um corte feito no períneo, região entre a vulva e o ânus, par ampliar o canal do parto e evitar que aconteça uma laceração irregular no local durante a passagem do bebê. A necessidade de fazê-la deve ser avaliada levando-se em conta a proporção entre cabeça do feto e a espessura do duto por onde ela irá passar. Alguns profissionais sempre realizam esse procedimento para proteger o períneo de possíveis lesões. Outros utilizam a incisão só quando consideram necessário. Caso a mulher tenha passado por isso num parto anterior, há chance sim, de ter o novo bebê sem repetir o procedimento, mas dependerá sempre da avaliação do especialista.

Vejam abaixo alguns tipos de incisão

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Como um procedimento muito utilizado nos tempos de hoje principalmente para preservar a estrutura da mulher, vale lembrar que este procedimento pode ser indolor e a paciente usar mão de anestesia.

Bjo, bjo

 

Fonte: Claudia Bebê

 


28 jan 2013

Infecção urinária


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As infecções urinárias ão as principais causas de trabalho de parto prematuro. Podem ser desencadeadas por vários fatores como baixa na imunidade e alterações hormonais características desta fase. Elas podem fazer com que haja glicose na urina da gestante, o que cria um ambiente propício para a proliferação de bactérias. A presença da progesterona, o hormônio da gravidez, faz com que o uréter fique mais dilatado, acumulando mais urina na região e facilitando a contaminação por microrganismos  Não há muito como evitar o problema, mas tomar bastante líquido e fazer exames frequentes durante esta fase é muito importante para prevenir que se tenha consequência mais graves, pois durante essa época a infecção urinária não provoca dor.

Boa sorte,

Bjo, bjo

Fonte: Claudia Bebê


24 jan 2013

Seu bebê, chegou – E agora o que fazer?


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Passaram-se os 3 dias de maternidade e chegou a hora de ir para casa com seu pequeno. De cara a insegurança e certo medo tomam conta de cada uma de nós e um monte de perguntas nos vem à mente, será que vamos saber cuidar bem de nosso bebê,será que daremos conta, faremos correto???

Para ajudar as mamães com algumas questões o Blog trará algumas dicas que poderão ser bem úteis.

Alimentação - O leite materno é o alimento IDEAL para o lactente e nenhum leite industrializado é capaz de substituí-lo. O aleitamento materno traz vantagens para mãe e para o filho. Para o bebê, o leite materno é o alimento mais corretamente balanceado (quantia adequada de gorduras, proteínas, carboidratos), protege a criança contra infecções, obesidade e alergias e estreita a relação mãe/filho. Para a mãe, a amamentação promove contração uterina, fazendo com que o útero volte ao seu tamanho mais rapidamente. O horário de mamada é livre (aproximadamente a cada duas ou três horas). Atenção: não dê chá ou água, num primeiro momento, pois o leite materno contém a quantidade necessária de líquido para o recém-nascido.

Esvazie bem uma mama antes de passar para a outra. Procure dar pelo menos 15 a 20 minutos em cada peito, já que o leite com maior conteúdo de gordura, que sacia e é essencial para o crescimento do bebê, só desce após esse tempo.

Não deite o bebê logo após a mamada, isso pode fazer com que ele regurgite uma grande quantidade de leite. Lembre-se de coloca-lo sempre para arrotar.

Banho – Evite usar sabonetes ou shampoos muito perfumados. Dê preferência ao sabonete neutro de glicerina. Não use loções ou colônias após o banho.

Umbigo – dê o banho normalmente, mesmo que não tenha caído o coto umbilical. Lembre-se apenas de secá-lo bem e passar álcool 70% até que caia.

Roupas - Evite roupas de lã, mesmo aquelas intituladas antialérgicas. Dê preferência às roupinhas de algodão, plush e atoalhadas. Lave-as com sabão testados dermatologicamente, os de coco são os mais utilizados por não ter um cheiro forte, mas eu usei o BABY SOFT que tem um cheirinho delicioso e não possui nenhuma contraindicação.

Banho de sol – é importante para a incorporação do cálcio ao osso. O ideal é tomar banho de sol por 10 a15 minutos, antes das 10h ou após as 16h. Não se esqueça de proteger os olhos de seu bebê. O banho de sol pode ainda ser terapêutico e prescrito pelo médico no caso de icterícia fisiológica*, acelerando o desaparecimento da mesma.

Vacinas – a maioria das maternidades atualmente já aplica a vacina BCG (para prevenção da tuberculose) e a primeira dose da hepatite B. Cheque se o seu bebê foi realmente vacinado, caso contrário, procure um posto de saúde ou uma clínica de vacinação para aplicar as vacinas nos primeiros dias de vida.

 

O impacto da chegada de seu “presentinho” em casa está passando e agora você já está conseguindo se reorganizar, adaptando-se ao seu novo e maravilhoso momento de vida. Agora vamos falar um pouco do crescimento e desenvolvimento de seu bebê, que vai te surpreender a cada dia que passa.

Peso: O peso médio ao nascer está em torno de 3Kg. Nos primeiros dias de vida, pode haver uma perda de até 10% de peso do nascimento, que se recupera até o 10º dia de vida. Existe um cálculo simplificado para você saber se o seu bebê está com ganho adequado de peso:

-1º trimestre de vida: o bebê ganha em torno de 25 a 30 gramas/dia, o que corresponde a aproximadamente 900 g/mês.

-2º trimestre: 20 g/dia ou aproximadamente 600g/mês.

-3º trimestre: 15 g/dia ou aproximadamente 450 g/mês.

-4º trimestre: 10 g/dia ou aproximadamente 300 g/mês.

Estatura: A  média de altura ao nascimento é de 50 cm. No primeiro semestre, o bebê cresce cerca de 15 cm. No segundo semestre, cresce em torno de 10 cm. Ou seja, com 1 aninho esperamos que o bebê tenha aproximadamente 75 cm. Entre 1 e 3 anos a criança cresce em média 10 cm/ano.

Desenvolvimento visual: No recém-nascido, os movimentos dos olhos são desordenados e podem ocorrer momentos de estrabismo até o 6º mês de vida. Outra curiosidade que a maioria dos pais tem é em relação à cor dos olhos, que se define em torno do 6º mês de vida.

Em relação ao desenvolvimento global de seu filho, é muito importante fazer um acompanhamento médico preventivo (puericultura) mensal. Tenha um caderno sempre à mão para anotar as dúvidas do dia-a-dia e não se esqueça de levá-lo ao pediatra, para que o mesmo a oriente.

Boa sorte ;)

Bjo, bjo

 

Fonte: http://bebe.bolsademulher.com/

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