08 dez 2014

Johnson & Johnson traz Desitin para o Brasil


Mamães semana passada estive no evento de lançamento da Desitin aqui no Brasil, esta notícia não poderia ser melhor, não é mesmo, agora vamos economizar bastante no peso das malas quando formos para os Estados Unidos.

Leia abaixo o release, inclusive com os preços sugeridos para venda das bisnagas, inicialmente, eles só comercializarão este modelo, aqueles potes de meio e 1KG ainda não viream, quem sabe em breve.

Bjo, bjo

DESITIN 113g - baixa resolucao

As mães brasileiras já podem ter acesso ao creme de prevenção de assaduras que é a escolha número 1 de mães e pediatras nos EUA: DESITIN®, da Johnson & Johnson.

O produto chega às prateleiras brasileiras com diferenciais em sua fórmula: enriquecida com vitaminas e aloe vera, hidrata a pele do bebê e forma uma fina e resistente película que ajuda a prevenir as assaduras, ao mesmo tempo em que deixa a pele respirar. Possui uma textura ultraleve que facilita a aplicação e a remoção.

“DESITIN® é um produto muito pedido pelas mães brasileiras, exigentes e atenciosas nos cuidados diários com os bebês, principalmente, quando trata-se de assaduras. Era muito comum escutarmos que elas traziam o produto do exterior por considerarem essa a melhor opção. Enxergarmos como excelente oportunidade para a Johnson & Johnson investir em um produto já reconhecido por sua fórmula diferenciada e pelos seus benefícios”, conta Fernando Guerra, diretor de Marketing de DESITIN®.

DESITIN® é ideal para ser usado em todas as trocas de fralda, para prevenção das assaduras, e chega ao Brasil em duas apresentações: 57g e 113g. Conheça as principais características:

  • Ultraproteção contra assaduras
  • Hidrata para a pele
  • Textura ultraleve, fácil de aplicar e remover
  • Formulação avançada, com vitaminas e aloe vera
  • Não oleosa e não grudenta
  • Cheirinho suave
  • Hipoalergênico
  • Dermatologicamente testado

A fórmula de DESITIN® foi criada inicialmente em 1919 e lançada nos EUA em 1945, onde logo chamou atenção pela enorme aceitação do público. Hoje, DESITIN® é comercializado em 11 países, sendo líder de mercado nos EUA, com aprovação global, conquistada principalmente pela ultraproteção da pele do bebê, gerada com segurança, eficiência e suavidade.

Preços sugeridos:

R$ 18,56 (57g)

R$ 29,44 (113g)

 A importância de um creme contra assaduras

A pele da região das fraldas fica constantemente suscetível às irritações ou infecções. O contato permanente com fezes e xixi, agravado pela oclusão provocada pela fralda, altera o pH da pele e fragiliza a barreira cutânea. Como consequência, a assadura é o problema mais comum em bebês com até dois anos. É por isso que 89% dos pediatras* recomenda o uso do creme contra assaduras como um hábito diário. Essa não é uma preocupação exclusiva dos médicos. Ao trocar a fralda dos filhos, as mães têm como principal preocupação prevenir assaduras.  Pesquisa feita pela Babycenter Diapering Experience Research, em 2013, sobre os hábitos de higiene com bebês, traz uma conclusão interessante: associa-se pele saudável do bebê à autoestima das mulheres enquanto mães. Ou seja, há o entendimento, dentre as entrevistadas, de que se a região da fralda do filho está sem irritações, a mãe desse bebê está “aprovada” na desafiadora missão de cuidar de uma criança pequena.

 Hábitos diários das mães com os bebês

Pesquisa encomendada pela J&J, em 2013, sobre creme contra assaduras entrevistou 738 mulheres, com mais de 18 anos e filhos até 3 anos. Confira!

– Em média, a troca de fraldas acontece 5 vezes ao dia

– 94% das entrevistadas usam cremes ou pomadas para assaduras

– 88% utilizam lenços ou toalhinhas umedecidas

– 67 % das mães se preocupam em prevenir assaduras

– 66% das mães tem como foco principal a remoção de toda a sujeira da área das fraldas

– 84% usa produtos para prevenir as assaduras

– 18% utiliza cremes ou pomadas para tratar as assaduras

 

Fontes: U&A 2010 / Alcott  U&A 2013 / Babycenter Diapering Experience Research (Fevereiro de 2013) / HCP Tracking 20


27 nov 2014

O que é TDAH?


 

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O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

 1. O transtorno é caracterizado por até 18 sintomas, que incluem desatenção, hiperatividade e impulsividade, levando a prejuízos nos âmbitos familiar, escolar e social. As manifestações clínicas podem começar antes dos 5 anos, mas se confundem com a agitação e a insubordinação compatíveis com a idade pré-escolar. A maioria das crianças abandona essas características quando cresce um pouco e é por isso que o diagnóstico não pode ser feito antes disso.

2. O grau de agitação se torna um sintoma quando passa a ser muito mais intenso, em comparação às crianças da mesma idade.

3. O comportamento deve ser observado em vários ambientes, como em casa e na escola. Se a criança apresentá-lo apenas em um ambiente, é necessário checar se ocorre alguma alteração na dinâmica familiar ou na sala de aula.

4. Em casa, observe se o seu filho parece não ouvir quando falam com ele, se mexe com as mãos ou pés ou se remexe o tempo todo na cadeira, se corre de um lado para outro ou sobe onde não deve com frequência, se não presta atenção em detalhes ou, por descuido, erra nas tarefas escolares, e se responde logo a uma pergunta que nem acabou de ser feita. E, claro, não tire conclusões precipitadas: a avaliação só pode ser feita por profissionais qualificados, com base em uma série de fatores.

O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.
Quais são os sintomas de TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

1) Desatenção

2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como “avoadas”, “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (“colocam os carros na frente dos bois”). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.
Quais são as causas do TDAH?
Já existem inúmeros estudos em todo o mundo – inclusive no Brasil – demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.
A) Hereditariedade:
Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo “desatento” ou “hiperativo” simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc…). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz “concordantes”) do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único “gene do TDAH”. Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.

B) Substâncias ingeridas na gravidez:
Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.

C) Sofrimento fetal:
Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.

D) Exposição a chumbo:
Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.

E) Problemas Familiares:
Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.


26 nov 2014

Cinco itens que toda mãe precisa levar para a maternidade


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Mamães, muitas de nós na hora de irmos para a maternidade, ficamos na maior correria e acabamos esquecendo de levar alguns itens que são muito importantes, recebi este texto de um especialista em produtos infantis e acredito que possa ajudar muitas das futuras mamães.

Lavar e passar as roupinhas minúsculas. Comprar os móveis e decorar o quarto. Todos esses momentos são inesquecíveis para as mães que estão esperando a chegada do filho. Mas preparar as malas para levar à maternidade é um dos momentos mais prazerosos e intensos da gravidez.

A ansiedade de ver o rostinho do bebê é tanta, que muitas vezes as mães acabam esquecendo algum item. Por isso, Amanda Teixeira, especialista no desenvolvimento de produtos da Tutti Baby, empresa que fabrica artigos infantis, listou cinco objetos que podem acabar esquecidos, mas que são essenciais para esse momento. Confira as dicas:

Documentos: carteira de identidade, cartão do plano de saúde, caderneta do pré-natal e documentos pessoais são fundamentais para fazer a internação. O acompanhante também deve ter os documentos em mãos.

Câmera fotográfica e filmadora: esse é o momento mais especial e comovente da vida dos pais. Por isso, não se esqueça dos aparelhos para registrar o parto e todos os primeiros contatos da mãe com o bebê e a emoção do papai.

Tesourinha para unhas: muitos bebês já nascem com as unhas compridas. E para não correr o risco de arranhar a pele delicada, o recomendado é ter uma tesourinha específica para cortar as unhas já na maternidade.

Lista prévia de pessoas que devem ser avisadas: são muitos detalhes e a emoção é tanta, que a família pode se esquecer de avisar aquela pessoa especial que o bebê já nasceu. Por isso, faça uma lista das pessoas que precisam ser avisadas e peça para o seu marido ou algum familiar informar.


25 nov 2014

Alimentação


Brócolis, abobrinha, rúcula, espinafre, cenoura, tomate, beterraba e muito mais. Em um país com tanta variedade de frutas, verduras e legumes, parece impossível imaginar que seu filho não goste de – quase – nenhum deles. Mas é só oferecer a colher com algo verde ou colorido para ele se negar a comer. E parece que não há nada que o faça mudar de ideia.

Saiba como substituir alimentos de que seu filho não gosta

Calma! Isso não acontece só aí na sua casa, mas é possível virar o jogo. Uma revisão de 11 estudos publicados na revista científica Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, comprovou – mais uma vez- que as preferências alimentares, sobretudo no que se refere a frutas e legumes ou bebidas doces, definidas durante os primeiros dois anos são duradouras. Ou seja, é uma janela de oportunidade incrível para você oferecer alimentos saudáveis ao seu filho e garantir que ele tenha uma alimentação equilibrada durante toda a vida.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram as dietas de 1.500 crianças de 6 anos comparando seus padrões alimentares com aqueles observados em outro estudo que acompanhou as mesmas crianças durante o primeiro ano. De acordo com a pediatra Kelley Scanlon, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças da Academia Americana de Pediatria e uma das autoras da pesquisa, foi possível perceber que as crianças que consumiam poucas frutas e legumes quando bebês permaneceram com o mau hábito até os 6 anos.

Parece fácil mudar esse cenário, mas você sabe bem que na prática não é bem assim. O segredo é ter paciência e insistir. “Crianças podem demorar até 7 dias para se acostumar com o novo sabor de um alimento. Em geral, os pais oferecem o alimento, no máximo, três vezes e desistem”, explica o nutrólogo pediátrico Artur Delgado

Portanto, se você ofereceu abobrinha refogada ao seu filho e ele recusou, ofereça no dia seguinte o mesmo alimento assado. Se ele recusar novamente, faça o mesmo nos próximos dias variando o preparo. Pode ser cru, em formato de purê, como bolinho, na sopa… Provavelmente ele vai se acostumar com o gosto e aceitar o alimento. Mas, se ao longo dos sete dias, seu filho se recusar a comer, pode ser sinal de que ele realmente não gosta daquilo. “É claro que os pais podem voltar a oferecer o legume mais adiante, mas já sabendo que a recusa foi total anteriormente”, alerta Delgado. Ou seja, não precisa insistir tanto dessa vez, OK?

Outro ponto fundamental na conquista do paladar do seu filho é dar o exemplo. “A partir dos 10 meses, a criança já tem uma percepção do ambiente mais definitiva. Ela percebe a estrutura do alimento e as pessoas comendo ao seu redor”, explica Delgado. É por isso que fazer as refeições com a família toda sentada à mesa e comendo, claro, a mesma comida é um incentivo e tanto para seu filho comer bem. Torne esse momento agradável, quase divertido, de forma que a comida seja vista como prazer.

Nem precisamos dizer sobre ligar a TV e outras telas durante as refeições. Elas até podem fazer seu filho comer, mas dessa forma a criança não está prestando atenção ao sabor do alimento. Está apenas engolindo a comida enquanto está entretida com outras coisas, ou seja, não está aprendendo a comer, que é o objetivo principal.

pais

 

Fonte: Revista Crescer


05 nov 2014

Vem chegando o verão…


AAA

É chegada a época mais esperada do ano. Praia, piscina, sol, calor e muita diversão. As atividades ao ar livre são estimuladas. Pessoas passam cada vez mais tempo embaixo do sol. Aí surgem diversos problemas, não somente com relação à pele como também com relação à saúde como um todo.

Precisamos ter cuidado com o corpo e com o bem estar o ano inteiro. No entanto, durante o verão e o inverno a atenção deve ser ainda maior. Estes períodos são críticos e famosos por levar a transtornos de saúde. Entretanto, ficar protegido é muito fácil.

O aquecimento global tem feito com que as temperaturas atinjam níveis até então nunca sentidos. A exposição solar é talvez um dos fatores mais preocupantes. Além disto, a baixa umidade faz com que nos desidratemos mais rápido. Bebês e crianças merecem atenção redobrada e alimentos estragam sem percebermos, deixando-nos vulneráveis a intoxicações alimentares.

É, verão não é só diversão. Ter cautela é imprescindível. Portanto, chegada esta época considere tomar algumas atitudes para proteger a sua saúde e a saúde da sua família. Não basta passar apenas protetor solar. Uma série de outras medidas necessita ser tomada. Informação é tudo, portanto, leia atentamente o que vem a seguir.

Dicas de saúde para o verão

As mais importantes dicas de saúde para o verão envolvem hidratação, alimentação, cuidados com o sol e com a praia em geral. Manter o compor bem nutrido nesta época é fundamental, daí o destaque para a hidratação e para a alimentação.

Os riscos trazidos pelos raios solares já é de conhecimento de todos. Eles provocam o câncer de pele, envelhecem, ressecam e causam manchas. Além disto, é preciso também ter atenção ao estado da praia que você irá frequentar. Uma série de doenças é transmitida através do contato com a areia, com água e com animais, portanto, tenha cuidado.

Mantenha-se hidratado

Nos dias mais quentes perdemos uma quantidade maior de líquidos e de minerais, pois a temperatura corporal fica alta e transpiramos excessivamente. Devido a esta perda é preciso trabalhar na recuperação, principalmente através do consumo de água.

A sede é um sinal de que o organismo está desidratado, portanto, nunca desconsidere este aviso. Beber água com frequência é fundamental no verão. Adquira o hábito de levar uma garrafinha para aonde for. Beba água fresca e em pequenas quantidades.

As frutas também são muito importantes nesta luta, já que são alimentos ricos em minerais e em água, assim como as verduras e os legumes. A água de coco pode e deve entrar na jogada. Sucos de frutas e chás auxiliam da mesma forma na hidratação. No entanto, não adicione açúcar e opte pelos chás descafeínados ou de ervas.

Para tornar a ingestão da água ainda mais prazerosa existem alguns artifícios. A água por si só já é uma delícia e não engorda. Adicionando hortelã ou cascas de limão siciliano no líquido fica ainda mais gostoso. Portanto, não se esqueça: não tem melhor aliado de homens e de mulheres do que a água. Pode consumir à vontade, pois faz muito bem.

Cuide da alimentação

É fundamental ficar atento ao que comemos, seja no verão, no inverno, no outono ou na primavera. Nosso corpo é o que temos de mais precioso e precisaremos dele para a vida inteira, por isto, cuide bem do que é seu.

Durante o verão é preciso ainda mais atenção à alimentação. As altas temperaturas fazem os alimentos estragarem facilmente. Além disto, o ambiente se torna propício para a proliferação de fungos e de bactérias, causadores de uma série de doenças.

Dê preferência a frutas e saladas, já que estes itens podem ser consumidos na hora e são de fácil preservação. Evite comidas muito quentes e apimentadas, assim como frituras ou doces. As frutas, os legumes, as verduras e as saladas são ricos em fibras e ajudam o intestino a funcionar melhor. Desta forma a barriguinha vai estar sempre sarada. Nada de inchaço nesta hora.

Evitar bebidas alcóolicas também é importante, pois estes líquidos favorecem a desidratação. Ninguém quer passar o verão de cama, quer? Portanto, coma e beba coisas que te façam bem. O corpo agradece.

Proteja a pele

É sabido por todos que o sol causa câncer de pele. Além disto, os raios solares provocam o envelhecimento precoce, manchas, queimaduras, alterações de cores e ressecamento.

Não se deve permanecer sem proteção exposto ao sol no horário que vai das 10 horas da manhã às 16 horas da tarde. O uso do protetor solar é fundamental, pois os raios incidem constantemente na Terra, com mais intensidade neste período.

Faça uso de bonés, chapéus e do que puder para se proteger. As barracas e o guarda-sol não impedem totalmente a penetração dos raios, portanto, mesmo estando debaixo destes ainda assim faça uso de protetor. Este deve ser reaplicado a cada duas horas no mínimo. Pessoas com pele mais clara devem utilizar protetores com maior fator. O cálculo a ser feito é o seguinte: usando um com fator 10 significa que você irá queimar em um tempo 10 vezes maior o que queimaria sem o uso do mesmo. Fique atento a esta dica.

Mantenha-se longe das doenças de verão

Algumas doenças são consideradas de verão por surgirem com mais frequência nesta época do ano, por isto é importante o cuidado com a praia em geral. Apesar dos cachorrinhos serem lindos e fofos, eles devem ficar longe da areia. Uma série de microrganismos não age nestes animais, no entanto, quando eles os liberam na areia entram em contato com os seres humanos, provocando estragos consideráveis.

Procure praias limpas e livres de animais. Micoses também são facilmente transmitidas nesta época do ano, devido à transpiração e ao calor. Frequente locais arejados e evite amontoados de pessoas. Não use duchas públicas sem chinelos e fique de olho na higiene da barraquinha em que você irá comer. Intoxicações alimentares são muito comuns neste período. Estas são algumas dicas para quem deseja passar o verão longe de complicações. Cuidar da saúde é simples, fácil e fundamental.

 

Fonte:  www.saudemedicina.com (Julia Muller)

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