24 out 2016

Exercícios físicos durante a gravidez


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Exercícios físicos durante a gravidez são essenciais para o bem-estar e a saúde da mãe. Entre os benefícios está o controle do ganho de peso e o relaxamento do corpo e da mente. Eu fiz exercícios durante toda a minha gravidez e confesso que fez com que eu me sentisse muito bem, além de eu acreditar que fez um bem enorme ao desenvolvimento do meu pequeno Be.

Confira algumas dicas para cuidar da saúde durante a gestação

Apesar dos benefícios, é preciso ter certeza do bom condicionamento físico antes de partir para a academia. Obstetras  não recomendam a mudança de atividades após a gravidez. Se a grávida pratica musculação há anos e foi liberada pelo médico, não há motivo para optar pelo pilates, por exemplo. O ideal é que ela pratique uma atividade prazerosa, com a qual seu organismo já está acostumado.

Grávidas sedentárias exigem maior atenção

Gestantes que nunca praticaram nenhum tipo de exercício físico devem começar aos poucos. Elas podem fazer atividades aeróbicas, como pedalar e caminhar, mas também recomenda-se musculação, que vai trabalhar os músculos mais exigidos pela gravidez, melhorando a postura e diminuindo dores nas costas. – Alguns obstetras só liberam as atividades físicas após a 12ª semana, período com mais risco de abortamento”.

Veja alguns exercícios recomendados

Hidroginástica

Hidroginástica é o exercício mais indicado pelos médicos para as grávidas. De acordo com Luciana Flor, a água traz conforto para as gestantes. “Na água elas não sentem o peso da barriga, o que aumenta a segurança para praticar exercícios”, diz a professora. Ela explica que o water relax, espécie de aula de alongamento dentro d’água, também é muito bem-vinda para as gestantes, já que melhora a circulação e diminui inchaços.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 50 grávidas mostrou que a hidroginástica pode ajudar a diminuir as dores no parto, já que apenas 27% das pesquisadas que praticavam exercícios na água solicitou algum tipo de analgésico para dor durante as contrações.

Caminhada

A caminhada está entre as atividades mais democráticas, já que não é necessário estar matriculada em uma academia para praticá-la.

“Após a liberação do obstetra, em geral, a gestante pode praticar exercícios físicos durante uma hora por dia, até 5 vezes por semana. O mais importante é respeitar a frequência cardíaca, que não deve ultrapassar 140bpm. Isso significa que é possível conversar com tranquilidade durante a caminhada.”, diz a professora de educação física Mariana Furtado, do Espaço Bella Gestante.

Musculação

A musculação não é contraindicada para gestantes. Bem orientada, fortalece os músculos, melhora a postura e diminui as dores nas costas, provenientes do peso da barriga. “Na musculação é possível trabalhar cada grupamento muscular de forma segura. Gestantes que nunca praticaram exercícios devem começar aos poucos, com 15, 20 minutos, avançando aos poucos. O ideal, sempre, é conciliar o trabalho muscular com atividades aeróbicas, como caminhada, hidroginástica e bicicleta ergométrica”, diz Luciana Flor.

Pilates

O exercício utiliza o próprio peso corporal para trabalhar diferentes grupamentos musculares. Apesar de parecer ser um exercício leve, o pilates não é indicado para todas as gestantes. “O pilates melhora a postura, evita dores lombares e fortalece os músculos das costas, preparando para o peso da barriga, mas só recomendamos para quem já praticava antes da gravidez. No pilates a gestante trabalhará o tempo todo com o abdômen contraído, o que pode gerar estresse desnecessário para quem nunca praticou”. Ou seja, quem deseja aproveitar os benefícios do pilates deve começar bem antes da gravidez. (blogpilates.com.br)

Yoga

A yoga trabalha corpo e mente, ajudando no relaxamento da gestante.  Assim como o pilates, a yoga trabalha o abdômen e só é recomendo para aquelas que praticavam antes da gravidez. Com o passar das semanas e o crescimento da barriga, ficará mais difícil fazer determinadas posturas, mas as academias já contam com programas específicos para gestantes.


15 mar 2016

Como não descontar as emoções na comida


Mamães, quanto tempo eu não aprecia por aqui, me desculpem, mas não está fácil minha vida de mamãe, trabalho e blogueira… Infelizmente este meu hobby tem perdido cada vez mais espaço para o tempo livre que tenho ser dedicado apenas ao Bernardo e não dividir este tempinho com mais nada!!

Recebi um artigo do site Babycenter, super interessante, até porque se aplica não só a fase da gravidez, basta termos algum stress que garanto que mais de 80% das mulheres assim como eu desconta na comida, e aqui vocês poderão encontrar dicas que ajudam a minimizar estes prejuízos.

Vamos ver se eu fico mais presente, saudades de vc´s…

Bjo, bjo

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“…Quando está feliz, você comemora com um docinho, mesmo que ele não seja nem tão maravilhoso assim? Devora um pacote de batatinhas ou um pote de sorvete quando está estressada ou deprimida? Se você faz isso, há chances de que você tenha uma relação emocional com a comida.

Quase todo mundo usa a comida para domar os sentimentos. Aprendemos antes mesmo de aprender a falar, já que a reação mais comum ao choro do bebê é dar comida. Assim, desde muito cedo, a comida se transforma em um mecanismo de conforto psicológico.

Existem alimentos que realmente provocam a sensação de bem estar, ao ativar neurotransmissores que atuam no cérebro.

O problema é que o cérebro leva cerca de 20 minutos para perceber que seu estômago já está cheio. E, nesse intervalo, o que começou como sensação de bem estar pode muito bem terminar com uma sensação de estufamento, indigestão e fadiga mental.

É o que acontece quando, no entusiasmo da emoção, você devora três fatias daquele bolo de chocolate delicioso que lembra a sua infância, e depois só de pensar nele tem vontade de vomitar.

Faça um diário do que come e do que sente

Comer pode até distrair você das preocupações, mas só funciona naquela hora. Os problemas voltam, e vão continuar incomodando você enquanto não encontrar um modo mais permanente de lidar com eles.

Para quebrar esse círculo vicioso, você precisa identificar quais emoções mais ativam sua gula. Experimente, por alguns dias, anotar tudo que comeu e o que estava sentindo antes, durante e depois de comer. Você estava mesmo com fome ou apenas com tédio? Estava contente ou triste?

Depois de alguns dias fazendo isso, você terá uma boa ideia de quais sentimentos e emoções mandam você direto para a geladeira ou para a lanchonete. Escrever também ajuda você a ter um tempinho para pensar se está mesmo com fome ou se está só buscando conforto.

 

Como prevenir a compulsão alimentar

Uma estratégia para tentar impedir os ataques de gula é dividir as refeições de forma a comer seis vezes por dia. Assim fica mais fácil se segurar até a próxima refeição.

Outra dica é procurar se distrair se mexendo em vez de comendo. Um estudo com pessoas acostumadas a beliscar durante o dia demonstrou que aquelas se levantaram e caminharam por cinco minutos nos momentos de “fissura” por comer foram menos propensas a comer chocolate se comparados com aquelas que permaneceram sentadas em suas mesas.

Segundo especialistas, caminhar ajuda a elevar o nível de serotonina no corpo e deixa a pessoa menos ansiosa.

Preste atenção às atividades que dão um alívio rápido ao seu estresse e que não estejam relacionadas a comer. Pode ser brincar 5 minutos com o cachorro, assistir a um vídeo antigo e fofo do seu filho, ouvir uma das suas músicas favoritas, fazer um exercício de meditação ou alongamento e até ler um artigo interessante ou escrever para uma amiga.

A ideia é tentar retreinar o cérebro a satisfazer suas necessidades sem comida.

Estratégias para combater a compulsão alimentar

  • Antes de colocar qualquer coisa na boca, anote. Só isso já fará que você vá mais devagar e pense se realmente está com fome.
  • Use tigelas e pratos pequenos.
  • Compre alimentos em porções menores. Por exemplo, em vez de um pote de sorvete, compre a porção individual.
  • Nunca coma direto da embalagem original. Dê-se o trabalho de pegar uma pequena quantidade e servir num pratinho. Aproveite e guarde o pacote bem guardado, antes de começar a comer.
  • Sempre guarde os alimentos tentadores fora da vista ou em lugares mais chatos de pegar (como na prateleira mais alta).
  • Não coma doces de estômago vazio.
  • Não traga guloseimas para casa. Prefira sair para comprá-la e consuma-a no mesmo lugar onde comprar.
  • Congele sobras imediatamente. Se sobrou uma pizza quase inteira, embale bem e guarde no freezer. Assim vai dar mais trabalho para descongelar e você não sente que “precisa” comer a sobra para não desperdiçar.
  • Escolha uma guloseima que realmente satisfaça você em pequenas quantidades (dois quadradinhos daquele chocolate delicioso, por exemplo). Quando a vontade aparecer, coma a quantidade permitida logo, em vez de ficar se segurando. Dessa maneira você pode evitar a sensação de “chutar o balde” e devorar tudo.
  • Deixe a geladeira e o armário estocados com lanchinhos saudáveis e gostosos, como frutas frescas e castanhas.”

fonte: Babycenter Brasil


14 jan 2015

Filho e mãe: ele com os olhos dela e ela com os genes dele


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Não é preciso de muita observação científica e apurada para perceber na natureza humana um padrão muito interessante: a ligação entre mãe e filho. Isso se desenvolve tipicamente durante o processo da gravidez, do parto e da amamentação. Além disso, a ligação pode se dar em questões de segundos, minutos, horas, dias ou mais. É claro que essa ligação afetiva também pode ser desenvolvida para filhos não sanguíneos como no caso de uma adoção, ou com o pai da criança. No entanto, quero salientar neste texto um pouco do primeiro caso, no qual a ligação afetiva é combinada a trocas de substâncias químicas que podem alterar o organismo da mãe e do bebê irreversivelmente.

A ligação da mãe com a sua cria é muito importante para um desenvolvimento adequado da prole. Alguns trabalhos mostram que durante a gravidez a mãe produz a ocitocina (hormônio do amor e do apego) e, após o parto, a concentração desse hormônio pode predizer o nível de ligação mãe-filho. Além disso, existem inúmeros trabalhos na literatura científica estudando como a separação ou privação materna podem afetar o desenvolvimento infantil ou mesmo fatores neurobiológicos/comportamentais na vida adulta de um indivíduo. Se você quiser saber mais sobre separação materna procure ler sobre o trabalho do psiquiatra e psicanalista, Edward John Mostyn Bowlby. Além disso, indico uma revisão recente Open Source (revista aberta a qualquer pessoa, cientista ou leigo, interessado no artigo científico) que analisa a atividade de diferentes regiões cerebrais de roedores separados ou não de suas mães. Também fica a dica do trabalho de um amigo meu, Dr. Carlos Eduardo Neves Girardi, publicado em 2014 também em uma revista Open Source, sobre como o estresse neonatal pode alterar fatores afetivos associados a comportamentos esquizofrênicos em ratos.

DNA

O cérebro de uma grávida é um mistério para a ciência. A maioria das grávidas muda o comportamento, a postura, o equilíbrio, os cuidados consigo mesma de maneiras extremas e quase que instantaneamente. E com certeza tudo isso é comandado pelo cérebro. O bombardeio de hormônios de uma situação fisiológica tão importante faz com que a mãe se transforme em uma máquina a disposição do feto. Há muitos e muitos anos sabemos que existe uma troca constante de nutrientes pela placenta e é dessa forma que a mãe alimenta o feto durante a gravidez. No entanto, já se sabe que também existe troca de material genético entre mãe e feto.

Considerando todo um novo modelo teórico e científico do estudo do cérebro de uma grávida, foi mostrado que o DNA exclusivo do genoma masculino pode persistir no cérebro da mãe por toda a vida (um dos trabalhos que achei interessante é esse aqui). Como se a gestação de um feto masculino deixasse uma marca eterna no cérebro da mãe. O impacto biológico desse DNA na mãe ainda não é claro, porém o estudo mostrou que existe uma relação entre o número de gestações de fetos masculinos e o aparecimento da Doença de Alzheimer: aparentemente mulheres com mais DNA masculinos em seus cérebros tem menor predisposição de sofrer da Doença de Alzheimer. Os pesquisadores dizem que talvez esse DNA do filho possa ajudar a proteger a mãe do desenvolvimento da doença. Claro que isso ainda é uma suposição, muitos estudos científicos devem ainda ser realizados para se comprovar se essa relação pode ter realmente uma causalidade. Aguardem os próximos capítulos da ciência ou se joguem a pesquisar essa temática tão interessante.

Vocês devem se perguntar por que dentre tantos assuntos científicos para tratar no Prisma, eu escolhi esse. Bom, diversos são os motivos que me levam à escolha de um tema para os meus posts, mas particularmente para o presente texto a história é interessante. No laboratório que trabalho no NIH estava encontrando algo muito esquisito em alguns animais transgênicos. Para resumir, esses animais expressam um proteína fluorescente no DNA que pode ser observada, com os devidos aparelhos, pela coloração das orelhas e patas dos camundongos. Uma pesquisadora do laboratório notou que uma fêmea que não deveria expressar essa fluorescência passou a expressá-la após a gestação que deu cria a camundongos com ou sem a proteína fluorescente. Achamos estranho demais e começamos a pesquisar. Com uma mente bem aberta a pesquisadora apresentou para o grupo os artigos sobre o transporte de carga genética entre o embrião e a mãe. Agora essa explicação parece óbvia mas na época que tínhamos o problema, não era.

O que quero ressaltar aqui é que no mundo científico as vezes as respostas para os resultados obtidos não estão só naquela literatura fortemente associada ao seu trabalho. Abra sua mente e leia. Leia mais sobre outros assuntos que não somente o seu. No meu mundo da neurociência básica, uma mãe e seu bebê tiveram mais a me ensinar do que eu imaginava.

 

Fonte: https://prismacientifico.wordpress.com/2015/01/11/filho-e-mae-ele-com-os-olhos-dela-e-ela-com-os-genes-dele/


06 nov 2014

São Paulo inicia vacinação de mulheres grávidas contra tétano, difteria e coqueluche


 

AA

 

 

Mamães leiam o post abaixo, principalmente as mamães que estão grávidas, MUITO IMPORTANTE!!!

 

 

A partir da próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá iniciar, em todos os municípios do Estado, a vacinação “2 em 1” para grávidas entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.

A nova vacina acelular, que passa a compor o calendário SUS (Sistema Único de Saúde), além de proteger grávidas e fetos contra difteria e tétano, também imunizará contra a coqueluche, doença que apresenta um alto índice de letalidade, principalmente em crianças com até dois meses de vida.

A inclusão da coqueluche no esquema de vacinação de gestantes visa imunizá-las tanto para diminuir a transmissão da doença para o lactente quanto para oferecer proteção indireta nos primeiros meses de vida, quando a criança ainda não teve a oportunidade de completar o esquema de três doses da vacina recomendado pela rede pública de saúde.

No calendário do SUS, a vacina com o componente pertussis de células inteiras já é oferecida para as crianças de até seis anos de idade. A primeira dose deve ser recebida aos dois, a segunda aos quatro e a terceira aos seis meses de idade.

A nova vacina acelular será produzida pelo Instituto Butantan graças a um acordo para transferência de tecnologia firmado com a GlaxoSmithKline (GSK) para a produção local do componente pertussis acelular do imunobiológico. Antes, o Butantan já produzia a vacina contra difteria e tétano. Agora, pelo acordo, o laboratório iniciou a transferência de seu know-how para a produção do componente acelular contra a coqueluche, desenvolvendo, desta forma, uma nova vacina que irá imunizar contra as três doenças.

“A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria.

A nova vacina acelular estará disponível para as gestantes nas unidades básicas de saúde municipais.

Além das grávidas, os profissionais de saúde que trabalham em maternidades e berçários, como anestesistas, ginecologistas obstétricos, pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, também serão imunizados.

O que a gestante deve fazer?

A gestante deverá procurar seu médico ou o posto de saúde onde está realizando o pré-natal e se informar sobre quando deverá receber a dose da vacina.

Quando a gestante deverá receber a vacina?

A vacina deverá ser aplicada quando a grávida estiver entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.

E se a gestante não morar no estado de São Paulo?

Procure o seu médico ou o posto de saúde onde realiza o pré-natal, pois alguns estados ou cidades podem estar com a vacina disponível para aplicação porém não foi possível verificar a informação.

Fonte: UOL


19 ago 2014

Pós parto – Quando estamos liberadas?


 

AASe dependesse das nossas mães e avós, o pós-parto, as primeiras seis ou oitos semanas seguintes ao nascimento do bebê – seria uma verdadeira tortura para nós: nada de lavar a cabeça, sair de casa e repouso absoluto por um mês. Tudo bem que o nosso corpo precisa realmente de um refresco depois de tantas mudanças. Mas, com orientação médica e atenção redobrada, podemos voltar à vida (quase) normal de forma gradativa e sem tanto drama.

Veja abaixo este artigo que peguei no site da GNT, com dicas de como e quando voltar as atividades.

A médica obstetra Patrícia Maganha, é também mãe de três filhos e diz que não é preciso ser tão radical: É importante retomar aos poucos o que traz prazer ou uma sensação maior de normalidade. O bom senso é o que direciona a decisão de como deve agir nesse período, ensina.

Na dúvida de quando partir para a ação e relembrar os bons tempos de antes do barrigão? A gente ajuda:

 

Dirigir

Quem diria que um dia você ia sentir falta de pegar um engarrafamento atrás do volante, hein? A turma do parto normal está liberada para dirigir 30 dias após o parto. Por causa da necessidade de recuperação dos músculos cortados durante a cesárea, esse prazo é de 40 dias para que a cicatrização seja mais saudável.

Fazer mercado

Lembre-se: há uma grande diferença entre ir ao supermercado comprar frutas e verduras frescas e uma compra de mês. Com isso em mente, planeje para que o retorno a essa atividade seja gradual e de acordo com suas limitações. Em 60 dias você está liberada para encher o carrinho!

Pegar filho mais velho no colo

Difícil saber que vamos precisar esperar dois meses para pegar nosso bebê mais velho no colo, mas é por um bom motivo: você tem que se recuperar bem para continuar cuidando dos dois (ou três) por muito tempo! Isso não quer dizer que um colinho sentado no sofá ou deitado na cama está proibido, viu?

Voltar para a academia

Nada impede de você fazer caminhadas leves quando começar a se sentir mais bem disposta e sem dor. Mas, pegar mais pesado para mandar os quilinhos extras pro espaço vai precisar esperar um pouquinho. Renove sua matrícula na academia três meses após o parto. Porém, os exercícios que trabalham a musculatura abdominal em pós-cesariana devem esperar entre quatro a seis meses para entrar na sua série.

Sair com os amigos

Nada de ficar em casa descabelada, de camisola e uma fraldinha pendurada no ombro o tempo todo. Se você está se sentindo bem, com a cabeça no lugar, vai estar pronta para cuidar melhor dos filhotes. Combine uma saída com o maridão ou as amigas após o primeiro mês de resguardo. Se divertir é também um ótimo remédio!

Fazer sexo

A pergunta que dez entre dez maridos pedem para as mulheres fazerem ao seu médico tem resposta: 40 dias para quem fez uma cesárea, 30 para o parto normal. Não adianta colocar no calendário sem levar algo muito importante em consideração: por causa das alterações hormonais e emocionais, seu desejo sexual pode estar diminuído. Sem contar que há uma menor lubrificação durante essa fase, o que pode provocar ardência e incomodo vaginal. Que tal começar com uns carinhos e ver o que rola depois?

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