23 fev 2012

Incompatibilidade de RH


O post de hoje é para alertar as mamães que assim como eu possui um tipo sanguíneo RH negativo. Como na minha última consulta ao ginecologista ele me alertou sobre determinados cuidados que eu precisarei ter durante a minha futura gravidez, achei interessante compartilhar o assunto com vc´s, já que assim como eu existem um monte de mulheres reagente negativo, casadas com homens reagente positivo.

” O médico disse que sou RH negativo, o que isso afeta meu bebê?”…

Isso significa a possibilidade de futuros problemas – mas felizmente podem ser facilmente evitados. – Todos os seres humanos herdam um tipo de sangue que será RH positivo ou negativo. Quando as células da mãe não contêm o fator RH e as do feto contêm, o sistema imunológico da mãe verá o feto como um corpo estranho. A resposta natural é que o sistema imunológico da mãe desenvolverá anticorpos para se defender. Isso é chamado de incompatibilidade de RH.

O teste fator RH é obrigatório, e se assim como eu vc já souber que é reagente negativo, precisará avisar logo o seu médico ainda no início da sua gravidez. Essa incompatibilidade geralmente nem é considerada uma ameaça numa primeira gestação. O problema só se manifesta quando o fator RH adentra a circulação materna, de RH negativo durante o parto.

O organismo da mãe, ao reagir imunologicamente À substancia”estranha” desenvolve anticorpos, os anticorpos em si não oferecem problemas, mas caso a mãe venha a ter uma segunda gestação e o bebê for RH positivo, os anticorpos maternos poderão atravessar a placenta e chegar ao feto, atacando as hemácias fetais.

Nos dias de hoje a prevenção é o grande segredo para evitar maiores problemas, por isso enfatizo mais uma vez, avise o seu médico que ainda na 28º semana ele le dará uma dose de imunoglobulina, para prevenir a produção de anticorpos e 72 horas após o parto se o bebê for RH positivo aplica a segunda dose.

Ao ministrar a imunoglobulina conforme necessário, se estará eliminando sérios problemas em gestações futuras.

 

Dúvidas recorrentes

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/incompatibilidade-sanguinea/

Pais com o Rh igual podem ter filhos com problemas hemolíticos?

Existem casos que mesmo que os pais tenham o Rh igual, a criança nasce com alguma doença hemolítica. Isso ocorre por conta de incompatibilidade do sistema ABO, que normalmente não desenvolve doenças graves, no máximo uma icterícia leve, coloração amarelada na pele que pode ser corrigida com tratamento fototerápico no berçário, ou até mesmo com o sol. Segundo o Dr. Antônio Braga, obstetra da Maternidade da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, outro motivo que pode causar doenças no sangue, no caso de Rh igual entre os pais, é a incompatibilidade de anticorpos irregulares, o mais comum deles é o Duff. Esses são mais raros, atingem 2% dos casos e só são pesquisados quando há alguma doença grave sem motivo aparente.

Depois de ter um bebê nascido com eristoblastose fetal, o que a mãe deve fazer para engravidar novamente sem riscos?

Em casos onde a mamãe tem o Rh (–) e o bebê tem o Rh (+) há riscos de sensibilização no sangue, após o primeiro parto a mamãe deve tomar uma vacina em até 72 horas, para que não ocorra sensibilização em uma próxima gravidez. Mães que já foram sensibilizadas, que tiveram abortos ou bebês com eristoblastose precisam fazer pré-natal em centro especializado, pois tem mais chances de ter outro bebê com a doença ou de perder o bebê.

As vacina que os médicos aplicam nas gestantes com Rh (-) protegem contra o que?

As vacinas aplicadas em gestantes com Rh(-) que tenham possibilidade de ter filhos com Rh(+) servem para prevenir que o sangue da mãe reconheça o bebê como um “corpo estranho” e ataque as células dele. A vacina evita que a mãe se sensibilize contra o sangue Rh(+) e não cause problemas para o bebê.

Para efeito de curiosidade disponibilizamos abaixo as tabelas de tipos sanguíneos e fator Rh.

Consulte seu médico para saber se o seu caso merece atenção especial.

Tabela de cruzamento entre tipos sanguíneos ABO

 Pai  Mãe  Filhos
 A  A  A ou O
 A  B  A, B, AB, ou O
 A  O  A ou O
 A  AB  A, B ou AB
 B  A  A, B, O ou AB
 B  B  B ou O
 B  O  B ou O
 B  AB  A, B ou AB
 O  A  O ou A
 O  O  O
 O  B  O ou B
 O  AB  A ou B
 AB  A  AB ou A
 AB  B  AB ou B
 AB  O  A ou B
 AB  AB  A, B ou AB

Tabela de cruzamento fator Rh e genótipos (RR, Rr e rr)

Pai Mãe Filhos
Rh+ (RR) Rh+ (RR) Rh+ (RR)
Rh+ (RR) Rh+ (Rr) Rh+ (RR ou Rr)
Rh+ (Rr) Rh+ (Rr) Rh+ (RR ou Rr) ou Rh- (rr)
Rh- (rr) Rh+ (RR) Rh+ (Rr)
Rh- (rr) Rh+ (Rr) Rh+ (Rr) ou Rh- (rr)
Rh- (rr) Rh- (rr) Rh- (rr)
Rh+ (RR) Rh- (rr) Rh+ (Rr)
Rh+ (Rr) Rh- (rr) Rh+ (Rr) ou Rh- (rr)

Bjo, bjo

 


14 fev 2012

Pressão baixa durante a gravidez


A queda de pressão na gravidez está ligada às mudanças pelas quais o corpo da mulher passa.  A principal mudança é a formação da placenta, que é responsável pela troca de nutrientes e oxigênio entre a mamãe e o bebê, ela aumenta o perímetro de circulação sanguínea e, no primeiro momento, o organismo da mamãe ainda não produziu sangue extra suficiente para suprir essa necessidade.

O sangue se espalha por uma área maior, diminuindo a pressão sobre os vasos o que gera a queda. Para dar um exemplo é como ligar uma mangueira comprida numa torneira: O jato chega bem ralinho e quase sem força a outra ponta. Este quadro só começa a se estabilizar à medida que o volume de sangue aumenta. Até o final do período da gestação ele estará de 30%  a 50% maior  e a pressão voltará ao normal.

Até lá todo o cuidado é pouco principalmente quando for sair sozinha e se isso acontecer e vc estiver na rua uma boa dica é respirar fundo, sentar e posicionar a cabeça entre os joelhos por alguns minutos. Se a barriga já estiver grande e não permitir deitar e elevar as pernas também ajuda a normalizar o fluxo sanguíneo.

Bjo, bjo


20 jan 2012

Cuide bem da sua postura


Alguns cuidados com a postura são primordiais para uma boa gestação, além de facilitar na diminuição da tensão em seu corpo.

EM PÉ

Não exagere a curvatura das costas. Fique com os pés separados, distribuindo o peso igualmente entre os calcanhares e a curva dos seus pés. Mantenha sempre que possível a cabeça erguida e de preferencia por sapatos baixos e retos.

SENTADA

Sente-se de forma que toda a extensão da sua coxa esteja apoiada no assento, e toda a sua coluna esteja em contato com as costas da cadeira. Se necessário, uma almofada pode ser colocada entre o encosto e suas costas.

ERGUENDO E CARREGANDO

Não se curve sobre sua cintura quando for pegar algum objeto. Mantenha sua coluna reta e dobre seus joelhos e quadris. Use a musculatura da coxa para se erguer.

LEVANTANDO-SE DE UMA POSIÇÃO DEITADA

Sempre vire-se primeiramente de lado, então passe a uma posição ajoelhada, usando a força da sua coxa. Mantenha sempre a coluna reta.

Seguindo estas dicas vc tem menos chances de sofrer lesão e ter dores no decorrer da sua gestação.

Bjo, bjo


18 jan 2012

Aconselhamento genético


Se estiver planejando sua primeira gravidez, não descarte a possibilidade de vc e seu parceiro cogitarem a procura por um Aconselhamento Genético (AG).

O AG consiste numa sessão de informação entre vc, seu marido e um geneticista ou sua equipe. Todas as informaçãoes ali tratadas são confidenciais, normalmente uma consulta é o suficiente mais em alguns casos podem chegar até 2 ou 3.

Por meio do AG, vc e seu parceiro podem compreender a as possibilidades ou probabilidades do que poderá afetar sua capacidade de engravidar ou seu futuro filho. Mas tenha em mente que as informações recebidas NUNCA serão absolutas, o médico ficará sempre no âmbito das “possibilidades”.

O médico jamais tomará uma decisão por vc, ele apenas fornecerá informações sobre exames a que vc pode se submeter e o que o resultado deles pode indicar. Quando conversar com o geneticista, não oculte informações que considere importantes e nem as constrangedoras e difíceis de falar. Quanto mais informações ele possuir melhor para o diagnóstico ou aocnselhamento.

Se vc está lendo este post e teve dúvida quanto a fazer ou não este procedimento, pergunte ao seu médico, pois a maioria dos casais que precisam de aconselhamento só descobre depois que tem um filho com defeito congênito. Caso alguns dos tópicos a seguir se apliquem a vc, considere o AG.

- Vc terá pelo menos 35 anos no momento do parto.

- Vc já teve um filho com defeito congênito.

- Vc ou seu parceiro possuem defeito congênito.

- Vc o seu marido tem histórico familiar de síndrome de Down, retardo mental, distrofia muscular, espinha bífida, distúrbios da coagulação , epilepsia, defeitos cardíacos congênitos ou cegueira.

- Vc ou seu marido tem histórico familiar de surdez hereditária.

- Vc e seu parceiro são parentes.

- Vc já teve abortos recorrentes.

- Vc e seu parceiro são descendentes de judeus ashkenazi.

- Vc ou seu parceiro tem antepassados africanos.

- Seu parceiro tem mais de 40 anos de idade.

Discuta essas questões com seu médico antes de engravidar. Esse é o melhor momento para descobrir as chances de ter este tipo de problema e vc evita ter que tomar qualquer tipo de decisão mais difícil quando estiver grávida.

Que venham muitos e muitos bebezinhos lindos e saudáveis por aí ;)

Bjo,bjo


14 dez 2011

Causas do deslocamento prematuro da placenta


Muitas mamães passam por isso, o que dificulta muito o andamento da gravidez e principalmente o parto. Mas a real causa do deslocamento acontecer ainda é desconhecida. Determinadas condições podem aumentar a chance disso ocorrer:

- Danos físicos a mãe, como aqueles resultantes de acidente de carro;

- Cordão umbilical curto;

- Súbita alteração do tamanho do útero (resultante do parto ou ruptura das membranas);

- Hipertensão arterial;

- Deficiência na Dieta;

- Anormalidade uterina, como uma faixa de tecido no útero onde a placenta não é capaz de se ligar de modo apropriado;

- Cirurgia anterior do útero (remoção de fibroses) ou dilatação e curetagem para aborto.

Estudos também indicam que a deficiência de ácido fólico pode contribuir para o deslocamento prematuro da placenta. Outros sugerem que o tabagismo materno e o consumo de álcool podem aumentar as probabilidades de uma mulher apresentar o deslocamento prematuro da placenta.

Uma mulher que já teve deslocamento prematuro da placenta no passado apresentar maior risco de recorrência, cujo índice tem sido estimado até 10%. Isso pode tornar de alto risco uma gravidez seguida da outra que apresentou deslocamento prematuro anteriormente.

Cuide-se afinal a sua saúde e a de seu bebê devem vir sempre em 1º lugar.

Bjo, bjo

 

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