20 jun 2013

Prisão de ventre


1.1

Uma das chatices que meu pequeno sofre é a prisão de ventre, embora eu ainda amamente e de para ele frutas que ajudam a soltar a barriguinha, o Bernardo vira e meche sofre com cólicas.

A prisão de ventre é a dificuldade de evacuar que pode se prolongar por alguns dias. Acredita-se que uma a cada três crianças em idade escolar apresente retenção de fezes.

Para saber se seu filho tem prisão de ventre o ideal é observar o seu hábito de evacuação. Se a criança evacuava duas vezes por dia e passou a evacuar uma vez, pode estar com constipação. Se as fezes estão ressecadas e duras também é um sinal. Infelizmente o Be apresenta todos estes sinais.

Frutas x guloseimas – Normalmente a prisão de ventre está relacionada aos hábitos alimentares das crianças. Aquela criança que come guloseimas diariamente come poucas frutas e bebe pouca água e muito leite com achocolatado, tem maior chance de ficar constipada do que aquela que toma um bom café da manhã, com cereais, fibras e vitamina de frutas, além de fazer suas refeições com legumes e verduras e beber bastante água.

Por isso os hábitos alimentares devem ser regrados desde cedo, começando com o melhor alimento de todos: o leite materno que, além de fornecer tudo o que o bebê precisa, ajuda a flora intestinal se desenvolver. As papinhas não devem ser batidas no liquidificador e, sim, amassadas no garfo. As frutas e legumes triturados no liquidificador perdem as fibras que induzem o intestino funcionarem melhor já que retém água no intestino deixando o bolo fecal mais macio e de fácil eliminação.

Outra dica bacana é colocar 3 ameixas sem casca num copo de água e na manha do dia seguinte fazer a primeira mamadeira com aquela água.

Tem tempo pra tudo – Outro fator de prisão de ventre em crianças é que para não parar de brincar e continuar o que estava fazendo sem interrupção, a criança “segura” as fezes contraindo os músculos e esfíncter da região anal, deixando a sensação da vontade de evacuar ter ido embora. O problema é que as fezes estão lá e quanto mais tempo ficarem no intestino, mais fezes se acumulará, mais ressecada ficará e a sua eliminação será mais difícil.

Assim, quando a criança sentir vontade de evacuar novamente e for ao banheiro, terá que fazer muita força e sentirá dor, podendo eliminar fezes com sangue.  Desse modo, a hora de evacuar torna-se tensa e o “segurar” as fezes mais constante, tornando o bolo fecal ainda mais duro e seco e a evacuação ainda mais dolorida, como um ciclo vicioso.

A constipação intestinal pode ter relação com algum aspecto emocional. Quando os pais decidem retirar as fraldas da criança podem fazer de maneira muito agressiva e exigente e, às vezes, a criança não está preparada para isso, causando um temor na hora de evacuar ocasionando a prisão de ventre. Também não é recomendável realizar qualquer mudança na vida da criança quando um irmãozinho está para chegar. Melhor dar um tempo para o mais velho se acostumar com a presença de mais um e aprender a lidar com o ciúme.

Caso a prisão de ventre continue mesmo com uma alimentação saudável, procure um médico que poderá examinar com mais precisão a alteração.

Dicas

É muito importante observar o funcionamento intestinal do seu filho, já que mais da metade das crianças com constipação intestinal continuam com o problema na adolescência ou até na vida adulta.

A criança precisa andar, correr, engatinhar e pular. Além de desenvolver o sistema motor da criança, ajuda no funcionamento do intestino.

Evite achocolatados ou substâncias que “engrossam” o leite. São alimentos que aumentam a prisão de ventre.

Boa sorte,

Bjo, bjo


18 jun 2013

Resfriado


7

Basta chegar o inverno para muitas mamães verem seus pequenos começando com o nariz escorrendo, tosse e em alguns casos até febre. É muito angustiante presenciar o primeiro resfriado do bebê. A criança fica desconfortável, fungando, e muitas vezes tem dificuldade para mamar. É tudo muito chato, mas você pode ajudar seu filho a ter menos desconforto. E tente ficar tranquila: um resfriado não costuma ter maiores complicações. Vá se acostumando. É bem provável que o bebê tenha entre oito e dez resfriados só nos dois primeiros anos de vida.

Qual é a causa do resfriado?

O resfriado é uma infecção das vias respiratórias superiores, causada por vários tipos de vírus. O modo de contágio mais comum é através de gotículas de saliva — quando alguém espirra, libera as gotículas no ar, e elas são aspiradas por outra pessoa.

O vírus também pode ser transmitido pelo contato das mãos, portanto sempre lave as mãos depois de assoar o nariz.

Os bebês tendem a pegar vários resfriados porque o sistema imunológico deles trabalha com apenas cerca de 60 por cento da capacidade do de um adulto, em especial entre os 6 meses (quando diminui a proteção do leite materno) e os 2 ou 3 anos.

A exposição à fumaça do cigarro também predispõe a infecções respiratórias.

Quais os sintomas do resfriado em bebês?

Quando resfriado, o bebê pode ter febre. Pode apresentar tosse, olhos vermelhos, nariz escorrendo e dor de garganta. A criança costuma ficar irritada e sem apetite. Quando têm menos de 6 meses, os bebês têm dificuldade de mamar se estiverem com o nariz entupido.

Mesmo que seu filho já estivesse dormindo bem à noite, um resfriado é suficiente para levar a família de volta à época das noites em claro. Ele vai acordar várias vezes por causa do nariz entupido, e o colo costuma ser a melhor solução.

Dormir na posição horizontal pode deixá-lo mais congestionado ainda, portanto tente mantê-lo com a cabeça mais elevada, no colo ou no carrinho. Se deixar no berço, dobre um cobertor pequeno, ou uma toalha, e coloque-o embaixo do colchão na parte da cabeça, para elevá-la um pouco.

Quanto tempo dura um resfriado?

Na maioria dos casos, os sintomas começam a melhorar entre três e dez dias, mas em bebês muito pequenos podem durar até duas semanas. Bebês que convivem com crianças mais velhas (que têm irmãos ou que vão para a escola ou creche) chegam a ter entre seis e dez resfriados até fazer 1 ano. É bem capaz que você tenha a impressão de que ele vive com o nariz escorrendo, principalmente no inverno.

Há alguma coisa que eu possa fazer para meu filho não ficar resfriado?

A amamentação é um dos melhores meios de reforçar a saúde do seu filho, já que junto com o leite materno ele recebe seus anticorpos. Não se trata de uma fórmula mágica para impedir que o bebê se resfrie, afinal bebês que só mamam no peito também ficam com o nariz escorrendo e entupido, mas os sintomas costumam ser mais leves.

Você também pode tentar proteger seu filho mantendo-o longe de pessoas doentes e pedindo aos familiares que lavem bem as mãos antes de pegar o bebê no colo ou mexer nas coisas dele.

Abandonar o fumo, seja você ou seu parceiro, é sempre benéfico para o bebê. Evite também levar a criança a locais onde haja gente fumando. Crianças que moram com fumantes ficam mais resfriadas que as outras, e o resfriado demora mais para sarar que o de crianças que não são expostas à fumaça do cigarro.

Preciso procurar o médico?

Se seu filho tem menos de 3 meses, procure o médico ao primeiro sinal de que ele não está bem. No caso de bebês mais velhos, ligue para o pediatra ou o leve ao médico se:

• o resfriado não melhorar depois de cinco dias

• se ele tiver febre de mais de 38 graus

• se ele tiver dificuldade para respirar, chiadeira no peito, tosse persistente, catarro verde ou sinais de dor de ouvido

O que faço para tratar o resfriado?

Não há muito que você possa fazer. Faça com que seu filho tome bastante líquido (você pode dar suco de laranja, rico em vitamina C, se ele já tomar) e o deixe descansar.

Se ele estiver com febre, você pode baixar a temperatura com um antitérmico, seguindo a recomendação do médico. Não é absolutamente necessário baixar a temperatura da criança. Dê o antitérmico se seu filho estiver claramente desconfortável.

Nunca administre remédios antigripais ou descongestionantes por conta própria para o bebê. Estudos já demonstraram que esse tipo de medicamento pode fazer mais mal do que bem, por isso só os dê ao bebê se o pediatra indicar.

Veja o que mais você pode fazer para aliviar o desconforto do seu filho durante o resfriado:

• Coloque uma toalha dobrada ou um cobertor pequeno debaixo do colchão do berço, na parte da cabeça, para deixá-la mais elevada. Dormir com a cabeça mais elevada diminuirá um pouco a congestão nasal do seu filho. Não use travesseiros dentro do berço para fazer isso. Outra opção é deixar o bebê dormir no carrinho, com o encosto meio reclinado, ou no seu colo, com você sentada (e é claro que nesse caso você não vai dormir).

• Use soro fisiológico para aliviar a congestão nasal. Pergunte ao pediatra qual o melhor tipo (em gotas ou spray). Um bom truque é passar o soro fisiológico um pouco antes da mamada. Existem pequenos aspiradores nasais, disponíveis nas farmácias, que tiram o catarro do nariz do bebê por sucção.

Para fazer isso, você precisa pressionar o bulbo de borracha, colocar a ponta do aspirador na narina do bebê e tampar a outra narina, ao mesmo tempo em que solta o bulbo para criar a sucção. Funciona, mas o bebê provavelmente vai odiar você com todas as suas forças naquele momento (mas depois provavelmente ficará aliviado).

O ideal é fazer a operação com ajuda de alguém para segurar as mãozinhas dele. Esse procedimento só é indicado quando o bebê estiver com bastante catarro, e a secreção estiver espessa.

• Dependendo da região em que você morar, o uso do vaporizador de ar para umedecer o ambiente pode ser benéfico, mas converse antes com o pediatra, porque esse tipo de aparelho pode acabar proliferando fungos e piorar a situação. Também é possível fazer inalação só com soro fisiológico, seguindo recomendações do médico.

Uma opção improvisada é ficar cerca de 15 minutos com o bebê dentro do banheiro enfumaçado de vapor. Lembre-se de trocar a roupa do bebê depois da “sauna”, porque ela pode ficar úmida.

• Se seu filho está com o nariz entupido mas não tem nenhum outro sintoma, dê uma olhada nas narinas dele para ver se ele não enfiou nenhum objeto estranho nelas. Nunca se sabe: até crianças pequenininhas podem aprontar uma dessas. Quando isso acontece, pode aparecer uma coriza de cheiro ruim. Esse tipo de acidente é mais comum do que se imagina.

Ficar resfriado é muito incômodo, mas acontece com todo mundo. Depois que você sobreviver ao primeiro resfriado do seu filho, ficará mais tranquila nos próximos — que certamente virão.

6

Fonte: http://brasil.babycenter.com/


17 jun 2013

Seu filho precisa de óculos?


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Mamães veja abaixo 10 dicas que indicam se seu pequeno precisa usar óculos. É claro que se vc identificar a necessidade, o melhor a fazer é procurar um oculista o quanto antes.

Bjo, bjo

Reclama de dor de cabeça. “Quando a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, e principalmente se reclama de dor na testa, é preciso investigar. Ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito.”

Senta muito próxima à televisão. “Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximo à TV, dando sinais de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tem esse costume, precisa ser investigado.”

Aperta os olhos para ler. “Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico.”

Anda de cabeça baixa. “Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir quedas.”

Lacrimeja excessivamente. “Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe.”

Coça os olhos insistentemente. “Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão, como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras.”

Mostra dificuldade com a leitura. “Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo.”

Acompanha a leitura com o dedo. “Este é outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não consegue ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas sim um caso de ambliopia [síndrome do olhinho preguiçoso], em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura.”

Demonstra sensibilidade à luz. “É um sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo.”

Tapa um olho com a mão. “Há crianças que, automaticamente, tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o ‘olho bom’. Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver TV. Tanto pode indicar um problema de ambliopia como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista.”


13 jun 2013

Criança saudável


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Infância é uma época de fundamental importância para estabelecer hábitos saudáveis. Crianças que não têm acesso a uma dieta equilibrada podem apresentar uma limitação intelectual, pois a capacidade de aprendizado é influenciada pela nutrição. Uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física só vão ser seguidas pela criança por toda a sua vida, se forem habituadas desde pequenos.

Atualmente o aumento de crianças obesas preocupa pais, médicos, governo e educadores. Dados do Ministério da Saúde indicam que uma em cada três crianças brasileiras, entre cinco e nove anos, está acima do peso.

A obesidade é a causa mais comum de crescimento anormal na infância. É preciso lembrar que crianças obesas são fortes candidatas a se tornarem adultos obesos e viver em guerra com a balança. Quanto mais cedo o excesso de peso se instalar, mais grave e difícil serão as suas consequências e o tratamento.

O avanço tecnológico oferece às crianças e adolescentes jogos eletrônicos, computadores, programas de televisão, que substituíram as brincadeiras de rua. Com isto, além de ter uma alimentação calórica e pouco nutritiva, a criança pratica pouca atividade física, comparado com as gerações anteriores.

Frente a esse cenário, os pais devem interceder o quanto antes, adequando a dieta dos filhos ao conceito saudável e incentivando a prática de exercícios físicos.

Dicas importantes que fazem uma grande diferença na adoção de hábitos saudáveis:

Refeições em família: prepare as refeições de maneira que possam ser saboreadas por toda a família, para que a criança também participe.

Porções: sirva os alimentos em porções controladas em vez de colocar em travessas, para evitar o consumo de grandes quantidades e a repetição dos pratos.

Elogie: sempre elogie qualquer progresso que a criança estiver fazendo.

Evite: não ofereça alimentos ricos em gordura, açúcar e sódio.

Fartura: mantenha a geladeira com frutas, leite e iogurte.

Controle: não deixe alimentos calóricos acessíveis. Enfatize o que ela pode comer, ao invés de reforçar o que ela não pode.

Não brigue: não critique a criança durante as refeições para que ela não desconte as frustrações no prato de comida. Se ela se acostumar a comer demais, por outras razões que não a fome, provavelmente continuará a fazer isso pelo resto da vida.

Dica: use pratos menores e coloque grandes quantidades de alimentos de baixo valor calórico como alface, agrião, tomate, palmito. A criança terá a impressão que está comendo mais!

Bjo, bjo


12 jun 2013

Computador faz bem para as crianças


6

O computador pode ser introduzido na Educação infantil, como meio auxiliar do processo de  aprendizagem, sendo mais uma ferramenta, entre tantas outras, ao dispor da criança e do educador.

Muitas crianças têm acesso ao computador, mas sabemos também que muitas não tem esse acesso, por viver em ambientes desfavorecidos. E é justamente aí que, a utilização do computador na educação entra será um meio de promover a igualdade de oportunidades para todas as crianças no contato com as novas tecnologias, as quais mais tarde farão parte do seu meio natural.

É necessário que tomemos consciência de que o uso dos meios informáticos é mais um recurso didático complementar, o qual deve ser usado adequadamente, no momento apropriado e integrado no projeto e atividades curriculares, respeitando, acima de tudo, as características, ritmos e diferenças de cada criança.

Benefícios da utilização do computador por crianças da educação infantil:

- contribui para o desenvolvimento global;

- ajuda a desenvolver a motricidade fina;

- estimula o raciocínio matemático;

- aumenta a criatividade;

- induz à construção de um pensamento crítico;

- ajuda na resolução de problemas;

- promove o desenvolvimento da linguagem;

- desenvolve capacidades cognitivas e sociais;

- promove ambientes colaborativos.

Críticas, relativas ao uso de computadores por crianças:

- forçam um raciocínio matemático, o qual vai inibir a liberdade da criança levando-a a comportar-se como um adulto;

- estimulam um raciocínio matemático formal e reduzido;

- o desenvolvimento de um raciocínio matemático antecipado, priva a criança de um desenvolvimento mais global;

- inibem a criatividade, a imaginação e a liberdade de experimentar;

- estimulam uma “rigidez mental”;

- levam a criança a tornar-se crítica e a ter uma visão negativa do mundo;

- implicam sérios riscos à saúde mental e física;

- induzem à indisciplina.

Os computadores, tal como outros meios e em qualquer idade, têm as suas vantagens e desvantagens, podem ser bem ou mal utilizados, tudo dependo do uso que fazemos deles.

Durante a utilização do computador, o educador deverá ter atenção a alguns aspectos importantes que preservem a saúde das crianças:

- o tempo médio de utilização não deverá ultrapassar 10 – 20 min.;

- a postura das crianças deverá ser o mais correta possível: deve estar confortável, com os pés no chão, os braços apoiados e o monitor à altura dos olhos.

O educador deverá ainda ter em conte alguns princípios didácticos básicos, para a utilização do computador no Jardim de Infância:

- não ter como objetivo o ensino da informática;

- fazer uma planificação de atividades diversificadas e de curta duração, de modo a manter a atenção e motivação da criança;

- o computador deve ser integrado com naturalidade na dinâmica de trabalho;

- diversificar as formas de atividade: em grupo, sob a orientação do educador, com a utilização de programas específicos e utilização livre de jogos ou programas criativos

Finalizando nosso assunto de hoje,a presença humana é insubstituível e a mesma, entre outros, deve contribuir para o desenvolvimento do processo de auto – aprendizagem sempre numa perspectiva lúdica: “aprende-se a brincar – brinca-se aprendendo”.

“Se tivesse que dar um único presente ao meu filho,daria um livro.

(…) É bom ter em mente que os cálculos para

a produção dos computadores que tanto nos fascinam hoje

foram feitos apenas com lápis e papel”

(Bill Gates)

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