27 ago 2012

Sofrimento Fetal


O sofrimento fetal pode ser definido como um conjunto de sinais durante a gravidez (antes ou durante o parto) que indicam que o feto não está bem.

Muitas vezes, ao interrogarmos as mães sobre o parto, ouvimos como resposta que o parto foi prematuro, ou que foi cesariana, porque o bebê estava em sofrimento.

Geralmente, é uma situação que causa maior sofrimento aos pais do que ao feto, tendo em conta que estes apenas podem observar e consentir passivamente com as decisões médicas e que o feto, na maioria das vezes, está bem.

São geralmente infrutíferas as tentativas de tentar tranquilizar os futuros pais, já que os próprios profissionais de saúde experimentam, também, algum grau de ansiedade que pode alterar a conduta de vigilância habitual, de acordo com o tempo de gravidez, a gravidade ou a urgência da situação.

Nos últimos anos, o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG) tem afirmado e alerta que a expressão «sofrimento fetal» é imprecisa e não específica, e recomenda a sua não utilização na prática clínica. Muitas vezes, suspeita-se de sofrimento fetal, sendo a atuação clínica baseada nessa previsão. Felizmente, na grande maioria dos casos, o resultado é o nascimento de um recém-nascido com uma vitalidade normal, ao contrário do que se esperava.

Atualmente, pensa-se que a terminologia utilizada entre clínicos (obstetras e neonatologistas) e entre clínicos e pacientes será mais adequada se se substituir a expressão «sofrimento Fetal» por «estado fetal não tranquilizador», seguida de uma descrição detalhada dos achados que levantam alguma suspeita relativamente ao bem-estar do feto.

Em que difere o sofrimento fetal de um estado fetal não tranquilizador?

O sofrimento fetal associa-se a um feto/bebê doente, enquanto que um estado fetal não tranquilizador traduz a interpretação clínica de dados relativos à saúde fetal (o clínico não fica tranquilo perante os achados dos exames que permitem avaliar o bem-estar fetal). Ou seja, o diagnóstico de um estado fetal não tranquilizador pode coexistir com o nascimento de um recém-nascido com uma excelente vitalidade.

AVALIAÇÃO DO BEM-ESTAR FETAL

O estado fetal não tranquilizador pode ser crónico ou agudo, conseguindo-se detectar algum grau de compromisso fetal aproximadamente de 20% das grávidas que sigam um plano de pré natal adequado.

O compromisso de órgãos vitais do feto (cérebro, coração) causado por asfixia (diminuição do aporte de oxigénio), pode ocorrer de forma transitória ou definitiva, podendo causar sequelas a longo prazo ou morte fetal. O objetivo da avaliação do bem-estar fetal é detectar antecipadamente este compromisso, de forma a tomar atitudes que minimizem ou impeçam consequências nefastas para o bebê.

COMPROMISSO FETAL CRÓNICO

Implica uma privação crónica de nutrientes e de oxigénio que altera o normal crescimento e desenvolvimento do feto. Pode ser causado por alterações na placenta ou por alterações no metabolismo fetal. As causas mais comuns são a hipertensão na grávida, a diabetes prévia à gravidez e algumas doenças cardíacas. A gravidez múltipla e as infecções e anomalias congénitas também se associam a esta situação.

COMPROMISSO FETAL AGUDO

Deve-se geralmente a uma falha súbita no aporte de oxigénio ao feto. Pode ter como origem a diminuição do fluxo sanguíneo ao útero, diminuição de oxigenação do sangue e hipertonia uterina (contração forte e mantida do útero sem pausa de relaxamento).

Incluem-se como causas o descolamento de placenta (quando a placenta se separa do útero antes de o bebê nascer), a placenta prévia (quando a placenta se posiciona à frente do feto, no canal do parto) e a compressão e/ou prolapso do cordão umbilical (quando o cordão é pressionado e/ou cai no canal do parto à frente do bebê).


23 ago 2012

Alimentos que devem ser evitados durante a gravidez


Uma alimentação saudável durante a gestação é essencial para manter a saúde da mulher para o bom desenvolvimento do bebê. Por isso, além de dar preferência a alimentos nutritivos e a um cardápio balanceado com vitaminas, minerais, carboidratos, gorduras saudáveis e proteínas, a futura mamãe também deve ficar atenta quanto aos alimentos que podem causar problemas.

A lista de alimentos proibidos na gravidez deve ser indicada pelo obstetra e pode variar de mulher para mulher, mas existem certas opções que devem ser suspensas pelas gestantes em geral. Conheça 6 alimentos que devem ser evitados durante a gravidez.

1 – Carne mal passada

Jamais coma qualquer tipo de carne que não esteja bem cozida. As carnes cruas ou mal passadas brancas ou vermelhas, principalmente as de porco e de carneiro, podem conter micro-organismos causadores da toxoplasmose.

A toxoplasmose pode ser transmitida congenitamente, ou seja, da mãe para o feto. Os efeitos da doença para um bebê no útero variam de acordo com o período da gravidez em que a infecção teve início, mas podem acarretar danos cerebrais e cegueira no feto. O aborto espontâneo é outra complicação da toxoplasmose na gravidez.

2 – Ovos crus

Risque do cardápio ovos crus, eles podem ser fonte de bactérias que prejudicam a mãe e o bebê. Alimentos como molhos feitos de ovos crus ou pouco cozidos e maionese caseira também devem ficar de fora da alimentação da gestante. O ideal é cozinha-los até que a gema e a clara estejam firmes para evitar contaminação por salmonela.

3 – Leites e queijos não pasteurizados

A pasteurização é um processo que faz com que o leite seja aquecido a uma temperatura que mata os microrganismos quem podem ser nocivos à saúde sem modificar as características do alimento. Por isso, antes de consumir leites e queijos, verifique se são pasteurizados.

Outra dica é evitar os queijos importados de pasta mole, tais como: brie, camembert, roquefort, gorgonzola, queijo branco e o queijo fresco, a menos que sejam feitos a partir de leite pasteurizado.

4 – Peixes e mariscos

A maioria dos alimentos provenientes do mar, como certos peixes e mariscos são seguros para se comer durante a gravidez, desde que sejam bem cozidos. Essa recomendação é feita porque crus, eles podem estar contaminados com bactérias e vírus causadores de intoxicação alimentar.

Os peixes de grande profundidade, como o atum e o salmão, devem ser evitados por conter grandes altos níveis de mercúrio, substância prejudicial ao sistema nervoso e ao desenvolvimento cerebral do feto.

Certos tipos de peixes utilizados em sushi também devem ser evitados devido a grande quantidade de mercúrio. O atum enlatado na versão light geralmente tem uma quantidade menor de mercúrio do que outros atuns, mas ainda assim deve ser consumido com moderação.

5– Cafeína

cafeína é encontrada naturalmente no café, no chá, nas bebidas à base de cola, no chocolate e em alguns medicamentos. Embora a maioria dos estudos mostre que o consumo de cafeína durante a gravidez não esteja relacionada a má formação e anormalidades do feto, há outros que mostram que ela pode estar relacionada ao aborto espontâneo durante o primeiro trimestre da gestação, parto prematuro, baixo peso ao nascer, e aos sintomas de abstinência em recém-nascidos.

Ela também aumenta a produção dos hormônios do estresse, provocando compressão dos vasos sanguíneos uterinos, o que pode reduzir temporariamente a quantidade de oxigênio enviada ao feto. Portanto, o mais seguro é evitar a cafeína até o nascimento do bebê.

6 – Adoçantes artificiais

O ideal é evitar o uso dos adoçantes e substituir por açúcar, mas sempre com moderação. As gestantes e mulheres que estão amamentando também devem evitar a sacarina, dando preferência a sucralose e stévia. Em caso de diabetes, a melhor opção é usar o aspartame respeitando o limite diário de 40mg por kg de peso.

Boa sorte e coma bem :)

 

fonte: http://www.dicasdemulher.com.br


22 ago 2012

Parto humanizado


Você sabe o que é um parto humanizado?

A maioria das mulheres vai responder que é um parto normal, feito em casa com a ajuda de uma parteira. Mas essa resposta é equivocada. Um parto humanizado está longe de ser apenas mais um procedimento para que as mulheres deem a luz.

O principal objetivo do parto humanizado é promover um nascimento em condições favoráveis para a mãe e o bebê e com o mínimo de intervenções médicas possíveis. “O parto humanizado é um modelo de assistência centrada na mulher, que respeita suas escolhas e garante seu protagonismo neste momento tão pessoal”, explica a Naturóloga e Doula, Fundadora da Comparto, Raquel Oliva.

Neste caso a mulher é quem decide todos os detalhes do momento. Onde será realizado o parto; se no hospital ou na sua própria casa; em qual posição, se dentro da banheira, ou de cócoras; se ela vai comer ou beber e quem a acompanhará nas horas do trabalho de parto. Ela é respeitada no momento e opta pelo que achar mais confortável para si própria.

A mulher não é privada dos procedimentos médicos ou das intervenções, mas ela, como protagonista deste momento, é quem consente, diante dos esclarecimentos, a realização de qualquer um deles. Geralmente as mães recebem os cuidados de um ginecologista obstetra e de uma doula. Tudo depende do desejo da mulher.

O papel da doula neste caso é auxiliar a mãe, tanto antes, quanto na hora do parto. A doula apoia a parturiente (mulher em trabalho de parto) física e emocionalmente, e oferece medidas de conforto como massagens, uso de água quente e outros procedimentos. Aqui, o pai também pode participar ativamente do parto, ajudando a mulher e dando todo o apoio que ela precisar, além de ter um contato maior com o bebê logo após o seu nascimento.

O parto humanizado rompe com a assistência convencional ao parto, onde o homem invade este momento quando dita regras e protocolos. A especialista explica que o parto humanizado tem diversas vantagens. “No momento do nascimento, o bebê tem uma transição mais tranquila e já fica em contato com a mãe. Ali ele tem a oportunidade de senti-la, cheirá-la e também de mamar, estabelecendo assim o vínculo inicial, tão importante para o desenvolvimento futuro.”

A doula explica também que todas as gestantes podem realizar um parto humanizado. “Mesmo nos casos em que a cirurgia cesariana é necessária e corretamente indicada, a mãe pode receber esses cuidados. Não há restrições para um tratamento mais humano e respeitoso e este deveria ser direito de todas as mulheres”, enfatiza. Sugerimos que a gestante converse com o seu médico obstetra, com uma doula e conheça as possibilidades e direitos que ela tem na hora do parto. Aqui, a mulher é o centro.

Adorei a dica!

Bjo,bjo


21 ago 2012

O que fazer para evitar o parto prematuro ou a prematuridade?


Este final de semana tendando entender um pouco mais sobre o parto prematuro ou prematuridade achei na web um artigo do Dr. Roberto Eduardo Bittar muito interessante, que sinceramente espero que possa ajudar muitas mamães evitarem passar pela prematuridade.

Bjo, bjo

O nascimento prematuro, ou seja, aquele que ocorre em idades gestacionais inferiores a 37 semanas é a principal causa de morbidade e mortalidade neonatal. A chance de morte neonatal é maior em idades gestacionais (IG) precoces e pode ser 40 vezes maior do que no recém-nascido (RN) de termo. Para os RN com peso inferior a 1500g, o risco de complicações neurológicas é cerca de 20 vezes maior. As internações hospitalares durante o primeiro ano de vida são três a quatro vezes mais frequentes nos prematuros. Portanto, o impacto social e econômico é enorme.

Por outro lado, evitar a prematuridade continua sendo um grande desafio ao obstetra. Trata-se de uma missão difícil, não apenas devido ao conhecimento incompleto dos fatores etiológicos e da fisiopatologia da prematuridade por não se tratar apenas de um problema de ordem médica, mas, também, educativo e social, o que o torna mais complexo.

A antecipação eletiva ou indicada do parto, que corresponde a cerca de 50% dos prematuros deve ser criteriosamente praticada, principalmente com o emprego de novas tecnologias para avaliação do bem estar fetal. É importante salientar que, na maioria das vezes, o determinante direto do parto eletivo é a chamada “alteração da vitalidade fetal”.

O parto prematuro espontâneo que corresponde à outra metade dos casos pode ter sua frequência diminuída se as alterações que surgem semanas ou dias antes do trabalho de parto, tais como as de contratilidade uterina, cervicais e bioquímicas forem diagnosticadas em tempo hábil. Quando detectadas oportunamente, o obstetra deve reavaliar as possíveis causas, afastar as infecções urinárias e vaginais (principalmente vaginose bacteriana), além de manter a gestante em repouso. Além disso, pode-se utilizar a progesterona natural (Oral: 300 mg/dia ou vaginal: 100 mg/dia) com o intuito de relaxar a fibra muscular uterina. Caso aquelas alterações não sejam detectadas precocemente, restarão algumas horas apenas para que o obstetra tente inibir as contrações uterinas através de tocolíticos, o que na maioria das vezes não se consegue, ou então empregar o corticóide para tentar evitar as complicações neonatais.

Assim, o aumento da frequência e ritmicidade das contrações uterinas pode ser detectado pela monitorização das contrações durante o pré-natal. O parto prematuro também é precedido por alterações do colo uterino, tais como o esvaecimento e a dilatação. O colo pode ser avaliado clinicamente pelo toque vaginal ou mais precisamente pela ultra-sonografia transvaginal. Este último exame, quando realizado entre 23 e 24 semanas e revelar um comprimento do colo menor que 20 mm, identifica a gestante de alto risco para o parto prematuro. Os marcadores bioquímicos do parto prematuro, tais como a fibronectina fetal, têm-se revelado úteis para a predição. Entretanto, seu emprego de rotina tem sido dificultado em nosso meio pelo seu custo elevado, apesar de estudos realizados no exterior terem demonstrado vantagens econômicas de sua utilização não só pelo fato de se diminuir os gastos com os cuidados neonatais, mas, também, de se evitar internações e uso de drogas uterolíticas desnecessárias nos casos de falso trabalho de parto.

Embora o emprego dos métodos preditivos e das medidas profiláticas serem ainda discutíveis, quando empregados em conjunto e com bom senso clínico, podem diminuir consideravelmente a prematuridade.

Como posso prevenir um parto prematuro?

Atualmente o acompanhamento pré-natal é um ótimo instrumento para controlar os fatores de risco envolvidos em uma gravidez. Este acompanhamento, quando realizado por um bom profissional e com regularidade, pode auxiliar não só na detecção de fatores de risco, mas também na prevenção de problemas mais graves próximo da hora do parto. No entanto, a gestante pode tomar alguns cuidados pessoais para se prevenir.

1 – Hidratação

Tomar bastante água no decorrer do dia é importante mesmo para quem não é gestante. Para este grupo, porém, torna-se indispensável. A falta de água pode provocar contrações, fator que pode adiantar o parto. Uma dica é prestar atenção na cor da urina: se ela for amarelo pálido, você está tomando água em quantidade suficiente. Mas atenção: gestantes têm maior necessidade de ir ao banheiro – e o consumo de água aumenta essa necessidade. Tenha cuidado para não deixar a bexiga cheia demais, já que isso também pode causar contrações.

2 – Medidas

Quanto mais avançada uma gestação, menor a medida do colo do útero. Durante cada período gestacional ele deve possuir uma largura específica, segundo os especialistas:

Entre 16 e 20 semanas: de 4 a 4,5cm

Entre 24 e 28 semanas: de 3,5 a 4cm

Entre 32 e 36 semanas: de 3 a 3,5cm

Se você notar que a abertura do colo é menor que quatro centímetros e perceber qualquer sintoma de parto prematuro, consulte imediatamente seu médico.

3 – Tempo entre gestações

Se, antes de se completarem nove meses desde o último parto, você voltar a engravidar, o risco de parto prematuro aumenta. Caso isso aconteça, procure seu médico para pedir maiores orientações.

4 – Saúde

Manter-se saudável é fundamental para quem quer evitar um parto prematuro. Procure alimentar-se corretamente, praticar atividade física leve (a menos que o médico peça para interromper) e cortar hábitos como o tabaco e o álcool. Essas medidas evitam problemas como a eclampsia e o diabetes gestacional, que podem provocar o adiantamento do parto.

5 – Atenção aos sintomas

Segundo especialistas, uma quantidade maior que cinco contrações em um período de uma hora pode ser indício de um parto prematuro. Outros sintomas são sangramento vaginal com coloração em vermelho vivo, inchaço de mãos e rosto, incômodo para urinar, vômito frequente, dor na região lombar e pressão na região pélvica.

Tomar esses cuidados não exclui a importância do acompanhamento médico regular. Sintomas ou reações atípicas durante a gestação deves ser reportados imediatamente ao profissional de sua confiança.


20 ago 2012

Vacinação de 18 a 24 de agosto


Fique atento: este final de semana tem vacinação infantil. Entre os dias 18 e 24 de agosto acontece a Campanha Nacional para Atualização da Caderneta de Vacinação. O objetivo é melhorar a cobertura vacinal das crianças de 0 a 5 anos.

E há algumas novidades! Além das vacinas já oferecidas aos pequeninos, também foram incluídas ao calendário básico a pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite. As crianças menores de cinco anos que residem nas regiões Norte, Nordeste dos vales do Jequitinhonha e Murici em Minas Gerais também receberão megadoses de vitamina “A”. Esta medida integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado em maio deste ano, e tePentavalente – A vacina pentavalente é injetável e reúne, em uma única aplicação, a proteção de duas vacinas distintas: a tetravalente – que deixará de ser ofertada e protege contra a difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b (meningite e outras doenças bacterianas) e a vacina contra hepatite B.

A pentavalente será administrada aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Além desta vacina, a criança também manterá os dois reforços com a DTP.

Pólio Inativada – A partir de agora, as crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil vão receber a primeira dose aos dois meses de vida. A segunda dose será dada aos quatro meses, junto com a vacina poliomielite inativada injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos quinze meses) continuam como vacina oral, ou seja, em duas gotinhas.

Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde vai continuar a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP), porque ainda existem países endêmicos da doença (Nigéria, Afeganistão e Paquistão). O Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. Para isso será criada a vacina heptavalente – uma união da VIP será incluída na pentavalente, junto com a vacina meningocócica C. Os laboratórios Bio-Manguinhos, Butantan e Fundação Ezequiel Dias (FUNED) já estão desenvolvendo este projeto. A previsão é de que esta vacina esteja disponível no Programa Nacional de Imunizações daqui a quatro ou cinco anos.

Vitamina A – Para repor as deficiências nutricionais em crianças de 6 meses a 5 anos, o Ministério da Saúde vai disponibilizar megadoses de vitamina A. A estratégia faz parte da Ação Brasil Carinhoso e a mobilização também vai acontecer no próximo sábado (18).

A suplementação contribui para reduzir a gravidade das infecções, diminui a mortalidade infantil e contribui para a saúde da visão e do pleno desenvolvimento congnitivo. As crianças devem receber duas doses anuais (não injetáveis), uma a cada seis meses.

Para a campanha, serão priorizados os estados das regiões Norte, Nordeste e as cidades mineiras do Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha. Ao todo serão 2.434 municípios que receberão as doses da suplementação. Até o final do ano, todas as demais regiões do país também vão receber as megadoses. Serão incluídos todos os municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria, além dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).m como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.

Bjo, bjo

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Página 20 de 59« Primeira...10...1819202122...304050...Última »