16 set 2014

Festa infantil, tema balão de ar


Falar de festas infantis é sempre um prazer esta em especial está linda, primeiro porque acima de tudo o carinho e a originalidade é vista em cada detalhe e decoração.  Espero que gostem pois eu AMEI!!

Bjo bjo

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Fonte: http://blog.hwtm.com/


11 set 2014

Quartos infantis


Detalhes que fazem toda a diferença!

bath

bathroom

quarto de brincar sofa

trocador

Adesivo e nichos cor madeira

lousa

parede de louza com nichos coloridos

tronco


09 set 2014

A música e o desenvolvimento cognitivo da criança


1Se tem algo que entretêm TOTALMENTE o Bernardo é música, se ele estiver fazendo uma mainha e eu começar a cantar, na mesma hora ele para. Esta atitude dele me causou curiosidade e resolvi pesquisar o poder da música na vida dos pequenos, este texto abaixo é muito interessante e explica bem este poder tão encantador sobre nossos pequeninos.

Por seu poder criador e libertador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.

Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “A criança está aberta para receber”, diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.

Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se trabalhar com a música.

Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de formação acadêmica.

Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da orientação de um profissional.

Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem. Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven, Bach, Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus respectivos pais.

Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação…

Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.

 

Fonte: upedagogas.blogspot.com

www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia


08 set 2014

10 dicas de como prevenir doenças respiratórias no inverno


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No inverno, as doenças respiratórias afetam principalmente as crianças. Entretanto, com algumas dicas simples é possível evitar as doenças que se manifestam nesta época do ano, por causa das baixas temperaturas, o tempo seco e ao aumento da poluição na cidade.

O profissional alerta que o uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. “Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra”, esclarece Horng Jyh.

Já bebês precisam de cuidados especiais. “Os menores de dois anos de idade são mais propensos a problemas respiratórios severos, pois suas defesas imunológicas ainda são fracas e a capacidade respiratória é baixa. Portanto, se tiverem febre ou aparentemente um simples resfriado, é preciso o encaminhamento ao especialista com urgência”, ressalta o médico.

Nesta época do ano também é necessário ter cuidado com os sintomas da bronquite, doença causada por vírus que atacam os brônquios e bronquíolos (pequenos canais dentro dos pulmões que levam o ar para as trocas de gases) levando ao inchaço na parede destes canais e gerando muitas secreções, o que causa grande dificuldade para respirar, com tosse, cansaço e chiadeira no peito.

Confira as dicas de prevenção:

Não levar os filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus para as outras crianças;

Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;

Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;

Manter a vacinação adequada e em dia;

Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;

Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;

Manter os animais de estimação no quintal;

Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;

Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;

Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa  maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/


03 set 2014

Alimentos que crianças até dois anos não devem ingerir


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Cuidar da alimentação dos pequenos não é nada simples. Especialmente em tempos onde a indústria alimentícia maquia seus produtos como nutritivos e incentivam os pais à compra para “facilitar” o dia a dia.

Há, também, a dúvida dos pais na hora de alimentar as crianças logo depois que passam pela fase de amamentação.  Quando os bebês chegam aos 12 meses, além de criarem mais autonomia pela curiosidade de experimentarem novos sabores, existem os vovôs e vovós, tios, tias, padrinhos, madrinhas e mais um monte de gente que vai querer alimentá-los com “comidinhas gostosas”, acreditando ser um agrado saudável.

Por isso, é importante a orientação de profissionais ou, pelo modo mais rápido, buscar informações em sites com fontes confiáveis e estar sempre alerta e saber o que dar de comer para as crianças.

Dentro do universo da comida, há uma série de alimentos que não devem ser ingeridos até que a criança complete dois anos de idade. Portanto, é importante ler a embalagem dos rótulos para saber a composição e observar a idade indicada para consumo.

A seguir, uma lista com 16 alimentos que devem ser definitivamente eliminados da alimentação das crianças até completarem o segundo ano de vida:

1. Chocolate

Deixe de lado a tentação. Chocolate é rico em açúcar, gordura e cafeína. O consumo destes ingredientes deve ser evitado, ao máximo, até os dois anos de idade.

2. Balas, pirulitos

Não! São coloridos, cheirosinhos e docinhos, mas, definitivamente, não devem ser ingeridos pelas crianças. Além do risco de engasgar, é açúcar puro.

3. Achocolatado

É, você vai ter que escolher outro ingrediente para fazer o “tetê” do neném. Achocolatados são puro açúcar. Nas embalagens, alguns fabricantes alertam o consumidor para que até 3 anos de idade, este produto não deve ser consumido.

4. Café

Este item pode parecer óbvio, mas já vi papais e mamães darem café para os pequenos naturalmente. Mas não! A cafeína deve ser evitada até os 7 anos de idade.

5. Salgadinhos, biscoitos e bolachas doces e recheadas

Reunião de porcarias: são ricos em sódio, ingredientes transgênicos, glutamatos, corantes e gorduras.  Evite ao máximo! Açúcar é um veneno.

6. Embutidos (peito de peru, salsicha, mortadela, presunto, salame)

É tudo ruim: riquíssimos em sódio, gorduras, conservantes, corantes, nitrato (responsável por dar a cor avermelhada), que é altamente cancerígeno. Independente da idade, estes alimentos fazem  mal pra caramba. Não dê às crianças e aproveite para evitar o consumo e cuidar da sua saúde também. Prefira queijos e patês caseiros com ingredientes saudáveis.

7. Refrigerante

Puro veneno e deve ser completamente excluído na alimentação dos bebês. E na sua também!

8. Bebidas achocolatadas prontas

Ricos em gorduras e açúcares. Não dê aos pequenos. Deixe a preguiça de lado e prepare um leite batido com frutas bem gostoso!

9. Bebidas lácteas

A grande maioria destas bebidas é rica em açúcar, conservante e corante. Salvo algumas marcas que vendem realmente iogurte natural batido sem conservantes. Busque por estes produtos de verdade e abuse na imaginação para preparar coisinhas gostosas para as crianças.

10. Leite fermentado

Tem a vantagem dos probióticos mas são ricos em açúcar. Portanto, é melhor que as crianças tomem apenas depois dos dois anos de idade.

11. Bebida à base de soja

Excesso de açúcar.

12. Petit Suisse

Tem nada de bom nestas sobremesas rosinhas, cremosas e geladinhas. Grande atrativo da criançada, o petit suisse tem conservante, açúcar e corante. Evite!

13. Sucos industrializados com açúcar

Além de ter uma composição sem benefícios para os menores de 2 anos, estes sucos não são nem um pouco saudáveis e de frutas não há nada.

14. Comidas prontas industrializadas (nuggets, hambúrgueres, almôndegas, lasanhas, etc)

Dar comida pronta industrializada para as crianças já é um erro da preguiça dos pais.  Para completar, estes alimentos contém sódio, espessantes, nitrato, gordura. O caseiro nunca vai deixar de ser a melhor opção.

15. Gelatina

Corante e açúcar. Dois ingredientes que tem que ser eliminados na alimentação das crianças. Gelatina, só depois dos 2 anos de idade.

16. Macarrão instantâneo

Excesso de sódio. Não! Nem só o macarrão você pode dar às crianças porque macarrão instantâneo é pura porcaria.

 

Fonte: http://comendocomosolhos.com/

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