25 abr 2017

Metabolismo lento: como identificar e reverter o problema que prejudica na perda de peso


METABOLISMO 1

Medidas simples podem ajudar o organismo a sair do estado de armazenamento de gordura, favorecendo o emagrecimento.

“Meu metabolismo é lento” quem nunca deu essa desculpa ao perceber os quilinhos a mais na balança? Não é de hoje que este termo está na mira de quem deseja emagrecer. E apesar de tão famoso, poucas pessoas sabem de fato como ele influencia no peso. Muito mais do que um mecanismo que “magicamente” transforma o que comemos nos temidos pneuzinhos, o metabolismo é um sistema complexo de reações bioquímicas responsáveis por construir ou desconstruir moléculas, tudo para manter nosso organismo funcionando. E o que isso tem a ver com o ganho de peso? Acontece que diversos fatores orgânicos ou do próprio estilo de vida podem determinar como o metabolismo trabalha: certas situações podem deixá-lo mais propenso a aumentar nossas reservas energéticas, o que, na maioria das vezes, significa elevar os depósitos de gordura; enquanto outras ações podem estimular, justamente, o caminho contrário, favorecendo a perda de peso. Quer saber se o seu problema com a balança é realmente fruto de um metabolismo lento e quais atitudes você deve mudar para reverter esse cenário? Saiba mais agora:

Metabolismo x peso

Embora o metabolismo englobe todas as funções orgânicas, sua principal associação tem sido justamente a questão do peso. Afinal, o quanto esse mecanismo influencia na composição corporal? De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, para compreender essa relação é fundamental entender como engordamos ou emagrecemos “Nosso peso é determinado principalmente pelo balanço energético, um termo que corresponde ao total de calorias que consumimos ao longo do dia menos o que gastamos no mesmo período. Quando consumimos mais calorias do que gastamos, esse saldo é positivo e propicia o ganho de peso, pois o organismo armazena a energia excedente, principalmente, na forma de gordura. Já no caso contrário, quando gastamos mais do que consumimos, emagrecemos, pois o corpo busca energia nessas reservas”.

É neste ponto que entra a relação metabolismo x peso: um dos maiores responsáveis por esse gasto é, justamente, o metabolismo basal – uma taxa que define o quanto nosso organismo queima em repouso “Ele corresponde à energia utilizada quando o individuo está descanso, ou seja, sem fazer qualquer esforço e em jejum. Representa o que o corpo queima para manter as funções vitais como o batimento cardíaco, a respiração, o sono, etc. Curiosamente, é responsável pela maior parte da energia consumida diariamente, representando de 60 a 70% do gasto calórico total” – explica a especialista da Nature Center. É aí que mora o problema do metabolismo lento: nesse estado, o corpo diminui o gasto energético e passa a realizar essas funções com o mínimo de queima calórica possível. Resultado: mesmo fazendo dieta, a pessoa tem dificuldade de perder peso.

O que causa o metabolismo lento?

De acordo com a especialista, o metabolismo não é uma taxa permanente, mas um mecanismo flexível, que reage e se adapta as condições de vida do indivíduo, sobretudo em relação à alimentação “O metabolismo sofre influência de diversos fatores como a genética, idade, peso, sexo e, até mesmo, problemas de saúde como alterações hormonais e patologias específicas. Porém, para um indivíduo saudável, sem maiores complicações de saúde, o metabolismo lento pode ser fruto de maus hábitos, principalmente em relação à dieta e ao nível de atividade (sedentarismo)”.

A dieta desbalanceada, em particular, propicia um metabolismo lento, pois é baseada, na maioria das vezes, em alimentos que não demandam grande esforço do organismo durante a digestão. “Além de não propiciarem um gasto calórico significativo durante sua metabolização, alimentos como carboidratos simples, refinados, açucarados, farináceos e produtos altamente processados, liberam muita glicose de uma vez, gerando picos de açúcar no sangue. Nessa situação, o corpo passa a liberar insulina – um hormônio responsável por tirar a glicose do sangue. O problema é que, em excesso, esse cenário propicia o acúmulo de gorduras, sem contar que a constante ação da insulina impede o trabalho do seu hormônio contra regulador: o glucagon, que é responsável, justamente, por reduzir as reservas energéticas. Enquanto a insulina está alta, o glucagon não é liberado no organismo. Por isso, é essencial reduzir o consumo de alimentos que sabotam o metabolismo”.

E os outros 40%?

Se repararmos, ainda restam de 30 a 40% na conta total do gasto metabólico. E eles são, justamente, os fatores que dependem da ação direta do indivíduo. De 20 a 30% do gasto energético é fruto de atividades físicas, desde andar até praticar esportes, podendo variar conforme a composição corporal do indivíduo, a intensidade do exercício e seu condicionamento físico. Já os outros 10% vem do trabalho da digestão e, como vimos, escolhas inadequadas podem sabotar esse gasto. Por outro lado, uma alimentação balanceada e rica em alimentos que estimulem a termogênese – processo pelo qual o corpo queima calorias para estabilizar sua temperatura – pode acelerar o metabolismo e potencializar o gasto de energia.

Revertendo o problema

Salvo em casos específicos, no qual o metabolismo é travado por algum problema de saúde, algumas medidas simples podem ajudar a reestabelecer o ritmo e facilitar a perda de peso. De acordo com Sinara, é aconselhável:

  • Alimentar-se regularmente: “muitas pessoas acreditam que ficar longos períodos sem comer para compensar um eventual deslize na dieta pode ajudar a balancear as calorias consumidas. O problema é que isso não é eficaz: o organismo entende como uma privação e não um estímulo, e pode reduzir ainda mais o gasto basal para preservar seu funcionamento.” Por isso, é desaconselhado ficar longos períodos de jejum ou seguir regimes radicais;
  • Monte um cardápio equilibrado: sempre tenha no prato, de maneira balanceada, carboidratos, proteínas e gorduras. As proteínas demandam maior energia para serem digeridas e as gorduras (boas) auxiliam na quebra das próprias gorduras armazenadas no organismo. Essa combinação também ajuda a retardar a liberação da glicose vinda dos carboidratos, tornando-os menos impactantes na dieta. “Um exemplo clássico é o tradicional prato brasileiro de arroz com feijão e bife. Porém, substituindo o arroz branco pelo integral, a carne por um corte magro e, obviamente, moderando na quantidade”.
  • Consuma fibras: Outro ponto importante é sempre incluir fibras no cardápio. Por exigirem um esforço maior para serem digeridas, as fibras ajudam a retardar a liberação de glicose no organismo e prolongam a sensação de saciedade. “Por isso aconselha-se a substituição do pãozinho branco pelo integral, seu impacto sob a glicemia é bem menor”.
  • Aposte nos termogênicos: E claro, eles não poderiam ficar de fora: substâncias como o chá verde, a casca de laranja amarga, a cafeína, a pimenta, o gengibre e o chá de hibisco, por exemplo, são famosos pela capacidade em estimular a termogênese e, dessa forma, aumentar a taxa metabólica. Alvo de muitos estudos, eles podem complementar a dieta e otimizar o gasto energético.
  • Exercício e repouso adequado: Praticar alguma atividade física é fundamental para aumentar a taxa metabólica, além disso, músculos são grandes queimadores de energia, mesmo em repouso. Logo, praticar atividades como musculação mantem o metabolismo acelerado mesmo horas após o término do exercício. Da mesma forma, é fundamental repousar, além de o descanso ser fundamental para a recuperação muscular, a qualidade do sono influencia na produção e liberação de diversos hormônios.

Com moderação, cafezinho é um grande aliado.

Felizmente, um dos alimentos mais eficazes na hora de destravar o metabolismo é justamente um dos mais apreciados pelo brasileiro: o café. Por ser rico em cafeína, a bebida é capaz de estimular a termogênese, aumentar concentração e, até mesmo, a disposição para praticar exercícios.  Contudo, isso não significa que basta tomar litros da bebida e esperar os resultados, é preciso inseri-la adequadamente na dieta. “Se o objetivo é perder peso, o ideal é tomar a bebida pura, sem adoçar. Além disso, é fundamental que toda alimentação esteja de acordo, pois, apesar de potente, a cafeína sozinha não faz milagres”.

E para aqueles que não são tão fãs assim do cafezinho, existem alternativas: chá verde, chá preto e diversos suplementos alimentares são tão ricos em cafeína (ou até mais) quanto o famoso matinal. Porém, Sinara finaliza alertando que, para todos, é preciso moderação no consumo “Por estimularem o ritmo cardíaco e aumentarem o estado de alerta não são recomendados a todos e devem ser consumidos em horários específicos para não atrapalhar o sono. Por isso é fundamental sempre buscar a supervisão médica para saber a forma segura de incluí-los na dieta”.

Fonte: Nature Center


24 abr 2017

Procurando um lugar para trabalhar e deixar seu pequeno, agora já existe o Coworking familiar


Mamães empreendedoras, olha que máximo este artigo, recebi esta semana um release de um Cooworking que tem um espaço e atividades apropriadas para os nossos pequenos. Localizado na Vila Mariana, A Casa de Viver, é um Cooworking familiar que  integra pais e filhos dentro do mesmo espaço que é super apropriado para pais que precisam de um local para trabalhar mas querem permanecer perto de suas crias.

A Casa de Viver, promoveu no mês de abril vários eventos sobre saúde e bem estar e maternidade, mas ainda dá tempo de curtir o último que será amanhã.

Renda Básica de Cidadania. A palestra será conduzida pelo vereador Eduardo Suplicy, autor da lei que ainda precisa ser implementada, que prega que todos os brasileiros deveriam receber um dinheiro, resultado da distribuição das riquezas do país, independente de cor, raça, condição social. Desta maneira, proporcionaria maior dignidade a todas as pessoas que teriam um mínimo para sobreviver e poderiam se dedicar ao que gostam e não terem que se submeter a trabalhos degradantes para sustentarem suas famílias.

Serviço – Renda Básica de Cidadania

Local: Casa de Viver

Endereço: Rua Dr. Tirso Martins, 280 – Vila Mariana

Data: segunda-feira (24/04)

Horário: 17h

Informações: www.casadeviver.com.br

Contato: (11) 5083-1291 | 2613-3942ou contato@casadeviver.com.br

Gratuito

 

Coworking_Divulgação Casa de Viver

Espaço das Crianças_Divulgação

Espaço das Crianças_Crédito Amanda Pinson


24 abr 2017

Revista Pais & Filhos promove seminário ” Só cria filho feliz uma mãe feliz”


Mamães olha que dica legal para nós mamães que queremos ter uma relação plena e feliz com nossos filhos.

Pais&Filhos, promove o III Seminário  Internacional Mãe Também é Gente: Só cria filho feliz, uma mãe feliz, no dia 4 de maio, das 8h30 às 17h30, na Unibes Cultural, em São Paulo.

O encontro, com capacidade para 300 pessoas, contará com a presença de Laura Gutman, autora do best-seller O Poder do Discurso Materno; Patricia Camargo, sócia do projeto TempoJunto; Dado Schneider, idealizador da palestra “O mundo mudou…bem na minha vez”; Marcos Piangers, escritor do livro best-sellerO Papai é Pop, e Ana Cardoso, escritora do livro de crônicas Mamãe é Rock!. Além disso, pensando na troca de experiências e interatividade, o evento promoverá uma mesa-redonda comandada por Mônica Figueiredo, diretora da redação da Pais&Filhos.

Em parceria com marcas renomadas do universo infantil, a Pais&Filhos aposta no evento com o objetivo de fazer com que as mães entendam o mundo em que vivem, encarem a vida de uma forma mais leve, parem de se culpar e aproveitem de forma plena esta fase e a infância dos filhos, sendo mais felizes e, consequentemente, criando filhos mais felizes.

Com o desafio de seguir como referência de conteúdo destinado a este público, para Adriana Cury, diretora de marketing da Pais&Filhos, “Esta iniciativa em parceria com grandes marcas, levantará discussões importantes para a reflexão sobre o equilíbrio entre essa nova mulher após se tornar mãe e a sua vida pessoal, profissional e aspirações. Além disso, outros questionamentos que são relevantes para o dia a dia dessa figura feminina que é antenada e independente, e quer aproveitar ao máximo o tempo com os filhos, sem deixar de ser mulher”.

III Seminário Internacional Mãe Também é Gente

Data: 4/05/2017

Horário: das 8h30 às 17h30

Local: Rua Oscar Freire, 2.500 – Espaço Cultural Unibes – São Paulo

Link para cadastro: http://www.seminariopaisefilhos.com.br/

Ingresso: de R$ 50 a R$ 150

Programação

8h30: Welcome Coffee

9h: Só cria filho feliz, mãe feliz, com Mônica Figueiredo, diretora editorial da Pais&Filhos

9h30: Laura Gutman, psicopedagoga e autora do best-seller O Poder do Discurso Materno.

10h30: Coffee Break

11h: Patrícia Camargo, sócia do projeto Tempojunto

12h: Horário livre para almoço.

13h30: Dado Schneider, escritor e idealizador da palestra O mundo mudou…bem na minha vez

14h30: Mesa-redonda com Mônica Figueiredo e convidados

16h: Coffee Break

16h30: Marcos Piangers, escritor do livro best-seller O Papai é Pop, e Ana Cardoso, escritora do livro de crônicas Mamãe é Rock!

17h30: Encerramento

Eu já comprei o meu, acho que vai valer muito a pena!! Nos vemos lá

Bjo,bjo

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27 out 2016

Dr. Drauzio Varella explica o que é a intolerância à lactose


Intolerância à lactose é o nome que se dá à incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite.

Como consequência, essa substância chega ao intestino grosso inalterada. Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovem maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas.

É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose. A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

A intolerância à lactose é um distúrbio digestivo associado à baixa ou nenhuma produção de lactase pelo intestino delgado. Os sintomas variam de acordo com a maior ou menor quantidade de leite e derivados ingeridos.
Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada.

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  1. Deficiência congênita - por um problema genético, a criança nasce sem condições de produzir lactase (forma rara, mas crônica);
  2. Deficiência primária - diminuição natural e progressiva na produção de lactase a partir da adolescência e até o fim da vida (forma mais comum);
  3. Deficiência secundária - a produção de lactase é afetada por doenças  intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca, ou alergia à proteína do leite, por exemplo. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer com o controle da doença de base.

 Sintomas

Os sintomas da intolerância à lactose se concentram no sistema digestório e melhoram com a interrupção do consumo de produtos lácteos. Eles costumam surgir minutos ou horas depois da ingestão de leite in natura, de seus derivados (queijos, manteiga, creme de leite, leite condensado, requeijão, etc.) ou de alimentos que contêm leite em sua composição (sorvetes, cremes, mingaus, pudins, bolos, etc.). Os mais característicos são distensão abdominal, cólicas, diarreia, flatulência (excesso de gases), náuseas, ardor anal e assaduras, estes dois últimos provocados pela presença de fezes mais ácidas. Crianças pequenas e bebês portadores do distúrbio, em geral, perdem peso e crescem mais lentamente.

Diagnóstico

Além da avaliação clínica, o diagnóstico da intolerância à lactose pode contar com três exames específicos: teste de intolerância à lactose, teste de hidrogênio na respiração e teste de acidez nas fezes.

O primeiro é oferecido pelo SUS gratuitamente. O paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, colhe amostras de sangue para medir os níveis de glicose, que permanecem inalterados nos portadores do distúrbio.

O segundo considera o nível de hidrogênio eliminado na expiração depois de o paciente ter ingerido doses altas de lactose e o terceiro leva em conta a análise do nível de acidez no exame de fezes.

Tratamento

A intolerância à lactose não é uma doença. É uma carência do organismo que pode ser controlada com dieta e medicamentos. No início, a proposta é suspender a ingestão de leite e derivados da dieta a fim de promover o alívio dos sintomas. Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos. Essa conduta terapêutica tem como objetivo manter a oferta de cálcio na alimentação, nutriente que, junto com a vitamina D, é indispensável para a formação de massa óssea saudável. Suplementos com lactase e lácteos sem lactose são úteis para manter o aporte de cálcio, quando a quantidade de leite ingerido for insuficiente.
Pessoa que desenvolveu intolerância à lactose pode levar vida absolutamente normal desde que siga a dieta adequada e evite o consumo de leite e derivados além da quantidade tolerada pelo organismo.

Recomendações

Portadores de intolerância à lactose precisam saber que:

* na medida do possível, o leite não deve ser totalmente abolido da dieta;

* é importante ler não só os rótulos dos alimentos para saber qual é a composição do produto, mas também a bula dos remédios, porque vários deles incluem lactose em sua fórmula;

* leite de vaca não entra como ingrediente do pão francês e do pão-de-ló;

* verduras de folhas verdes, como brócolis, couves, agrião, couve-flor, espinafre, assim como  feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, certos temperos (manjericão, orégano, alecrim, salsa) e ovos também funcionam como fontes de cálcio;

* comer de tudo um pouco é a melhor forma de manter o suporte de nutrientes necessários para a saúde e bem-estar do organismo.

Fonte: Dr. Drauzio Varella (www.drauziovarella.com.br)


24 out 2016

Exercícios físicos durante a gravidez


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Exercícios físicos durante a gravidez são essenciais para o bem-estar e a saúde da mãe. Entre os benefícios está o controle do ganho de peso e o relaxamento do corpo e da mente. Eu fiz exercícios durante toda a minha gravidez e confesso que fez com que eu me sentisse muito bem, além de eu acreditar que fez um bem enorme ao desenvolvimento do meu pequeno Be.

Confira algumas dicas para cuidar da saúde durante a gestação

Apesar dos benefícios, é preciso ter certeza do bom condicionamento físico antes de partir para a academia. Obstetras  não recomendam a mudança de atividades após a gravidez. Se a grávida pratica musculação há anos e foi liberada pelo médico, não há motivo para optar pelo pilates, por exemplo. O ideal é que ela pratique uma atividade prazerosa, com a qual seu organismo já está acostumado.

Grávidas sedentárias exigem maior atenção

Gestantes que nunca praticaram nenhum tipo de exercício físico devem começar aos poucos. Elas podem fazer atividades aeróbicas, como pedalar e caminhar, mas também recomenda-se musculação, que vai trabalhar os músculos mais exigidos pela gravidez, melhorando a postura e diminuindo dores nas costas. – Alguns obstetras só liberam as atividades físicas após a 12ª semana, período com mais risco de abortamento”.

Veja alguns exercícios recomendados

Hidroginástica

Hidroginástica é o exercício mais indicado pelos médicos para as grávidas. De acordo com Luciana Flor, a água traz conforto para as gestantes. “Na água elas não sentem o peso da barriga, o que aumenta a segurança para praticar exercícios”, diz a professora. Ela explica que o water relax, espécie de aula de alongamento dentro d’água, também é muito bem-vinda para as gestantes, já que melhora a circulação e diminui inchaços.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 50 grávidas mostrou que a hidroginástica pode ajudar a diminuir as dores no parto, já que apenas 27% das pesquisadas que praticavam exercícios na água solicitou algum tipo de analgésico para dor durante as contrações.

Caminhada

A caminhada está entre as atividades mais democráticas, já que não é necessário estar matriculada em uma academia para praticá-la.

“Após a liberação do obstetra, em geral, a gestante pode praticar exercícios físicos durante uma hora por dia, até 5 vezes por semana. O mais importante é respeitar a frequência cardíaca, que não deve ultrapassar 140bpm. Isso significa que é possível conversar com tranquilidade durante a caminhada.”, diz a professora de educação física Mariana Furtado, do Espaço Bella Gestante.

Musculação

A musculação não é contraindicada para gestantes. Bem orientada, fortalece os músculos, melhora a postura e diminui as dores nas costas, provenientes do peso da barriga. “Na musculação é possível trabalhar cada grupamento muscular de forma segura. Gestantes que nunca praticaram exercícios devem começar aos poucos, com 15, 20 minutos, avançando aos poucos. O ideal, sempre, é conciliar o trabalho muscular com atividades aeróbicas, como caminhada, hidroginástica e bicicleta ergométrica”, diz Luciana Flor.

Pilates

O exercício utiliza o próprio peso corporal para trabalhar diferentes grupamentos musculares. Apesar de parecer ser um exercício leve, o pilates não é indicado para todas as gestantes. “O pilates melhora a postura, evita dores lombares e fortalece os músculos das costas, preparando para o peso da barriga, mas só recomendamos para quem já praticava antes da gravidez. No pilates a gestante trabalhará o tempo todo com o abdômen contraído, o que pode gerar estresse desnecessário para quem nunca praticou”. Ou seja, quem deseja aproveitar os benefícios do pilates deve começar bem antes da gravidez. (blogpilates.com.br)

Yoga

A yoga trabalha corpo e mente, ajudando no relaxamento da gestante.  Assim como o pilates, a yoga trabalha o abdômen e só é recomendo para aquelas que praticavam antes da gravidez. Com o passar das semanas e o crescimento da barriga, ficará mais difícil fazer determinadas posturas, mas as academias já contam com programas específicos para gestantes.

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