02 jul 2014

A pele do seu bebê


Olá Mamães! Hoje vou falar um pouco sobre alguns cuidados básicos que devemos ter com a pele dos nossos bebês. Sabemos que a pele de nossas crianças são bem mais frágeis e sensíveis do que as nossas, e isso pode acabar se tornando um problema, se não tivermos esta consciência.   Seguem algumas dicas que talvez muitas mamães já saibam, mas que são muito importantes para evitar maiores complicações:

Banhos rápidos, mornos e com pouco sabonete – É aconselhado dar banhos rápidos e usar sabonetes com PH neutro preferencialmente em regiões como umbigo, pescoço, axilas e área das fraldas, evitando irritações e não deixando diminuir a proteção contra bactérias.

Não deixe o bebê com a mesma fralda por muito tempo: a fralda quando utilizada por muito tempo, devido a umidade, pode ocasionar assaduras e infecções, como fungos e bactérias.

Atentar-se ao uso de produtos locais e cremes: Como a pele dos bebês é muito fina, o uso de alguns cremes pode acabar ocasionando efeitos colaterais sistêmicos, é preciso tomar cuidado com todo tipo de reação após aplicar loções e cremes.

Corticoides podem afinar ainda mais a pele, por isso, deve-se  tomar MUITO cuidado com seu uso.

Proteger a pele da luz do sol,  após os 6 meses de idade é importantíssimo fazer o uso diário de protetor solar não só em dias muito quentes, mas também em dias onde a temperatura não está muito alta, pois até a claridade queima a pele do seu pequeno.

Usar roupas confortáveis de malha de preferencia 100% algodão.

Evitar o uso frequente de lenços umedecidos, os lenços umedecidos podem causar irritações em peles mais sensíveis do que o normal, por isso prefira sempre lavar as partes íntimas com algodão e água morna.

São dicas básicas, porém que fazem a diferença. Vale lembrar que algumas mães ao verem reações como vermelhidões preocupam-se em ser a doença de pele psoríase  porém, esta doença só costuma aparecer em criança a partir dos 10 anos e os fatores desencadeantes não são os mal cuidados.

Bjo, bjo

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27 jun 2014

Criança e estádio combinam?


Estamos em época de copa do mundo e ficamos tentadas a querer curtir este momento com nossos filhos, mas infelizmente este programa não é muito adequado para crianças menores que 5 anos. Acabei de ler um artigo no site babycenter que achei interessante compartilhar. Vamos aproveitar, mas preferencialmente, quando estivermos com nossos pequenos, em lugares apropriados.

Bjo, bjo

Levar seu filho a um jogo de futebol pode ou não ser uma boa ideia, dependendo da idade, da partida e do próprio interesse da criança pelo esporte. O pediatra Fábio Picchi, recomenda que só se leve crianças acima de 5 anos a jogos de futebol.

Crianças muito pequenas, que ainda não andam bem e nem foram desfraldadas exigem mais cuidados (colo inclusive), têm menor poder de concentração em uma atividade só e se cansam rapidamente com o barulho e a agitação ao redor. Vale lembrar que os estádios não contam com infra-estrutura apropriada para crianças (como trocadores ou vasos sanitários menores nos banheiros).

Isso dito, a experiência de estar em um estádio de futebol com o pai ou a família pode ser incrível e criar lembranças duradouras vida afora. Para que tudo corra super bem, o melhor a fazer é planejar com antecedência, a começar pela compra dos ingressos e pela data do jogo.

Fique longe de finais concorridas ou assentos no meio de torcidas organizadas, mesmo que essa seja a tradição na sua casa. Vai ter tempo para isso no futuro, e agora é hora de pensar na segurança e no melhor para o pequeno da família, não para os grandes.

Considere a logística de como vocês vão chegar até o jogo, quanto terão que andar até o estádio e, uma vez lá dentro, o sobe-e-desce nos altos degraus das arquibancadas. É bom calcular isso tudo antes, porque assim você não exagera na quantidade de sacolas e extras e fica com pelo menos um braço e uma mão livres para carregar seu filho — é quase certo que vai precisar.

Não peque também pelo contrário, não levando sacola ou mochila nenhuma com uma troca de roupa para se livrar do peso. Pode estar o maior calorão lá fora (passe filtro solar antes e durante a partida), mas, se ele ficar todo melado de sorvete ou alguém deixar cair refrigerante na camiseta, você vai precisar trocar para que ele não se sinta incomodado e acabe frustrando o programa de todos. Aliás, lencinhos umedecidos na bolsa são grandes quebra-galhos para esse tipo de ocasião.

Você pode incluir no “pacote-estádio” alguns lanchinhos de casa, assim não precisa gastar por lá (leia aqui sobre o que seu filho pode comer do que é vendido nos estádios). Geralmente, os estádios permitem a entrada de alguns produtos para consumo próprio.

Vocês vão ficar fora de casa por no mínimo três horas. Procure dividir o lanchinho para que ele sirva de distração também para a criança, se ela ficar entediada.

A Federação Paulista de Futebol, por exemplo, segue as orientações da Polícia Militar do Estado, deixando que os torcedores tragam alimentos fora de embalagens, frutas descascadas e cortadas, além de copos ou vasilhames de plástico ou papelão com conteúdo inferior a 400 ml.

Não esqueça de colocar algum tipo de identificação com nome e telefone no seu filho. Você pode prender um papel no bolso dele com alfinete de segurança, escrever por dentro da camiseta com caneta que não sai, fazer uma pulseira para o pulso com uma fita ou papel, ou ainda comprar em papelarias um crachá de plástico e preencher seus dados.

Finalmente, o mais importante de tudo: prepare-se para o que der e vier, já que estar com seu filho no estádio não será a mesma coisa que estar na companhia de outro adulto.

Pode ser que ele ame toda a novidade do evento e preste a maior atenção a tudo. Pode ser também que goste, mas que comece a ficar impaciente depois de um tempinho e precise “passear” até o banheiro ou a lanchonete para variar de posição e de visual. E pode ser ainda que leve um tremendo susto com a intensidade da torcida e da multidão, e abra um berreiro daqueles. Neste caso, a única saída muitas vezes é o portão de saída…

Se isso acontecer, não desanime para sempre e mantenha a esportiva. Com um pouco mais de idade, a experiência de ir ao estádio costuma ser completamente diferente.

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Fonte: http://brasil.babycenter.com

 

 


26 jun 2014

Jouer – moda infantil (sorteio camiseta para a Copa)


Mamães, hoje fui no prédio das heras, na Joaquim Floriano nº 111 e para a minha surpresa encontrei uma nova marca para os pequenos, a Jouer. A marca é das sócias e irmãs Natália e Júlia Massi  que como a marca mesma diz, produz roupas com muita bossa, alguma graça e quase nenhuma frescura.  Lá vc encontra looks para todos os momentos, desde os mais basiquinhos de malha para o dia-a-dia, até vestidinhos ou camisas para os passeios com os papais.

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O mais bacana é que a marca irá sortear aqui no Blog uma camiseta da copa. O que vocês precisam fazer:

1. Comentar este post dizendo que quer participar,

2. Seguir nossa página no Facebook e Instagram (@Babyblogbr), e

3. Começarem a seguir a @Jouerofficielle no Instagram.

Como a copa acaba agora dia 14/07, vamos realizar o sorteio dia 28/06, e faremos o possível para enviar a camiseta ainda para ser usada na semi-final, final com o nosso Brasil.

Veja a camiseta que lindinha.

Não percam a chance de ganhar esse prêmio! Vamooss Brasilllllllllllll

Bjo, bjo

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24 jun 2014

Estimulando as primeiras palavras


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Mamães, tem coisa melhor do que ficar conversando com nossos filhos? É uma delícia vê-los tentando nos imitar, pronunciar os sons, fazer o movimento da língua a cada som que emitimos. Ultimamente tenho feito muitos exercícios de fala com o Bernardo, não sei se minha ansiedade atrapalha, mas faço de um jeito mais lúdico, brincando e sem cobranças.

Falar com nossos filhos ajuda muito na formação do vocabulário deles, não importa a quantidade de palavras ditas, mas sim a forma como pronunciamos. Quanto mais simples as frases e mais lenta falarmos, mais conseguimos ajudá-los… Tenho desenhado as vogais e soletrando para o Be, ele adora, embora não consiga ainda pronunciar todas elas na sequencia, engraçado isso né?

Uma dica legal para quando for soletrar as palavras que quiser ensinar é estender o som nas vogais, do tipo Booo-laaaa, Luuuu-aaaaa, isso ajuda-os muito a assimilar os sons mais facilmente.

Fale bastante, faça isso diariamente, se vê-lo resmungar comemore, pois é um ótimo sinal de que a fala está sendo estimulada.

Bjo, bjo

 

 

Fonte: Crescer


18 jun 2014

As mais eficazes habilidades de estudo


Mamães, vocês conhecem o site da psicóloga Daniela Didio, psicóloga e psicopedagoga que atende crianças, adolescentes e adultos em Terapia Cognitiva-Comportamental, realizando avaliação e intervenção psicopedagógica além de coordenar e atuar no Projeto de Tutoria que visa identificar potencialidades, desenvolver e otimizar habilidades cognitivas e de estudo, psicossociais e emocionais, promovendo a autoconfiança, autoestima e autonomia de crianças e adolescentes do ensino Fundamental 1 e 2. 

Daniela escreveu um artigo super legal que poderá ajudar e muito as famílias na hora do estudo das crianças, onde ela sugere algumas técnicas para uma aprendizagem mais eficiente e duradoura.

Boa leitura.

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“…

Tenho estudado e pesquisado muito sobre habilidades de estudo e aprendizagem nos últimos tempos. Cada dia que recebo um aluno novo para Tutoria, Psicopedagogia ou Terapia Cognitiva com queixas relacionadas a aprendizagem observo que em sua maioria há uma dificuldade de como estudar, e mais precisamente, de como aprender de forma significativa o conteúdo, além de fazer relações, analogias, etc, o que é mais complexo. Percebo que precisamos investir mais em metacognição com nossos alunos e me chama atenção que muitas das habilidades que eles utilizam há anos, não são eficazes. A maioria não conhece outras estratégias para tal aprendizagem. Essa matéria que li outro dia, resumidamente, fala um pouco sobre as estratégias de estudo e sua eficácia segundo pesquisas recentes.

10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência

Um estudo recentemente publicado em janeiro de 2013 na revista científica Psychological Science in the Public Interest avaliou 10 técnicas comuns de aprendizagem para classificar quais possuem de fato a melhor utilidade.O resultado do paper traz algumas surpresas para o estudante.  Técnicas bastante populares no Brasil, como resumir, grifar, utilizar mnemônicos, visualizar imagens para apreensão de textos e reler conteúdos foram classificadas como as de utilidade mais baixa.

Três práticas foram encaradas como de utilidade moderada: interrogação elaborativa, auto-explicação e estudo intercalado.E as duas que obtiveram o mais alto grau de utilidade na aprendizagem foram as técnicas de teste prático e prática distribuída. É a ciência desaprovando boa parte do meu método de estudo, muito baseado em resumos, grifos, mnemônicos e mapas mentais.
Por outro lado, foi confirmada a impressão que eu tinha de que a realização de exercícios em doses cavalares era extremamente efetiva para o estudo para concursos públicos. Lembre-se de que o ranking reflete os resultados do estudo, porém cada pessoa tem o seu estilo de estudo e nada está escrito em pedra. Dito isto, falemos agora sobre as dez técnicas, das piores para as melhores.

Grifar – Utilidade Baixa: Prepara-se para dar um descanso ao seu grifador amarelo. O estudo aponta que a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer esforço. Ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando conhecimentos. Então, grifar só pode ter alguma (pouca) utilidade quando combinada com outras técnicas.

Releitura – Utilidade Baixa: Reler um conteúdo, em regra, é menos efetivo do que as demais técnicas apresentadas. O estudo, no entanto, mostrou que determinados tipos de leitura (massive rereading) podem ser melhores do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica é reler imediatamente depois de ler, por diversas.

Mnemônicos – Utilidade Baixa:  Segundo o dicionário Houaiss, mnemônico é algo relativo à memória; que serve para desenvolver a memória e facilitar a memorização (diz-se de técnica, exercício etc.); fácil de ser lembrado; de fácil memorização. Em apostilas e sites de concursos públicos, é muito comum ver o uso de mnemônicos com as primeiras letras ou sílabas, como SoCiDiVaPlu para decorar os fundamentos da República Federativa do Brasil (artigo 1º da Constituição). O estudo da Psychological Science in the Public Interest mostrou que os mnemônicos só são efetivos quando as palavras-chaves são importantes e quando o material estudado inclui palavras-chaves fáceis de memorizar. Assuntos que não se adaptam bem a geração de palavras-chaves não conseguiram ser bem aprendidos com o uso de mnemônicos. Então, utilize-os em casos específicos e pouco tempo antes de teste.

Visualização – Utilidade Baixa: Os pesquisadores pediram que estudantes imaginassem figuras enquanto liam textos. O resultado positivo foi apenas em relação a memorização de frases. Em relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se pouco efetiva. Surpreendentemente (ao menos para mim), a transformação das imagens mentais em desenhos também não demonstrou aumentar a aprendizagem e ainda trouxe o inconveniente de limitar os benefícios da imaginação. Isso não invalida completamente o uso de mapas mentais para estudos, já que esses consistem além de desenho a conexão de ideias e conceitos. De qualquer maneira, o resultado do estudo é que a visualização não é uma técnica efetiva para provas que exijam conhecimentos inferidos de textos

Resumos – Utilidade Baixa: Resumir os pontos mais importantes de um texto com as principais ideias sempre foi uma técnica quase intuitiva de aprendizagem. O estudo mostrou que os resumos são úteis para provas escritas, mas não para provas objetivas. Embora tenha sido classificado como de utilidade baixa, a técnica de resumir ainda é mais útil do que grifar e reler textos. O paper diz que a técnica pode ser uma estratégia efetiva para estudantes que já são hábeis em produzir resumos.

Interrogação Elaborativa – Utilidade Moderada: A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justifiquem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros. O estudante devem concentrar-se em perguntas do tipo Por quê? Em vez de O quê? Seguindo o exemplo que demos pouco antes, em vez de decorar um mnemônico como SoCiDiVaPlu, o ideal seria perguntar-se por que o Brasil adota a dignidade da pessoa humana como fundamento da República? E buscar a resposta na origem do estado democrático de Direito e na adoção do princípio da dignidade da pessoa humana pelas principais democracias ocidentais após a Revolução Francesa. Note que esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois concentra-se em compreender as causas de determinado fato, investigando suas origens. Falando especificamente de concursos públicos, a interrogação elaborativa é um grande diferencial na hora de responder redações e questões discursivas.

Auto-Explicação – Utilidade Moderada: A auto-explicação mostrou-se ser uma técnica útil para aprendizagem de conteúdos mais abstratos. Na prática, trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para você mesmo. O estudo mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o aprendizado, e não após o estudo.

Estudo Intercalado – Utilidade Moderada: A pesquisa procurou saber se era mais efetivo estudar tópicos de uma vez ou intercalando diferentes tipos de conteúdos de uma maneira mais aleatória. Os cientistas concluíram que a intercalação tem utilidade maior em aprendizados envolvendo movimentos físicos e tarefas cognitivas (como ciências exatas). O principal benefício da intercalação, como já havíamos observado, é fazer com que a pessoa consiga manter-se mais tempo estudando.

Teste Prático – Utilidade Alta: Realizar testes práticos sobre o que você está estudando é uma das duas melhores maneiras de aprendizagem. A pesquisa científica mostrou que realizar testes práticos é até duas vezes mais eficiente do que outras técnicas. No caso específico de concursos públicos, a recomendação é fazer toneladas de exercícios de provas anteriores. Não apenas do cargo para o qual você está estudando, mas qualquer tipo de questão que encontrar pela frente. Como já recomendamos anteriormente, a maneira mais fácil de realizar testes é utilizando sistemas específicos para isso, como o site questões de concurso.

Prática Distribuída – Utilidade Alta - A prática distribuída consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, em vez de concentrar toda a aprendizagem em um bloco só. Pesquisas mostram que o tempo ótimo de distribuição das sessões de estudo é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por essa conta, se você quer lembrar algo por cinco anos, você deve espaçar seu aprendizado a cada seis meses. Se quer lembrar por uma semana, deve estudar uma vez por dia. A prática distribuída também pode ser interpretada como a distribuição do estudo em pequenos períodos ao longo do dia, intervalando com períodos de descanso. Por exemplo, uma hora de manhã, uma hora à tarde e outra hora à noite.

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