09 fev 2014

Maternal X Profissional, o que escolher?? Diário de bordo


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Mamães, há mais ou menos duas semanas estou passando por um grande impasse na minha vida profissional. Trabalho há 7 meses no marketing da operação de uma grande marca para o mercado de ferramentas, a empresa é uma start up mas tem grande potencial de crescer, mesmo porque estamos falando de uma operação global e não apenas do mercado nacional.  Gosto do trabalho, o desafio de lançar uma marca num mercado extremamente conservador e tradicional como o de ferramentas me faz sair fora da caixinha todos os dias, em busca de soluções que façam a diferença.

Embora o trabalho tenha pontos positivos, lá eu trabalho como PJ, isso quer dizer nada de segurança e benefícios!!  Há 10 dias aproximadamente um antigo chefe que assumiu uma diretoria de operações e novos negócios de uma grande multinacional aqui do Brasil, entrou em contato comigo me chamando para participar de um processo seletivo. Embora estou trabalhando este tipo de convite mexe com a gente e claro que eu fui. Foram 3 fases, com prova de lógica, entrevista com o RH e por final com o VP da empresa. Sem muitas expectativas, numa bela segunda-feira me ligam e falam que fui selecionada para a vaga.  De uma hora para outra tudo mudou, embora tenha ficado muito feliz, o novo nos assusta, principalmente quando estamos falando de um cargo de extrema responsabilidade, dedicação.

Como muitas de vc´s sabem meu filhote acabou de completar um ano, eu que sempre coloquei minha carreira em primeiro lugar me vi questionando algo tão óbvio pelo medo de não ter mais tempo para me dedicar ao meu filho. Sair de casa todos os dias pela manhã e voltar a noite, me mata… Tem dias que no meio do expediente tenho uma saudade tão grande que até a concentração fica difícil. Engraçado como a vida dá voltas, antes do Bernardo nascer, eu nunca entendi como algumas mulheres com carreiras tão promissoras, podiam abandonar tudo por causa da maternidade, porque não tentar conciliar?? Mas como o mercado e as grandes corporações vão entender, ou melhor, aceitar um funcionário que se dedica pela metade porque faz questão de participar do desenvolvimento de seus filhos.

E é nesta sinuca de bico que me encontro, continuar onde estou pois, embora sem grandes benefícios e segurança, tenho a flexibilidade de poder estar mais presente ou encarar este novo desafio e voltar para o mercado corporativo com todos os benefícios, mas tendo que ter sangue nos olhos para conseguir matar um leão por dia?

Mamães me ajudem, o que eu faço???

Conto com o apoio de vocês,

Bjo, bjo


30 jan 2014

Famosas Grávidas de 2014


Um pouco de fofoca não faz mal a ninguém não é mesmo?! Vamos ver as celebridades que estão grávidas em 2014.

Bjo, bjo

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rejane alves


29 jan 2014

Ensaio fotográfico, realidade ou sonho?


A mamãe Queenie Liao que é fotógrafa, fez um ensaio incrível com o seu pequeno enquanto ele dormia, criando fotos super divertidas inspiradas em temas como circo, quebra nozes, espaço, Picasso e muito mais…  Como eu gostaria de ter este dom!!

Bjo, bjo

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28 jan 2014

Dicas para escolher a escola do pequeno


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Mamães, este ano por conta da copa do mundo que acontecerá aqui no Brasil a aulas começarão mais cedo e para muitas de nós estão procurando a escolinha certa para colocar seus pequenos. O Bernardo completará um aninho nesta semana mas como ainda não anda vou prorrogar esta busca mais um pouco. Mas a dica do blog para as mamães é buscar escolas que preferencialmente sejam comprometidas com o resultado, pois isto reflete diretamente no desenvolvimento do seu filho.

Veja abaixo alguns pontos importantes de devem auxiliá-la nesta escolha.

Ambiente: As crianças entram cada vez mais cedo na escola, com dois anos ou até menos. Nesta fase, ela precisará de estimulação cognitiva e, principalmente, afetiva. Como a mãe não está presente, o papel da professora é muito importante. Conheça a professora do seu filho e de preferência mantenha uma proximidade para estar sempre a parte dos acontecimentos.

Espaço:  Nos primeiros anos de vida, a criança precisa de um ambiente estimulante, colorido e com objetos que desenvolvam a criatividade. A sala deve ter poucos alunos, de 6 a 8 crianças por professor é o mais indicado. Dê preferência para àquelas que possuem salas arejadas, espaços de lazer e banheiros adaptados. Fique também de olho na higiene dos locais.

Objetos pedagógicos: Brinquedos, fantasias e livros devem estar sempre ao alcance das crianças, sem privações. Atividades variadas ajudam a desenvolver habilidades interessantes, porém, é bom ficar alerta para não sobrecarregá-las. A criança cansada acaba perdendo o estímulo e pode “falhar” nas atividades importantes. Evite as instituições que pregam obrigatoriedade de tarefas e rigidez de disciplina para quem ainda não completou três anos.

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Segurança: É importante verificar se a escola possui rampas, se as janelas dos andares superiores têm grades ou telas, se as escadas dispõem de corrimão com grade de proteção e se as tomadas estão protegidas. Também é preciso avaliar se o mobiliário é adequado.

Foco no ensino: Os pais devem se preocupar tanto com a alfabetização, quanto com o acolhimento do filho no ambiente escolar. Uma criança acolhida tem facilidade em aprender e o ambiente estranho pode trazer insegurança. A criança está em constante desenvolvimento físico e intelectual, por isso, uma boa escola é aquela que está atenta a ambos e tem a capacidade de trabalhar todo o potencial do seu aluno.

Custos: Muitas vezes isso acaba ficando em segundo plano para os pais, mas os materiais, por exemplo, devem ser analisados. A lista precisa ser coerente e seguir um planejamento para o ano todo. Desconfie da escola que, além da lista proposta, solicita outros materiais frequentemente.

Período integral: Durante o período integral, é importante que o tempo seja dividido em grade curricular, refeições, pausa para o descanso, atividades extracurriculares e atividades lúdicas. Desta forma, a criança não ficará sobrecarregada e estará sempre disposta.

Alimentação: Geralmente, as escolas oferecem lanche, almoço e, em alguns casos, o jantar para crianças que permanecem em período integral. A condição é que a alimentação seja balanceada e orientada por uma nutricionista, o que permite experimentar novos alimentos, além de aprender a comer em grupo. Em algumas escolas, a criança pode servir-se sozinha, tendo autonomia para decidir a quantidade de comida que vai querer.

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Fonte: http://babes.constancezahn.com/


27 jan 2014

Desenvolvimento infantil – ” Slow parenting”


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Mamães, acabei de ver esta reportagem no site da revista crescer e achei muito interessante. Principalmente para as famílias paulistanas que vivem a todo o vapor a necessidade de uma vida familiar mais calma e muito importante principalmente para o desenvolvimento do seu pequeno. Leia abaixo a entrevista com o Pedagogo Paulo Fochi.

Espero que gostem e principalmente TIREM O PÉ DO ACELERADOR!!

Bjo, bjo

“… Antes mesmo de o bebê nascer, os pais começam a planejar o seu futuro. Nessa ânsia de tentar controlar todos os passos da criança, para que ela se saia bem na vida, existe uma coisa muito importante que pode ficar comprometida: o tempo. Por isso, cada vez mais pessoas estão se comprometendo com a ideia do slow parenting, que teve início nos Estados Unidos e nada mais é do que a desaceleração da rotina dos pais para que deixem seus filhos mais tranquilos para curtir da vida. Com atitudes simples, e uma dose de “despreocupação”, as famílias conseguem melhorar a qualidade de vida.

O pedagogo Paulo Fochi, coordenador do curso de Educação Infantil da Unisinos, no Rio Grande do Sul, é um dos porta-vozes do movimento aqui no Brasil. Em suas palestras, ele defende que o melhor jeito de praticar o slow parenting é começando cedo, a partir do momento em que o bebê chega ao mundo. CRESCER conversou com ele para entender de que maneira os pais podem melhorar a vida dos filhos. Veja abaixo:

CRESCER: De que forma estamos acelerando os bebês?
Paulo Fochi: 
No Brasil, assim como em outros países, as crianças estão saindo da vida privada (família) e indo para a vida pública (escola) cada vez mais cedo, com 4 ou 5 meses de vida. Refletir sobre esses processos de educação compartilhada torna-se fundamental nos dias de hoje. Logo, quando falo e critico a aceleração que adultos e a sociedade estão colocando aos bebês, me refiro também, e especialmente, a esses recém-chegados ao mundo. Mesmo os bebês bem pequenos estão vivendo a partir de uma agenda de tarefas cada vez maior, seja na sua experiência na escola, seja em casa com seus pais. Bom seria se, com a vinda deles, aprendêssemos a estabelecer um “contrato” diferente com o tempo e, em vez de inventarmos atividades para os bebês, criando agendas e tentando descobrir quais são os novos produtos, aulas e afazeres que o mercado criou pra eles, tentássemos organizar e garantir que o tempo de estar juntos pudesse ser maior, mais intenso e mais despreocupado. Não há nenhuma atividade melhor que a incrível possibilidade de estar com o outro e, para tal, não é necessário criar brincadeiras, inventar jogos ou atividades especializadas. Agora é a hora de aventurar-se na tarefa que implica aprender a estar com os outros. E isso requer tempo.

C.: Em entrevistas anteriores, você se refere a uma superestimulação dos bebês. O que seria isso e quais as consequências para as crianças?
P.F.: 
Os pais costumam ficar desesperados para acelerar e apressar os pequenos a chegarem antes em algum lugar misterioso. São práticas que privam o bebê de efetivamente participar de um percurso que, a princípio, ele é que deveria estar inteiramente ativo. Na verdade, as premissas de estimulação partem de um pressuposto que entende os bebês como passivos e incapazes de eleger. Eu não concordo com isso e, por essa razão, sou contra qualquer tipo de estimulação externa e que tira a centralidade da criança.

C.: Você pode dar um exemplo?
P.F.:
 Colocar os bebês de barriga para baixo para que eles possam caminhar mais cedo é um estímulo inadequado. Fazer isso é como pedir que, em nosso trabalho, fiquemos numa posição corporal totalmente inadequada e desconfortável durante o expediente. Em vez disso, o melhor é que os bebês não fiquem presos em cadeiras de balanço e possam estar no chão, explorando e descobrindo o seu entorno. Essa é a melhor forma de garantir boas oportunidades às crianças. Quero ainda destacar que não só falo da super, da hiper, mas da estimulação externa como um todo. Passou-se a encarar a vida, em especial a ideia de educar uma criança pequena, como um empreendimento do futuro. Por isso, parte-se da ideia de um bebê passivo e em falta e que precisa ser estimulado para ser ativado e preenchido com aquilo que parece ser a garantia da sua felicidade.

C.: Em que sentido a estimulação pode ser ruim?
P.F.: 
Ando muitíssimo preocupado com pais e escolas que estão associando agendas lotadas como sinônimo de qualidade de vida dos filhos. Por favor, perguntem a eles: “Vocês estão felizes, crianças?”. Creio que a resposta seja: “Nós estamos cansados”. Colocar as crianças nesse ritmo da produção, do capital, é como aniquilar sonhos, aniquilar a nossa potente capacidade de criar e recriar uma nova visão de mundo. Se não tivermos tempo – e não criarmos o tempo – para experimentar, testar, abandonar e retomar um projeto, seja ele da natureza que for, perderemos esse que é fator primordial da nossa condição humana: o inédito, o novo, a possibilidade de dar novas oportunidades ao mundo.

C.: Então, o que os bebês devem ter ou receber no berçário?
P.F.:
 Na escola, inventam-se aulas disso e daquilo e, muitas vezes, cria-se um cenário repleto de estímulos sonoros, visuais e táteis. Só que os bebês não precisam ser ativados, eles já são muito ativos e têm o impulso de conhecer o mundo. Hoje, no Brasil, com as Novas Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil, os educadores estão apostando cada vez mais na educação autônoma e de movimentos livres. Entende-se que um currículo para uma escola que atenda crianças de 0 a 6 anos compreenda as práticas do cotidiano como uma das formas de construir conhecimento. Comer, por exemplo, é uma grande aprendizagem. Como estamos pensando sobre isso em nossas escolas? Não me refiro apenas a uma alimentação saudável, mas também à prática social de estar à mesa com seus pares (os outros bebês), de conseguir operacionalizar o movimento de levar, apoiado por um instrumento (colher), o alimento até a boca ou, ainda, servir-se com os alimentos que deseja. Esses são conteúdos que as escolas de hoje precisam entender como práticas curriculares.

C.: Precisamos dar um tempo para o bebê ser bebê. Qual é, na prática, o significado dessa frase e por que isso é importante?
P.F.:
 Esse é um tempo que não tem chance de ser recuperado. Só somos bebês ao chegar ao mundo. Na prática, dar tempo para o bebê ser bebê é eliminar as agendas de atividades, é garantir um espaço adequado para explorar o mundo, é parar com essa ideia de antecipar algo que pode ser descoberto depois, quando tiver muito mais sentido. Estou me referindo a um entorno diferenciado, em que as expectativas demasiadas dos pais em relação aos filhos precisam ser abandonadas. A psicanálise já nos ensinou o quanto perverso e terrível é para os bebês nascerem com uma história já narrada, anunciada e determinada pelos adultos.

C.: Como os pais podem “pisar no freio”?
P.F.: 
Minha preocupação tem sido alertar pais e professores que aceleram seus bebês. Entendo que uma coisa possa estar relacionada a outra, mas os bebês ficam sem escolha, não lhes dão oportunidades de eleger o que fazer. Os adultos precisam aprender a escutar aqueles que não são portadores da palavra, portanto, fazer uma escuta muito mais profunda e intensa, que se dá através de um diálogo de olhares, do contato entre os corpos, de sorrisos… Penso que, quando aprendemos a fazer essa escuta, descobrimos a imensa capacidade que as crianças bem pequenas têm de admirar o mundo, de contemplar e entrar em acordo com o tempo, que não é tão horizontal – do antes, agora e depois. Ele é um tempo mais vertical, medido pela intensidade dos acontecimentos. Eu, particularmente, aprendi no convívio com os bebês a pensar sobre o tempo. Descobri que dispensava tempo, e ainda dispenso, com coisas que não valem tanto assim.”

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