27 jan 2014

Desenvolvimento infantil – ” Slow parenting”


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Mamães, acabei de ver esta reportagem no site da revista crescer e achei muito interessante. Principalmente para as famílias paulistanas que vivem a todo o vapor a necessidade de uma vida familiar mais calma e muito importante principalmente para o desenvolvimento do seu pequeno. Leia abaixo a entrevista com o Pedagogo Paulo Fochi.

Espero que gostem e principalmente TIREM O PÉ DO ACELERADOR!!

Bjo, bjo

“… Antes mesmo de o bebê nascer, os pais começam a planejar o seu futuro. Nessa ânsia de tentar controlar todos os passos da criança, para que ela se saia bem na vida, existe uma coisa muito importante que pode ficar comprometida: o tempo. Por isso, cada vez mais pessoas estão se comprometendo com a ideia do slow parenting, que teve início nos Estados Unidos e nada mais é do que a desaceleração da rotina dos pais para que deixem seus filhos mais tranquilos para curtir da vida. Com atitudes simples, e uma dose de “despreocupação”, as famílias conseguem melhorar a qualidade de vida.

O pedagogo Paulo Fochi, coordenador do curso de Educação Infantil da Unisinos, no Rio Grande do Sul, é um dos porta-vozes do movimento aqui no Brasil. Em suas palestras, ele defende que o melhor jeito de praticar o slow parenting é começando cedo, a partir do momento em que o bebê chega ao mundo. CRESCER conversou com ele para entender de que maneira os pais podem melhorar a vida dos filhos. Veja abaixo:

CRESCER: De que forma estamos acelerando os bebês?
Paulo Fochi: 
No Brasil, assim como em outros países, as crianças estão saindo da vida privada (família) e indo para a vida pública (escola) cada vez mais cedo, com 4 ou 5 meses de vida. Refletir sobre esses processos de educação compartilhada torna-se fundamental nos dias de hoje. Logo, quando falo e critico a aceleração que adultos e a sociedade estão colocando aos bebês, me refiro também, e especialmente, a esses recém-chegados ao mundo. Mesmo os bebês bem pequenos estão vivendo a partir de uma agenda de tarefas cada vez maior, seja na sua experiência na escola, seja em casa com seus pais. Bom seria se, com a vinda deles, aprendêssemos a estabelecer um “contrato” diferente com o tempo e, em vez de inventarmos atividades para os bebês, criando agendas e tentando descobrir quais são os novos produtos, aulas e afazeres que o mercado criou pra eles, tentássemos organizar e garantir que o tempo de estar juntos pudesse ser maior, mais intenso e mais despreocupado. Não há nenhuma atividade melhor que a incrível possibilidade de estar com o outro e, para tal, não é necessário criar brincadeiras, inventar jogos ou atividades especializadas. Agora é a hora de aventurar-se na tarefa que implica aprender a estar com os outros. E isso requer tempo.

C.: Em entrevistas anteriores, você se refere a uma superestimulação dos bebês. O que seria isso e quais as consequências para as crianças?
P.F.: 
Os pais costumam ficar desesperados para acelerar e apressar os pequenos a chegarem antes em algum lugar misterioso. São práticas que privam o bebê de efetivamente participar de um percurso que, a princípio, ele é que deveria estar inteiramente ativo. Na verdade, as premissas de estimulação partem de um pressuposto que entende os bebês como passivos e incapazes de eleger. Eu não concordo com isso e, por essa razão, sou contra qualquer tipo de estimulação externa e que tira a centralidade da criança.

C.: Você pode dar um exemplo?
P.F.:
 Colocar os bebês de barriga para baixo para que eles possam caminhar mais cedo é um estímulo inadequado. Fazer isso é como pedir que, em nosso trabalho, fiquemos numa posição corporal totalmente inadequada e desconfortável durante o expediente. Em vez disso, o melhor é que os bebês não fiquem presos em cadeiras de balanço e possam estar no chão, explorando e descobrindo o seu entorno. Essa é a melhor forma de garantir boas oportunidades às crianças. Quero ainda destacar que não só falo da super, da hiper, mas da estimulação externa como um todo. Passou-se a encarar a vida, em especial a ideia de educar uma criança pequena, como um empreendimento do futuro. Por isso, parte-se da ideia de um bebê passivo e em falta e que precisa ser estimulado para ser ativado e preenchido com aquilo que parece ser a garantia da sua felicidade.

C.: Em que sentido a estimulação pode ser ruim?
P.F.: 
Ando muitíssimo preocupado com pais e escolas que estão associando agendas lotadas como sinônimo de qualidade de vida dos filhos. Por favor, perguntem a eles: “Vocês estão felizes, crianças?”. Creio que a resposta seja: “Nós estamos cansados”. Colocar as crianças nesse ritmo da produção, do capital, é como aniquilar sonhos, aniquilar a nossa potente capacidade de criar e recriar uma nova visão de mundo. Se não tivermos tempo – e não criarmos o tempo – para experimentar, testar, abandonar e retomar um projeto, seja ele da natureza que for, perderemos esse que é fator primordial da nossa condição humana: o inédito, o novo, a possibilidade de dar novas oportunidades ao mundo.

C.: Então, o que os bebês devem ter ou receber no berçário?
P.F.:
 Na escola, inventam-se aulas disso e daquilo e, muitas vezes, cria-se um cenário repleto de estímulos sonoros, visuais e táteis. Só que os bebês não precisam ser ativados, eles já são muito ativos e têm o impulso de conhecer o mundo. Hoje, no Brasil, com as Novas Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil, os educadores estão apostando cada vez mais na educação autônoma e de movimentos livres. Entende-se que um currículo para uma escola que atenda crianças de 0 a 6 anos compreenda as práticas do cotidiano como uma das formas de construir conhecimento. Comer, por exemplo, é uma grande aprendizagem. Como estamos pensando sobre isso em nossas escolas? Não me refiro apenas a uma alimentação saudável, mas também à prática social de estar à mesa com seus pares (os outros bebês), de conseguir operacionalizar o movimento de levar, apoiado por um instrumento (colher), o alimento até a boca ou, ainda, servir-se com os alimentos que deseja. Esses são conteúdos que as escolas de hoje precisam entender como práticas curriculares.

C.: Precisamos dar um tempo para o bebê ser bebê. Qual é, na prática, o significado dessa frase e por que isso é importante?
P.F.:
 Esse é um tempo que não tem chance de ser recuperado. Só somos bebês ao chegar ao mundo. Na prática, dar tempo para o bebê ser bebê é eliminar as agendas de atividades, é garantir um espaço adequado para explorar o mundo, é parar com essa ideia de antecipar algo que pode ser descoberto depois, quando tiver muito mais sentido. Estou me referindo a um entorno diferenciado, em que as expectativas demasiadas dos pais em relação aos filhos precisam ser abandonadas. A psicanálise já nos ensinou o quanto perverso e terrível é para os bebês nascerem com uma história já narrada, anunciada e determinada pelos adultos.

C.: Como os pais podem “pisar no freio”?
P.F.: 
Minha preocupação tem sido alertar pais e professores que aceleram seus bebês. Entendo que uma coisa possa estar relacionada a outra, mas os bebês ficam sem escolha, não lhes dão oportunidades de eleger o que fazer. Os adultos precisam aprender a escutar aqueles que não são portadores da palavra, portanto, fazer uma escuta muito mais profunda e intensa, que se dá através de um diálogo de olhares, do contato entre os corpos, de sorrisos… Penso que, quando aprendemos a fazer essa escuta, descobrimos a imensa capacidade que as crianças bem pequenas têm de admirar o mundo, de contemplar e entrar em acordo com o tempo, que não é tão horizontal – do antes, agora e depois. Ele é um tempo mais vertical, medido pela intensidade dos acontecimentos. Eu, particularmente, aprendi no convívio com os bebês a pensar sobre o tempo. Descobri que dispensava tempo, e ainda dispenso, com coisas que não valem tanto assim.”


24 jan 2014

Inspiração para sexta feira


Mamães quero muito um chapéu para o Bernardo, vc´s saberiam me dar dicas de onde eu conseguiria comprar? Particularmente AMEI este look despretensioso e super style, palmas para esta mamãe.

Bjo, bjo

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22 jan 2014

O jeito errado de chamar atenção – Diário de bordo


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Mamães, a última do Bernardo não é mole não, ontem cheguei em casa tarde e ele estava a todo vapor querendo mais do que nunca chamar a atenção. Como é difícil conseguir resolver tudo o que precisamos em apenas 24 horas, e ainda dar a atenção que gostaríamos aos nossos pequenos. como já era quase 21:00, fui direto para cozinha lanchar e o Be estava na sala com o pai. Já que ele estava ali e o pai não prestava muita atenção nele, (homens gostam de brincar 10 segundos e de preferencia com a criança quieta e eles podendo ouvir o canal de esporte) o Be começou a quebrar as coisas que estavam em cima da  mesa para chamar a atenção. Quando eu ouvi o barulho, fui correndo na sala e ele havia quebrado um cinzeiro de vidro e uma compoteira, sinceramente não sei como ele não se machucou.  É claro que diante disso ele tomou uma bela de uma bronca, e como comigo o buraco é mais embaixo ele começou a fazer ânsia de vomito. Acho que como ele ficou sem graça enquanto não chegou as vias de fato ele não sossegou, e foi aí que para finalizar a noite com chave de ouro ele acabou vomitando todo o jantar no meu pé…

Fiquei tão chateada, afinal ver seu filho vomitando por nada, só porque quer chamar a atenção é terrível. Hoje eu busquei ajuda na web e achei este texto no site babycenter que achei interessante.

aproveito para perguntar se algumas de vocês também já passaram por isso e como resolveram?

Bjo, bjo

“… A criança que provoca o vômito quando é contrariada está apresentando uma reação de defesa, mas que não deixa de ser extremamente desconfortável, inconveniente e desgastante para os pais.

Para os pais, resta respirar fundo, e, sem perder o controle da situação, demonstrar o seu descontentamento com o que aconteceu. Dá para fazer isso através da fala ou da expressão facial, ou as duas juntas. Deixe claro que aquilo que a criança está fazendo é errado. Mas evite exagerar na bronca ou no castigo.

Caso a criança persista com a manifestação de birra ou vômito provocado, os pais precisam reunir todas as suas forças para demonstrar desprezo, ou seja, não voltar sua atenção para a criança (pois é isso o que ela quer). Até a bronca já significa atenção, por isso é melhor ficar em silêncio, manter o rosto sério, e evitar até o contato visual enquanto limpa e troca a criança.

Vale lembrar que o aprendizado das crianças ocorre por repetições, e infelizmente não vai ser da primeira vez que vocês vão conseguir cortar esse tipo de comportamento (a não ser que tenham bastante sorte).

Se, depois de várias vezes, a criança perceber que os pais não dão bola para o vômito e portanto seu “objetivo” não é alcançado, ela vai acabar desistindo da provocação de vômitos. ”

http://brasil.babycenter.com/


21 jan 2014

Bolos de aniversário


Mamães, como muitas de vocês já sabem estou organizando o primeiro aniversário do Bernardo (Veja aqui). Primeiramente gostaria de agradecer os e-mails, comentários com dicas e sugestões de temas para a festinha dele, já escolhi, e acredito que vai ficar demais.

Escolhido o tema, agora vamos para um segundo passo, a decoração e como ” fator principal” temos o bolo. De que adianta uma festa linda, repleta de atrações, comidas e bebidas gostosas com uma mesa mais ou menos e um bolo pobre… Na minha opinião o bolo faz toda a diferença, e para a escolha dele, estou mais uma vez contando com a ajuda de vocês…

Vejam abaixo alguns modelos que escolhi como referencia, tem de variados formatos e tamanhos, um andar, dois, três, de bichinhos etc…

Qual formato vocês acham mais legal?

Bjo, bjo

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Bolo

 


20 jan 2014

A primeira semana do bebê


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Quando me lembro dos primeiros dias do Bernardo em casa, relembro o quanto este dias são ricos de aprendizado, dúvidas, inseguranças e transformações. No hospital a gente conta com uma equipe extremamente capacitada e disponível para nos auxiliar a qualquer hora do dia, quando vamos para casa, tudo fica bem diferente.  Percebemos que o tempo nunca parece suficiente o bastante para fazermos tudo o que precisamos e caso você não tenha uma pessoa para te ajudar, deixar tudo organizado e arrumado te ajudará bastante.

Veja abaixo algumas dicas básicas que poderão ajudá-la nesta fase de adaptação.

• Se possível, providencie com antecedência alguns materiais que serão muito úteis quando vocês voltarem para casa. São eles: algodão, cotonetes, sabonete neutro, tesoura de unhas, escova de cabelo, álcool (70%) e creme para assaduras.

A Higiene do Bebê

Fraldas

A área coberta pelas fraldas deve ser limpa com água morna. No
caso das meninas, tenha um cuidado especial e limpe a área genital sempre da xexeca em direção ao bumbum.

Há uma grande variedade de marcas de fraldas descartáveis no mercado. Algumas contêm um pó perfumado que pode irritar a pele do bebê, prefiram as sem cheiro.

O banho

O banho deve ser dado diariamente. Para o maior conforto do bebê e uma higiene completa, oferecemos algumas recomendações:

Em dias frios escolha o hrário mais quente, de preferência na hora do almoço ou na parte da tarde.

Em dias quentes o horário é livre e você pode dar mais de um banho se achar necessário.

O banho deve ser um momento calmo e relaxante. Por isso, prepare com antecedência todo o material que vai precisar.

Os primeiros banhos devem ser rápidos

Não é necessário que a água seja fervida

Procure deixar a temperatura da água semelhante à do corpo do bebê, caso vc não tenha um termômetro (temp. ideal 37º) coloque seu cotovelo dentro d´água e se estiver agradável pode colocar o bebê

Encha apenas o fundo da banheira, nós mamães de primeira viagem, normalmente ficamos inseguras de dar o banho sozinha, se colocarmos muita água na banheira corremos o risco de deixá-los escorregar, então deixe apenas a quantidade de água necessária para cobrir o corpinho deles.

Antes de colocar o bebê na água, passe um pouco dela no rosto e na cabeça dele

Ao lavar as costas, com o bebê de bruços, cuidado para que o rosto não toque a água, acredite quem quiser eu quase afoguei o Bernardo no terceiro banho!

Dê preferência ao sabonete neutro, bebê tem a pele muito sensível quanto menos química melhor. A Huggies tem um sabonete, estilo espuma para recém nascido que é uma delícia além de super leve para a pele do bebê.

Certifique-se de lavar a área intima por último, enxágüe com água limpa e, a seguir, seque bem

Detalhes adicionais do banho:
Ouvidos – limpe apenas a parte externa com uma bola de algodão embe-bida em água, sem penetrar no canal auditivo. Seque bem atrás da orelha.

Olhos – limpe cada pálpebra com uma bola de algodão embebida em água. Limpe do canto externo para o interno.

Face – use apenas água.

Cabelos – você pode utilizar uma escova macia para estimular o couro cabeludo.

Mãos e pés – lave e seque bem entre os dedos.

Região íntima – algumas meninas podem ter uma pequena quantidade de sangramento ou secreção vaginal. Eles são causados por hormônios transmitidos pela mãe e não são motivo de preocupação.

Atenção: não use colônias, talcos ou cremes sem a indicação do pediatra.

O curativo do umbigo

O curativo do umbigo deve ser feito 3 vezes ao dia, utilizando álcool 70%. Certifique-se de elevar o coto suavemente, de modo que o álcool atinja a área em que o cordão se insere na base. Se houver secreção ou sangramento, faça o curativo sempre que trocar a fralda. Aos poucos, o coto ficará mais endurecido, seco e escuro. A maior parte cai até a segunda semana de vida e um pequeno sangramento é normal. É importante que esta área esteja sempre seca e deve-se evitar o atrito com as roupas. Durante o curativo, o bebê pode reclamar da temperatura fria do álcool.

As Roupas e o Ambiente

As roupas do bebê

Não coloque roupas em excesso, nem apertadas demais. As mãos e os pés do bebê são sempre mais frios que o resto do corpo, por isso, não servem como guias para a escolha da quantidade de roupas. Dê preferência a roupas de fibras naturais, como algodão, cambraia, li-nho, e que tenham aberturas laterais, nas costas ou na frente, evitando as que têm de ser colocadas pela cabeça do bebê. Lave separadamente as roupinhas, fraldas, babadores, roupas de berço e toalhas com sabão neutro (de coco). Não é aconselhável o uso de qualquer tipo de amaciante. As roupas devem ser passadas com ferro quente e guardadas em lugar limpo e fechado.

O quarto do bebê

A limpeza do quarto onde o bebê dorme e seus objetos é muito importante e requer cuidados especiais. Cortinas, carpetes e grande quantidade de bichinhos de pelúcia devem ser evitados. Acumulam pó e podem causar alergia. Abra diariamente as janelas para que o ambiente possa ser ventilado e receba iluminação natural. Quanto ao berço do bebê, é recomendável que o colchão seja revestido com material plástico e limpo freqüentemente. Nos primeiros meses é melhor não usar travesseiros. Eles podem ser substituídos por uma fralda presa nas laterais do berço, na altura da cabeça do bebê. Evite colocar o berço embaixo de janelas. Se possível, deixe todo o material necessário para a higiene do bebê em um só lugar (a cômoda, por exemplo). É bem mais prático.

O Choro do Bebê

O choro é uma forma de comunicação e nem sempre significa um sofrimento. Se o bebê chorar ao acordar, tendo já passado algum tempo da última mamada, a primeira possibilidade é que seja por fome. Em dias mais frios, se o bebê recusar o peito, tente agasalhá-lo um pouco mais ou, ao contrário, em dias mais quentes, vista nele uma roupa mais leve. Ele pode também estar incomodado pela necessidade de arrotar ou por uma fralda suja.

Cólicas

Excluindo fome, frio ou calor, as cólicas podem ser a causa do incômodo do bebê. Elas aparecem em determinadas horas do dia, especialmente a partir do final da tarde. A sua ocorrência pode estar relacionada à ansiedade e insegurança dos pais, a uma rotina confusa ou a um ambiente agitado. Medidas simples, como colocar a criança de bruços e aquecer sua barriga através de uma massagem suave, podem ser suficientes para resolver o problema. As cólicas podem piorar se você oferecer o peito, embora o bebê também possa procurá-lo em momentos de dor.
Use medicamentos somente por recomendação do pediatra.

As fezes do bebê

As primeiras fezes do recém-nascido são chamadas de mecônio. São pastosas, consistentes, de coloração verde-musgo e inodoras. Com o tempo, as evacuações serão mais frequentes, mais líquidas, mais claras e eliminadas juntamente com gases. E sempre sem cheiro, o que as diferencia de uma diarreia infecciosa.

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