29 nov 2013

Good places do play


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ideia

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selva

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27 nov 2013

Significado do choro


choro

Qual é o significado do choro do seu bebê?

O desespero e a angústia passam a conviver com a mamãe que acaba de chegar da maternidade e descobre que chorar é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar?

Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.

A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.

Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.

Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.

Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.

Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.

Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.

Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.

Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.

Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.

Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.

Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.

Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.

Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.

Sono: criança agitada e com choro nervoso.

Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio “engasgado” de raiva ou brabeza.

Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.

Dicas

0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.

3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.

6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.

O meu pequeno Be, deu para chorar do nada, eu acho que é manha sim, pois ele se joga e fica nervoso por ser contrariado, um dos momentos que isso mais acontece é quando ele está com sono e para variar luta contra. Mais neste momento temos que falar mais duro para que eles entendam que estão fazendo errado.

Bjo, bjo

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br


26 nov 2013

Festas de final de ano, cuidado com seu pequeno


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Mamães as festas de final de ano estão chegando embora meu pequenino não entenda o significado das coisas, afinal ele está com 9 meses,  as descobertas são enormes. Como eles se encantam com as luzes da árvore de natal brilhando, o Bernardo fica parado olhando por horas…

Normalmente as casas se enchem de amigos, parentes neste período, pode ser que o bebê não seja só sorrisos para as visitas. Quando isso acontece é porque começam a aparecer os sinais da ansiedade da separação. Não se surpreenda se seu filho abrir o berreiro ao ser colocado no colo do Papai Noel, ou se virar o rosto quando a vovó ou o vovô que vieram de longe se aproximarem para dar um beijo.

Evite passar o bebê para o colo de um desconhecido  sem avisá-lo, ou deixar que pessoas o tirem do seu colo pelas costas, sem que ele veja quem é. Dê um tempo para a criança se acostumar às novas fisionomias.

Mesmo que não estranhe nada, na empolgação do clima de festas é fácil esquecer que tantos rostos novos, sons e novidades podem estimular demais o bebê, deixando-o inquieto e incomodado. Preste bem atenção aos sinais que seu filho lhe dá: coloque-o para dormir ao primeiro sinal de sonolência (esfregar os olhos e as orelhas, irritabilidade). E, se ele estiver especialmente nervoso, tente ficar um tempinho num lugar mais tranquilo.

Uma das maiores fontes de problemas nessa época é a bagunça nos horários do bebê, por causa dos eventos sociais. Sempre que der, procure preservar pelo menos a rotina dos horários de dormir e acordar. É melhor procurar um quarto mais calmo e perder algum tempo tentando fazer o bebê adormecer que passar o dia inteiro com uma criança irritada e nervosa porque está cansada demais.

Tome cuidado especial com o barulho de rojões e fogos de artifício.

“Se os fogos forem próximos à sua casa, procure fechar janelas e portas para tentar abafar a intensidade do som”, recomenda o pediatra Fábio R. Picchi Martins. Segundo ele, não adianta colocar algodão no ouvido da criança para tentar amenizar o som, porque, além de pouco ajudar, ainda corre-se o risco de um corpo estranho ficar esquecido no local.

http://brasil.babycenter.com


25 nov 2013

Meu filho não quer tomar banho


Mamães, estou desesperada uma das atividades que o Be mais gostava, era os momentos de tomar banho. Há duas semanas do nada ele começou a detestar, primeiro não senta na banheira nem na força, grita, chora e não a nada que o faça aproveitar melhor este momento. Estou tentando de tudo, coloco vários brinquedos, canto, brinco, tento distraí-lo de todas as formas mas nada tem dado certo. Cheguei até cogitar que a babá tivesse deixado ele escorregar e quem sabe ele tivesse se afogado, mas ela diz que não e eu claro, prefiro acreditar nela! Mas eu gostaria de saber se isso já aconteceu com algumas de vocês, como resolveram?

Segue abaixo um texto que li para tentar me ajudar, embora eu tenha seguido grande parte das sugestões, ainda não consegui solucionar esta questão.

Bjo, bjo

“.. Embora o banho seja considerado por muitas pessoas um momento de prazer e relaxamento, é normal certa recusa do hábito por crianças entre um e três anos de idade.

Essa negação gera dúvida e angústia em alguns pais: será que não estou conseguindo me posicionar diante do meu filho? Ele será assim para a vida toda? É normal tal atitude?

O pediatra Leonardo Posternak esclarece que essa “manha” é uma característica dessa fase: “Entre um e dois anos e meio de idade, a maioria das crianças passa pela fase do negativismo. É o período do “não” para tudo!”

É nesse momento que o pequeno passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões e, por isso, quer tomar decisões e fazer suas escolhas, reivindicando a posse sobre o próprio corpo, até então cuidado somente pelos outros.

O resultado é uma grande resistência aos pedidos dos pais.

Outros fatores também podem estar contribuindo para que seu filho queira escapar da hora do banho:

- Ele pode estar tentando chamar a atenção dos pais.

- Pode ter medo de cair ou de se afogar/sufocar com a água.

- Pode sentir aflição com a temperatura da água.

- Pode ter receio de não segurar o xixi na hora do banho e levar bronca.

Com jeitinho e atenção a alguns detalhes importantes, seu pequeno não vai mais se esconder desse momento tão gostoso. Confira estas dicas de ouro, rs:

- Passe a hora do banho para a parte da manhã, pois, ao deixar o banho para o final do dia, o pequeno poderá estar cansado e irritado.

- Fique atento à segurança: coloque um tapete antideslizante no chão ou deixe chinelos de borracha; não utilize água muito quente e jamais deixe a criança ter contato com os fios do chuveiro. Se for banheira, jamais se ausente do local.

- Deixe que o pequeno faça xixi, pois é até mais higiênico e ajuda a diminuir o número de descargas no vaso sanitário.

- Faça dessa hora, um momento de diversão: compre brinquedos que podem ser usados na água, como aparelho de fazer bolinhas de sabão, livros impermeáveis, baldinhos de plástico etc. Permita que ela leve seus bonecos para banhá-los e ficarem também limpos e cheirosos.

- Escolha sabonetes e embalagens de xampu que sejam atraentes para complementar a brincadeira.

- Experimente mudar o convite: no lugar de “Vamos tomar banho?!”, use “Vamos brincar na água?!”.

- Coloquem uma roupa apropriada, como maiô ou sunga e entrem no banho junto com o pequeno.”

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19 nov 2013

As primeiras palavras


Mamães, meu pequeno Be está com 9 meses e meio e para minha felicidade já está emitindo vários sons e um dos que ele mais murmura é Mã mã mã mã mã… Vc´s não imaginam como eu fiquei boba, sinceramente não sei se ele sabe o que significa este som, ou se ele quer mesmo dizer mamãe, mas que é sensaciona,l isso é.

Pelas minhas buscas achei no site do Babycenter um artigo super interessante que vale compartilhar com vocês, pois muitas das dúvidas que surgem podem ser esclarecidas.

Bjo, bjo

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Seu bebê vai aprender aos poucos a usar palavras para descrever o que vê, ouve, sente e pensa na medida em que completa saltos de desenvolvimento mental, emocional e comportamental. Os pesquisadores agora sabem que, muito antes de um bebê murmurar sua primeira palavra, ele aprende as regras da linguagem e percebe como os adultos a usam para se comunicar.

Quando se desenvolve

As crianças aprendem a falar durante os dois primeiros anos de vida. Seu bebê começará usando a língua, os lábios, o céu da boca e qualquer dente que esteja aparecendo para produzir sons (“os” e “as” no primeiro ou no segundo mês; os murmúrios começam pouco depois). Logo, esses sons se tornam palavras de verdade (um “mamã” ou um “papá” pode escapar sem querer entre os 4 e os 5 meses, levando lágrimas aos seus olhos — quem se importa se foi intencional ou não?).

A partir daí, seu bebê vai aprender mais palavras com você, com seu parceiro e com quem mais estiver perto dele. Entre 1 e 2 anos, ele começará a formar frases com duas ou três palavras.

Como se desenvolve

O choro do seu filho ao nascer é a primeira incursão que ele faz no mundo da linguagem. Naquele momento, ele expressa o choque de sair do confinamento gostoso do útero e de estar em um lugar desconhecido. A partir de então, vai absorvendo os sons, os tons e as palavras que moldarão a forma com que ele vai falar.

A fala está ligada de forma inextricável à audição. Quando ouve as outras pessoas conversarem, o bebê aprende os sons das palavras e como as frases são estruturadas. De fato, muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa enquanto o bebê está no útero. Assim como antes de nascer o bebê se acostuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Dias após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais.

De 1 a 3 meses

A primeira forma de comunicação do seu filho é o choro. Um grito agudo pode significar fome, enquanto choramingos curtos e repetidos podem assinalar a necessidade de trocar a fralda. Depois de algum tempo, o pai e a mãe aprendem a reconhecer os diferentes tipos de choro, para atender melhor às necessidades da criança. Dá para distinguir o choro de cólica do choro de fome, por exemplo.

À medida que o bebê cresce, vai desenvolvendo um repertório delicioso de gorgolejos, suspiros e arrulhos, tornando-se uma minifábrica de som. Sobre a capacidade de entender a linguagem, os linguistas dizem que os bebês de até 4 semanas são capazes de fazer a distinção entre sílabas similares, como “ma” e “na”.

Quatro meses

Neste ponto, seu filho vai começar a balbuciar, combinando consoantes e vogais (como “dadá” ou “babá”. Os primeiros “mama/ã” e “papá” podem escapar aqui e ali, e embora certamente façam você e seu companheiro se derreterem todos, não significam que o bebê já relacione direito as palavras a vocês. Isso vem depois, quando ele estiver com quase um ano.

As tentativas dele de falar vão parecer um jorro de monólogos em outra língua qualquer, infindáveis torrentes de palavras. A vocalização é uma brincadeira para a criança, que faz experiências usando a língua, os dentes, o céu da boca e as cordas vocais para produzir todo tipo de sons engraçados. Ela se diverte quando descobre que é ela quem faz tudo aquilo, fica estimulada a repeti-los e a procurar novos barulhos.

Nesse estágio, os balbucios têm os mesmos sons, não importa se a família do bebê fale português, inglês, francês ou japonês em casa. É possível perceber uma preferência da criança por determinados sons (“ca”, “da” ou “auá”, por exemplo), repetidos por ele sem cessar porque ele gosta do jeito como soam e da sensação na boca que eles produzem quando são pronunciados.

De 6 a 9 meses

Quando a criança balbucia e emite sons, eles até parecem fazer algum sentido. Isso ocorre porque ela passa a usar tons e padrões similares aos que você usa. Estimule o seu bebê a balbuciar lendo para ele, cantando e conversando.
De 1 ano a 1 ano e 5 meses

Ele usa uma ou mais palavras e sabe o que elas significam. Pratica até mesmo a inflexão, elevando o tom ao fazer uma pergunta, como “co-lo?”, quando quiser ser carregado, por exemplo. A criança percebe a importância da fala e o enorme poder que representa o fato de ser capaz de expressar suas necessidades.
De 1 ano e meio a 2 anos

 

O vocabulário pode incluir até 200 palavras, muitas delas nomes. Entre 1 ano e meio e 1 ano e 8 meses, as crianças aprendem uma média de dez ou mais palavras por dia. Algumas aprendem palavras novas a cada 90 minutos, uma média impressionante. Cuidado, portanto, com o que diz na frente do seu filho! Ele vai também juntar duas palavras, formando frases básicas como “É meu” (bem típica do comportamento possessivo dessa fase!).

Aos 2 anos, usará frases com três palavras e cantará canções simples. O senso de identidade dele vai amadurecer e ele começará a falar sobre si — do que gosta e do que não gosta, o que pensa e sente. Os pronomes podem confundi-lo e é possível que você o pegue dizendo “nenê fez”, em vez de “eu fiz”.
De 2 a 3 anos

A criança terá um pouco de dificuldade para empregar o volume apropriado para falar, mas logo aprenderá. Também começará a desvendar os macetes dos pronomes, como “eu” e “você”. Entre 2 e 3 anos, seu vocabulário aumentará para até 300 palavras. Ela usará nomes e verbos juntos para formar frases completas, embora simples, como “Eu quero agora”.

Quando fizer 3 anos, seu filho usará a fala com mais sofisticação. Será capaz de manter uma conversa e ajustar o tom, os padrões de fala e o vocabulário ao parceiro da conversação. Usará, por exemplo, palavras mais simples com outras crianças, mas será mais sofisticado com você.

É possível que você já entenda tudo o que ele diz. A maioria das crianças nessa idade é fluente ao dizer o nome e a idade, e responde prontamente a uma pergunta. Nesse estágio, você pode corrigir eventuais palavras ou concordâncias simples ditas pela criança, de preferência repetindo a frase ou palavra do modo correto, sem advertir seu filho por ter falado “errado”.

O que vem pela frente

À medida que seu filho cresce, ele fica mais tagarela. Você mal vai se lembrar da época em que ele não falava e vai se divertir ouvindo sobre os trabalhos que ele fez na escola, sobre o que a amiguinha Sabrina comeu no almoço, o que ele acha da madrasta da Cinderela e qualquer outra coisa que ocupe a mente dele. Ele também começará a lidar com a habilidade mais complexa da escrita.

O que você pode fazer

É simples: converse com seu filho. Pesquisas mostraram que crianças cujos pais falavam bastante com elas na primeira infância tinham um QI significativamente maior que o das outras crianças. O vocabulário delas também se mostrou mais rico que o de crianças que não receberam muito estímulo verbal.

Você pode começar já na gravidez, de forma que o bebê se acostume com o som da sua voz, o que já pode ir estimulando conexões no cérebro dele. Leia um livro em voz alta ou cante para o bebê enquanto estiver no banho. Tudo bem, é possível que você se sinta estranha fazendo isso. Se for o seu caso, não precisa ficar culpada, ele já ouvirá bastante a sua voz quando você falar com outras pessoas.

Quando o bebê nascer, converse enquanto estiver trocando a fralda, dando de mamar ou dando banho, e dê um tempo para que ele responda com um sorriso ou olhando nos seus olhos. Um bom jeito de começar é simplesmente descrever o que você está fazendo: “Agora a mamãe vai colocar você na água quentinha (e assim por diante)”. Por volta dos 5 meses, você poderá perceber que ele presta atenção aos movimentos da sua boca. Continue falando e em breve ele começará a tentar conversar também.

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