14 jan 2015

Filho e mãe: ele com os olhos dela e ela com os genes dele


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Não é preciso de muita observação científica e apurada para perceber na natureza humana um padrão muito interessante: a ligação entre mãe e filho. Isso se desenvolve tipicamente durante o processo da gravidez, do parto e da amamentação. Além disso, a ligação pode se dar em questões de segundos, minutos, horas, dias ou mais. É claro que essa ligação afetiva também pode ser desenvolvida para filhos não sanguíneos como no caso de uma adoção, ou com o pai da criança. No entanto, quero salientar neste texto um pouco do primeiro caso, no qual a ligação afetiva é combinada a trocas de substâncias químicas que podem alterar o organismo da mãe e do bebê irreversivelmente.

A ligação da mãe com a sua cria é muito importante para um desenvolvimento adequado da prole. Alguns trabalhos mostram que durante a gravidez a mãe produz a ocitocina (hormônio do amor e do apego) e, após o parto, a concentração desse hormônio pode predizer o nível de ligação mãe-filho. Além disso, existem inúmeros trabalhos na literatura científica estudando como a separação ou privação materna podem afetar o desenvolvimento infantil ou mesmo fatores neurobiológicos/comportamentais na vida adulta de um indivíduo. Se você quiser saber mais sobre separação materna procure ler sobre o trabalho do psiquiatra e psicanalista, Edward John Mostyn Bowlby. Além disso, indico uma revisão recente Open Source (revista aberta a qualquer pessoa, cientista ou leigo, interessado no artigo científico) que analisa a atividade de diferentes regiões cerebrais de roedores separados ou não de suas mães. Também fica a dica do trabalho de um amigo meu, Dr. Carlos Eduardo Neves Girardi, publicado em 2014 também em uma revista Open Source, sobre como o estresse neonatal pode alterar fatores afetivos associados a comportamentos esquizofrênicos em ratos.

DNA

O cérebro de uma grávida é um mistério para a ciência. A maioria das grávidas muda o comportamento, a postura, o equilíbrio, os cuidados consigo mesma de maneiras extremas e quase que instantaneamente. E com certeza tudo isso é comandado pelo cérebro. O bombardeio de hormônios de uma situação fisiológica tão importante faz com que a mãe se transforme em uma máquina a disposição do feto. Há muitos e muitos anos sabemos que existe uma troca constante de nutrientes pela placenta e é dessa forma que a mãe alimenta o feto durante a gravidez. No entanto, já se sabe que também existe troca de material genético entre mãe e feto.

Considerando todo um novo modelo teórico e científico do estudo do cérebro de uma grávida, foi mostrado que o DNA exclusivo do genoma masculino pode persistir no cérebro da mãe por toda a vida (um dos trabalhos que achei interessante é esse aqui). Como se a gestação de um feto masculino deixasse uma marca eterna no cérebro da mãe. O impacto biológico desse DNA na mãe ainda não é claro, porém o estudo mostrou que existe uma relação entre o número de gestações de fetos masculinos e o aparecimento da Doença de Alzheimer: aparentemente mulheres com mais DNA masculinos em seus cérebros tem menor predisposição de sofrer da Doença de Alzheimer. Os pesquisadores dizem que talvez esse DNA do filho possa ajudar a proteger a mãe do desenvolvimento da doença. Claro que isso ainda é uma suposição, muitos estudos científicos devem ainda ser realizados para se comprovar se essa relação pode ter realmente uma causalidade. Aguardem os próximos capítulos da ciência ou se joguem a pesquisar essa temática tão interessante.

Vocês devem se perguntar por que dentre tantos assuntos científicos para tratar no Prisma, eu escolhi esse. Bom, diversos são os motivos que me levam à escolha de um tema para os meus posts, mas particularmente para o presente texto a história é interessante. No laboratório que trabalho no NIH estava encontrando algo muito esquisito em alguns animais transgênicos. Para resumir, esses animais expressam um proteína fluorescente no DNA que pode ser observada, com os devidos aparelhos, pela coloração das orelhas e patas dos camundongos. Uma pesquisadora do laboratório notou que uma fêmea que não deveria expressar essa fluorescência passou a expressá-la após a gestação que deu cria a camundongos com ou sem a proteína fluorescente. Achamos estranho demais e começamos a pesquisar. Com uma mente bem aberta a pesquisadora apresentou para o grupo os artigos sobre o transporte de carga genética entre o embrião e a mãe. Agora essa explicação parece óbvia mas na época que tínhamos o problema, não era.

O que quero ressaltar aqui é que no mundo científico as vezes as respostas para os resultados obtidos não estão só naquela literatura fortemente associada ao seu trabalho. Abra sua mente e leia. Leia mais sobre outros assuntos que não somente o seu. No meu mundo da neurociência básica, uma mãe e seu bebê tiveram mais a me ensinar do que eu imaginava.

 

Fonte: https://prismacientifico.wordpress.com/2015/01/11/filho-e-mae-ele-com-os-olhos-dela-e-ela-com-os-genes-dele/


13 jan 2015

Os benefícios do estudo de música na infância


Mamães, primeiramente gostaria de me desculpar por estas quase 3 semanas de ausência, o ano de 2014 em particular foi muito difícil e pesado para mim e minha família e me dei o direito de tirar férias, e não pensar em nada que não fosse descanso e lazer… Por isso o Blog ficou de lado, mas como é necessário voltar a vida real, os nossos posts tb voltaram com todo o gás.

Desde de dezembro Bernardo tem frequentado aula de música, fico impressionada como ele A D O R A a aula, fica prestando atenção no sons dos instrumentos, dança, toca e sai de lá numa animação só.

Li este artigo na revista Crescer e achei muito interessante, pois consigo evidenciar vários sinais no Be. Espero que aproveitem a leitura.

Bjo, bjo

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Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. A constatação é de um grupo de pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos. Depois de analisar tomografias de 232 crianças entre seis e 18 anos, eles perceberam que estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.

Os especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. “O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo”, explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.

Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade

Escutar música antes de nascer ajuda a desenvolver o cérebro do bebê

A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. “Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois”, diz Elvira, frisando que o contato com a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.

Então que tal estimular a iniciação musical em casa? Enquanto ajuda seu filho e se diverte com ele, você também absorve os benefícios do contato com a música, que vale para todas as idades. Veja como fazer isso no dia a dia:

- Coloque diferentes tipos de música para seu filho ouvir para aumentar o repertório dele logo cedo. Arrisque mesmo: clássica, africana, indígena, jazz, samba.

- Faça brincadeiras com sons usando objetos da casa, como panelas e baldes. Não deixa de ser um jeito de produzir música.

- Sempre que possível, separe 10 minutos do dia só para ouvir música com seu filho, sem realizar nenhuma outra atividade ao mesmo tempo. Todo mundo vai ficar mais relaxado.

- Estimule as crianças a ouvir e identificar os sons da natureza, desde os passarinhos até o barulho das folhas ao vento. Isso também vale como experiência e memória musical.

- Cantem juntos, com e sem música de fundo. O efeito de cantar é o mesmo de tocar um instrumento.

 


18 dez 2014

O posso ensinar para os meus filhos


Mamães adorei este texto que li no site da Pais&Filhos e me identifiquei muito… Por isso resolvi compartilhar e espero que também gostem.

papai

Rodrigo Leão pai de dois meninos, se preocupa com os valores que passa a eles e, para ajudar, elencou 10 frases que norteiam suas vidas

Não sei muito da vida. Mas, como sou pai de dois meninos, hoje com 6 e 8 anos, decidi que precisava tentar ensina-los o pouco que sei. Por isso pensei em algumas frases simples, que pudessem servir a eles não como dogmas, mas como estrelas no céu, apontando direções a seguir quando perdidos na floresta. Essas frases, que acabo repetindo muitas vezes, são repetidas por eles de volta pra mim, pois eu também continuo aprendendo a viver. Divido aqui algumas delas na esperança de que você também pare um minuto pra pensar no que anda repetindo pro seu filho.

1. A vida é o bem mais raro e precioso do universo. Não fui eu que disse. Não foi Deus que disse. Foi a matemática que provou.

2. O mundo não é justo. Nós somos justos. Não se pode nem se deve esperar justiça do mundo nem dos outros. Justiça é o nosso presente para um mundo que nos deu todo o resto.

3. Quem não tenta, não consegue. O mundo não é dos talentosos nem dos inteligentes:é dos persistentes. J.K. Rowling foi rejeitada por 12 editoras antes de publicar Harry Potter. Steve Jobs errou com o Newton para acertar com o iPhone.

4. Dois errados não fazem um certo. Os erros dos outros nunca justificam os seus, então, não se baseie neles para tomar as suas decisões e atitudes.

5. Se uma história soa esquisita, questione. Papai Noel existe? Deus existe? A Fada do Dente existe? Minha resposta é sempre a mesma: o que você acha? Os debates que se seguem são maravilhosos. Pra eles e pra você.

6. Aventureiros são os que mais se preparam para viver aventuras. Quer subir no muro? Suba, mas antes considere as consequências e faça todo o possível para não enfrentá-las.

7. Propaganda é mentira até que se prove o contrário. Sou publicitário e acredito que o melhor tipo de consumidor que existe é o desconfiado.

8. Comida que vem num pacote não costuma ser saudável. Se veio da fábrica não foi feito só pra te alimentar, foi feito pra dar lucro. Infelizmente o sal, a gordura e o açúcar são os ingredientes mais lucrativos que existem.

9. Nunca na história do mundo houve um tempo melhor pra se estar vivo. É dado estatístico: nunca tantas pessoas viveram durante tanto tempo e com tantas possibilidades de serem felizes quanto hoje. Quem não tentar, não vai conseguir.

10. A tristeza só existe dentro de você. Em canto algum do universo se encontrará a tristeza senão dentro da sua cabeça. Então, que tal tirá-la daí? Afinal, você é o bem mais raro e precioso do universo, e merece ser feliz.


16 dez 2014

Comidinhas, o natal está chegando


O natal está chegando e o post de hoje é para mostrar algumas comidinhas que divertem a criançada.

Bjo, bjo

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15 dez 2014

A tecnologia está afetando as relações familiares dentro da sua casa?


Mamães, cada vez mais as relações humanas estão diferentes do que era há tempos atrás. Um dos grandes fatores desta mudança é a “tecnologia”. O que seria de nós sem ela, vc conseguiria se imaginar nos dias de hoje sem celular, ou melhor, sem o smartfone. Aquelas horas de transito que o abençoado Waze te leva pelos melhores caminhos, ou depois daquela compra de mês você poder ligar para sua doméstica descer e te ajudar a subir com tudo… Emfim eu poderia ficar aqui horas listando os benefícios da tecnologia, no entanto o que tempos parado pouco para observar é como ela também acaba afastando as pessoas e atrapalhando as relações. Acabei de ler este texto na revista Crescer e gostei muito, espero que, como assim, para comigo os ajude a refletir um pouco sobre o tema.

Bjo, bjo

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“… Você presta atenção ao que o seu filho diz? Ou só acha que está prestando?

Uma pesquisa realizada com 1.521 crianças de 6 a 12 anos pela Highlights, uma revista infantil norte-americana, mostrou que 62% das crianças reclamam que os pais estão distraídos demais para ouvi-los. E – surpresa! – os celulares são os principais responsáveis por isso. Em 28% dos casos, pais e mães estavam tão entretidos com o aparelho que mal prestavam atenção aos filhos. E não é só: juntos, celulares, TV’s, smartphones e tablets foram a causa desse distanciamento entre filhos e pais em 51% dos casos.

“De cinco anos para cá, a tecnologia foi se popularizando e hoje em dia está acessível de qualquer smartphone para qualquer pessoa”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, professora e coautora do livro Vivendo esse Mundo Digital, da Editora Artmed. Graças a uma linguagem visual muito atraente e cada vez mais fácil de ser manipulada, as pessoas têm todas as informações à mão – consultam a previsão do tempo, informações sobre o trânsito, ficam ligadas no últimos acontecimentos – e acabam se tornando dependentes desses recursos. Não é à toa que os celulares se tornaram quase uma extensão das pessoas:  passam a noite na mesa de cabeceira, acompanham seus donos ao trabalho, no carro e até na hora das refeições.

Qual é o papel da tecnologia na educação dos seus filhos?

Uma pesquisa da Universidade de Boston (EUA) mostrou que nem quando às pessoas estão à mesa, em família, os smartphones são poupados. Cientistas observaram o comportamento de 55 adultos que foram com filhos a restaurantes na zona metropolitana de Boston: 40 deles não largaram o celular durante a refeição. As crianças tinham de 0 a 10 anos e 54% delas estavam em idade escolar. “Parece que já não há uma troca entre filhos e pais. Os aparelhos ficam sempre no meio”, comenta Evelyn.

Esses novos artifícios da vida moderna têm afetado também a dinâmica de relacionamento entre casais. Em um outro estudo, da Brigham Young University (EUA), realizado com 143 casais heterossexuais, 70% das mulheres relataram que os smartphones atrapalham seu relacionamento amoroso. Garanto que você já presenciou a cena: um casal sozinho em uma mesinha de bar num sábado à noite, cada um entretido com seu próprio telefone, checando sua conta no Facebook. Há relacionamento que resista?  Segundo as entrevistadas, porém, o aparelho que mais fica no caminho do romance são os computadores. O conselho dos especialistas? Banir aparelhos eletrônicos em geral do quarto – incluindo a televisão.

Acima de tudo, é preciso pensar que é a maneira como você se relaciona com a tecnologia que vai servir de espelho para o seu filho. Você tem que carregar seus aparelhos com muita frequência? Sinal de que está passando muito tempo entretido com eles. Você se sente perdido sem o tablet no carro para distrair as crianças? Hora de começar a usar a criatividade. Você não sabe mais os nomes dos amiguinhos do seu filho? Talvez você se encaixe na estatística da primeira pesquisa e não esteja prestando atenção suficiente ao seu pequeno.

Tablet de presente de natal: sim ou não?

Se na hora de escrever a cartinha para o Papai Noel seu filho, além de contar sobre suas conquistas nesse ano, dizer que se comportou bem e que aguarda ansioso a vinda do Bom Velhinho, pediu um tablet… Você  não está sozinho. Um levantamento do Datafolha, realizado com pais de crianças até 12 anos, mostrou que o presente mais cobiçado este ano são esses populares gadgets: eles encabeçam a lista de desejos de 8% dos pequenos paulistanos para o Natal. Surpreendentemente (ou nem tanto) o tablet conseguiu superar até as bicicletas, que são tradicionalmente um dos presentes mais desejados, mas que ficaram com apenas 3% das respostas registradas pela pesquisa.

=> 10 dicas para o seu filho lidar bem com as novas tecnologias

Esse fascínio pela tecnologia não acontece à toa. As luzes, as cores, as animações e os sons que aparecem na tela de tablets e smartphones são superestimulantes para as crianças e, naturalmente, despertam sua atenção. A boa notícia é que, na dose certa, isso pode até contribuir para o desenvolvimento delas. “A repetição que esses joguinhos e aplicativos proporcionam funciona como um treinamento cognitivo. Eles trabalham a memória operacional e a memória visual. Com isso, as crianças adquirem uma rapidez mental”, pondera o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

O problema reside no fato de o contato exagerado com a tecnologia minar o principal ingrediente do desenvolvimento de qualquer criança: o afeto. “Até os 3 anos pelo menos, para o desenvolvimento da linguagem, a criança precisa da interação face a face”, explica Farias. O bebê aprende a falar, a mover os lábios a emitir os sons por meio do contato com seus cuidadores. Tablet não é babá eletrônica: não substitui o contato com a mãe, com o pai ou com os irmãos. “Estamos banalizando a tecnologia e trocando o que a gente chama de aspecto afetivo do relacionamento mãe e filho por ela. Em vez de aconchegar os filhos, muitos os entretêm com os aparelhos eletrônicos”, explica Evelyn.

Sinal Vermelho

Se você perceber que o seu filho prefere ficar em frente ao celular ou ao computador em vez de sair para brincar com amigos, se divertir no parquinho ou ir ao clube, é hora de agir e repensar o uso da tecnologia aí na sua casa. Está provado que o excesso de contato com aparelhos eletrônicos pode causar distúrbios de sono, queda do rendimento escolar, problemas de audição, problemas de visão (como síndrome do olho seco), problemas de postura, dores de cabeça e até deficiência de vitamina D.

Dispositivo faz selfie de bebês e publica fotos instantaneamente nas redes sociais

Por isso, a palavra de ordem no uso desses aparelhos é bom senso. “Pais inteligentes devem usar a tecnologia a seu favor, cientes de que o contato físico, o olhar, o calor do toque, não são substituídos por uma mensagem de texto. Essa questão não deve ser encarada como usar ou não a tecnologia – porque é praticamente impossível viver sem esses recursos na atualidade – e sim, como aproveitá-los ao máximo”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).

Dosar o tempo de contato entre as crianças e os aparelhos é fundamental, ainda que não seja uma tarefa fácil. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que o tempo total que o seu filho passa em frente à tela não exceda duas horas por dia, sendo que casa sessão não deve passar 30 a 40 minutos. E como fazer isso? Com certeza, pedir que seu filho desligue o celular ou deixe o tablet de lado não será tão efetivo. O que vai fazer diferença mesmo na mudança de postura das crianças é oferecer repertórios variados e estar disponível para elas no tempo que você puder. Convide-a para dar um passeio, proponha um jogo, uma nova brincadeira. “Ser pai e mãe é uma responsabilidade: crie tempo para estar com o seu filho”, aconselha Evelyn”.

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