16 jul 2014

Como criar um filho feliz


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Mamães, um dos maiores desafios que nós temos é o de criar os nosso filhos, dando para eles educação, ensinando bons princípios e vendo-os felizes. Muitas de nós pode achar que escolas bacanas, brinquedos etc… pode trazer esta felicidade para nossos filhos, mas é ai que muitas de nos se enganam, muito distante disso o que ele precisam é da nossa atenção e afeto. Li este artigo no site baby center e achei muito interessante, por isso resolvi compartilhá-lo com vc´s. Espero que gostem!!

Bjo, bjo

O que faz uma criança feliz? A resposta pode surpreender a maioria dos pais. Segundo especialistas em desenvolvimento infantil, felicidade não é algo que se possa dar a um filho como se fosse um presente. Pelo contrário.

Na realidade, diz o psiquiatra Edward Hallowell, autor de The Childhood Roots of Adult Happiness, crianças mimadas demais ou poupadas de todo tipo de desconforto emocional têm mais chances de virar adolescentes chatos, cínicos e descontentes.

“O mais significativo para a felicidade são fatores internos, não externos”, afirma Hallowell. Ele salienta que o importante é ajudar a criança a desenvolver ferramentas internas para se equilibrar, ferramentas com as quais ela possa contar pela vida inteira.

A boa notícia é que não é preciso ser especialista em psicologia infantil para cultivar no seu filho a força interior e a sabedoria de ele vai precisar para aguentar os trancos e barrancos da existência. Com paciência e flexibilidade, todo pai e toda mãe possuem mecanismos para formar a base de uma vida de cheia de felicidade para os filhos.

Saiba interpretar os sinais

À medida que a criança passa de recém-nascida a um bebê mais interativo de 6 meses, ela se torna mestre em expressar para você quando alguma coisa a está deixando alegre ou aborrecida. Por exemplo, o rosto dela se abre em um enorme sorriso ao ver você entrar, ou se contrai em um choro inconsolável quando alguém leva um brinquedo embora.

Você também já deve ter reparado como o bebê passa da alegria à tristeza em um piscar de olhos.

De acordo com a neurocientista pediátrica Lise Eliot, bebês são instáveis assim porque o córtex cerebral, que controla as respostas automáticas do corpo, mal começou a funcionar. Com o passar dos anos e o desenvolvimento dessa parte do cérebro, a criança conseguirá controlar melhor suas emoções e comportamentos.

E, se você tem a sensação de que seu filho passa mais tempo chorando do que rindo, isso se deve ao fato de os bebês desenvolverem primeiro a capacidade de experimentar o estresse — antes da felicidade. Choro e expressões faciais de tristeza existem por um bom motivo, explica Lise. Eles servem como sinal de socorro para que os responsáveis pela criança consertem o que quer que esteja errado.

Mas, se o bebê está chorando, como saber se é porque sente dor, fome ou simplesmente tédio? “A sensibilidade da mãe geralmente consegue detectar os diferentes tipos de choros e expressões faciais”, afirma Paul C. Holinger, professor de psiquiatria do Centro Médico Rush-Presbyterian-St. Luke, nos Estados Unidos. “As sobrancelhas, a boca e as vocalizações são sistemas de sinalização do bebê.”

Um bebê com algum desconforto físico vai chorar com os cantos da boca virados para baixo e as sobrancelhas arqueadas no meio. Quando o problema é raiva, o rosto do bebê fica vermelho, as sobrancelhas viram para baixo, o maxilar fecha, e ele grita feito um animalzinho.

A maioria dos pais reconhece um bebê que se irrita fácil ou que é medroso, mas, segundo Holinger, muitos não percebem que a raiva às vezes provém de situações desagradáveis do ambiente. “Se há um barulho mais alto ou uma luz mais forte, a criança vai mostrar sinais de medo. Se o barulho ou a luz continuarem, o sentimento vira raiva”, diz o professor.

Seu filho provavelmente tem seu próprio jeito de mostrar quando está bem ou não. Algumas crianças choram, outras ficam mais apegadas e carentes. Com o passar do tempo, você vai entender cada vez mais o temperamento do seu filho e aprenderá a reconhecer os sinais de quando alguma coisa está errada.

Abra espaço para a diversão

Embora um móbile bem colorido ou o gostinho de uma papinha doce possam fazer o bebê sorrir, o que o faz realmente feliz é bem mais simples: você.

“Conecte-se com o bebê, brinque”, aconselha o doutor Hallowell. “Se você estiver se divertindo, ele também estará.”

O ato de brincar produz alegria, mas a brincadeira é também a maneira como as crianças desenvolvem as habilidades necessárias para a felicidade futura.

À medida que crescem, aquelas brincadeiras não-direcionadas fixa permitem às crianças descobrirem as atividades de que mais gostam: construir torres, aviões ou casas com blocos, misturar “poções” com ingredientes da cozinha, pintar com tinta, rolar uma bola, fantasiar-se, brincar de faz de conta.

Muitas vezes essas brincadeiras acabam levando a atividades profissionais extremamente prazerosas na vida adulta.

Lembre-se de que brincadeira não quer dizer inscrever a criança na aula de música, de esportes ou outras tarefas “enriquecedoras”. Brincar significa deixar uma criança inventar, criar e sonhar acordada para ajudar a desenvolver seus próprios talentos e descobrir seus interesses sem interferência externa.

Corpo saudável = criança feliz

Muitas horas de sono, exercícios e uma dieta saudável são essenciais para o bem-estar de qualquer pessoa, e das crianças em especial. Procure dar ao seu filho bastante espaço para que ele gaste energia, seja correndo, chutando bola, engatinhando até um brinquedo preferido ou subindo e descendo do escorregador mil vezes no parque. Atividades assim ajudam a deixar a criança de bom humor.

No caso de bebês, é só importante lembrar que a maioria deles se dá melhor com rituais e horários predeterminados para cada atividade. Programar o parquinho para depois do almoço pode resultar em bebê irritado.

Preste atenção também a possíveis ligações entre o humor do seu filho e a ingestão de certos alimentos. Para algumas crianças, açúcar, por exemplo, pode dar energia, enquanto que para outras, irritação. Acredite: alergias e sensibilidade a alimentos também alteram o comportamento das crianças.

Se você estiver amamentando, talvez descubra que o bebê não fica bem depois que você come alguma coisa específica. Por mais chato que seja abrir mão, muitas vezes compensa não comer e, por outro lado, ter mais tranquilidade com o bebê.

Deixe a criança resolver os problemas

Nos seis primeiros meses de vida, é importantíssimo que os pais respondam a todas as necessidades do bebê. Após essa fase, no entanto, se você correr por causa de cada soluço, impedirá que seu filho vivencie novas experiências.

“Crianças precisam aprender a tolerar situações incômodas e desagradáveis também. Permita que elas tenham dificuldades, procurem uma solução por conta própria, já que isso faz com que desenvolvam a capacidade de lidar com problemas”, diz a psicóloga Carrie Masia-Warner, que trabalha na Universidade de Nova York.

Durante o primeiro ano, o bebê aprende a sentar, engatinhar, pegar objetos, falar uma ou outra coisinha. Cada um desses marcos traz confiança e satisfação à criança. Não não corra para pegar o chocalho que caiu ou o ursinho do outro lado da sala. Dê tempo e estímulo para que seu filho consiga pegar o que quiser sozinho.

Tristeza e raiva também existem

Com o passar do tempo, as crianças aprendem a classificar seus sentimentos e a expressá-los com palavras.

“É normal que as crianças fiquem sensíveis demais, grudadas ou bravas em certas horas, por causa de alguma coisa diferente ao seu redor. Mas isso não quer dizer infelicidade”, aponta Carrie.

Por exemplo, se sua filha cismar de ficar em um cantinho, de mau humor, durante uma festa de aniversário, a reação natural é puxá-la de volta para as brincadeiras. Só que é fundamental deixá-la processar sozinha o sentimento negativo.

A criança precisa aprender que não há nada de errado em ficar chateada ou triste de vez em quando — faz parte da vida de todo mundo. Ao tentar dissipar qualquer sinal de descontentamento, muitas vezes mandamos a mensagem errada de que não é normal sentir tristeza.

Você é o modelo

Seja para o bem ou para o mal, as crianças tendem a imitar os comportamentos dos pais. Mesmo os bebês mais novinhos copiam o estilo emocional dos pais, algo que chega até a ativar áreas neurológicas específicas.

Isso quer dizer que, quando você sorri, seu filho sorri e o cérebro dele se “programa” para sorrir. Por outro lado, quando você se defronta com um bebê cheio de cólicas, por mais difícil que seja, o melhor é manter a calma para evitar que ele sinta e copie o estresse de quem cuida dele.

É normalíssimo para quem está lidando com recém-nascidos se sentir muitas vezes cansada e no limite. Mas, se esse for constantemente o seu estado de espírito, é importante procurar ajuda. Depressão é um problema real, não uma desculpa ou invenção que está na moda.

Cultive bons hábitos

Mesmo enquanto pequenos, os bebês já têm capacidade de aprender como é gostoso, por exemplo, ajudar ao próximo. Pesquisas indicam que pessoas que sentem que sua vida tem propósito sentem-se menos deprimidas.

É sempre possível demonstrar para uma criança a alegria do dar e do receber. Se você oferecer uma rodelinha de banana, deixe que ela faça a mesma coisa e dê uma de volta para você. Mostre como o gesto generoso deixa você feliz.

O mesmo vale para a hora de pentear o cabelo. Penteie o do seu filho e permita que ele penteie o seu. Esses pequenos momentos criam uma sensibilidade para que ele saiba compartilhar e se preocupar com outras pessoas.

Por volta dos 2 anos, as tarefas da casa são outra chance para ensinar as crianças a participar da vida dos outros. Tarefas simples, como colocar a roupa suja em um cesto ou levar os guardanapos para a mesa, ajudam as crianças pequenas a sentir que também podem contribuir com algo no mundo.

 

 

Fonte: Babycenter


10 jul 2014

Diário de Bordo – Birra infantil


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Mamães, estou há dias para escrever este post, há quase um mês o Bernardo começou a fazer umas manhas misturadas com xilique, em público que não sei o que fazer? Há duas semanas quando estive em Brasília tanto a minha ida quanto a minha viagem de volta foram um terror. Venho me perguntador cadê aquele menino tão dócil e sapeca que tem horas que mais parece o Incrível Huk enfurecido. Hoje particularmente foi um daqueles dias, aqui em SP foi feriado então fomos passear no parque pela manhã, mal começamos a nossa caminhada começou a esfriar eu fui colocar o casco no Bernardo, dai por diante ascendeu o botão do ON, onde só depois de pelo menos uns 40 minutos, quando chegamos em casa, ele parou de chorar, gritar e fazer manha. Meu marido que até hoje nunca tinha presenciado uma destas cenas ficou até um pouco impressionado.

Esta famosa geração denominada de Y, tão esperta, e com tanto acesso a informação, tem uma atitude desta para chamar atenção ou o quê? Como mãe de primeira viagem, fico bastante preocupada, será que o Bernardo faz isso por algum erro meu?

Semana passada coincidentemente vi no Instagram uma outra mamãe que escreveu um depoimento e também está passando pelo mesmo problema seu filhote de um ano e cinco meses, também estava fazendo chilique.  Ai vejo que não é só o Bernardo que tem este tipo de atitude mas outras crianças também… e mais uma vez me questiono, será que é um erro dos pais da nossa geração, ou apenas coisa de criança e depois passa?.

Para me ajudar com esta questão amanhã terei uma consulta com um Pediatra para um bate papo mais comportamental. Tomara que ele me ajude a lidar com esta situação, porque tem horas que até saímos do sério.

Se tiverem alguma história ou comentário para ajudar, será muito bem vindo, neste momento quanto mais informação e dica melhor ;-)

Bjo, bjo

Veja abaixo o artigo que eu achei que também fala sobre o assunto do site mamaes.net

‘…

Se existe coisa que todas as mamães devem ficar sabendo, é que as crianças fazem birra, sim! Ela pode acontecer em várias idades e pelos mais diferentes motivos, mas é bom contar com ela e conhecer dicas de como lidar com a mesma, para estar preparada a ultrapassar todas as fases da melhor forma.

A tendência de muitas mamães é se culparem quando seus filhos começam chorando e gritando de forma explosiva, que tiram do sério quase toda a família. Sempre surgem as perguntas: “por quê isto está acontecendo?” e “onde eu errei na educação deles?”.

Mas o mais certo é a culpa não estar na mamãe ou qualquer outra pessoa da família. As crianças fazem birra porque essa é sua forma de testar o limite dos pais, de lidar com suas próprias frustrações e muitas vezes com seus medos. E tudo porque ainda não possuem maturidade suficiente para reagir de outra maneira que não um chororô incontrolável e permanente, muitas vezes acompanhado de muitos gritos.

A pior fase parece começar perto dos 2 anos. É nesta idade que os mais pequenos começam ficando mais independentes, querendo fazer tudo sozinhos e querendo tudo na hora. E sempre que tem que enfrentar um “Não” dos pais, a reação pode não ser a melhor. Nessas alturas, alguns conselhos podem ajudar qualquer mamãe quase entrando em desespero.

A primeira dica consiste em avaliar se algo está incomodando seu filho. Tentar perceber se ele está com sono ou fome, ou mesmo está sentindo alguma dor. Mas se o choro constante teima em não desaparecer, o principal segredo é manter a calma e abusar da paciência.

Fale com seu filho em tom baixo e suave, mas de forma firme, demonstrando que quer ajudar e que para isso ele terá que contar o que se passa. É importante que você consiga que ele se acalme, e por vezes um pouco de colo é a melhor solução. Depois tente que ele perceba que todos os gritos não vão fazer você abalar suas decisões, e insista em que ele comece falando em tom de voz normal. Não esqueça que começar gritando com seu filho, só vai resultar em gritos mais prolongados.

Fazer a vontade dos mais pequenos também não é solução. Pode resolver o problema no momento, mas não irá evitar situações no futuro. A educação se constrói todos os dias e em todas as atitudes, e as crianças devem sentir que seus pais sempre são verdadeiros e são quem melhor sabe o melhor para elas.

Se você disse “Não”, isso deve ser mantido até ao fim, seja qual for a reação de seu filho. Da mesma forma, se você prometeu algo, deve sempre cumprir sua palavra, para que seus filhos não percam a confiança em você e se sintam frustrados.

E por fim, nunca esqueça de demonstrar todo seu amor, para que seus filhos entendam, que aconteça o que acontecer, você estará sempre a seu lado para ajudar e dar o carinho necessário…’

=>Vejam mais neste link  outro artigo interessante do site Justrealmoms.


07 jul 2014

Festa infantil PB


Mamães, e por falar em decoração infantil um nome que sempre me vem é o da Letícia Alencar …que além de amiga é muito talentosa… Veja abaixo a festa que ela fez para o Felipe de um aninho onde a mistura de P&B com muito verde ficou um charme!! Para dar uma quebrada além do verde a Letícia também usou um pouco de cor nas cadeiras e nos doces que compunham a mesa principal.

Eu gostei e você o que achou?

Bjo, bjo

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03 jul 2014

Casa Cor SC – Quarto Concept Baby


Mamães estamos sempre tão acostumadas à vermos quartos de bebê estilo provençal ou bem fitinhas e rococós, não é mesmo? Na mostra Casa Cor de SC deste ano o quarto de bebê me chamou atenção. O quarto planejado pelas arquitetas Maíra Queiroz e Vanessa Faller, do escritório Espaço do Traço Arquitetura, de Florianópolis fez eu me apaixonar. Primeiro porque o estilo delicado passou longe da proposta das arquitetas, que na minha opinião, embora bastante ousado foi muito feliz!

Segue abaixo um release que explica um pouco deste projeto tão inovador, inclusive incluindo as referencias e os materiais utilizados, o que poderá ajudar muitas mamães que gostarem do estilo, a usar como referencia para o quarto de seus pequenos.

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Amei este cantinho de leitura e brincadeiras

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Este berço e luminária é da Ameise Design que eu amo, inclusive de onde é o berço do quarto do Bernardo

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** fotos: Lio Simas

Como o próprio nome já deixa claro, o Concept Baby será um ambiente conceitual. “A ideia é apresentar um projeto completamente original, saindo do lugar comum de quartos de bebê. A proposta lança mão de cores inusitadas neste tipo de ambiente, como o preto e o cinza, em uma linguagem contemporânea e ousada”, anuncia a arquiteta Vanessa Faller.

O uso abundante do preto é uma grande provocação. O bebê ainda não sofreu influência da cultura que inflige que preto é uma cor ameaçadora, pelo contrário, ele acabou de sair do escurinho do útero de sua mãe. “Queremos mostrar que, principalmente em um ambiente grande, o preto pode tornar o espaço aconchegante. No caso, ele serviu para atribuir profundidade e ajudar a destacar os elementos decorativos do projeto, conferindo sofisticação ao décor”, explica Maíra Queiroz. Em oposição à seriedade do preto, a opção pelo degradê de tons azulados segue a tendência do ombré e lança mão do esmeralda, uma das cores do ano de 2014.

Um mundo dentro do ambiente

Sendo um quarto infantil, a decoração não poderia deixar de ser lúdica. “Buscamos implementar em cada detalhe um elemento que possibilite uma interação com a criança”, dizem. Um tapete que remete à grama e outro que tem uma amarelinha impressa; os pufes de tricô que, pelo formato e tom de cinza, lembram pedras; a cama está inserida em um palco para os futuros teatrinhos; as paredes são laváveis, possibilitando que as crianças se expressem sem deixar os pais de cabelo em pé; a parte de baixo do armário é feita de caixas com rodízios, revestidas de fórmica de quadro negro, o que possibilita aos pais representarem o que pode ser guardado em cada uma para que a própria criança aprenda a organizar seus pertences; as luminárias de nuvens; os cabideiros em forma árvores; o balanço ao lado da árvore. São elementos lúdicos e que representam a natureza.

Método Montessori

As arquitetas buscaram referência em Maria Montessori, uma educadora e médica italiana do início do século 20 que desenvolveu um método educativo por meio da prática com crianças, que é usado em escolas até hoje. Recentemente, o método montessoriano também foi adaptado para o ambiente familiar. Montessori prima pela liberdade, respeito, autonomia e auto-educação da criança, através de um ambiente preparado. “Por isso, um quarto com inspiração no método Montessori busca atender às necessidades da criança, não do adulto”, explica Pricila Reis Franz, consultora do escritório sobre Montessori.

Um ambiente preparado permite que o bebê ou a criança se movimente livremente e manipule os brinquedos e materiais sem interferência do adulto. O método também valoriza a beleza estética (utilizando objetos que apresentem texturas diferentes como madeira e tecidos, e evitando o plástico) e a organização do ambiente, optando por poucos elementos no ambiente, para ajudar a criança a ser centrada. Uma criança acostumada com essa pedagogia vai naturalmente buscar a organização de seu quarto, vendo-o tão agradável aos olhos.

Humor e muita criatividade

Como marca registrada do escritório Espaço do Traço, uma pitada de humor sempre surge nos projetos. Fazendo uma alusão ao já conhecido lema de uma marca de whisky,  para um bebê nada mais adequado do que o leite materno: keep calm and drink mom’s milk. Esta frase aparece impressa em um quadro.

Os objetos decorativos completam o tom despojado do ambiente: cabeças de animais em MDF e papelão nas paredes, molduras aplicadas sobre a parede lavável permitem que as imagens e anotações sejam sempre trocadas; brinquedos retro e outros em materiais e design contemporâneos; a luminária de piso com pés de pato e a cúpula deslocada; entre outros brinquedos educativos também estão no Concept Baby.

O cantinho de brincar, composto pelo tapete de grama, o balanço e a árvore remetem ao quintal, lugar onde qualquer um se sente à vontade. Nos cabideiros em forma de árvore, os porta-retratos pendurados remetem a uma árvore genealógica, o que fomenta uma ligação entre a criança e as raízes de sua família.

Mobilidade e independência aos pequenos

Tendo como referência conceitos do método Montessori de educação, o ambiente favorece a mobilidade e independência dos pequenos: tudo ao alcance da vista e das mãos: caixas identificadas baixas, paredes que permitem serem desenhadas, espelho na altura da criança e estantes de livros baixas.

O Berço tem uma posição estratégica no ambiente.  Tendo uma meia parede amadeirada atrás como pano de fundo e as nuvens flutuando sobre ele, o berço se destaca entre os outros mobiliários. Com um design arrojado, esta peça da um toque ainda mais único ao décor.

A meia parede que enquadra o berço também divide os espaços.  Após a área de descanso segue a área de banho. Uma bancada em Corian, com banheira embutida, trocador sobre a tampa de correr e nichos que deixam os produtos e acessórios a mão, são elementos inovadores para este tipo de uso. “Além deste diferencial, entendemos que o corian é o produto perfeito para o uso, já que possui cantos arredondados e reduz a proliferação de fungos e bactérias, garantindo a segurança do bebê”, afirmam as arquitetas.

Outro elemento de segurança é o uso de um controle de termostato que fixa a temperatura escolhida para o banho em todas as vezes que a ducha manual for utilizada. A mistura de elementos retro e cosmopolita gera uma linguagem nada usual para este tipo de espaço. Peças de design assinado, como a estante Tropicália da Schuster, que também exerce a função divisória, terão grande destaque.

Pensando em termos da sustentabilidade, a proposta apresenta um ambiente que atenderá o bebê ao longo de seu crescimento, evitando assim desperdícios oriundos de obra e descarte. Além disso, o uso de materiais certificados, iluminação eficiente e produtos de empresas locais aliam o espaço aos conceitos sustentáveis.

Materiais adotados

Piso vinílico – Ideal para quartos infantis devido a sua textura e facilidade de manutenção. O padrão Durafloor Aspen, fornecido pela Portobello Shop, casa com a matriz de cores utilizadas.

Metais – Por se tratar de uma banheira para bebê, o misturador termostato Quadratta Clássica (2430 C 85) da Deca oferece uma segurança fundamental para este tipo de situação. Com ele, o usuário define a temperatura em um misturador e a fixa como padrão todas as vezes que alguém acionar a Ducha Manual Cilíndrica (4806 C CIL) também da Deca. Isso pode evitar acidentes pelo excesso de temperatura.

Corian – O corian na bancada foi proposto por ser um material asséptico. A facilidade de limpeza e manutenção torna este material ideal par alocais onde a higiene é fundamental. Além disso, a liberdade de formas e design torna possível a criação de peças que antes seriam de difícil produção

Automação – A iluminação totalmente controlada pelo sistema de automação possibilita a criação de diferentes cenários. Desde um intimista que auxilie na hora de ninar e amamentar, à luz potente, para acelerar o metabolismo do bebê.

Estante Tropicália – Do design Fetiche para a Schuster, é uma peça de design nacional, explora os contrastes entre texturas, formas e materiais, buscando o equilíbrio entre o natural e o artificial. Inspirado no desenho das colmeias, porém criando maior fluidez entre as formas, a estante forma um padrão modular que serve de divisória entre o hall de entrada e o quarto, guardando um pouco da surpresa durante o desbravamento do circuito. As cores da estante serviram de base para as do armário.

Berço Ameise – Peça desenvolvida em um estúdio de São Paulo e personalizada especialmente para a mostra. Com um design limpo e criativo, a marca também forneceu os cabideiros árvores e a luminária de piso.

Marcenaria sob medida – desenhado pelo próprio escritório, o armário com portas de módulos de laca em diversos tons de azul é um grande atrativo do espaço.  A cama fica emoldurada por um painel de MDF amadeirado que simula um palco, para que a criança possa soltar a imaginação quando mais crescida. A parte de baixo do armário é formada por caixas com rodízios, revestidas de fórmica de quadro negro, o que possibilita aos pais representarem o que pode ser guardado em cada uma, para que a própria criança aprenda a organizar seus pertences ou até mesmo para que faça a sua representação.


02 jul 2014

A pele do seu bebê


Olá Mamães! Hoje vou falar um pouco sobre alguns cuidados básicos que devemos ter com a pele dos nossos bebês. Sabemos que a pele de nossas crianças são bem mais frágeis e sensíveis do que as nossas, e isso pode acabar se tornando um problema, se não tivermos esta consciência.   Seguem algumas dicas que talvez muitas mamães já saibam, mas que são muito importantes para evitar maiores complicações:

Banhos rápidos, mornos e com pouco sabonete – É aconselhado dar banhos rápidos e usar sabonetes com PH neutro preferencialmente em regiões como umbigo, pescoço, axilas e área das fraldas, evitando irritações e não deixando diminuir a proteção contra bactérias.

Não deixe o bebê com a mesma fralda por muito tempo: a fralda quando utilizada por muito tempo, devido a umidade, pode ocasionar assaduras e infecções, como fungos e bactérias.

Atentar-se ao uso de produtos locais e cremes: Como a pele dos bebês é muito fina, o uso de alguns cremes pode acabar ocasionando efeitos colaterais sistêmicos, é preciso tomar cuidado com todo tipo de reação após aplicar loções e cremes.

Corticoides podem afinar ainda mais a pele, por isso, deve-se  tomar MUITO cuidado com seu uso.

Proteger a pele da luz do sol,  após os 6 meses de idade é importantíssimo fazer o uso diário de protetor solar não só em dias muito quentes, mas também em dias onde a temperatura não está muito alta, pois até a claridade queima a pele do seu pequeno.

Usar roupas confortáveis de malha de preferencia 100% algodão.

Evitar o uso frequente de lenços umedecidos, os lenços umedecidos podem causar irritações em peles mais sensíveis do que o normal, por isso prefira sempre lavar as partes íntimas com algodão e água morna.

São dicas básicas, porém que fazem a diferença. Vale lembrar que algumas mães ao verem reações como vermelhidões preocupam-se em ser a doença de pele psoríase  porém, esta doença só costuma aparecer em criança a partir dos 10 anos e os fatores desencadeantes não são os mal cuidados.

Bjo, bjo

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