08 set 2014

10 dicas de como prevenir doenças respiratórias no inverno


2.1

No inverno, as doenças respiratórias afetam principalmente as crianças. Entretanto, com algumas dicas simples é possível evitar as doenças que se manifestam nesta época do ano, por causa das baixas temperaturas, o tempo seco e ao aumento da poluição na cidade.

O profissional alerta que o uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. “Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra”, esclarece Horng Jyh.

Já bebês precisam de cuidados especiais. “Os menores de dois anos de idade são mais propensos a problemas respiratórios severos, pois suas defesas imunológicas ainda são fracas e a capacidade respiratória é baixa. Portanto, se tiverem febre ou aparentemente um simples resfriado, é preciso o encaminhamento ao especialista com urgência”, ressalta o médico.

Nesta época do ano também é necessário ter cuidado com os sintomas da bronquite, doença causada por vírus que atacam os brônquios e bronquíolos (pequenos canais dentro dos pulmões que levam o ar para as trocas de gases) levando ao inchaço na parede destes canais e gerando muitas secreções, o que causa grande dificuldade para respirar, com tosse, cansaço e chiadeira no peito.

Confira as dicas de prevenção:

Não levar os filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus para as outras crianças;

Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;

Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;

Manter a vacinação adequada e em dia;

Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;

Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;

Manter os animais de estimação no quintal;

Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;

Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;

Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa  maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/


03 set 2014

Alimentos que crianças até dois anos não devem ingerir


2

Cuidar da alimentação dos pequenos não é nada simples. Especialmente em tempos onde a indústria alimentícia maquia seus produtos como nutritivos e incentivam os pais à compra para “facilitar” o dia a dia.

Há, também, a dúvida dos pais na hora de alimentar as crianças logo depois que passam pela fase de amamentação.  Quando os bebês chegam aos 12 meses, além de criarem mais autonomia pela curiosidade de experimentarem novos sabores, existem os vovôs e vovós, tios, tias, padrinhos, madrinhas e mais um monte de gente que vai querer alimentá-los com “comidinhas gostosas”, acreditando ser um agrado saudável.

Por isso, é importante a orientação de profissionais ou, pelo modo mais rápido, buscar informações em sites com fontes confiáveis e estar sempre alerta e saber o que dar de comer para as crianças.

Dentro do universo da comida, há uma série de alimentos que não devem ser ingeridos até que a criança complete dois anos de idade. Portanto, é importante ler a embalagem dos rótulos para saber a composição e observar a idade indicada para consumo.

A seguir, uma lista com 16 alimentos que devem ser definitivamente eliminados da alimentação das crianças até completarem o segundo ano de vida:

1. Chocolate

Deixe de lado a tentação. Chocolate é rico em açúcar, gordura e cafeína. O consumo destes ingredientes deve ser evitado, ao máximo, até os dois anos de idade.

2. Balas, pirulitos

Não! São coloridos, cheirosinhos e docinhos, mas, definitivamente, não devem ser ingeridos pelas crianças. Além do risco de engasgar, é açúcar puro.

3. Achocolatado

É, você vai ter que escolher outro ingrediente para fazer o “tetê” do neném. Achocolatados são puro açúcar. Nas embalagens, alguns fabricantes alertam o consumidor para que até 3 anos de idade, este produto não deve ser consumido.

4. Café

Este item pode parecer óbvio, mas já vi papais e mamães darem café para os pequenos naturalmente. Mas não! A cafeína deve ser evitada até os 7 anos de idade.

5. Salgadinhos, biscoitos e bolachas doces e recheadas

Reunião de porcarias: são ricos em sódio, ingredientes transgênicos, glutamatos, corantes e gorduras.  Evite ao máximo! Açúcar é um veneno.

6. Embutidos (peito de peru, salsicha, mortadela, presunto, salame)

É tudo ruim: riquíssimos em sódio, gorduras, conservantes, corantes, nitrato (responsável por dar a cor avermelhada), que é altamente cancerígeno. Independente da idade, estes alimentos fazem  mal pra caramba. Não dê às crianças e aproveite para evitar o consumo e cuidar da sua saúde também. Prefira queijos e patês caseiros com ingredientes saudáveis.

7. Refrigerante

Puro veneno e deve ser completamente excluído na alimentação dos bebês. E na sua também!

8. Bebidas achocolatadas prontas

Ricos em gorduras e açúcares. Não dê aos pequenos. Deixe a preguiça de lado e prepare um leite batido com frutas bem gostoso!

9. Bebidas lácteas

A grande maioria destas bebidas é rica em açúcar, conservante e corante. Salvo algumas marcas que vendem realmente iogurte natural batido sem conservantes. Busque por estes produtos de verdade e abuse na imaginação para preparar coisinhas gostosas para as crianças.

10. Leite fermentado

Tem a vantagem dos probióticos mas são ricos em açúcar. Portanto, é melhor que as crianças tomem apenas depois dos dois anos de idade.

11. Bebida à base de soja

Excesso de açúcar.

12. Petit Suisse

Tem nada de bom nestas sobremesas rosinhas, cremosas e geladinhas. Grande atrativo da criançada, o petit suisse tem conservante, açúcar e corante. Evite!

13. Sucos industrializados com açúcar

Além de ter uma composição sem benefícios para os menores de 2 anos, estes sucos não são nem um pouco saudáveis e de frutas não há nada.

14. Comidas prontas industrializadas (nuggets, hambúrgueres, almôndegas, lasanhas, etc)

Dar comida pronta industrializada para as crianças já é um erro da preguiça dos pais.  Para completar, estes alimentos contém sódio, espessantes, nitrato, gordura. O caseiro nunca vai deixar de ser a melhor opção.

15. Gelatina

Corante e açúcar. Dois ingredientes que tem que ser eliminados na alimentação das crianças. Gelatina, só depois dos 2 anos de idade.

16. Macarrão instantâneo

Excesso de sódio. Não! Nem só o macarrão você pode dar às crianças porque macarrão instantâneo é pura porcaria.

 

Fonte: http://comendocomosolhos.com/


02 set 2014

Conversando com seu filho


Como mãe de primeira viagem, me tomo sempre por dúvidas e angustias quanto ao desenvolvimento e criação do Bernardo. Toda vez que vejo uma criancinha que faz coisas que ele ainda não faz, me pergunto, mas será que está tudo bem? Por que ele ainda não faz isso, ou aquilo. E conforme eu falei há uns posts atrás hoje o que vem me angustiando é o fato do Be ainda não falar. Ontem ele fez 1 ano e 7 meses e ainda não fala uma palavra direito e deve ter em todo o vocabulário no máximo umas 10 palavras. Fico angustiada quando vejo em volta que os amiguinhos dele, mais novos já falam tudo. Para variar recorro ao pediatra e a internet, e tanto o Dr. Belizia quanto na WEB sempre dizem que cada um tem o seu tempo e que o Bernardo, está super saudável e em breve deve desabrochar e falar.

Para ajudar a desenvolver mais a fala do Be, achei este artigo no site babycenter que ADOREI. Vou usar várias técnicas sugeridas nele, e sinceramente espero que dê certo.

2.2

“Crianças pequenas podem não conhecer muitas palavras, e quando falam pode ser difícil entendê-las, mas elas adoram falar. Mas como se conversa com uma criancinha que fala só umas cinco ou dez palavras? As possibilidades são infinitas.

Você pode falar sobre qualquer coisa, engraçada ou séria; recitar um poeminha várias vezes, ou apontar para objetos e dizer o nome deles. Logo ela estará batendo o maior papo. Aqui estão algumas dicas para fazer seu filho falar:

Deixe-o ler para você

Depois de ler Os Três Porquinhos pela centésima vez, não fique surpresa se seu filho tiver decorado toda a história. Está aí uma chance de fazê-lo virar o contador da história. Vá lendo a historinha — ou qualquer outra de suas favoritas — e pare no meio, para deixá-lo completar a frase.

Inclua-o nas conversas em família

Crianças pequenas escutam muito e também podem falar muito. Ou seja, não pense que ela não está prestando atenção ao papo dos adultos. Seu filho entende mais do que você imagina.

Se vocês estiverem tentando decidir a cor nova da parede da sala, por exemplo, envolva seu filho na conversa. Pergunte que cor ele gostaria de ver nas paredes ou na porta. Mesmo que você não opte pela escolha dele, será bom para ele dizer a opinião.

O mesmo vale para as coisas simples do dia-a-dia, como decidir qual será o almoço, ou o passeio do fim de semana.

O grau de compreensão das crianças é surpreendente, mesmo quando ela parece não estar prestando atenção na conversa dos adultos. Então, não subestime seu filho e considere-o capaz de participar de papos sobre assuntos, até os aparentemente complicados.

Brinque com as palavras

Falar é bem mais divertido quando vira brincadeira. Para os pequeninos, experimente conversas simples. Por exemplo, quando estiver em um lugar novo — uma lanchonete, uma lojinha –, aponte para um objeto e pergunte o que é.

Comece com coisas que você sabe que ele já conhece, como um biscoito ou um gato, e de vez em quando introduza uma palavra nova. Se ele não souber o que é um determinado objeto, cochiche a reposta e deixe-o falar bem alto. Não se esqueça de explicar o que é esse objeto e como ele funciona. No caso de um guarda-chuva, por exemplo, você pode dizer: “Isso é um guarda-chuva. A gente usa para não ficar molhado quando chove”.

Crianças mais velhas vão gostar de brincadeiras um pouco mais complexas. Experimente contar uma história e, quando ela começar a ficar mais envolvente, pergunte à criança o que ela acha que vai acontecer em seguida. Se seu filho ainda não fala tanto, ajude-o com algumas perguntas, como: “Você acha que o cachorrinho fugiu?”, “Para onde você acha que ele foi?”, ou “Quem veio com ele?”.

Essa técnica funciona bem também quando vocês estão assistindo a algum filme ou desenho animado na TV.

Deixe-o falar no telefone

A maioria das crianças é fascinada por telefones antes mesmo de conseguir falar. Aproveite isso para estimular seu filho a falar. Quando amigos e parentes telefonarem, deixe a criança na linha por um tempo, que são boas as chances de ela tentar falar.

Se seu filho começar a ficar nervoso, é bom interferir e traduzir o que ele está tentando dizer. Peça a quem ligou para fazer algumas perguntas. Ou então estimule seu filho a falar: “Conte para a vovó o que foi que você comeu no almoço”, ou “Conte com que brinquedos você se divertiu hoje”.

Relembre o dia

Para uma criança pequena, todo dia é uma aventura. Ir ao supermercado, lavar o carro ou pegar um ônibus podem ser bons temas para conversas. Todas as noites, antes de dormir, incentive seu filho a lembrar como foi o dia.

Se ele ainda fala só uma ou duas palavras por vez, ajude-o com perguntas mais específicas. Quando, por exemplo, seu filho contar que foi ao parquinho, tente pegar mais detalhes, perguntando com quem ele foi, com quem brincou, qual foi o brinquedo ou brincadeira de que mais gostou.

Preste atenção para fazer perguntas que façam a criança falar mais do que apenas “sim” ou “não”. Em vez de “Foi legal na escola hoje?”, pergunte “Qual foi a brincadeira mais legal na escola hoje? E a mais chata?”

Esse tipo de conversa pode ser especialmente útil para pais cujos filhos ficam na escolinha ou na creche, ou com alguém tomando conta em casa. Mesmo que os professores mandem relatórios diários, conversas assim ajudam você a entender como o seu filho viu as mesmas coisas, mas do ponto de vista dele.

Filme seu filho

A maioria das crianças adora se mostrar para uma câmera. Experimente e veja como seu filho reage. Algumas crianças nem precisam de muito encorajamento. Se seu filho gosta muito de uma música ou versinho, diga para ele cantar ou declamar. Faça perguntas, no estilo de uma entrevista na TV. Quando ele começar a se distrair, mostre o que já foi filmado. Ao se ver no vídeo, ele pode sentir vontade de fazer mais.

Um truque é voltar o visor da câmera para ele, se possível, ou ligar a câmera à TV enquanto grava. A criança vai adorar “conversar com o nenê”!


01 set 2014

O valor das refeições feitas em família


Nos dias atuais, cada vez menos, principalmente por conta da tecnologia, vemos famílias se relacionando. Com os problemas econômicos cada vez mais os pais saem cedo e voltam tarde do trabalho. Fazer algumas atividades em conjunto é quase uma raridade, mas pensando nisso a Revista CRESCER, publicou um artigo superinteressante sobre os benefícios de se fazer as refeições em família.

2

“… Pais que ficam presos no trabalho até tarde, pouca familiaridade com as panelas, trânsito. Isso sem falar no hábito de comer fora, cada vez mais comum entre os brasileiros – representa 33% dos gastos com alimentação nas zonas urbanas. Por diversas razões, reunir as famílias em volta da mesa diariamente está se tornando raro, especialmente nos grandes centros. Mas o que será que estamos perdendo com isso?

Por que é importante levar seu filho para a cozinha com você!

“Uma refeição em família faz bem para a cabeça, para o espírito e para a saúde de todos os membros”, afirma a psicóloga Anne Fishel, professora de psicologia da Escola de Medicina de Harvard e co-fundadora da ONG The Family Dinner Project (Projeto da Refeição em Família, em inglês), dos Estados Unidos. A especialista garante que diversas pesquisas científicas realizadas nos últimos anos comprovam sua teoria. Uma revisão de estudos publicada este ano pela Universidade Estadual de New Jersey (EUA) sugere, por exemplo, que as crianças que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, ao passo que ingerem menos junk food. Não por acaso, o IMC (índice de massa corporal) delas costuma ser mais saudável. Já os adolescentes que sentam à mesa para comer com os pais frequentemente têm menos chance de sofrer de depressão e dizem se sentir mais acolhidos por eles.

A jornalista Giuliana Bastos, 38, mãe de Gabriel, 6, e Heloísa, 3, mudou a rotina de trabalho recentemente para ficar mais tempo com as crianças – e agora eles tomam café da manhã e almoçam juntos todos os dias. Em poucos meses, já notou mudanças significativas. “O consumo de salada, por exemplo, melhorou. Hoje, elas estranham quando não tem”, comemora. Para a mãe, além de acompanhar de perto a alimentação das crianças, outra vantagem é simplesmente compartilhar as experiências do dia a dia. “É o momento em que nos conectamos, dividimos nossas aflições, somos família no sentido mais primitivo e essencial”, conclui.

Para a psicóloga Camille Gaviolli, do Centro de Obesidade Infantil do Hospital Sabará (SP), a refeição em família é de fato uma oportunidade de trocas, que não se limita aos alimentos. Em resumo, é quando os pais podem conhecer melhor os filhos, das comidas preferidas às situações que os incomodam. Mas, para que isso aconteça efetivamente, é preciso manter distância da TV, do celular e de outros aparelhos eletrônicos que prendam a atenção da família enquanto estiverem à mesa. Isso porque a interação, de acordo com Camille, vai depender da disponibilidade e da disposição de todos. “Não é estar junto apenas”, diz. Quer mais uma razão para desligar a TV? Tanto adultos quanto crianças comem mais do que precisam quando o aparelho está ligado, o que aumenta o risco de obesidade.

Qual a saída?

OK, você já entendeu porque as refeições em família são fundamentais. Para a nutricionista Karine Durães, especializada em pediatria, vale a pena reorganizar a rotina se a família não consegue se encontrar em nenhuma refeição ao longo do dia. “Uma sugestão é acordar um pouco mais cedo e tomar o café da manhã juntos”, diz. Ou, então, negociar no trabalho para sair um ou dois dias antes do horário durante a semana. Se ainda assim, for impossível, ela reforça que filhos e pais devem aproveitar a oportunidade de se reunir à mesa durante o fim de semana – são seis refeições, no mínimo, nesse caso.

Veja também algumas dicas para agilizar o preparo dos alimentos e ganhar tempo. A primeira é aproveitar o fim de semana e cozinhar pratos rápidos, como ensopados e caldos, e congelá-los. Outra alternativa é comprar, vez ou outra, uma carne ou massa pronta, no supermercado ou na rotisseria, e incrementar com uma salada mista.

A preparação para o almoço ou o jantar também são importantes. Por isso, vale pedir ajuda do seu filho no preparo da refeição e na hora de arrumar a mesa – mais uma oportunidade para conversar com as crianças.

TENTE FAZER EM CASA

Além de ensinar os filhos a comer melhor, por meio do exemplo, os pais também podem aproveitar esse momento para introduzir outros hábitos saudáveis. Confira:

- Evitar ingerir líquidos, principalmente bebidas açucaradas, durante a refeição, pois eles interferem no apetite;

- Tirar o saleiro da mesa: sódio em excesso favorece doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade;

- Deixar a comida no fogão, assim ninguém vai repetir se não estiver realmente com fome;

- Desligar a TV, o celular e outros gadgets;

- Incentivar as crianças a comer sozinhas.


29 ago 2014

Fashion Weekend Kids


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Começa hoje em São Paulo, no shopping Cidade Jardim a 19º edição do Fashion Weekend Kids (FWK).

Nove marcas estão confirmadas para apresentar suas coleções de primavera-verão, dentre elas três estreantes: L’été, Mini US e a internacional GAP Kids. Hoje , a Spezzato Teen abre o evento às 19h30. Amanhã, sábado  é a vez da 1+1 (11h); VRK (14h); Animê (16h) e Tyrol (18h). Na passarela de domingo, a GAP KIDS (11h) primeira marca internacional do evento. Outra estreante é Mini US (14h), do empresário Tico Sayon; L’été (16h) e Cris Barros Mini (18h), que encerra o FWK com muito charme. A cada desfile uma surpresa diferente já que as crianças não são modelos e sim clientes das marcas e fazem suas gracinhas na catwalk com muita espontaneidade.

Esta edição do FWK foi inspirada no “feito a mão”, com muitas referências em crochê e tricô resgatando o carinho, o contato, as simples coisas da vida, muitas vezes esquecidas em meio a tanta tecnologia e correria.

Datas: 29,30 e 31 de agosto

Sexta-feira – 29 de agosto

19h30 – Spezzato Teen: Daniel Rocha

22h – Encerramento

Sábado – 30 de agosto

11h – 1+1: Chay Suede, Luciana Mello e Tannia Kalil

14h – VRK: Cassio Reis e Noah

16h – Animê: Fernanda Concon – Patrulha Salvadora, Amanda Furtado, Julia Gomes, Anna Ligya, Lorena Tucci, Raíssa Chaddad, Bianca Paiva, Giulia Garcia

18h – Tyrol: família Faro

20h – Encerramento

Domingo – 31 de agosto

11h – GAP KIDS

14h – Mini U.S

16h – L´été: Patricia Maldonado, Adriane Galisteu e Marina Xandó (AskMi)

18h – Cris Barros Mini

20h – Encerramento

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