02 set 2014

Conversando com seu filho


Como mãe de primeira viagem, me tomo sempre por dúvidas e angustias quanto ao desenvolvimento e criação do Bernardo. Toda vez que vejo uma criancinha que faz coisas que ele ainda não faz, me pergunto, mas será que está tudo bem? Por que ele ainda não faz isso, ou aquilo. E conforme eu falei há uns posts atrás hoje o que vem me angustiando é o fato do Be ainda não falar. Ontem ele fez 1 ano e 7 meses e ainda não fala uma palavra direito e deve ter em todo o vocabulário no máximo umas 10 palavras. Fico angustiada quando vejo em volta que os amiguinhos dele, mais novos já falam tudo. Para variar recorro ao pediatra e a internet, e tanto o Dr. Belizia quanto na WEB sempre dizem que cada um tem o seu tempo e que o Bernardo, está super saudável e em breve deve desabrochar e falar.

Para ajudar a desenvolver mais a fala do Be, achei este artigo no site babycenter que ADOREI. Vou usar várias técnicas sugeridas nele, e sinceramente espero que dê certo.

2.2

“Crianças pequenas podem não conhecer muitas palavras, e quando falam pode ser difícil entendê-las, mas elas adoram falar. Mas como se conversa com uma criancinha que fala só umas cinco ou dez palavras? As possibilidades são infinitas.

Você pode falar sobre qualquer coisa, engraçada ou séria; recitar um poeminha várias vezes, ou apontar para objetos e dizer o nome deles. Logo ela estará batendo o maior papo. Aqui estão algumas dicas para fazer seu filho falar:

Deixe-o ler para você

Depois de ler Os Três Porquinhos pela centésima vez, não fique surpresa se seu filho tiver decorado toda a história. Está aí uma chance de fazê-lo virar o contador da história. Vá lendo a historinha — ou qualquer outra de suas favoritas — e pare no meio, para deixá-lo completar a frase.

Inclua-o nas conversas em família

Crianças pequenas escutam muito e também podem falar muito. Ou seja, não pense que ela não está prestando atenção ao papo dos adultos. Seu filho entende mais do que você imagina.

Se vocês estiverem tentando decidir a cor nova da parede da sala, por exemplo, envolva seu filho na conversa. Pergunte que cor ele gostaria de ver nas paredes ou na porta. Mesmo que você não opte pela escolha dele, será bom para ele dizer a opinião.

O mesmo vale para as coisas simples do dia-a-dia, como decidir qual será o almoço, ou o passeio do fim de semana.

O grau de compreensão das crianças é surpreendente, mesmo quando ela parece não estar prestando atenção na conversa dos adultos. Então, não subestime seu filho e considere-o capaz de participar de papos sobre assuntos, até os aparentemente complicados.

Brinque com as palavras

Falar é bem mais divertido quando vira brincadeira. Para os pequeninos, experimente conversas simples. Por exemplo, quando estiver em um lugar novo — uma lanchonete, uma lojinha –, aponte para um objeto e pergunte o que é.

Comece com coisas que você sabe que ele já conhece, como um biscoito ou um gato, e de vez em quando introduza uma palavra nova. Se ele não souber o que é um determinado objeto, cochiche a reposta e deixe-o falar bem alto. Não se esqueça de explicar o que é esse objeto e como ele funciona. No caso de um guarda-chuva, por exemplo, você pode dizer: “Isso é um guarda-chuva. A gente usa para não ficar molhado quando chove”.

Crianças mais velhas vão gostar de brincadeiras um pouco mais complexas. Experimente contar uma história e, quando ela começar a ficar mais envolvente, pergunte à criança o que ela acha que vai acontecer em seguida. Se seu filho ainda não fala tanto, ajude-o com algumas perguntas, como: “Você acha que o cachorrinho fugiu?”, “Para onde você acha que ele foi?”, ou “Quem veio com ele?”.

Essa técnica funciona bem também quando vocês estão assistindo a algum filme ou desenho animado na TV.

Deixe-o falar no telefone

A maioria das crianças é fascinada por telefones antes mesmo de conseguir falar. Aproveite isso para estimular seu filho a falar. Quando amigos e parentes telefonarem, deixe a criança na linha por um tempo, que são boas as chances de ela tentar falar.

Se seu filho começar a ficar nervoso, é bom interferir e traduzir o que ele está tentando dizer. Peça a quem ligou para fazer algumas perguntas. Ou então estimule seu filho a falar: “Conte para a vovó o que foi que você comeu no almoço”, ou “Conte com que brinquedos você se divertiu hoje”.

Relembre o dia

Para uma criança pequena, todo dia é uma aventura. Ir ao supermercado, lavar o carro ou pegar um ônibus podem ser bons temas para conversas. Todas as noites, antes de dormir, incentive seu filho a lembrar como foi o dia.

Se ele ainda fala só uma ou duas palavras por vez, ajude-o com perguntas mais específicas. Quando, por exemplo, seu filho contar que foi ao parquinho, tente pegar mais detalhes, perguntando com quem ele foi, com quem brincou, qual foi o brinquedo ou brincadeira de que mais gostou.

Preste atenção para fazer perguntas que façam a criança falar mais do que apenas “sim” ou “não”. Em vez de “Foi legal na escola hoje?”, pergunte “Qual foi a brincadeira mais legal na escola hoje? E a mais chata?”

Esse tipo de conversa pode ser especialmente útil para pais cujos filhos ficam na escolinha ou na creche, ou com alguém tomando conta em casa. Mesmo que os professores mandem relatórios diários, conversas assim ajudam você a entender como o seu filho viu as mesmas coisas, mas do ponto de vista dele.

Filme seu filho

A maioria das crianças adora se mostrar para uma câmera. Experimente e veja como seu filho reage. Algumas crianças nem precisam de muito encorajamento. Se seu filho gosta muito de uma música ou versinho, diga para ele cantar ou declamar. Faça perguntas, no estilo de uma entrevista na TV. Quando ele começar a se distrair, mostre o que já foi filmado. Ao se ver no vídeo, ele pode sentir vontade de fazer mais.

Um truque é voltar o visor da câmera para ele, se possível, ou ligar a câmera à TV enquanto grava. A criança vai adorar “conversar com o nenê”!


01 set 2014

O valor das refeições feitas em família


Nos dias atuais, cada vez menos, principalmente por conta da tecnologia, vemos famílias se relacionando. Com os problemas econômicos cada vez mais os pais saem cedo e voltam tarde do trabalho. Fazer algumas atividades em conjunto é quase uma raridade, mas pensando nisso a Revista CRESCER, publicou um artigo superinteressante sobre os benefícios de se fazer as refeições em família.

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“… Pais que ficam presos no trabalho até tarde, pouca familiaridade com as panelas, trânsito. Isso sem falar no hábito de comer fora, cada vez mais comum entre os brasileiros – representa 33% dos gastos com alimentação nas zonas urbanas. Por diversas razões, reunir as famílias em volta da mesa diariamente está se tornando raro, especialmente nos grandes centros. Mas o que será que estamos perdendo com isso?

Por que é importante levar seu filho para a cozinha com você!

“Uma refeição em família faz bem para a cabeça, para o espírito e para a saúde de todos os membros”, afirma a psicóloga Anne Fishel, professora de psicologia da Escola de Medicina de Harvard e co-fundadora da ONG The Family Dinner Project (Projeto da Refeição em Família, em inglês), dos Estados Unidos. A especialista garante que diversas pesquisas científicas realizadas nos últimos anos comprovam sua teoria. Uma revisão de estudos publicada este ano pela Universidade Estadual de New Jersey (EUA) sugere, por exemplo, que as crianças que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, ao passo que ingerem menos junk food. Não por acaso, o IMC (índice de massa corporal) delas costuma ser mais saudável. Já os adolescentes que sentam à mesa para comer com os pais frequentemente têm menos chance de sofrer de depressão e dizem se sentir mais acolhidos por eles.

A jornalista Giuliana Bastos, 38, mãe de Gabriel, 6, e Heloísa, 3, mudou a rotina de trabalho recentemente para ficar mais tempo com as crianças – e agora eles tomam café da manhã e almoçam juntos todos os dias. Em poucos meses, já notou mudanças significativas. “O consumo de salada, por exemplo, melhorou. Hoje, elas estranham quando não tem”, comemora. Para a mãe, além de acompanhar de perto a alimentação das crianças, outra vantagem é simplesmente compartilhar as experiências do dia a dia. “É o momento em que nos conectamos, dividimos nossas aflições, somos família no sentido mais primitivo e essencial”, conclui.

Para a psicóloga Camille Gaviolli, do Centro de Obesidade Infantil do Hospital Sabará (SP), a refeição em família é de fato uma oportunidade de trocas, que não se limita aos alimentos. Em resumo, é quando os pais podem conhecer melhor os filhos, das comidas preferidas às situações que os incomodam. Mas, para que isso aconteça efetivamente, é preciso manter distância da TV, do celular e de outros aparelhos eletrônicos que prendam a atenção da família enquanto estiverem à mesa. Isso porque a interação, de acordo com Camille, vai depender da disponibilidade e da disposição de todos. “Não é estar junto apenas”, diz. Quer mais uma razão para desligar a TV? Tanto adultos quanto crianças comem mais do que precisam quando o aparelho está ligado, o que aumenta o risco de obesidade.

Qual a saída?

OK, você já entendeu porque as refeições em família são fundamentais. Para a nutricionista Karine Durães, especializada em pediatria, vale a pena reorganizar a rotina se a família não consegue se encontrar em nenhuma refeição ao longo do dia. “Uma sugestão é acordar um pouco mais cedo e tomar o café da manhã juntos”, diz. Ou, então, negociar no trabalho para sair um ou dois dias antes do horário durante a semana. Se ainda assim, for impossível, ela reforça que filhos e pais devem aproveitar a oportunidade de se reunir à mesa durante o fim de semana – são seis refeições, no mínimo, nesse caso.

Veja também algumas dicas para agilizar o preparo dos alimentos e ganhar tempo. A primeira é aproveitar o fim de semana e cozinhar pratos rápidos, como ensopados e caldos, e congelá-los. Outra alternativa é comprar, vez ou outra, uma carne ou massa pronta, no supermercado ou na rotisseria, e incrementar com uma salada mista.

A preparação para o almoço ou o jantar também são importantes. Por isso, vale pedir ajuda do seu filho no preparo da refeição e na hora de arrumar a mesa – mais uma oportunidade para conversar com as crianças.

TENTE FAZER EM CASA

Além de ensinar os filhos a comer melhor, por meio do exemplo, os pais também podem aproveitar esse momento para introduzir outros hábitos saudáveis. Confira:

- Evitar ingerir líquidos, principalmente bebidas açucaradas, durante a refeição, pois eles interferem no apetite;

- Tirar o saleiro da mesa: sódio em excesso favorece doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade;

- Deixar a comida no fogão, assim ninguém vai repetir se não estiver realmente com fome;

- Desligar a TV, o celular e outros gadgets;

- Incentivar as crianças a comer sozinhas.


29 ago 2014

Fashion Weekend Kids


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Começa hoje em São Paulo, no shopping Cidade Jardim a 19º edição do Fashion Weekend Kids (FWK).

Nove marcas estão confirmadas para apresentar suas coleções de primavera-verão, dentre elas três estreantes: L’été, Mini US e a internacional GAP Kids. Hoje , a Spezzato Teen abre o evento às 19h30. Amanhã, sábado  é a vez da 1+1 (11h); VRK (14h); Animê (16h) e Tyrol (18h). Na passarela de domingo, a GAP KIDS (11h) primeira marca internacional do evento. Outra estreante é Mini US (14h), do empresário Tico Sayon; L’été (16h) e Cris Barros Mini (18h), que encerra o FWK com muito charme. A cada desfile uma surpresa diferente já que as crianças não são modelos e sim clientes das marcas e fazem suas gracinhas na catwalk com muita espontaneidade.

Esta edição do FWK foi inspirada no “feito a mão”, com muitas referências em crochê e tricô resgatando o carinho, o contato, as simples coisas da vida, muitas vezes esquecidas em meio a tanta tecnologia e correria.

Datas: 29,30 e 31 de agosto

Sexta-feira – 29 de agosto

19h30 – Spezzato Teen: Daniel Rocha

22h – Encerramento

Sábado – 30 de agosto

11h – 1+1: Chay Suede, Luciana Mello e Tannia Kalil

14h – VRK: Cassio Reis e Noah

16h – Animê: Fernanda Concon – Patrulha Salvadora, Amanda Furtado, Julia Gomes, Anna Ligya, Lorena Tucci, Raíssa Chaddad, Bianca Paiva, Giulia Garcia

18h – Tyrol: família Faro

20h – Encerramento

Domingo – 31 de agosto

11h – GAP KIDS

14h – Mini U.S

16h – L´été: Patricia Maldonado, Adriane Galisteu e Marina Xandó (AskMi)

18h – Cris Barros Mini

20h – Encerramento

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28 ago 2014

Referencia de quartos criativos


O post de hoje vai mostrar algumas referencias bem bacaninhas de quartos, na maioria deles os espaços foram muito bem aproveitados, achei o máximo usar a escada como gaveta, nada melhor do que usar a imaginação e ter bom gosto!

Bjo, bjo

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27 ago 2014

Criança e palavrões uma combinação que não funciona!


1.1

Esta semana recebi um e-mail de uma mãe de SC que tem uma filinha de 5 anos e que nos últimos meses tem ficado muito agressiva e tem falado muitos palavrões. No intuito de tentar ajudar a nossa leitora, fui a busca de artigos que falassem sobre o tema e achei este artigo no baby center que acredito poder ajudar.

Como o Bernardo ainda está com 1 ano e sete meses e nem mamães ele fala direito não tenho elementos para poder contribuir, gostaria que outras mamães que também já passaram por esta experiencia contribuíssem com suas histórias e sugestões, vamos nos ajudar e esta troca de informação é importantíssima para desenvolvermos um modelo de ação.

Bjo, bjo

‘… As crianças são curiosas por natureza e muitas vezes acabam surpreendendo os pais com uma nova habilidade vocal: falar palavrão. Tem criança que fala a primeira palavra feia por pura imitação. Seu filho pode ter ouvido você xingar alguém no trânsito, por exemplo, e agora ele não para de repetir o palavrão toda vez que entra no carro.

A melhor maneira de lidar com a situação é ignorar o palavrão e esperar que ele perca o interesse no novo vocabulário. Quanto mais você responder, reprovar ou se exaltar diante da palavra feia, mais chance terá de ela continuar a ser usada.

Seu filho também pode ter aprendido o palavrão com os coleguinhas da escola ou da creche. Um amiguinho pode ter achado a palavra em questão engraçada e ter sido o responsável pela expansão do vocabulário do seu filho. Também é possível que seu filho tenha assistido algum programa ou filme na televisão impróprio para crianças.

O que fazer para ele não falar mais palavrão?

Não demonstre suas emoções

A primeira vez que seu filho disser um nome feio, controle seu impulso de rir — suas risadas serão interpretadas como incentivo e só o motivarão a falar o palavrão de novo. Na grande maioria dos casos, seu pequeno está simplesmente fazendo uma experiência para ver no que dá. Para uma criança pequena, fazer um adulto reagir — dando gargalhada, ficando zangado ou chateado — é como ter um maravilhoso superpoder.

Por isso, mesmo que você ache graça de uma nova combinação de palavras inventada pelo seu filho (“cabeça de cocô”, por exemplo), o melhor mesmo é não demonstrar nada. Lembre-se de que a melhor maneira de reagir quando seu filho começar a fazer experiência com palavrão é simplesmente não reagir.

Imponha limites

Se sua criança de 2 anos adquiriu mesmo fascinação por uma palavra feia, você terá que estabelecer limites. O mais importante é fazer isso com a maior calma possível — sem ficar agitada ou zangada –, do contrário, sua irritação só servirá para lembrar seu filho que dizer palavrão é uma ótima maneira de chamar instantaneamente sua atenção.

Se a palavra for inventada (tipo “cara-de-xixi”), diga que essa palavra não existe e que você não entende o que ele está dizendo porque não faz sentido. Se a palavra for um palavrão de verdade, você não precisa explicar o que significa ou por que é inaceitável. Simplesmente deixe bem claro, em um tom de voz neutro e desinteressado, que essa palavra não deve ser usada. “Essa não é uma palavra que você pode usar nesta casa ou perto de outras pessoas”. (“Isso não se fala” é vago ou abstrato demais para uma criança pequena.)

Ensine alternativas “limpas” e divertidas

Se seu filho está apenas experimentando uma nova palavra, repetindo ou cantarolando-a só para se divertir, é bem provável que você consiga substitui-la por outra palavra nova e mais divertida (“abracadabra” ou “sha-zam”), uma frase ou um versinho (“batatinha quando nasce, se esparrama pelo chão…”). Caso o problema seja falta de palavras para expressar raiva ou frustração intensa, você pode incentivá-lo a dizer em voz alta: “estou bravo”, ou “estou frustrado” (a palavra “frustrado” pode ser difícil, mas as crianças aprendem seu significado rapidamente). Alguns pais criam suas próprias expressões para lidar com emoções mais complicadas (tipo, “que cocada!”, ou “ai, meus sais!”).

Se seu filho não desistir do nome feio, mesmo após algumas advertências, é hora de recorrer a alguma forma de disciplina. Fique tranquila, e reaja rapidamente e de forma consistente: “Quando você diz essa palavra, você ganha um castigo”. Nesta idade, o castigo deve ser curto e simples, como ter que sentar sozinho por dois ou três minutos, e pode ser dado em qualquer lugar: no banco de trás do carro, em uma cadeira isolada no shopping, ou no quarto da casa da vovó.

Não permita que a criança consiga o que quer dizendo palavrão

Quando seu filho diz um nome feio para conseguir alguma coisa, aí é que você não pode dar. De nada serve dizer, “essa palavra é nome feio e você não pode dizer”, e dar o sorvete de qualquer jeito.

Cuidado com o que você diz

É claro que as regras de comportamento são diferentes para adultos e crianças, mas se seu filho escuta palavrões diariamente, vai ser muito mais difícil convencê-lo de que certas palavras são inaceitáveis. E ele também vai querer saber por que é que ele precisa obedecer a regra e você não. Pense no seu pequenino como uma esponja que absorve tudo o que vê e escuta, e que adora compartilhar com os outros tudo aquilo que ele aprende, de bom e de ruim.”

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