25 nov 2014

Alimentação


Brócolis, abobrinha, rúcula, espinafre, cenoura, tomate, beterraba e muito mais. Em um país com tanta variedade de frutas, verduras e legumes, parece impossível imaginar que seu filho não goste de – quase – nenhum deles. Mas é só oferecer a colher com algo verde ou colorido para ele se negar a comer. E parece que não há nada que o faça mudar de ideia.

Saiba como substituir alimentos de que seu filho não gosta

Calma! Isso não acontece só aí na sua casa, mas é possível virar o jogo. Uma revisão de 11 estudos publicados na revista científica Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, comprovou – mais uma vez- que as preferências alimentares, sobretudo no que se refere a frutas e legumes ou bebidas doces, definidas durante os primeiros dois anos são duradouras. Ou seja, é uma janela de oportunidade incrível para você oferecer alimentos saudáveis ao seu filho e garantir que ele tenha uma alimentação equilibrada durante toda a vida.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram as dietas de 1.500 crianças de 6 anos comparando seus padrões alimentares com aqueles observados em outro estudo que acompanhou as mesmas crianças durante o primeiro ano. De acordo com a pediatra Kelley Scanlon, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças da Academia Americana de Pediatria e uma das autoras da pesquisa, foi possível perceber que as crianças que consumiam poucas frutas e legumes quando bebês permaneceram com o mau hábito até os 6 anos.

Parece fácil mudar esse cenário, mas você sabe bem que na prática não é bem assim. O segredo é ter paciência e insistir. “Crianças podem demorar até 7 dias para se acostumar com o novo sabor de um alimento. Em geral, os pais oferecem o alimento, no máximo, três vezes e desistem”, explica o nutrólogo pediátrico Artur Delgado

Portanto, se você ofereceu abobrinha refogada ao seu filho e ele recusou, ofereça no dia seguinte o mesmo alimento assado. Se ele recusar novamente, faça o mesmo nos próximos dias variando o preparo. Pode ser cru, em formato de purê, como bolinho, na sopa… Provavelmente ele vai se acostumar com o gosto e aceitar o alimento. Mas, se ao longo dos sete dias, seu filho se recusar a comer, pode ser sinal de que ele realmente não gosta daquilo. “É claro que os pais podem voltar a oferecer o legume mais adiante, mas já sabendo que a recusa foi total anteriormente”, alerta Delgado. Ou seja, não precisa insistir tanto dessa vez, OK?

Outro ponto fundamental na conquista do paladar do seu filho é dar o exemplo. “A partir dos 10 meses, a criança já tem uma percepção do ambiente mais definitiva. Ela percebe a estrutura do alimento e as pessoas comendo ao seu redor”, explica Delgado. É por isso que fazer as refeições com a família toda sentada à mesa e comendo, claro, a mesma comida é um incentivo e tanto para seu filho comer bem. Torne esse momento agradável, quase divertido, de forma que a comida seja vista como prazer.

Nem precisamos dizer sobre ligar a TV e outras telas durante as refeições. Elas até podem fazer seu filho comer, mas dessa forma a criança não está prestando atenção ao sabor do alimento. Está apenas engolindo a comida enquanto está entretida com outras coisas, ou seja, não está aprendendo a comer, que é o objetivo principal.

pais

 

Fonte: Revista Crescer


24 nov 2014

Feira Internacional do Setor Infanto-Juvenil/ Teen e Bebê


 

Mamães não percam, começou ontem!!

44ª FIT 0/16 – Feira Internacional do Setor Infanto-Juvenil/ Teen e Bebê

Datas: 23 a 26 de novembro de 2014

Horários: das 10h às 19h – dia 26 até as 17 horas

Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo – SP

www.fit016.com.br

AA


24 nov 2014

Conquistas infantis


loirinhaMamães, desculpe o sumiço da última semana, mas final de ano é sempre tumultuado e confesso que minha agenda com a quantidade de viagens que tenho feito não consegue tempo para me dedicar ao blog, pois o tempo que tenho livre quero sempre me dedicar ao Be. E para retomar hoje vou repostar um artigo da revista Crescer, muito interessante, que fala de algumas conquistas que nossos pequenos fazem e que precisam de comemorações..

“A primeira palavra, os primeiros passos, o primeiro dia na escola… Cada um desses eventos fica guardado para sempre na memória e representa grandes progressos no desenvolvimento do seu filho. No entanto, há outras pequenas vitórias ao longo do processo que acabam passando batidas, mas que também significam grandes avanços e fazem parte da preparação para o que virá depois: a escola, o trabalho, a independência. Selecionamos algumas delas:

Dormir a noite toda Confesse: assim que o seu filho nasceu você achou que nunca mais ia conseguir ter uma noite inteira de sono. E quando você menos espera… Tchã-ran: ele dorme oito horas seguidas pela primeira vez! É claro que essa conquista pode acontecer mais cedo ou mais tarde, de acordo com diversos fatores. “Depende muito do ritmo de sono da casa, das características da criança, mas, geralmente, a partir de 2 ou 3 meses de vida, já existe essa possibilidade”, explica o pediatra Tiago Gara, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, São Paulo.

Assoar o nariz  Pode parecer besteira, mas quando o bebê ainda não consegue eliminar as secreções sozinho isso aflige os pais. Muitos recorrem a aspiradores nasais, então o filho chora, você insiste, ele se mexe, e, mesmo sem querer, esse processo para ajudá-lo a respirar melhor pode até machucá-lo. Difícil. Em torno dos 3 anos, a criança já será capaz de assoar o nariz sozinha, pondo com força o ar para fora.  Você pode dar uma forcinha deixando papéis higiênicos e lenços sempre perto e lembrando seu filho de lavar as mãos depois.

Engolir comprimidos e cápsulas Se para muitos adultos ainda é difícil sentir o remédio descendo duro pela garganta, imagine para as crianças! Tudo bem que a maior parte dos medicamentos infantis costuma ser prescrito em sua forma líquida, mas, em alguns casos, como com alguns antibióticos, cápsulas e comprimidos são inevitáveis. A melhor maneira de ajudar seu filho nesse caso é deixar tudo às claras. “Tudo o que for bem explicado para a criança funciona. Deixe claro que ela vai sentir um incômodo, mas reforce que é preciso tomar a medicação”, aconselha a psicóloga Andréia  Calçada, especialista em psicopedagogia, do Rio de Janeiro. Não há uma idade certa para seu filho conseguir realizar essa proeza por conta!

Se vestir sem ajuda Estica o braço, passa a cabeça no buraco, enfia o pé pela calça. Para conseguir pôr e tirar as próprias roupas, a criança precisa ter o mínimo de consciência corporal.  É também um ótimo exercício para desenvolver a coordenação motora. Quanto à escolha das roupas, é legal que os pais continuem estabelecendo alguns limites. “É importante dar opções, ajudando a criança a desenvolver as escolhas”, explica Andréia. Isso evita que o seu filho queira sempre sair com a mesma roupa ou fantasia. Em torno de 2 anos, a criança já consegue vestir peças simples sozinha e, com 5 ou 6 anos, já dá conta de botões, zíperes e outros fechos complexos.

Como anda o desenvolvimento do seu filho?

Ir ao banheiro sozinho “Manhêeeeee, vem me limpar!”. Quem nunca sentiu uma pontinha de tristeza ao ouvir esse chamado que atire o primeiro rolo de papel higiênico. A criança começa a controlar primeiro o xixi, entre 1 ano e meio e 2 anos, e só depois dá conta das fezes. “É preciso desenvolver algumas habilidades e controles de esfíncteres”, explica Tiago. As fraldas costumam ser abandonadas entre 2 e 3 anos de idade, mas, até a criança aprender a usar o banheiro 100% sozinha, é um longo processo, que só vai terminar por volta dos 5 ou 6 anos.  No começo, é preciso deixar a criança tentar se limpar sozinha e depois verificar se ela fez direitinho.

Guardar os próprios brinquedos Blocos de construção coloridos espalhados pelo chão, bonecas e bichinhos de pelúcia bem acomodados no sofá da sua sala, pecinhas de quebra-cabeça e brinquedos por todos os lados. Para que a sua casa não fique parecendo uma zona de guerra ao final de cada brincadeira, é importante acostumar seu filho a organizar a bagunça depois da diversão desde pequeno– por volta de 1 ano e meio, já dá para começar a “brincar de colocar tudo no lugar”. Quando ele conseguir arrumar tudo por conta própria é sinal não apenas de que ele já alcançou vários progressos com relação à coordenação motora – é capaz de segurar e manipular os objetos – mas que conquistou responsabilidade. “A criança adquire consciência que os brinquedos são seus e, portanto, cabe a ela cuidar deles. É uma boa forma de desenvolver a organização e a disciplina”, explica a psicóloga Andréia.

Quando seu bebê vai falar as primeiras palavras

Amarrar o tênis Faz o lacinho com um cordão, passa o outro em volta, atravessa o buraco e puxa. Para você, dar nó no cadarço é tarefa das mais simples, mas, para o seu filho, exige um bom desenvolvimento da coordenação motora fina. É só por volta dos 4 anos que ele vai dar conta de fazer isso sozinho. Fica mais fácil se você ajudá-lo a praticar a partir de brincadeiras – vale a história da borboletinha, da orelha do coelho… O que ele gostar mais! No começo, pode ser mais fácil fazer dois laços e amarrar um ao outro.”

Bjo, bjo

 

Fonte: Revista Crescer


12 nov 2014

IV Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância


carinho 6

Mamães acontece entre hoje e amanhã em São Paulo o IV simpósio internacional de desenvolvimento da primeira infância, o evento reunirá renomados especialistas de diversas áreas do conhecimento para discutir o período de vida da criança que vai da gestação aos 6 anos. Esta faixa etária é considerada por pesquisadores uma das mais importantes para o desenvolvimento infantil, pois as experiências marcarão o resto da vida do indivíduo. 

Neste ano, será discutido o papel do Estado e da família na promoção do desenvolvimento infantil, em âmbito nacional e internacional, e como se tem trabalhado para que as famílias exerçam a parentalidade, isto é, o conjunto de ações que visam assegurar a sobrevivência e o desenvolvimento da criança (Hoghughi, 2004) ou, ainda, a principal tarefa de uma geração (pais), de modo a preparar a segunda geração (filhos) para situações físicas, econômicas e psicossociais com que irão debater-se ao longo do seu ciclo de desenvolvimento (Bornstein, 2002).

No IV Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância, serão apresentados os resultados de duas pesquisas inéditas, conduzidas pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV), e o primeiro estudo de uma coleção elaborada por cientistas para orientação de políticas públicas – Working Paper.

Primeira pesquisa: “Ônibus Escolar: hábitos e atitudes dos pais em relação à educação escolar de seus filhos”, realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e ecomendada pela FMCSV, em parceria com o Todos Pela Educação, Fundação Itaú Social e Instituto C&A, abordando a relação entre pais, filhos e as pré-escolas brasileiras.

Segunda pesquisa“Educação Infantil em Debate – A experiência de Portugal e a Realidade Brasileira”, elaborada em parceria entre Fundação Maria Cecília Souto Vidigal e Itaú Social com o apoio da Unicef,  traz um levantamento sobre a reforma da educação infantil feita em Portugal e suas possíveis aplicações no Brasil.

IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA PRIMEIRA INFÂNCIA

Link:

Data: 12 e 13 de novembro de 2014

Horário: 12/11 – das 8h30 às 17h30 e 13/11 – das 9h às 17h

Local: Hotel Maksoud Plaza – Alameda Campinas, 150 Bela Vista – São Paulo

Assista no link: www.ncpi.org.br/simposio

Ônibus Escolar: hábitos e atitudes dos pais em relação à educação escolar de seus filhos

Data: 12 de novembro de 2014

Horário: 17h30

Working Paper: “O Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância sobre a Aprendizagem”

Data: 13 de novembro de 2014

Horário: 10h

Educação Infantil em Debate – A experiência de Portugal e a Realidade Brasileira

Data: 13 de novembro de 2014

Horário: 12h15


11 nov 2014

Diferença entre meninos e meninas


engatinhar

 

Muitas vezes eu já escutei amigas e até outras mães falando que o desenvolvimento dos meninos são diferentes das meninas, que as meninas se desenvolvem mais rápido, começam a andar e a falar primeiro e etc… Sinceramente isto muito me intriga e resolvi buscar mais informações sobre o assunto. Veja abaixo o texto do site português todopapas.

Meninos e meninas são diferentes desde o nascimento, não só fisicamente, e, portanto, não se desenvolvem da mesma maneira. Conhecer quais são as suas diferenças vai ajudar a estimular o seu filho, considerando seu sexo.

As meninas nascem com duas vantagens sobre os filhos:

Idioma:

As áreas do hemisfério esquerdo, destinadas à língua estão mais desenvolvidas nos cérebros das meninas, então geralmente elas adquirem antes as habilidades relacionadas a esse campo.

Inteligência emocional:

Os dois hemisférios do cérebro das meninas já estão conectados ao nascimento (aos meninos ainda vai levar nove meses), pelo que elas se sentem mais confortáveis ??com as suas emoções e são mais sensíveis aos sentimentos que as rodeiam.

Outras diferenças:

O córtex cerebral, que determina a inteligência, se desenvolve mais cedo no cérebro das meninas. O hemisfério esquerdo, que controla o pensamento, se desenrola antes nelas do que neles.

Os hemisférios direito e esquerdo ficam conectados mais cedo nas meninas, melhorando suas habilidades de leitura.

Desde o primeiro momento, os pequenos superam as meninas em visualização espacial, de modo que elas devem reforçar as ideias tridimensionais.

Na escola, os meninos costumam correr, pular e atirar objetos melhor do que as meninas.

Como estimular o menino?

Sabendo dessas diferenças, se você tiver um menino deve fazer o seguinte para estimular as áreas da linguagem e as emoções, menos desenvolvidas neles:

Fale muito com ele (e de forma muito clara)

Cante muitas músicas.

Ensine ele jogos de ação e palmas.

Coloque ele para ouvir música clássica.

Emoções:

Tenha muito contato físico com ele.

Comemore com ele todas as suas realizações.

Se você sentir raiva, frustração ou medo, encontre uma solução imediatamente.

Trate aos meninos e as meninas igual se choram ou precisam de conforto. Não espere que uma  criança reprima seus sentimentos “porque é um menino”.

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