17 mar 2015

Tendências de moda infantil


Olá mamães, o post de hoje é uma colaboração da Laura Ribeiro que há 5 anos mudou-se para Londres, com o marido e seus dois filhos. Enquanto divide-se nas tarefas de mãe, Laura também escreve e fotografa para revistas, blogs e plataformas online no Brasil e Reino Unido., membro da Mavens of London, uma agencia internacional e muito conceituada de Londres. Nele vocês observarão um tema que muitas de nós mamães gostamos de abordar que é a moda, espero que aproveitem. 

Bjo, bjo

“As crianças de hoje adoram a liberdade de se expressar através da moda. Mesmo com pouca idade, cultivam estilo próprio e já querem montar, seus looks para sair, sem ajuda dos pais. Curiosas e imaginativas, elas são força motriz e inspiração por trás da indústria de moda infantil que, a cada estação, injeta novo fôlego às tendências, encantando não só os pequenos, como também os papais. Nesta temporada, as opções apareceram bem variadas, abrindo o leque de opções à criançada. Do estilo boho, inspirado nos anos 70, às estampas bem-humoradas, os pequenos com certeza vão ficar ainda mais fofos e estilosos. Separamos aqui uma série de tendências baseadas em pesquisas daqui e lá de fora. Fique por dentro do que escolher para o seu filho de acordo com as modelagens, nuances e estilos da estação.

Fofa

Fibras ecológicas

Nesta época em que só se fala em sustentabilidade, as fibras naturais e ecologicamente corretas começaram a pipocar pelo vestuário infantil. Há fios tirados do algodão orgânico, da seda, do bambu e até do milho. A vantagem? Nenhum deles têm processo de fabricação que degrada o meio ambiente. Mas, como qualquer outro tecido, podem manchar.

Cores açucaradas

Cores sobert– como o pêssego, o rosa antigo, o pistache e o amarelo clarinho são apostas  certeiras para os dias ensolarados. E, além de misturarem bem entre si, fazem parceria com tons mais sóbrios, como o marinho e o bege.

Jeans molinho

O jeans não sai do guarda-roupa dos adultos. E por que sairia do das crianças? Agora, elas também se beneficiam de todos os tipos de lavagens– das claras às escuras. A novidade fica por conta das leggings de denim–  como são elásticas, elas vestem de forma mais confortável.

mango dress

Macaquinho

O macaquinho é a peça-chave desta temporada. Lisos ou estampados, eles são fresquinhos e aparecem na versão com magas ou alcinha.

Estilo boho

Inspirado no movimento hippie da década de 70, mas com uma pegada mais rocker, o estilo boêmio aparece forte nas peças infantis. Seja na estampa étnica, seja na franja que tomam conta de acessórios e roupas, seja na coroa de flor que enfeita a cabeça, o boho chega para garantir a expressividade da garotada.

Bodies engraçados

O body é o que há de mais essencial e básico do guarda-roupa do bebê. Agora, ele aparece revisitado. Frases engraçadas como “Papai sabe tudo. Mas vovô sabe mais”, entre outras, aparecem estampadas nas peças, descontraindo os looks dos bebezinhos.

Tenho certeza que as dicas estão legais, agora só falta colocar em prática!

Fonte: http://www.cleanipedia.com.br/


03 fev 2015

Meu pequeno grande Bernardo


Esta semana começa uma nova fase do meu pequeno, a escolinha! Confesso que até agora estava super tranquila, achando o máximo o Be passar 4 horas do dia dele interagindo com outras crianças e principalmente se tornando cada vez mais independente, mas um frio na barriga começou a surgir!!! Engraçado, como ao mesmo tempo que a sensação de ver nossos pequenos crescendo nos enche de orgulho, mas com uma pitada de medo… Até agora meu Bezoquinha, vivia 100% sobre os nossos cuidados, tudo em casa gira em torno dele, a alimentação é toda balanceada, sem muito sal e gordura, os horários do soninho, todos em casa tem que fazer silencio, limpar a casa ou antes ou depois para não acordá-lo.. Vamos viajar, onde ele se sentirá bem e confortável…. Enfim, nós passamos para segundo plano e nossos filhos tornam-se os protagonistas da nossa história. Mas até que ponto isso não atrapalha no desenvolvimento deles? A vida é muito dura lá fora, e criar nossos filhos dentro de redomas, não ajuda em nada. Este choque de realidade, muitas vezes é o que faz nossos pequenos se tornarem grandes!

Bem, este é o desabafo de uma mãe de primeira viagem, que acima de qualquer coisa quer ver seu filho feliz e pretende criá-lo para ser um ser humano diferenciado.

Semana que vem, conto como foi o primeiro dia de aula,

Bjo, bjo

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26 jan 2015

Limpar o nariz do bebê


doencas-inverno-gripe

Mamães nesta época de calor, é muito comum que as crianças fiquem gripadas e com o nariz entupido ou até mesmo escorrendo, isso porque com as altas temperaturas é muito comum, que fiquem expostos ao ar condicionado por mais tempo, e o choque entre o frio do ar e o calorão provoca isso. Infelizmente o Bernardo está assim, e ontem estive com ele no Einstein e a enfermeira me orientou sobre a importância de manter as vias aéreas sempre limpas, pois evita muitos problemas futuros. Achei este artigo no site babycenter e acredito que vc´s também poderão tirar proveito.

Bjo, bjo

“Você não necessariamente precisa desentupir o nariz do bebê, mas, se conseguir, é bem provável que ele vá respirar, comer e dormir melhor.

O seu maior aliado para essa situação é o soro fisiológico. Você pode comprar soro pronto na farmácia ou uma solução salina pediátrica em gotas ou spray. O importante é usar de forma abundante para soltar as secreções e desobstruir a passagem do ar.

Para casos em que a secreção está bem grossa, você pode contar ainda com o auxílio de um aspirador nasal de borracha que suga o líquido de dentro do nariz do bebê (procure sempre itens destinados a bebês da faixa etária do seu filho).

Comece primeiro colocando um pouquinho de soro fisiológico dentro do nariz (com a cabeça do bebê ligeiramente voltada para trás), para soltar as secreções antes de tentar sugá-las, já que a própria solução de água e sal já ajudará a desentupir um pouco o nariz.

Aspirador de Borracha

Antes de inserir o aspirador no nariz do bebê, aperte bem o bulbo para que todo o ar saia de dentro, criando um vácuo (continue segurando). Com todo o cuidado, coloque então a pontinha do aspirador nasal dentro de uma das narinas da criança. Agora desaperte o bulbo para que ele sugue a secreção. Retire-o da narina e em seguida aperte bem contra um lenço de papel. Limpe o bulbo e repita o processo na outra narina.

Se o bebê ainda estiver congestionado após 10 minutos, reaplique as gotinhas de soro e aspire as narinas novamente. É importante, contudo, não fazer a sucção mais que duas ou três vezes ao dia, para não irritar a mucosa nasal.

Lembre-se que esse processo todo de limpeza precisa ser muito suave, porque, do contrário, o tecido do nariz pode acabar inflamado e até sangrar, tornando o quadro todo pior. Caso o bebê resista muito na hora de limpar o nariz, faça um intervalo e tente de novo um pouco mais tarde.

Talvez você precise da ajuda de outro adulto para ajudar a segurar o rosto do bebê.

Como faço para limpar e guardar o aspirador nasal?

Passe o bulbo de borracha por água corrente morna com sabão. Esprema a ponta na água com sabão para que limpe por dentro também. Uma vez que água tenha penetrado, mexa bastante para remover os resíduos das paredes internas, e depois esprema para sair tudo. Deixe água sem sabão entrar algumas vezes para que não sobre espuma por dentro.

Para secar, apoie o bulbo, com a ponta para baixo, em um copo de vidro.”


14 jan 2015

Filho e mãe: ele com os olhos dela e ela com os genes dele


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Não é preciso de muita observação científica e apurada para perceber na natureza humana um padrão muito interessante: a ligação entre mãe e filho. Isso se desenvolve tipicamente durante o processo da gravidez, do parto e da amamentação. Além disso, a ligação pode se dar em questões de segundos, minutos, horas, dias ou mais. É claro que essa ligação afetiva também pode ser desenvolvida para filhos não sanguíneos como no caso de uma adoção, ou com o pai da criança. No entanto, quero salientar neste texto um pouco do primeiro caso, no qual a ligação afetiva é combinada a trocas de substâncias químicas que podem alterar o organismo da mãe e do bebê irreversivelmente.

A ligação da mãe com a sua cria é muito importante para um desenvolvimento adequado da prole. Alguns trabalhos mostram que durante a gravidez a mãe produz a ocitocina (hormônio do amor e do apego) e, após o parto, a concentração desse hormônio pode predizer o nível de ligação mãe-filho. Além disso, existem inúmeros trabalhos na literatura científica estudando como a separação ou privação materna podem afetar o desenvolvimento infantil ou mesmo fatores neurobiológicos/comportamentais na vida adulta de um indivíduo. Se você quiser saber mais sobre separação materna procure ler sobre o trabalho do psiquiatra e psicanalista, Edward John Mostyn Bowlby. Além disso, indico uma revisão recente Open Source (revista aberta a qualquer pessoa, cientista ou leigo, interessado no artigo científico) que analisa a atividade de diferentes regiões cerebrais de roedores separados ou não de suas mães. Também fica a dica do trabalho de um amigo meu, Dr. Carlos Eduardo Neves Girardi, publicado em 2014 também em uma revista Open Source, sobre como o estresse neonatal pode alterar fatores afetivos associados a comportamentos esquizofrênicos em ratos.

DNA

O cérebro de uma grávida é um mistério para a ciência. A maioria das grávidas muda o comportamento, a postura, o equilíbrio, os cuidados consigo mesma de maneiras extremas e quase que instantaneamente. E com certeza tudo isso é comandado pelo cérebro. O bombardeio de hormônios de uma situação fisiológica tão importante faz com que a mãe se transforme em uma máquina a disposição do feto. Há muitos e muitos anos sabemos que existe uma troca constante de nutrientes pela placenta e é dessa forma que a mãe alimenta o feto durante a gravidez. No entanto, já se sabe que também existe troca de material genético entre mãe e feto.

Considerando todo um novo modelo teórico e científico do estudo do cérebro de uma grávida, foi mostrado que o DNA exclusivo do genoma masculino pode persistir no cérebro da mãe por toda a vida (um dos trabalhos que achei interessante é esse aqui). Como se a gestação de um feto masculino deixasse uma marca eterna no cérebro da mãe. O impacto biológico desse DNA na mãe ainda não é claro, porém o estudo mostrou que existe uma relação entre o número de gestações de fetos masculinos e o aparecimento da Doença de Alzheimer: aparentemente mulheres com mais DNA masculinos em seus cérebros tem menor predisposição de sofrer da Doença de Alzheimer. Os pesquisadores dizem que talvez esse DNA do filho possa ajudar a proteger a mãe do desenvolvimento da doença. Claro que isso ainda é uma suposição, muitos estudos científicos devem ainda ser realizados para se comprovar se essa relação pode ter realmente uma causalidade. Aguardem os próximos capítulos da ciência ou se joguem a pesquisar essa temática tão interessante.

Vocês devem se perguntar por que dentre tantos assuntos científicos para tratar no Prisma, eu escolhi esse. Bom, diversos são os motivos que me levam à escolha de um tema para os meus posts, mas particularmente para o presente texto a história é interessante. No laboratório que trabalho no NIH estava encontrando algo muito esquisito em alguns animais transgênicos. Para resumir, esses animais expressam um proteína fluorescente no DNA que pode ser observada, com os devidos aparelhos, pela coloração das orelhas e patas dos camundongos. Uma pesquisadora do laboratório notou que uma fêmea que não deveria expressar essa fluorescência passou a expressá-la após a gestação que deu cria a camundongos com ou sem a proteína fluorescente. Achamos estranho demais e começamos a pesquisar. Com uma mente bem aberta a pesquisadora apresentou para o grupo os artigos sobre o transporte de carga genética entre o embrião e a mãe. Agora essa explicação parece óbvia mas na época que tínhamos o problema, não era.

O que quero ressaltar aqui é que no mundo científico as vezes as respostas para os resultados obtidos não estão só naquela literatura fortemente associada ao seu trabalho. Abra sua mente e leia. Leia mais sobre outros assuntos que não somente o seu. No meu mundo da neurociência básica, uma mãe e seu bebê tiveram mais a me ensinar do que eu imaginava.

 

Fonte: https://prismacientifico.wordpress.com/2015/01/11/filho-e-mae-ele-com-os-olhos-dela-e-ela-com-os-genes-dele/


13 jan 2015

Os benefícios do estudo de música na infância


Mamães, primeiramente gostaria de me desculpar por estas quase 3 semanas de ausência, o ano de 2014 em particular foi muito difícil e pesado para mim e minha família e me dei o direito de tirar férias, e não pensar em nada que não fosse descanso e lazer… Por isso o Blog ficou de lado, mas como é necessário voltar a vida real, os nossos posts tb voltaram com todo o gás.

Desde de dezembro Bernardo tem frequentado aula de música, fico impressionada como ele A D O R A a aula, fica prestando atenção no sons dos instrumentos, dança, toca e sai de lá numa animação só.

Li este artigo na revista Crescer e achei muito interessante, pois consigo evidenciar vários sinais no Be. Espero que aproveitem a leitura.

Bjo, bjo

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Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. A constatação é de um grupo de pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos. Depois de analisar tomografias de 232 crianças entre seis e 18 anos, eles perceberam que estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.

Os especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. “O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo”, explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.

Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade

Escutar música antes de nascer ajuda a desenvolver o cérebro do bebê

A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. “Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois”, diz Elvira, frisando que o contato com a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.

Então que tal estimular a iniciação musical em casa? Enquanto ajuda seu filho e se diverte com ele, você também absorve os benefícios do contato com a música, que vale para todas as idades. Veja como fazer isso no dia a dia:

- Coloque diferentes tipos de música para seu filho ouvir para aumentar o repertório dele logo cedo. Arrisque mesmo: clássica, africana, indígena, jazz, samba.

- Faça brincadeiras com sons usando objetos da casa, como panelas e baldes. Não deixa de ser um jeito de produzir música.

- Sempre que possível, separe 10 minutos do dia só para ouvir música com seu filho, sem realizar nenhuma outra atividade ao mesmo tempo. Todo mundo vai ficar mais relaxado.

- Estimule as crianças a ouvir e identificar os sons da natureza, desde os passarinhos até o barulho das folhas ao vento. Isso também vale como experiência e memória musical.

- Cantem juntos, com e sem música de fundo. O efeito de cantar é o mesmo de tocar um instrumento.

 

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