01 mai 2013

O que vc entende por puerpério


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O tão importante e conhecido pré-natal é essencial para uma gestação tranquila. Mas, tão importante quanto ele e muito menos comentado, o puerpério é o grande responsável por garantir a saúde da mamãe após o parto, para poder assim se dedicar integralmente aos cuidados que o recém-nascido exige.

Esse período é relativamente curto: tem duração de 42 dias, começando imediatamente depois do nascimento do bebê e deve ser acompanhado e guiado de perto pelo médico. “Durante esse tempo, o corpo da mulher retorna à sua fisiologia normal, ou seja, deixa aos poucos as mudanças sofridas ao longo da gravidez”, explica a ginecologista e obstetra Dra. Camila Barião.

A primeira alteração deve acontecer nos primeiros minutos do puerpério. Segundo a especialista, o útero deve contrair com eficiência para evitar sangramentos excessivos, que acontecem em geral na primeira hora após o parto. Este período deve ser rigorosamente observado. O útero aos poucos volta ao seu tamanho normal. Ocorre sangramento que no início (primeiros três dias, em média) é vermelho vivo, fica escurecido e vai se tornando uma secreção amarelada, esbranquiçada, até desaparecer.

Outra mudança no corpo é quanto à menstruação. Isso porque durante a amamentação, os hormônios responsáveis pela produção de leite podem interferir no ciclo menstrual. Por conta disso, muitas mulheres ficam longos períodos sem menstruar nesta fase, ou com a menstruação irregular.

Também durante esse tempo a mulher não deve ter relações sexuais, para evitar o aumento do risco de infecção. Além disso, é aconselhável descansar, se alimentar bem e se manter bem hidratada para conseguir amamentar o bebê. A mamãe deve usar um sutiã com boa sustentação e evitar rachaduras nos mamilos com pomadas específicas.

Bjo, bjo

 

Fonte: Bolsa de mulher


30 abr 2013

Doenças de pele do bebê


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Apesar de não ser vista desta forma, a pele é um órgão do corpo humano, com múltiplas funções. A mais óbvia é que a pele delimita nosso corpo, contendo dentro tudo que nos pertence e estabelecendo a noção do que é externo. A pele tem funções sensoriais, enviando sinais de calor, frio e dor para o cérebro. A pele participa do processo de regulação da temperatura do corpo pois é através dela que suamos. São alguns poucos exemplos da importância que a pele tem e que nem sempre nos damos conta.

A pele, por sua situação única de estar em contato com o meio externo, exige alguns cuidados específicos: precisa ser limpa com frequência, sem exageros e, principalmente, sem usar produtos agressivos. A pele agradece uma hidratação, preferencialmente logo após o banho, bem como o uso de filtro solar, todos os dias e não só quando se vai à praia ou piscina. Para os bebês, o filtro solar pode ser usado a partir dos 6 meses de vida.

A pele também adoece e aí precisa de cuidados, sob a orientação de um médico. Impossível, em um post, conseguir descrever as doenças da pele. Vou citar algumas:

- assadura do bebê – em geral acontecem porque a umidade e o calor acabam agredindo a pele muito sensível do bebê. Para evitar assaduras, a recomendação é trocar as fraldas com frequência, mantendo o bebê sequinho e usar uma pomada que produza uma barreira entre e pele e a fralda. Assaduras que começam com bolinhas, merecem ser vistas pelo pediatra porque podem ser infecções superficiais por um tipo de fungo.

- alergias de fralda – o que chamamos de alergia de fralda, em geral são irritações do contato da parte da fralda que não tem o “forro” com a pele. Neste caso, é sempre bom seu pediatra olhar para decidir se é preciso usar um creme específico.

- crostas no couro cabeludo – muitos bebês apresentam, nos primeiros meses umas crostas ou casquinhas no couro cabeludo. Tendem a desaparecer sozinhas, mas podem melhorar com o uso de óleo mineral. O mesmo vale para umas “casquinhas” que podem aparecer nas sobrancelhas.

- picadas de inseto – algumas crianças reagem mais do que outras a picadas de inseto. Algumas fazem múltiplas lesões a partir de uma única picada. É uma forma de alergia à picada de insetos. Ocasionalmente, essas “pipoquinhas” podem infectar. Seu pediatra é a melhor pessoa para lhe orientar quanto a qual medicação usar.

- impetigo – doença infecciosa da pele, sem maiores gravidades, que se manifesta por umas bolhas que estouram e deixam uma casquinha acastanhada. Existem várias formas de impetigo e algumas vão precisar e antibiótico por via oral para ficarem boas. Se você está em dúvida se é impetigo ou não, leve seu filho ao pediatra para que ele possa fazer o diagnóstico.

- alergias – algumas manifestações na pele, como uma urticária, vermelha, coçando, são alergias a alguma coisa que a criança ingeriu (comida ou remédio) ou foi exposta (produtos de higiene, perfumes, dedetização da casa etc.). O tratamento, em geral, é com antialérgicos dados pela boca, sob orientação do pediatra. A automedicação com antialérgicos pode ser perigosa.

- molusco – uma doença viral, que se manifesta por, incialmente, poucas bolinhas, pequenas, que parecem ter um “umbigo” no meio delas.e uma massinha dentro. Podem aumentar de número e desaparecem sozinha em muitos meses (8 a 10 meses). O tratamento é a remoção das “massinhas” feitas  por um dermatologista.

O mais importante com relação à pele do seu bebê ou criança é o cuidado diário que terá. Ao notar algo diferente e que lhe preocupe, leve seu filho ao pediatra para que ele possa examiná-lo e orientá-la.

Finalmente, uma função deliciosa da pele, muito mais importante que todas as outras: fazer e receber carinho. Abuse, sem medo, dessa função!


26 abr 2013

Walking Wings


Você já ouviu falar sobre Walking Wings? Nada mais é do que um modo de ajudar nos primeiros passos do bebê, sem as conhecidas dores nas costas que nos ficamos por termos que ficar abaixadas.

Quem já passou pela etapa em que o bebê começa a andar sabe que eles não querem fazer outra coisa a não ser se dependurar em você para sair andando.Imagina você passar o dia inteiro curvada segurando as mãozinhas do seu pequeno para que ensaiasse os primeiros passos…. No final do dia bye bye lombar.

Foi então que ouvi falar do walking wings que serve de extensor, para que os pais consigam oferecer suporte para o pequeno sem precisar se abaixar. Existem vários modelos, alguns em que a criança praticamente vestem o acessório – deixando todo o apoio distribuído pelo corpo do bebê, com apenas as pernas para fora – Dizem que estes são os melhores, outros em que o apoio fica logo abaixo das axilas.

Infelizmente estes acessórios ainda não tem para vender no Brasil, mas nada que o site do Amazon não possa fazer pela gente, e o melhor agora eles entregam no Brasil

Bjo, bjo

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25 abr 2013

Casa da arvore


Seja dos pequenos ou dos papais, casas na arvore, são sempre a maior diversão… Vejam que bacana estes vários modelos que vão desde rústicos a ousados, pequenos e espaçosos.

Eu adoraria ter um jardim em casa para poder ter uma assim para o Be brincar e você? Se bem que eu também adoraria ter o meu refúgio, bem pertinho de todos, mas com um espaço só para mim!!

Bjo, bjo

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24 abr 2013

Biscoito de povilho, faz bem ou não a saúde de seu pequeno?


Logo que o bebê começa a ser apresentado aos alimentos sólidos, eis que surge o famoso biscoito de polvilho. Fácil de ser segurado pelas mãozinhas do pequeno, macio, é um dos primeiros biscoitinhos que o filhote tem acesso, certo? Como o produto tem aquele ar de coisa antiga (diferente de um biscoito recheado, em que a gente sente aquele gosto horroroso de gordura logo que coloca na boca), eu o classificava mentalmente na categoria de – alimentos industrializados que um bebê pode ter acesso. Por outro lado, considero que bebê nenhum precisa ter contato com algumas coisas, como refrigerante, salgadinhos de pacote, gordura trans. ..E é aí que entra o meu alerta: você sabia que muitas marcas de biscoito de polvilho contêm gordura trans????

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Há um tempo atrás, comprei um pacote de biscoito de polvilho em um dos principais supermercados de São Paulo (aliás, não era a primeira vez que comprava o biscoito dessa determinada marca). Quando cheguei em casa, num daqueles poucos momentos de respiro que uma mãe tem entre os milhares de afazeres diários, parei para ler o rótulo do biscoito. Surpresa!!! Continha gordura trans.

Pois é, depois desse dia passei a ler todos os rótulos de biscoito de polvilho que caíram na minha mão. E qual não foi minha indignação quando percebi que a gordura trans também estava explicitada nos rótulos de outras marcas. Mas não pára por aí: segundo a legislação brasileira, uma marca pode dizer que seu produto não contém gordura trans se a quantidade presente em uma porção for menor do que 0,2g (você sabia disso?). Ou seja, mesmo que em pequena quantidade, você pode sim estar comendo isso sem saber. Para piorar: de olho na internet, descobri que uma pesquisa da PROTESTE já havia detectado uma quantidade maior de gordura trans do que a informada no rótulo de alguns produtos (e eles citam especificamente o biscoito de polvilho como um desses produtos).

Conclusão: cuidado com o biscoito de polvilho que parece inocente no seu armário. Você pode estar dando gordura trans para seu bebê sem saber!

Bjo, bjo

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