17 abr 2013

Balanço – Gracco


Mamães olha só a novidade que a Gracco acaba de lançar, é um balanço com 6 funções de vibrar, música, time além de várias cores e tecidos diferentes.

Eu quero um pro Bernardo, já

Bjo, bjo

balanço com 6 funções

balanço GRacco


16 abr 2013

Praticidade; esquente ou esfrie a mamadeira do seu pequeno


Mamães olha só que assessório super bacaninha e prático. É o novo Bib´s Secondes da marca  BEABA (clique para ver o vídeo). Ele funciona como uma espécie de banho maria onde a água tanto pode esquentar como esfriar o leitinho ou a papinha. Adorei o design e o interessante é que este aparelho funciona com pilhas, facilitando a vida da mamãe que não precisa mais se preocupar com a hora do lanche.

Bjo, bjo

Beaba 2

Beaba 3

Beaba


15 abr 2013

A nova lei para babás e empregadas domésticas


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A maioria das mamães ficam em estado de esteria quando questionadas sobre os novos direitos das babás e empregadas domésticas. Passei a semana tentando me informar um pouco mais sobre o tema a fiz uma seleção de textos que podem ser interessantes.

Promulgada e publicada a Emenda Constitucional n° 72/2013, foram conferidos aos Empregados Domésticos alguns direitos que já eram concedidos aos trabalhadores urbanos e rurais.

A cautela é necessária porque a impressa tem, incorretamente, divulgado informações nada precisas a respeito do tema.

A primeira observação é: os direitos chegaram ao ordenamento jurídico com “status” constitucional e não legal (no sentido de lei).

A Emenda Constitucional foi publicada com o seguinte texto:

“EMENDA CONSTITUCIONAL No- 72

Altera a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal para estabelecer a igualdade de direitos trabalhistas entre os trabalhadores domésticos e os demais trabalhadores urbanos e rurais.

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Artigo único. O parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 7º  Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social.” (NR)

Brasília, em 2 de abril de 2013.

Mesa da Câmara dos Deputados Mesa do Senado Federal

Assim, temos que os direitos conferidos aos domésticos, além daqueles anteriormente reconhecidos, são: proteção à relação de emprego contra despedida arbitrária ou sem justa causa (nos termos de lei complementar), seguro desemprego, FGTS, remuneração do trabalho noturno superior ao diurno (vulgo, adicional noturno), salário família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda (nos termos de lei), auxilio creche (crianças até 5 anos), seguro contra acidentes de trabalho, jornada não superior a 8 horas diárias e 44 semanais.

Pois bem, o “X” da questão, como disse em texto anterior, é que a maior parte destes direitos ainda precisa ser regulamentada para ter efetividade no dia-a-dia dos domésticos.

Indevidamente, a imprensa afirma que, a partir de agora, os domésticos têm uma hora de intervalo para refeição e descanso (no mínimo), em razão da jornada de 8 horas diárias.

Tal intervalo está previsto na CLT e realmente estaria correto, se a CLT fosse aplicável aos domésticos!!! Ocorre que a alínea “a” do art. 7º da CLT, expressamente, prevê:

“Art. 7º Os preceitos constantes da presente Consolidação salvo quando forem cada caso, expressamente determinado em contrário, não se aplicam:

a) aos empregados domésticos, assim considerados, de um modo geral, os que prestam serviços de natureza não-econômica à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas;”

Portanto, muita calma, antes de tirarmos conclusões precipitadas!

A Emenda constitucional não previu o intervalo. Porém, a concessão do período de descanso é medida de proteção à saúde do trabalhador. Assim, é evidente a necessidade de intervalo, mas ainda não existe lei que regulamente tal situação.

Diante de tudo isto, e de outras questões (como a impossibilidade de ser firmada convenção coletiva de trabalho, o horário considerado “noturno” e a alíquota do adicional, como exemplos), mantenho meu conselho anterior: controle de ponto (com anotação feita pelo próprio empregado, dos horários de entrada e saída).

Horas extras deverão ser pagas com o adicional de 50% (pois é a alíquota constitucionalmente prevista).

A Constituição Federal também autoriza a compensação e a redução de jornada, mediante acordo.

Já se cogita a desoneração dos empregadores domésticos, a fim evitar o esvaziamento da categoria profissional, mas ainda não há nada concreto.

Havendo novidades, avisarei!

Perguntamos para uma advogada especialista em direito do trabalho sobre o serviço da diarista, já que não sabemos a quantidade de dias que configura vínculo e a resposta foi esclarecedora:

”A diarista tem que ser paga por dia! Não adianta contratar diarista e pagar por mês… e isso tem que ficar muito claro.

Quanto aos dias isso é uma discussão atualmente, a jurisprudência majoritária do TST – leia-se: majoritária não é unânime – tem entendido que, até 3 dias de trabalho por semana NÃO configura vínculo… mas existe projeto de lei tramitando no Congresso, que prevê que 3 dias já configura vínculo…

E como o Direito está longe de ser uma ciência exata, não é possível garantir resultado, ou seja, a pessoa pode ter uma decisão contrária ao entendimento do TST.

Para mais informação leia os links anexos.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/nova-lei-dos-empregados-domesticos-comeca-valer-nesta-terca.html

http://vejasp.abril.com.br/materia/domesticas

http://www.ofluminense.com.br/editorias/economia/empregadas-domesticas-e-babas-conquistam-mais-direitos

Bjo, bjo

 


11 abr 2013

Passar muito tempo em frente a TV é prejudicial


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Todo mundo sabe que ficar muito tempo em frente à TV não faz bem para o desenvolvimento das crianças. O desafio é mudar esse hábito, que acontece especialmente devido à falta de espaço para brincar e à saída dos adultos para o trabalho. “As crianças estão mais voltadas ao lazer em frente à TV e ao computador, que tem o mesmo efeito da TV”, a criança quando está vendo TV não se movimenta o quanto deveria e isso prejudica seu desenvolvimento motor, compromete sua formação e dificulta o desenvolvimento equilibrado dos seus sentidos, além da questão da obesidade. Ela se movimenta pouco, fica passivamente assistindo o que se passa na telinha e não tem tempo suficiente para processar as informações que recebe em um ritmo imposto e pensado para que ela se desenvolva em um formato pré-concebido de consumidor final.

Mesmo quando a programação é selecionada e própria para a idade, é um hábito ruim. A especialista explica que a criança até os sete anos precisa ter seu desenvolvimento físico e motor como prioridade. A movimentação do corpo é de grande importância para que ela se desenvolva de forma equilibrada e saudável. Mas, ao assistir uma programação, os seus outros sentidos acabam sendo postos de lado, com o foco permanecendo na visão e na audição. O resultado é a formação de um indivíduo com deficiências sutis no desenvolvimento. A criança pode ainda se “viciar” na programação da TV, bem como em computadores e jogos eletrônicos, e preterir as relações sociais. Essa criança pode desejar muito mais estar com seus eletrônicos que participar de uma atividade que envolva relacionamento pessoal. Observe um grupo de adolescentes e jovens adultos, muitos deles estão totalmente absortos com seus eletrônicos e perdendo a oportunidade de interagir com seus pares em tempo real. Isso também pode acontecer com as crianças e em grau muito mais elevado. Os atrasos de desenvolvimento, comportamento agressivo, diminuição do desempenho na escola e obesidade são alguns dos efeitos nocivos.

Cabe aos pais determinar o tempo que será permitido à criança ficar em frente à TV. Quanto menos tempo, melhor. A psicóloga cita uma pesquisa da Associação Americana de Pediatria que recentemente divulgou que menos de duas horas seria o tempo permitido (não o desejável) a uma criança em idade pré-escolar, incluindo também nessas horas o tempo dedicado ao computador, ao videogame, tablets e DVD. Segundo ela, a criança nada perde se deixar de ver TV e puder explorar o seu ambiente, brincar com sua imaginação e buscar entretenimento junto aos seus colegas e familiares. É comprovado que modificar os hábitos de crianças em fase pré-escolar pode melhorar consideravelmente a sua competência global social e emocional, isto é, sua forma de interagir com o mundo que a cerca. Os pais devem sempre oferecer atividades diversificadas, a possibilidade de interação com colegas e sobretudo, a sua companhia.

Bjo, bjo

 

Fonte: http://bebe.bolsademulher.com


10 abr 2013

Jammies Prêt-à-Porter


Os Irmãos Meryl e Brian Levy são a dupla dinâmica por trás da marca de luxo bebê, Jammies Prêt-à-Porter.   Este conceito foi originalmente concebido por seu pai na década de 1980, quando ele dava pijamas de presente em uma jarra para os amigos e familiares.   Anos mais tarde, Meryl e Brian adaptaram a ideia em um conceito mais refinado, moderno, desenvolvendo potes de geleia BPA-free como as belas e diferenciadas embalagens para seus itens. A ideia é que os pais possam utilizar os potes para armazenarem o que desejarem.

Para as mamães que tiverem endereço no EUA, não deixem de visitar a loja on line e adquirir os produtos que são sem sombra de dúvida, de excelente qualidade.

Bjo, bjo

A AB ABC

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