15 dez 2014

A tecnologia está afetando as relações familiares dentro da sua casa?


Mamães, cada vez mais as relações humanas estão diferentes do que era há tempos atrás. Um dos grandes fatores desta mudança é a “tecnologia”. O que seria de nós sem ela, vc conseguiria se imaginar nos dias de hoje sem celular, ou melhor, sem o smartfone. Aquelas horas de transito que o abençoado Waze te leva pelos melhores caminhos, ou depois daquela compra de mês você poder ligar para sua doméstica descer e te ajudar a subir com tudo… Emfim eu poderia ficar aqui horas listando os benefícios da tecnologia, no entanto o que tempos parado pouco para observar é como ela também acaba afastando as pessoas e atrapalhando as relações. Acabei de ler este texto na revista Crescer e gostei muito, espero que, como assim, para comigo os ajude a refletir um pouco sobre o tema.

Bjo, bjo

AA

“… Você presta atenção ao que o seu filho diz? Ou só acha que está prestando?

Uma pesquisa realizada com 1.521 crianças de 6 a 12 anos pela Highlights, uma revista infantil norte-americana, mostrou que 62% das crianças reclamam que os pais estão distraídos demais para ouvi-los. E – surpresa! – os celulares são os principais responsáveis por isso. Em 28% dos casos, pais e mães estavam tão entretidos com o aparelho que mal prestavam atenção aos filhos. E não é só: juntos, celulares, TV’s, smartphones e tablets foram a causa desse distanciamento entre filhos e pais em 51% dos casos.

“De cinco anos para cá, a tecnologia foi se popularizando e hoje em dia está acessível de qualquer smartphone para qualquer pessoa”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, professora e coautora do livro Vivendo esse Mundo Digital, da Editora Artmed. Graças a uma linguagem visual muito atraente e cada vez mais fácil de ser manipulada, as pessoas têm todas as informações à mão – consultam a previsão do tempo, informações sobre o trânsito, ficam ligadas no últimos acontecimentos – e acabam se tornando dependentes desses recursos. Não é à toa que os celulares se tornaram quase uma extensão das pessoas:  passam a noite na mesa de cabeceira, acompanham seus donos ao trabalho, no carro e até na hora das refeições.

Qual é o papel da tecnologia na educação dos seus filhos?

Uma pesquisa da Universidade de Boston (EUA) mostrou que nem quando às pessoas estão à mesa, em família, os smartphones são poupados. Cientistas observaram o comportamento de 55 adultos que foram com filhos a restaurantes na zona metropolitana de Boston: 40 deles não largaram o celular durante a refeição. As crianças tinham de 0 a 10 anos e 54% delas estavam em idade escolar. “Parece que já não há uma troca entre filhos e pais. Os aparelhos ficam sempre no meio”, comenta Evelyn.

Esses novos artifícios da vida moderna têm afetado também a dinâmica de relacionamento entre casais. Em um outro estudo, da Brigham Young University (EUA), realizado com 143 casais heterossexuais, 70% das mulheres relataram que os smartphones atrapalham seu relacionamento amoroso. Garanto que você já presenciou a cena: um casal sozinho em uma mesinha de bar num sábado à noite, cada um entretido com seu próprio telefone, checando sua conta no Facebook. Há relacionamento que resista?  Segundo as entrevistadas, porém, o aparelho que mais fica no caminho do romance são os computadores. O conselho dos especialistas? Banir aparelhos eletrônicos em geral do quarto – incluindo a televisão.

Acima de tudo, é preciso pensar que é a maneira como você se relaciona com a tecnologia que vai servir de espelho para o seu filho. Você tem que carregar seus aparelhos com muita frequência? Sinal de que está passando muito tempo entretido com eles. Você se sente perdido sem o tablet no carro para distrair as crianças? Hora de começar a usar a criatividade. Você não sabe mais os nomes dos amiguinhos do seu filho? Talvez você se encaixe na estatística da primeira pesquisa e não esteja prestando atenção suficiente ao seu pequeno.

Tablet de presente de natal: sim ou não?

Se na hora de escrever a cartinha para o Papai Noel seu filho, além de contar sobre suas conquistas nesse ano, dizer que se comportou bem e que aguarda ansioso a vinda do Bom Velhinho, pediu um tablet… Você  não está sozinho. Um levantamento do Datafolha, realizado com pais de crianças até 12 anos, mostrou que o presente mais cobiçado este ano são esses populares gadgets: eles encabeçam a lista de desejos de 8% dos pequenos paulistanos para o Natal. Surpreendentemente (ou nem tanto) o tablet conseguiu superar até as bicicletas, que são tradicionalmente um dos presentes mais desejados, mas que ficaram com apenas 3% das respostas registradas pela pesquisa.

=> 10 dicas para o seu filho lidar bem com as novas tecnologias

Esse fascínio pela tecnologia não acontece à toa. As luzes, as cores, as animações e os sons que aparecem na tela de tablets e smartphones são superestimulantes para as crianças e, naturalmente, despertam sua atenção. A boa notícia é que, na dose certa, isso pode até contribuir para o desenvolvimento delas. “A repetição que esses joguinhos e aplicativos proporcionam funciona como um treinamento cognitivo. Eles trabalham a memória operacional e a memória visual. Com isso, as crianças adquirem uma rapidez mental”, pondera o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

O problema reside no fato de o contato exagerado com a tecnologia minar o principal ingrediente do desenvolvimento de qualquer criança: o afeto. “Até os 3 anos pelo menos, para o desenvolvimento da linguagem, a criança precisa da interação face a face”, explica Farias. O bebê aprende a falar, a mover os lábios a emitir os sons por meio do contato com seus cuidadores. Tablet não é babá eletrônica: não substitui o contato com a mãe, com o pai ou com os irmãos. “Estamos banalizando a tecnologia e trocando o que a gente chama de aspecto afetivo do relacionamento mãe e filho por ela. Em vez de aconchegar os filhos, muitos os entretêm com os aparelhos eletrônicos”, explica Evelyn.

Sinal Vermelho

Se você perceber que o seu filho prefere ficar em frente ao celular ou ao computador em vez de sair para brincar com amigos, se divertir no parquinho ou ir ao clube, é hora de agir e repensar o uso da tecnologia aí na sua casa. Está provado que o excesso de contato com aparelhos eletrônicos pode causar distúrbios de sono, queda do rendimento escolar, problemas de audição, problemas de visão (como síndrome do olho seco), problemas de postura, dores de cabeça e até deficiência de vitamina D.

Dispositivo faz selfie de bebês e publica fotos instantaneamente nas redes sociais

Por isso, a palavra de ordem no uso desses aparelhos é bom senso. “Pais inteligentes devem usar a tecnologia a seu favor, cientes de que o contato físico, o olhar, o calor do toque, não são substituídos por uma mensagem de texto. Essa questão não deve ser encarada como usar ou não a tecnologia – porque é praticamente impossível viver sem esses recursos na atualidade – e sim, como aproveitá-los ao máximo”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).

Dosar o tempo de contato entre as crianças e os aparelhos é fundamental, ainda que não seja uma tarefa fácil. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que o tempo total que o seu filho passa em frente à tela não exceda duas horas por dia, sendo que casa sessão não deve passar 30 a 40 minutos. E como fazer isso? Com certeza, pedir que seu filho desligue o celular ou deixe o tablet de lado não será tão efetivo. O que vai fazer diferença mesmo na mudança de postura das crianças é oferecer repertórios variados e estar disponível para elas no tempo que você puder. Convide-a para dar um passeio, proponha um jogo, uma nova brincadeira. “Ser pai e mãe é uma responsabilidade: crie tempo para estar com o seu filho”, aconselha Evelyn”.


10 dez 2014

A escolha da primeira escola – Diário de bordo


Mamães, no inicio deste ano fiz um post que mostrava alguns pontos superimportantes e relevantes na hora de escolher a escola do seu pequeno. Confesso que não foi nada fácil escolher a escolinha para o Bernardo, foram meses de pesquisa e visitas, mas por fim me encantei e meu coração bateu mais forte pela escola LOURENÇO CASTANHO que fica na Diogo Jacome. Mesmo levando em conta a distancia de casa, valores, espaço… No final o que prevalece é o sexto sentido da mãe e onde ela realmente se sente segura.

Veja abaixo alguns pontos importantes que me ajudaram muito na tomada de decisão.

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Ambiente: As crianças entram cada vez mais cedo na escola, com dois anos ou até menos. Nesta fase, ela precisará de estimulação cognitiva e, principalmente, afetiva. Como a mãe não está presente, o papel da professora é muito importante. Conheça a professora do seu filho e de preferência mantenha uma proximidade para estar sempre a parte dos acontecimentos.

Espaço:  Nos primeiros anos de vida, a criança precisa de um ambiente estimulante, colorido e com objetos que desenvolvam a criatividade. A sala deve ter poucos alunos, de 6 a 8 crianças por professor é o mais indicado. Dê preferência para àquelas que possuem salas arejadas, espaços de lazer e banheiros adaptados. Fique também de olho na higiene dos locais.

Objetos pedagógicos: Brinquedos, fantasias e livros devem estar sempre ao alcance das crianças, sem privações. Atividades variadas ajudam a desenvolver habilidades interessantes, porém, é bom ficar alerta para não sobrecarregá-las. A criança cansada acaba perdendo o estímulo e pode “falhar” nas atividades importantes. Evite as instituições que pregam obrigatoriedade de tarefas e rigidez de disciplina para quem ainda não completou três anos.

Segurança: É importante verificar se a escola possui rampas, se as janelas dos andares superiores têm grades ou telas, se as escadas dispõem de corrimão com grade de proteção e se as tomadas estão protegidas. Também é preciso avaliar se o mobiliário é adequado.

Foco no ensino: Os pais devem se preocupar tanto com a alfabetização, quanto com o acolhimento do filho no ambiente escolar. Uma criança acolhida tem facilidade em aprender e o ambiente estranho pode trazer insegurança. A criança está em constante desenvolvimento físico e intelectual, por isso, uma boa escola é aquela que está atenta a ambos e tem a capacidade de trabalhar todo o potencial do seu aluno.

Custos: Muitas vezes isso acaba ficando em segundo plano para os pais, mas os materiais, por exemplo, devem ser analisados. A lista precisa ser coerente e seguir um planejamento para o ano todo. Desconfie da escola que, além da lista proposta, solicita outros materiais frequentemente.

Período integral: Durante o período integral, é importante que o tempo seja dividido em grade curricular, refeições, pausa para o descanso, atividades extracurriculares e atividades lúdicas. Desta forma, a criança não ficará sobrecarregada e estará sempre disposta.

Alimentação: Geralmente, as escolas oferecem lanche, almoço e, em alguns casos, o jantar para crianças que permanecem em período integral. A condição é que a alimentação seja balanceada e orientada por uma nutricionista, o que permite experimentar novos alimentos, além de aprender a comer em grupo. Em algumas escolas, a criança pode servir-se sozinha, tendo autonomia para decidir a quantidade de comida que vai querer.

 

Fonte: Contance Zahn

 


09 dez 2014

Segurança na piscina


AAA

Brincar em piscinas de clubes, prédios ou mesmo em casa é um delícia nos dias mais quentes. Bebês treinam sua coordenação motora e relaxam, os mais velhos criam brincadeiras e se divertem. Mas esses ambientes geralmente são cheios de armadilhas: pisos escorregadios, azulejos quebrados, atrativos que levam a atenção dos adultos para longe dos pequenos. Algumas atitudes podem deixar as crianças mais seguras e os adultos mais tranquilos. Veja alguns cuidados essenciais com as crianças na piscina. 

Uso de boias

A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. “Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo”, conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo.

Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. “As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências”, afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.

Piscinas com grande profundidade

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé – há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. “Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda”, conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento.

Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?

Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. “Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele”, alerta a fisioterapeuta Paula.

Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora – sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. “Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos”, acrescenta Paula.

Brincadeiras na borda da piscina

Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. “Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina”, conta a especialista.

Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas.

Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?

Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. “Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade”, conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar.

Cloro da piscina

Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. “O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite”, explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como:

– A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos;

– O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças;

– Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.

Brincadeiras com baldes e bacias

Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros.


08 dez 2014

Johnson & Johnson traz Desitin para o Brasil


Mamães semana passada estive no evento de lançamento da Desitin aqui no Brasil, esta notícia não poderia ser melhor, não é mesmo, agora vamos economizar bastante no peso das malas quando formos para os Estados Unidos.

Leia abaixo o release, inclusive com os preços sugeridos para venda das bisnagas, inicialmente, eles só comercializarão este modelo, aqueles potes de meio e 1KG ainda não viream, quem sabe em breve.

Bjo, bjo

DESITIN 113g - baixa resolucao

As mães brasileiras já podem ter acesso ao creme de prevenção de assaduras que é a escolha número 1 de mães e pediatras nos EUA: DESITIN®, da Johnson & Johnson.

O produto chega às prateleiras brasileiras com diferenciais em sua fórmula: enriquecida com vitaminas e aloe vera, hidrata a pele do bebê e forma uma fina e resistente película que ajuda a prevenir as assaduras, ao mesmo tempo em que deixa a pele respirar. Possui uma textura ultraleve que facilita a aplicação e a remoção.

“DESITIN® é um produto muito pedido pelas mães brasileiras, exigentes e atenciosas nos cuidados diários com os bebês, principalmente, quando trata-se de assaduras. Era muito comum escutarmos que elas traziam o produto do exterior por considerarem essa a melhor opção. Enxergarmos como excelente oportunidade para a Johnson & Johnson investir em um produto já reconhecido por sua fórmula diferenciada e pelos seus benefícios”, conta Fernando Guerra, diretor de Marketing de DESITIN®.

DESITIN® é ideal para ser usado em todas as trocas de fralda, para prevenção das assaduras, e chega ao Brasil em duas apresentações: 57g e 113g. Conheça as principais características:

  • Ultraproteção contra assaduras
  • Hidrata para a pele
  • Textura ultraleve, fácil de aplicar e remover
  • Formulação avançada, com vitaminas e aloe vera
  • Não oleosa e não grudenta
  • Cheirinho suave
  • Hipoalergênico
  • Dermatologicamente testado

A fórmula de DESITIN® foi criada inicialmente em 1919 e lançada nos EUA em 1945, onde logo chamou atenção pela enorme aceitação do público. Hoje, DESITIN® é comercializado em 11 países, sendo líder de mercado nos EUA, com aprovação global, conquistada principalmente pela ultraproteção da pele do bebê, gerada com segurança, eficiência e suavidade.

Preços sugeridos:

R$ 18,56 (57g)

R$ 29,44 (113g)

 A importância de um creme contra assaduras

A pele da região das fraldas fica constantemente suscetível às irritações ou infecções. O contato permanente com fezes e xixi, agravado pela oclusão provocada pela fralda, altera o pH da pele e fragiliza a barreira cutânea. Como consequência, a assadura é o problema mais comum em bebês com até dois anos. É por isso que 89% dos pediatras* recomenda o uso do creme contra assaduras como um hábito diário. Essa não é uma preocupação exclusiva dos médicos. Ao trocar a fralda dos filhos, as mães têm como principal preocupação prevenir assaduras.  Pesquisa feita pela Babycenter Diapering Experience Research, em 2013, sobre os hábitos de higiene com bebês, traz uma conclusão interessante: associa-se pele saudável do bebê à autoestima das mulheres enquanto mães. Ou seja, há o entendimento, dentre as entrevistadas, de que se a região da fralda do filho está sem irritações, a mãe desse bebê está “aprovada” na desafiadora missão de cuidar de uma criança pequena.

 Hábitos diários das mães com os bebês

Pesquisa encomendada pela J&J, em 2013, sobre creme contra assaduras entrevistou 738 mulheres, com mais de 18 anos e filhos até 3 anos. Confira!

– Em média, a troca de fraldas acontece 5 vezes ao dia

– 94% das entrevistadas usam cremes ou pomadas para assaduras

– 88% utilizam lenços ou toalhinhas umedecidas

– 67 % das mães se preocupam em prevenir assaduras

– 66% das mães tem como foco principal a remoção de toda a sujeira da área das fraldas

– 84% usa produtos para prevenir as assaduras

– 18% utiliza cremes ou pomadas para tratar as assaduras

 

Fontes: U&A 2010 / Alcott  U&A 2013 / Babycenter Diapering Experience Research (Fevereiro de 2013) / HCP Tracking 20


02 dez 2014

Senado aprova guarda compartilhada de filhos de pais separados


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O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei que garante aguarda compartilhada de filhos de pais divorciados, mesmo que não haja acordo entre as partes.

A matéria tinha sido aprovada de manhã, pela Comissão de Assuntos Sociais, e foi enviada, em regime de urgência, para apreciação pelo plenário da Casa, passando à frente de outras pautas na fila de votação.

O texto muda a atual redação do Código Civil, que tem induzido juízes a decretarem guarda compartilhada apenas nos casos em que há boas relações entre os pais após o fim do casamento.

A ideia é que esse tipo de instituto seja adotado justamente quando se faz mais necessário: nas separações conflituosas.

O projeto prevê também a necessidade de divisão equilibrada do tempo de convivência dos filhos com cada um dos pais. Além disso, estabelece multa para escolas e estabelecimentos que se negarem a dar informações sobre o filho a qualquer um dos pais.

Ainda segundo o projeto, serão necessárias autorizações dos dois pais para os casos em que o filho menor de idade venha a mudar de município ou em caso de viagem ao exterior.

A aprovação foi comemorada pelo presidente da Associação de Pais e Mães Separados (Apase), Analdino Rodrigues Paulino. “Foi uma vitória fantástica; nós estamos há 12 anos lutando pela guarda compartilhada”, disse.

Segundo Paulino, 20 milhões de crianças e adolescentes filhos de pais separados serão beneficiados com a lei.

Para ele, a lei vai atender justamente os casais que não têm acordo, para garantir que as crianças tenham convivência com os dois lados.

“O casal vai combinar, e a Justiça homologa. Se o casal não combinar, o juiz vai determinar [o funcionamento da guarda] e procurar fazer a divisão de tempo da forma mais equânime possível. Se o pai tem mais tempo para cuidar, ele fica mais tempo com a criança, se a mãe tiver mais tempo, ela ficará mais tempo. Mas os dois terão a guarda e o direito garantido.”

O projeto transforma a guarda compartilhada em regra, e não mais em exceção a ser buscada na Justiça.

No entanto, ele prevê dois casos em que a medida não será adotada: em caso de o juiz avaliar que um dos pais não esteja apto para cuidar do filho, ou nos casos em que um deles manifeste desejo de não obter guarda.

– Fonte: www.paisefilhos.com.br/familia

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