28 jan 2014

Dicas para escolher a escola do pequeno


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Mamães, este ano por conta da copa do mundo que acontecerá aqui no Brasil a aulas começarão mais cedo e para muitas de nós estão procurando a escolinha certa para colocar seus pequenos. O Bernardo completará um aninho nesta semana mas como ainda não anda vou prorrogar esta busca mais um pouco. Mas a dica do blog para as mamães é buscar escolas que preferencialmente sejam comprometidas com o resultado, pois isto reflete diretamente no desenvolvimento do seu filho.

Veja abaixo alguns pontos importantes de devem auxiliá-la nesta escolha.

Ambiente: As crianças entram cada vez mais cedo na escola, com dois anos ou até menos. Nesta fase, ela precisará de estimulação cognitiva e, principalmente, afetiva. Como a mãe não está presente, o papel da professora é muito importante. Conheça a professora do seu filho e de preferência mantenha uma proximidade para estar sempre a parte dos acontecimentos.

Espaço:  Nos primeiros anos de vida, a criança precisa de um ambiente estimulante, colorido e com objetos que desenvolvam a criatividade. A sala deve ter poucos alunos, de 6 a 8 crianças por professor é o mais indicado. Dê preferência para àquelas que possuem salas arejadas, espaços de lazer e banheiros adaptados. Fique também de olho na higiene dos locais.

Objetos pedagógicos: Brinquedos, fantasias e livros devem estar sempre ao alcance das crianças, sem privações. Atividades variadas ajudam a desenvolver habilidades interessantes, porém, é bom ficar alerta para não sobrecarregá-las. A criança cansada acaba perdendo o estímulo e pode “falhar” nas atividades importantes. Evite as instituições que pregam obrigatoriedade de tarefas e rigidez de disciplina para quem ainda não completou três anos.

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Segurança: É importante verificar se a escola possui rampas, se as janelas dos andares superiores têm grades ou telas, se as escadas dispõem de corrimão com grade de proteção e se as tomadas estão protegidas. Também é preciso avaliar se o mobiliário é adequado.

Foco no ensino: Os pais devem se preocupar tanto com a alfabetização, quanto com o acolhimento do filho no ambiente escolar. Uma criança acolhida tem facilidade em aprender e o ambiente estranho pode trazer insegurança. A criança está em constante desenvolvimento físico e intelectual, por isso, uma boa escola é aquela que está atenta a ambos e tem a capacidade de trabalhar todo o potencial do seu aluno.

Custos: Muitas vezes isso acaba ficando em segundo plano para os pais, mas os materiais, por exemplo, devem ser analisados. A lista precisa ser coerente e seguir um planejamento para o ano todo. Desconfie da escola que, além da lista proposta, solicita outros materiais frequentemente.

Período integral: Durante o período integral, é importante que o tempo seja dividido em grade curricular, refeições, pausa para o descanso, atividades extracurriculares e atividades lúdicas. Desta forma, a criança não ficará sobrecarregada e estará sempre disposta.

Alimentação: Geralmente, as escolas oferecem lanche, almoço e, em alguns casos, o jantar para crianças que permanecem em período integral. A condição é que a alimentação seja balanceada e orientada por uma nutricionista, o que permite experimentar novos alimentos, além de aprender a comer em grupo. Em algumas escolas, a criança pode servir-se sozinha, tendo autonomia para decidir a quantidade de comida que vai querer.

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Fonte: http://babes.constancezahn.com/


01 out 2012

Adaptação ao berçário, creche ou escola


A adaptação de um bebê de 3 a 24 meses em um berçário, creche ou escola dependerá mais da atitude do pessoal docente e dos cuidadores do que do próprio bebê. Ele não sabe que vai à escola, mas o pessoal da escola deve estar preparado para recebê-lo. Além disso, este trabalho de preparação deverá ser compartilhado com os pais .

Atitudes da educadora

– Ao encontrar-se com o bebê: aproximação, respeito, afeto, sem ansiedade nem agonia.

– Conhecimento do nome da criança antes da sua chegada à escola.

– Criação de um clima de segurança afetiva individual e coletiva.

– Manter a tranquilidade diante de manifestações de falta de adaptação da criança (dengos, raivas, choros, falta de apetite) mas sem abandono.

– Atenção individualizada, mas não exclusiva, sobretudo nos momentos cotidianos de: chegadas, despedidas, refeições; compreendendo como momentos de grande importância para a relação individual-afetiva com a criança (tratando de evitar a pressa, agonia, nervosismo, etc.).

– Conhecimento da criança através de: entrevista com ao pais, observação da criança e de suas reações diante situações cotidianas da escola.

Adaptação ao novo espaço.

– Conhecimento da classe como lugar que lhe dê segurança, mantendo os mesmos pontos de referência espaciais e temporais (a nível de espaço: lugar de brincar, comer, dormir, trocar-se, etc. e de tempo: manter os horários das refeições, descanso, trocas, etc.).

– Conhecimento do refeitório.

– Introdução pouco a pouco do pátio.

Relação com os pais

– Dar confiança e segurança aos pais.

– Entrevistas (também como forma de conhecer aos pais e ver a relação que têm com seus filhos).

– Procure que as entradas e saídas sejam menos conflitivas possíveis: paciência com os pais.

– Colocar limites claros aos pais desde o princípio (pontualidade, roupa marcada, que no princípio não entrem muito nas salas por causa das outras crianças), evitando os enfrentamentos.

– Nesta idade, é importante no entanto, organizar os horários flexíveis, para que se for possível o bebê permaneça no centro menos de oito horas por dia.

Atividades

Como já sabem, nesta fase, devemos tentar uma relação pessoal com o bebê, fazendo gestos na comunicação corporal. Como sugestão, podem brincar de: cosquinhas, carícias, esconde-esconde, canções, etc. Que comecem também a manejar o material da classe, mas sem misturas: torres, construções, telas, bola, etc. Respeite o jogo livre sem dar muitas ordens, aproveitando para observar seu comportamento.

Que a refeição, descanso e trocas, não se convertam em algo rotineiro, dado que são momentos importantes para estabelecer uma comunicação individual (evitar pressas, nervosismo, etc.). Que o bebê possa manipular a comida até realizar com o novo objeto: a colher.

Aproveite os momentos de troca, para falar com eles, cantar, nomear as partes do corpo ao mesmo tempo que as tocas. O descanso deve ser um momento de relaxamento e tranquilidade: ponha música e canções suaves.

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