08 out 2013

Brinquedos e as faixas etárias


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Com a chegada do dia das crianças nada melhor do que um bom guia para ajuda-la na escola do melhor brinquedo para a faixa etária do seu pequeno.

Ao dar um brinquedo novo, deixe seu filho explorá-lo livremente. Depois de alguns minutos ou no dia seguinte, mostre como ele funciona, mas de maneira casual – “Olha, essa argola gruda na outra”. Depois, apenas observe as tentativas do pequeno de fazer igual, sem corrigi- lo. Também não se decepcione caso ele resolva que é mais divertido atirar as argolas para você pegar do que encaixá-las umas nas outras. “A criança não deve ser obrigada a seguir regras nas brincadeiras. Ela precisa de liberdade para experimentar”.

A seguir, nossos especialistas desvendam as habilidades mais comuns do bebê a cada fase para você acertar nos brinquedos e nas diversões que deve oferecer a ele. Garanta a brincadeira, pois, como diz o pediatra Silvio Luiz Zuquim, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, ela é o melhor estímulo para um desenvolvimento saudável.

Do que eles gostam (e precisam)

Até 6 meses

No primeiro mês de vida, o recém-nascido não controla o movimento das mãos e enxerga apenas de 20 a 30 centímetros de distância. Em compensação, tem uma audição bem desenvolvida – tanto que vira a cabecinha na direção da voz dos pais. A partir do segundo mês, ele já sorri voluntariamente, acompanha objetos e pessoas com o olhar e reconhece papai e mamãe. Mas o grande salto acontece entre o terceiro e o quarto mês. Aí, seu filho já sustenta a cabeça e controla melhor o tronco – no final do quarto mês, fica sentado com apoio por alguns minutos. Ele aprende a rolar na cama e, com a visão mais amadurecida, está muito interessado em descobrir o mundo. Observa tudo e se distrai até quando está mamando. Também explora o próprio corpo olhando para as mãos e tocando voluntariamente orelhas, bochechas e genitais. As mãozinhas tentam alcançar objetos suspensos e conseguem pegar e soltar brinquedos pequenos. Se está irritado, feliz, surpreso ou com medo, sua expressão facial demonstra essas emoções, e ele começa a emitir as primeiras vocalizações, em forma de gritinhos e balbucios. Do quinto mês até o final desse período, vai afinar essas habilidades e aprimorar a coordenação motora a ponto de segurar objetos.

Escolha certa - Móbiles com argolas de cores fortes; bichinhos coloridos e bolas de diferentes texturas; chocalhos e brinquedos musicais; mordedores; livrinhos de tecido ou de plástico.

De 6 a 12 meses

Prepare-se para uma (boa) surpresa a cada dia. Aquele bebezinho que mal conseguia se manter ereto já consegue sentar sem apoio e girar o tronco, transferir objetos de uma mão para a outra e manusear duas ou mais coisas ao mesmo tempo. Com a coordenação motora mais afinada, ele é capaz até de pegar brinquedos e alimentos usando o polegar e o indicador. Aos 7 meses, vocaliza vários sons indiscriminadamente e reconhece o tom de aprovação ou de desaprovação quando um adulto fala com ele. Sua musculatura fortalecida permite que ele vire de bruços sozinho e se apoie nos antebraços para observar o ambiente. Em algum momento, até o final desse período, começa a se locomover engatinhando, se arrastando ou se deslocando com o bumbum. No oitavo mês, de um jeito ou de outro, vai atrás dos objetos que despertam sua atenção e, quando os alcança, experimenta virá-los, sacudi-los, apertálos, batê-los. É um curioso profissional! Para completar, descobre os prazeres da música e mexe o corpinho dançando para acompanhar os ritmos. Aos 9 meses, enquanto explora os brinquedos, começa a formar o conceito de causa e efeito, percebendo, por exemplo, que o boneco cai toda vez que ele o solta. Logo, estará dando “tchauzinho”, ficando de pé e ensaiando os primeiros passos. Alguns começam até a pronunciar duas ou três palavras, além de “mamã” e “papá”.

Escolha certa - Bichinhos flutuantes de borracha para a hora do banho; cubos ilustrados ou com guizos embutidos; brinquedos de encaixe e com superfícies espelhadas; argolas; coisas para martelar, empilhar e desmontar; telefoninhos e objetos que produzam sons por meio de botões para apertar, girar ou empurrar.

De 12 a 24 meses

Até os 18 meses, seu filho vai andar com desenvoltura e conseguirá subir escadas de mãos dadas com você. Nessa fase, está a mil tentando alcançar, segurar e explorar tudo. Começa a empilhar blocos, rabisca, dobra papel imitando um adulto e coloca objetos em aberturas – é capaz, por exemplo, de pôr, sozinho, um CD para tocar. Falando nisso, tire do alcance dele tudo aquilo que você não quiser ver transformado em brinquedo, porque ele achará divertido descobrir as possibilidades lúdicas de chaves, escovas, vasos, controles remotos… e o que mais estiver dando sopa. Ah, sim, ele também come sozinho, imita os mais velhos e aponta as principais partes do corpo quando lhe pedem que mostre a cabeça, o pé ou o braço. Sua comunicação melhora bastante – já fala de seis a dez palavras e responde apropriadamente a expressões como “não”, “me dá” e “tchau”.

No semestre final dessa fase, o desenvolvimento motor se aprimora e a imaginação entra em cena, permitindo brincadeiras simbólicas, como dar de comer para a boneca com um pratinho vazio. Prepare-se agora para lidar com alguns galos e muitos ralados nos joelhos, pois seu bebê vai descobrir que consegue correr, subir escadas sem ajuda e criar soluções como usar uma varinha ou trepar em uma cadeira para alcançar um brinquedo que esteja no alto. Quando quebra alguma coisa, percebe o que aconteceu e leva para os pais consertarem. Ironicamente, tanta independência e autonomia o assustam – afinal, se ele pode ir para todo lugar e ficar distante significa que a mamãe também pode se ausentar. Sua resposta para a insegurança que essa descoberta traz é ficar mais agarradinho aos pais. Ao mesmo tempo, elege um cobertor, um paninho ou um brinquedo que faça o papel de “pais substitutos” quando está sozinho na hora de dormir, por exemplo. Chega ao segundo aniversário com um vocabulário de cerca de 100 palavras.

Escolha certa - Bonecos; brinquedos de empurrar e puxar e de montar e desmontar; objetos com texturas, sons e cores variados; livros e álbuns de fotos com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos; escorregador, balanço e triciclo.

Para ver, escutar e se divertir

A partir do sexto mês, a tecnologia pode entrar em cena para aumentar o leque das diversões em família. Afinal, no mundo moderno, é impossível manter o bebê alheio à sedução da TV, dos smartphones e dos computadores, especialmente com o surgimento dos tablets. Os pequenos ficam alucinados com as imagens coloridas que se movimentam na tela. E não há nada de errado em deixar que se distraiam com esses aparelhos, desde que isso não se torne um hábito nem ocupe muito tempo – 30 minutos por dia, entre TV e outros eletrônicos, é o limite recomendado pelos especialistas. “O bebê precisa de diferentes estímulos de luz, sons, cor e movimento para ampliar plenamente a visão e a audição”, lembra a psicopedagoga Angela Cristina Munhoz Maluf. Mas não é só. Nos primeiros anos, o aprendizado depende de experimentações físicas. Por exemplo, é levantando e caindo que seu filho desenvolve o equilíbrio; é pondo a peça maior sob a menor que ele percebe que, se fizer o inverso, os blocos caem; e é tocando em água, areia e diferentes texturas que descobre que as coisas podem ser quentes ou frias, duras ou moles, macias ou ásperas. “Não há tela de computador que propicie essas experimentações. Para quem está descobrindo o mundo, empilhar bloquinhos de madeira é muito mais construtivo do que empilhar bloquinhos virtuais”, garante o pediatra Sílvio L. Zuquim. Nossos especialistas fizeram uma lista das produções mais criativas para seu bebê ouvir, assistir e jogar.

CD - Coleção Palavra Cantada (Sandra Peres e Paulo Tatit, Palavra Cantada); Os Saltimbancos(tradução e adaptação de Chico Buarque, Universal/Mercury); Beatles e Chico Buarque (ambos da MPBaby).

DVD - Galinha Pintadinha (Bromélia); Xuxa Só pra Baixinhos (Som Livre); Toy Story (Pixar); O Rei LeãoProcurando Nemo e Pocahontas (todos Disney DVD).

TV - Cocoricó (TV Cultura); Patati & Patatá (SBT); A Casa do Mickey (Disney Channel); Barney,Backyardigans e Peixonauta (todos da Discovery Kids).

De olho na segurança

• Evite brinquedos pesados, que possam cair sobre o bebê e feri-lo.

• Descarte objetos com bordas, pontas afiadas ou que soltem farpas, capazes de causar cortes e arranhões.

• Dispense efeitos sonoros muito altos, pois prejudicam a audição.

• Confira se há peças pequenas que possam ser engolidas – há risco de engasgo e sufocamento.

• Verifique a pintura – brinquedos que soltam tinta certamente não têm bom controle de qualidade e podem causar alergias e intoxicações.

• Meça eventuais fios e cordinhas – eles não devem ultrapassar 30 centímetros; senão, o bebê pode enrolá-los no pescoço.

• Prefira peças que sejam facilmente higienizáveis, porque o bebê leva tudo à boca.

• Procure sempre o selo do Inmetro e respeite a classificação etária indicada pelo fabricante – são garantias de segurança e adequação.

 


14 jun 2013

Time do play


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A

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23 mai 2013

Brinquedos Vintage


Na onda vintage, com um ar meio antigo olha só os brinquedos super bacaninhas para a meninada se divertir.

Bjo, bjo

47.4.1 47.5 47 49.3

49.5

52

54

55 57


02 mai 2013

Brinquedos Retro


Na onda vintage que eu tenho andado me apaixonei pelo estilo destes brinquedos.. Chega de luzes, barulhos…. a gente quer algo com uma pegada handmade e que remeta a nossa infância.

Bjo, bjo

45.1

46.1

 

6

47.2 47.3

47.4 58 79

 

46.2

46.3

48.1


26 dez 2012

Brinquedos infantis


Mamães, vejam só que bacana estes brinquedos educativos. Por aqui infelizmente não encontramos nada tão elaborado, mas nada que não possamos desejar.

Bjo, bjo

mecanica onestepahead rightstart.com 2 rightstart.com 3

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