13 jan 2015

Os benefícios do estudo de música na infância


Mamães, primeiramente gostaria de me desculpar por estas quase 3 semanas de ausência, o ano de 2014 em particular foi muito difícil e pesado para mim e minha família e me dei o direito de tirar férias, e não pensar em nada que não fosse descanso e lazer… Por isso o Blog ficou de lado, mas como é necessário voltar a vida real, os nossos posts tb voltaram com todo o gás.

Desde de dezembro Bernardo tem frequentado aula de música, fico impressionada como ele A D O R A a aula, fica prestando atenção no sons dos instrumentos, dança, toca e sai de lá numa animação só.

Li este artigo na revista Crescer e achei muito interessante, pois consigo evidenciar vários sinais no Be. Espero que aproveitem a leitura.

Bjo, bjo

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Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. A constatação é de um grupo de pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos. Depois de analisar tomografias de 232 crianças entre seis e 18 anos, eles perceberam que estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.

Os especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. “O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo”, explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.

Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade

Escutar música antes de nascer ajuda a desenvolver o cérebro do bebê

A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. “Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois”, diz Elvira, frisando que o contato com a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.

Então que tal estimular a iniciação musical em casa? Enquanto ajuda seu filho e se diverte com ele, você também absorve os benefícios do contato com a música, que vale para todas as idades. Veja como fazer isso no dia a dia:

- Coloque diferentes tipos de música para seu filho ouvir para aumentar o repertório dele logo cedo. Arrisque mesmo: clássica, africana, indígena, jazz, samba.

- Faça brincadeiras com sons usando objetos da casa, como panelas e baldes. Não deixa de ser um jeito de produzir música.

- Sempre que possível, separe 10 minutos do dia só para ouvir música com seu filho, sem realizar nenhuma outra atividade ao mesmo tempo. Todo mundo vai ficar mais relaxado.

- Estimule as crianças a ouvir e identificar os sons da natureza, desde os passarinhos até o barulho das folhas ao vento. Isso também vale como experiência e memória musical.

- Cantem juntos, com e sem música de fundo. O efeito de cantar é o mesmo de tocar um instrumento.

 


15 dez 2014

A tecnologia está afetando as relações familiares dentro da sua casa?


Mamães, cada vez mais as relações humanas estão diferentes do que era há tempos atrás. Um dos grandes fatores desta mudança é a “tecnologia”. O que seria de nós sem ela, vc conseguiria se imaginar nos dias de hoje sem celular, ou melhor, sem o smartfone. Aquelas horas de transito que o abençoado Waze te leva pelos melhores caminhos, ou depois daquela compra de mês você poder ligar para sua doméstica descer e te ajudar a subir com tudo… Emfim eu poderia ficar aqui horas listando os benefícios da tecnologia, no entanto o que tempos parado pouco para observar é como ela também acaba afastando as pessoas e atrapalhando as relações. Acabei de ler este texto na revista Crescer e gostei muito, espero que, como assim, para comigo os ajude a refletir um pouco sobre o tema.

Bjo, bjo

AA

“… Você presta atenção ao que o seu filho diz? Ou só acha que está prestando?

Uma pesquisa realizada com 1.521 crianças de 6 a 12 anos pela Highlights, uma revista infantil norte-americana, mostrou que 62% das crianças reclamam que os pais estão distraídos demais para ouvi-los. E – surpresa! – os celulares são os principais responsáveis por isso. Em 28% dos casos, pais e mães estavam tão entretidos com o aparelho que mal prestavam atenção aos filhos. E não é só: juntos, celulares, TV’s, smartphones e tablets foram a causa desse distanciamento entre filhos e pais em 51% dos casos.

“De cinco anos para cá, a tecnologia foi se popularizando e hoje em dia está acessível de qualquer smartphone para qualquer pessoa”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, professora e coautora do livro Vivendo esse Mundo Digital, da Editora Artmed. Graças a uma linguagem visual muito atraente e cada vez mais fácil de ser manipulada, as pessoas têm todas as informações à mão – consultam a previsão do tempo, informações sobre o trânsito, ficam ligadas no últimos acontecimentos – e acabam se tornando dependentes desses recursos. Não é à toa que os celulares se tornaram quase uma extensão das pessoas:  passam a noite na mesa de cabeceira, acompanham seus donos ao trabalho, no carro e até na hora das refeições.

Qual é o papel da tecnologia na educação dos seus filhos?

Uma pesquisa da Universidade de Boston (EUA) mostrou que nem quando às pessoas estão à mesa, em família, os smartphones são poupados. Cientistas observaram o comportamento de 55 adultos que foram com filhos a restaurantes na zona metropolitana de Boston: 40 deles não largaram o celular durante a refeição. As crianças tinham de 0 a 10 anos e 54% delas estavam em idade escolar. “Parece que já não há uma troca entre filhos e pais. Os aparelhos ficam sempre no meio”, comenta Evelyn.

Esses novos artifícios da vida moderna têm afetado também a dinâmica de relacionamento entre casais. Em um outro estudo, da Brigham Young University (EUA), realizado com 143 casais heterossexuais, 70% das mulheres relataram que os smartphones atrapalham seu relacionamento amoroso. Garanto que você já presenciou a cena: um casal sozinho em uma mesinha de bar num sábado à noite, cada um entretido com seu próprio telefone, checando sua conta no Facebook. Há relacionamento que resista?  Segundo as entrevistadas, porém, o aparelho que mais fica no caminho do romance são os computadores. O conselho dos especialistas? Banir aparelhos eletrônicos em geral do quarto – incluindo a televisão.

Acima de tudo, é preciso pensar que é a maneira como você se relaciona com a tecnologia que vai servir de espelho para o seu filho. Você tem que carregar seus aparelhos com muita frequência? Sinal de que está passando muito tempo entretido com eles. Você se sente perdido sem o tablet no carro para distrair as crianças? Hora de começar a usar a criatividade. Você não sabe mais os nomes dos amiguinhos do seu filho? Talvez você se encaixe na estatística da primeira pesquisa e não esteja prestando atenção suficiente ao seu pequeno.

Tablet de presente de natal: sim ou não?

Se na hora de escrever a cartinha para o Papai Noel seu filho, além de contar sobre suas conquistas nesse ano, dizer que se comportou bem e que aguarda ansioso a vinda do Bom Velhinho, pediu um tablet… Você  não está sozinho. Um levantamento do Datafolha, realizado com pais de crianças até 12 anos, mostrou que o presente mais cobiçado este ano são esses populares gadgets: eles encabeçam a lista de desejos de 8% dos pequenos paulistanos para o Natal. Surpreendentemente (ou nem tanto) o tablet conseguiu superar até as bicicletas, que são tradicionalmente um dos presentes mais desejados, mas que ficaram com apenas 3% das respostas registradas pela pesquisa.

=> 10 dicas para o seu filho lidar bem com as novas tecnologias

Esse fascínio pela tecnologia não acontece à toa. As luzes, as cores, as animações e os sons que aparecem na tela de tablets e smartphones são superestimulantes para as crianças e, naturalmente, despertam sua atenção. A boa notícia é que, na dose certa, isso pode até contribuir para o desenvolvimento delas. “A repetição que esses joguinhos e aplicativos proporcionam funciona como um treinamento cognitivo. Eles trabalham a memória operacional e a memória visual. Com isso, as crianças adquirem uma rapidez mental”, pondera o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

O problema reside no fato de o contato exagerado com a tecnologia minar o principal ingrediente do desenvolvimento de qualquer criança: o afeto. “Até os 3 anos pelo menos, para o desenvolvimento da linguagem, a criança precisa da interação face a face”, explica Farias. O bebê aprende a falar, a mover os lábios a emitir os sons por meio do contato com seus cuidadores. Tablet não é babá eletrônica: não substitui o contato com a mãe, com o pai ou com os irmãos. “Estamos banalizando a tecnologia e trocando o que a gente chama de aspecto afetivo do relacionamento mãe e filho por ela. Em vez de aconchegar os filhos, muitos os entretêm com os aparelhos eletrônicos”, explica Evelyn.

Sinal Vermelho

Se você perceber que o seu filho prefere ficar em frente ao celular ou ao computador em vez de sair para brincar com amigos, se divertir no parquinho ou ir ao clube, é hora de agir e repensar o uso da tecnologia aí na sua casa. Está provado que o excesso de contato com aparelhos eletrônicos pode causar distúrbios de sono, queda do rendimento escolar, problemas de audição, problemas de visão (como síndrome do olho seco), problemas de postura, dores de cabeça e até deficiência de vitamina D.

Dispositivo faz selfie de bebês e publica fotos instantaneamente nas redes sociais

Por isso, a palavra de ordem no uso desses aparelhos é bom senso. “Pais inteligentes devem usar a tecnologia a seu favor, cientes de que o contato físico, o olhar, o calor do toque, não são substituídos por uma mensagem de texto. Essa questão não deve ser encarada como usar ou não a tecnologia – porque é praticamente impossível viver sem esses recursos na atualidade – e sim, como aproveitá-los ao máximo”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).

Dosar o tempo de contato entre as crianças e os aparelhos é fundamental, ainda que não seja uma tarefa fácil. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que o tempo total que o seu filho passa em frente à tela não exceda duas horas por dia, sendo que casa sessão não deve passar 30 a 40 minutos. E como fazer isso? Com certeza, pedir que seu filho desligue o celular ou deixe o tablet de lado não será tão efetivo. O que vai fazer diferença mesmo na mudança de postura das crianças é oferecer repertórios variados e estar disponível para elas no tempo que você puder. Convide-a para dar um passeio, proponha um jogo, uma nova brincadeira. “Ser pai e mãe é uma responsabilidade: crie tempo para estar com o seu filho”, aconselha Evelyn”.


11 nov 2013

Sumiço – Ajuda para administrar, melhor o meu tempo!


Querida leitora, primeiramente gostaria de me desculpar e explicar o porque deste sumiço, puxa desde que o Blog nasceu em novembro de 2010, nunca ficou tanto tempo sem post.  Infelizmente estou trabalhando muito, e não tenho tido tempo para nada, chego em casa a noite, cansada e depois daquele transito básico de quem mora em São Paulo que quero apenas brincar e curtir meu pequeno. Nos finais de semana a mesma coisa, sabe aquela culpa da mãe que trabalha fora, então chega os finais de semana e quero aproveitar para levar o Be ao parque, na piscina enfim despender meu tempo ao lado dele.

Será que só eu passo por isso, ou a grande maioria das mães tem dificuldade de organizar bem seus horários depois que nasce o primeiro filho? Fico me questionando, pois se com um já é difícil com mais então nem se fala. – No meu caso ainda não consegui voltar a minha antiga rotina de trabalho, academia, drenagem, unhas, entretenimento e etc… E olha que eu tenho Babá todos os dias! Mas afinal quem é a mãe? Se eu não disponibilizar tempo, com qualidade para o meu filho, quem o vai fazer?

Embora eu fale isso, confesso lá no fundinho que isso não me chateia, o prazer que tenho ao lado do Bernardo é tão grande que compensa qualquer coisa… Já foi o tempo que eu ia para a academia 6 dias por semana, agora quando consigo ir 4 já considero uma vitória. Mas, cada gargalhada, cada palavrinha (mamama, papapa, ba…), cada gesto vale MUITO.

Vou aproveitar para dizer que está tudo bem, e aproveitar para pedir algumas dicas para as mamães que melhor do que eu conseguem se planejar melhor.

Saudades de todas vocês and WELCOME BACK ;)

Bjo, bjo

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14 ago 2013

Wonder woman – (diário de bordo)


1.1bÉ tão engraçado como nossa vida muda depois do primeiro filho.  Como falei neste post, voltei a trabalhar há duas semanas e ainda estou tentando colocar todas as atividades que gostaria de fazer dentro da minha nova rotina, afinal a prioridade número um continua sendo o Bernardo e sinceramente acredito que por muito tempo ainda, ou até, quem sabe, para sempre rs rs… Voltando a falar da minha rotina diária, acordo cedo brinco com o Be uns 20 minutinhos, vou para o escritório paro apenas 30 minutos para almoçar, vou embora por volta das 18:30, pego aquele tão esperado transito de volta para casa, que todos os paulistanos que não têm a facilidade de trabalhar perto de casa pegam… brinco com o Be e dou o jantar, vou para a academia faço uma aulinha de 60 minutos dias spinning, dias aula de local, volto janto rápido para ainda ter pelo menos 1 horinha para brincar com o Be antes dele cair no sono.

Quem foi que disse que nós mulheres precisamos dar conta de tudo? Por que só de pensar no meu dia-a-dia já fico cansada, e ainda faltam muitas atividades para listar… Quem faz as compras de casa??? nós mulheres. Quem cuida da casa??? nós mulheres… Quem leva os filho ao pediatra, ao cinema, ao parque??? E para piorar, quem disse que temos que ser magras e charmosas?? Sinceramente, os homens não imaginam como nós mulheres somos seres especiais, ou melhor espaciais porque a quantidade de coisas que damos conta de fazer diariamente, quase nos torna uns Aliens.

Infelizmente com este tanto de coisas, quase não sobra tempo para o Blog, e meu compromisso com minhas leitoras, tá mais do que furado, pois hoje em dia mal consigo escrever ao menos 2 posts semanais…

Gostaria que me desculpassem e compreendessem que esta mulher aqui que vos fala, está se esforçando para cumprir este papel de mulher maravilha que cabe a todas nós. Prometo que vou me empenahar para manter a nossa antiga frequência, e espero que sempre que possível, vocês continuem a dar uma passadinha por aqui para ver as novidades.

Bjo, bjo


28 set 2011

Tal mãe, tal filha


Já que agora virou tendência as mamães se vestirem igual a suas filhas (os), que tal estendermos este conceito para a a casa tb?

Esta banheira que a DOKA Bath Works lançou na Kitchen & Bath 2009 deve estar fazendo muito sucesso principalmente entre as mamães antenadas… E sabe porque??? Tem para bebês tb…

Ai meu Deus onde vamos parar, rs rs rs

Bjo, bjo

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