07 maio 2014

Segurança em Casa


Olá Mamães,

As vezes ficamos tão preocupadas com o mundo lá fora que esquecemos de ficar de olho do que pode acontecer debaixo dos nossos narizes. A nossa casa é um perigo enorme para os nossos pequenos e muitas vezes ficamos confiando que apenas “proibindo” vamos conseguir deixar as crianças longe do perigo mas não é bem assim.

Experiência própria: Como estou me acostumando agora com a independência do Bernardo que fica andando de lá pra cá o tempo todo, é eu desgrudar os olhos que os dedinhos dele parecem que são atraídos para a tomada e o lugar que ele mais gosta de ir é a cozinha! Sem contar todas as portas que ele fica abrindo e fechando e meu medo que acabe fechando a própria mão em uma dessas! O pior é que basta um piscar de olhos para essas encrencas surgirem!

A seguir vou trazer algumas dicas do que pode ser feito para deixar a sua casa mais segura.

tomada1. Tomada 

A tomada trás dois problemas: a tomada desocupada e a tomada conectada a algo. Na tomada “vazia” a criança pode colocar os dedos ou pior, inserir objetos. Para evitar esse problema, vc pode comprar protetores de tomada, eles devem ser resistentes e difíceis de serem retirados. Já quando temos algo ligado à tomada a preocupação deve ser o fio, as vezes a criança acaba puxando e pode derrubar um objeto em cima dela, além é claro do risco do choque.

2. Berço/Cama

A criança deve deixar de usar o berço quando já tiver altura suficiente (a partir de 90cm) ou quando já conseguir ficar em pé e escalar a grade ou balançar tentando sair. Esse sinais indicam que a criança já tem força suficiente para sair do berço quando quiser e isso as vezes pode ocasionar uma lesão.  Até os 6 anos de idade é indicado que a Cama possua uma grade lateral isso, para impedir que a criança caia durante a noite. A principio o ideal é manter as grades em toda a lateral e a medida que a criança se acostumar com aquele espaço, a grade pode ser reduzida pela metade.

janela   3. Janelas 

As famosas redes de proteção são super necessárias. O que vale aqui é que as vezes mesmo o        que vc considera baixo para uma criança é alto. Por isso, grade ou rede de proteção em todas      as janelas! Para manter sempre segura as redes devem ser trocadas de 3 em 3 anos.

 

4. Armários/Gavetas trava

Para evitar que os seus pequenos abram armários e  gavetas e prendam os seus dedinhos, existem travas próprias. A trava que pode ser adesiva, ou em outros formatos, deixa a abertura mais resistente para as crianças mas não impede a manipulação pelos adultos. Isso evita não só o abre e fecha como reduz a possibilidade dos pequenos terem acesso a alguns objetos guardados.

5. Portas

Além do abre e fecha que pode ser prevenido da mesma forma que as gavetas (travas) um aspecto importante da porta é não deixar as chaves nas fechaduras, isso evita que a criança se tranque acidentalmente em um cômodo. Caso isso ocorra, tenha sempre uma chave reserva de todos os cômodos e deixe fora do alcance de crianças.

6. Quinas

Quinas de mesas, prateleiras e armários são um perigo para os pequenos que estão em fase de crescimento e ainda não sabem que podem bater. Evite galos e cortes, colocando protetores nesses pontos. Assim se o choque não for evitado pelo menos a intensidade dele será menor.

detergente   7. Medicamentos/Produtos de Limpeza

Esses produtos devem ser colocados em locais mais altos e de difícil acesso às crianças, evitando     locais mais baixos (mesmo que com travas). Melhor ainda é escolher armários em que o conteúdo   não fique visível. É importante manter os produtos em suas embalagens originais para que a              criança se familiarize com eles nunca colocando em locais onde ela possa confundir (como em    garrafas pet por exemplo).

 

8. Fogão

Lugar de criança não é na cozinha enquanto ela esteja em uso! Panelas devem ter os cabos voltados para dentro do fogão e de preferência utilize panelas com o cabo mais curto. O forno também pode causar queimaduras, já que a porta mantém a temperatura alta mesmo depois de o alimento estar pronto, portanto, mantenha os pequenos longe de lá! Travas no forno também ajudam a evitar acidentes mesmo com eles quentes

Pessoal, essas foram algumas dicas para deixar a casa mais segura para os nossos pequenos, mas bom mesmo é sempre ficar de olho!

Bjo, bjo.

 

 


22 abr 2014

Crianças Fitness


Como já compartilhei aqui o Bernardo está começando a arriscar os seus primeiros passos. Comecei a leva-lo em uma academia para criança e fiquei impressionada com a evolução dele nessas últimas semanas.

Sempre li bastante sobre Fitness para crianças mas não acreditava muito, esperei ele se movimentar mais para poder levar e aproveitar o espaço. A vantagem da academia é que o ambiente é todo preparado para os pequenos se desafiarem e cairem a vontade sem se machucar.

A Academia que eu levo o Bernardo chama “My Gym” , eles são uma rede americana com mais de 30 anos de experiência e que desenvolvem programas diferentes para cada idade dos seus pequenos. Ao todo são 11 aulas diferentes que vão desde a 6ª semana de vida até os 13 anos de idade.

As aulas são:

– Little Bundles (6 semanas até 6 meses): Introduz música e movimento de diversas formas divertidas, exercícios para desenvolver os bebês que estão iniciando os seus primeiros contatos visuais, auditivos e de tato. As aulas também são úteis para os pais pois estabelecem uma conversa sobre o desenvolvimentos dos seus filhos.

 Tiny Tykes (7 a 13 meses): Aproveitando que nessa fase os bebês são mais flexíveis, as aulas têm uma série de alongamentos e exercícios compatíveis com a idade a ideia é melhorar o desenvolvimento físico e cognitivo.

– Waddlers (14 a 22 meses): Os bebês que nessa idade começam a de fato se locomoverem sozinhos (engatinhar e caminhar) são estimulados através de balaço, acrobacia e habilidades de agilidade. Nessas aulas começam a ser introduzidas também atividades para desenvolver as habilidades sociais das crianças. (O Be está nesta turminha)

– Gymsters (23 meses a 2 anos e meio): Aproveitando as habilidades motoras mais desenvolvidas dessa idade, esse programa diverte as crianças que cantam, dançam, jogam, etc.

Terrifc Tots (2 anos e meio a 3 anos e meio): Equilibrando as habilidades físicas e sociais, esse programa introduz atividades esportivas e desenvolvem as crianças para que elas se tornem bons ouvintes, aprendam a seguir direções, cooperar em grupo e a conhecer mais sobre si mesmos.

– My Gym Art (3 a 8 anos): Esse é um programa que desenvolve mais as habilidades artísticas dos pequenos. As crianças fazem pinturas, esculturas, colagens, etc.

Mighty Mites (3 anos e meio a 4 anos e meio): Primeiro programa que permite uma independência infantil com os pequenos participando sem acompanhantes com reforços positivos para estimular a auto-confiança das crianças.

A partir dos 4 anos, as crianças já tem as habilidades motoras mais desenvolvidas e os programas são focados em atividades esportivas e sociais. A academia ainda fornece mais quatro programas: Whiz Kids (4 anos e meio a 6 anos), All Star Sports (4 a 7 anos),  Champions (6 a 8 anos) e Cardio Kids (7 a 13 anos).

No Brasil, você encontra filiais da My Gym em São Paulo, Goiânia e Salvador. Mas eles estão a procura de novos franqueadores para expandir a marca, que tal a dica?

Bjo, bjo

 

 


07 ago 2013

Cuidado com os pequenos


Mamães hoje é o dia internacional do CUIDADO com seu pequeno…. Deixar objetos pontiagudos, ou fios desencapados, tomadas abertas pode sempre aguçar a curiosidade do seu pequeno e causar acidentes… Com criança em casa não se brinca e toda a atenção é pouca.

Bjo, bjo

cuidado 3

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cuidado

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28 set 2011

Como agir com crianças a partir de 2 anos


A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de se um e se tornou uma criança.  Precisa mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.
Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de comportamento deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não-aceitáveis.
Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.
É importante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes ela o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.
Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.
Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.
Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.
Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.
Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.
É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.
O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.
Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.
Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado porém, as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

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