26 jan 2015

Limpar o nariz do bebê


doencas-inverno-gripe

Mamães nesta época de calor, é muito comum que as crianças fiquem gripadas e com o nariz entupido ou até mesmo escorrendo, isso porque com as altas temperaturas é muito comum, que fiquem expostos ao ar condicionado por mais tempo, e o choque entre o frio do ar e o calorão provoca isso. Infelizmente o Bernardo está assim, e ontem estive com ele no Einstein e a enfermeira me orientou sobre a importância de manter as vias aéreas sempre limpas, pois evita muitos problemas futuros. Achei este artigo no site babycenter e acredito que vc´s também poderão tirar proveito.

Bjo, bjo

“Você não necessariamente precisa desentupir o nariz do bebê, mas, se conseguir, é bem provável que ele vá respirar, comer e dormir melhor.

O seu maior aliado para essa situação é o soro fisiológico. Você pode comprar soro pronto na farmácia ou uma solução salina pediátrica em gotas ou spray. O importante é usar de forma abundante para soltar as secreções e desobstruir a passagem do ar.

Para casos em que a secreção está bem grossa, você pode contar ainda com o auxílio de um aspirador nasal de borracha que suga o líquido de dentro do nariz do bebê (procure sempre itens destinados a bebês da faixa etária do seu filho).

Comece primeiro colocando um pouquinho de soro fisiológico dentro do nariz (com a cabeça do bebê ligeiramente voltada para trás), para soltar as secreções antes de tentar sugá-las, já que a própria solução de água e sal já ajudará a desentupir um pouco o nariz.

Aspirador de Borracha

Antes de inserir o aspirador no nariz do bebê, aperte bem o bulbo para que todo o ar saia de dentro, criando um vácuo (continue segurando). Com todo o cuidado, coloque então a pontinha do aspirador nasal dentro de uma das narinas da criança. Agora desaperte o bulbo para que ele sugue a secreção. Retire-o da narina e em seguida aperte bem contra um lenço de papel. Limpe o bulbo e repita o processo na outra narina.

Se o bebê ainda estiver congestionado após 10 minutos, reaplique as gotinhas de soro e aspire as narinas novamente. É importante, contudo, não fazer a sucção mais que duas ou três vezes ao dia, para não irritar a mucosa nasal.

Lembre-se que esse processo todo de limpeza precisa ser muito suave, porque, do contrário, o tecido do nariz pode acabar inflamado e até sangrar, tornando o quadro todo pior. Caso o bebê resista muito na hora de limpar o nariz, faça um intervalo e tente de novo um pouco mais tarde.

Talvez você precise da ajuda de outro adulto para ajudar a segurar o rosto do bebê.

Como faço para limpar e guardar o aspirador nasal?

Passe o bulbo de borracha por água corrente morna com sabão. Esprema a ponta na água com sabão para que limpe por dentro também. Uma vez que água tenha penetrado, mexa bastante para remover os resíduos das paredes internas, e depois esprema para sair tudo. Deixe água sem sabão entrar algumas vezes para que não sobre espuma por dentro.

Para secar, apoie o bulbo, com a ponta para baixo, em um copo de vidro.”


14 jan 2015

Filho e mãe: ele com os olhos dela e ela com os genes dele


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Não é preciso de muita observação científica e apurada para perceber na natureza humana um padrão muito interessante: a ligação entre mãe e filho. Isso se desenvolve tipicamente durante o processo da gravidez, do parto e da amamentação. Além disso, a ligação pode se dar em questões de segundos, minutos, horas, dias ou mais. É claro que essa ligação afetiva também pode ser desenvolvida para filhos não sanguíneos como no caso de uma adoção, ou com o pai da criança. No entanto, quero salientar neste texto um pouco do primeiro caso, no qual a ligação afetiva é combinada a trocas de substâncias químicas que podem alterar o organismo da mãe e do bebê irreversivelmente.

A ligação da mãe com a sua cria é muito importante para um desenvolvimento adequado da prole. Alguns trabalhos mostram que durante a gravidez a mãe produz a ocitocina (hormônio do amor e do apego) e, após o parto, a concentração desse hormônio pode predizer o nível de ligação mãe-filho. Além disso, existem inúmeros trabalhos na literatura científica estudando como a separação ou privação materna podem afetar o desenvolvimento infantil ou mesmo fatores neurobiológicos/comportamentais na vida adulta de um indivíduo. Se você quiser saber mais sobre separação materna procure ler sobre o trabalho do psiquiatra e psicanalista, Edward John Mostyn Bowlby. Além disso, indico uma revisão recente Open Source (revista aberta a qualquer pessoa, cientista ou leigo, interessado no artigo científico) que analisa a atividade de diferentes regiões cerebrais de roedores separados ou não de suas mães. Também fica a dica do trabalho de um amigo meu, Dr. Carlos Eduardo Neves Girardi, publicado em 2014 também em uma revista Open Source, sobre como o estresse neonatal pode alterar fatores afetivos associados a comportamentos esquizofrênicos em ratos.

DNA

O cérebro de uma grávida é um mistério para a ciência. A maioria das grávidas muda o comportamento, a postura, o equilíbrio, os cuidados consigo mesma de maneiras extremas e quase que instantaneamente. E com certeza tudo isso é comandado pelo cérebro. O bombardeio de hormônios de uma situação fisiológica tão importante faz com que a mãe se transforme em uma máquina a disposição do feto. Há muitos e muitos anos sabemos que existe uma troca constante de nutrientes pela placenta e é dessa forma que a mãe alimenta o feto durante a gravidez. No entanto, já se sabe que também existe troca de material genético entre mãe e feto.

Considerando todo um novo modelo teórico e científico do estudo do cérebro de uma grávida, foi mostrado que o DNA exclusivo do genoma masculino pode persistir no cérebro da mãe por toda a vida (um dos trabalhos que achei interessante é esse aqui). Como se a gestação de um feto masculino deixasse uma marca eterna no cérebro da mãe. O impacto biológico desse DNA na mãe ainda não é claro, porém o estudo mostrou que existe uma relação entre o número de gestações de fetos masculinos e o aparecimento da Doença de Alzheimer: aparentemente mulheres com mais DNA masculinos em seus cérebros tem menor predisposição de sofrer da Doença de Alzheimer. Os pesquisadores dizem que talvez esse DNA do filho possa ajudar a proteger a mãe do desenvolvimento da doença. Claro que isso ainda é uma suposição, muitos estudos científicos devem ainda ser realizados para se comprovar se essa relação pode ter realmente uma causalidade. Aguardem os próximos capítulos da ciência ou se joguem a pesquisar essa temática tão interessante.

Vocês devem se perguntar por que dentre tantos assuntos científicos para tratar no Prisma, eu escolhi esse. Bom, diversos são os motivos que me levam à escolha de um tema para os meus posts, mas particularmente para o presente texto a história é interessante. No laboratório que trabalho no NIH estava encontrando algo muito esquisito em alguns animais transgênicos. Para resumir, esses animais expressam um proteína fluorescente no DNA que pode ser observada, com os devidos aparelhos, pela coloração das orelhas e patas dos camundongos. Uma pesquisadora do laboratório notou que uma fêmea que não deveria expressar essa fluorescência passou a expressá-la após a gestação que deu cria a camundongos com ou sem a proteína fluorescente. Achamos estranho demais e começamos a pesquisar. Com uma mente bem aberta a pesquisadora apresentou para o grupo os artigos sobre o transporte de carga genética entre o embrião e a mãe. Agora essa explicação parece óbvia mas na época que tínhamos o problema, não era.

O que quero ressaltar aqui é que no mundo científico as vezes as respostas para os resultados obtidos não estão só naquela literatura fortemente associada ao seu trabalho. Abra sua mente e leia. Leia mais sobre outros assuntos que não somente o seu. No meu mundo da neurociência básica, uma mãe e seu bebê tiveram mais a me ensinar do que eu imaginava.

 

Fonte: https://prismacientifico.wordpress.com/2015/01/11/filho-e-mae-ele-com-os-olhos-dela-e-ela-com-os-genes-dele/


06 nov 2014

São Paulo inicia vacinação de mulheres grávidas contra tétano, difteria e coqueluche


 

AA

 

 

Mamães leiam o post abaixo, principalmente as mamães que estão grávidas, MUITO IMPORTANTE!!!

 

 

A partir da próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá iniciar, em todos os municípios do Estado, a vacinação “2 em 1” para grávidas entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.

A nova vacina acelular, que passa a compor o calendário SUS (Sistema Único de Saúde), além de proteger grávidas e fetos contra difteria e tétano, também imunizará contra a coqueluche, doença que apresenta um alto índice de letalidade, principalmente em crianças com até dois meses de vida.

A inclusão da coqueluche no esquema de vacinação de gestantes visa imunizá-las tanto para diminuir a transmissão da doença para o lactente quanto para oferecer proteção indireta nos primeiros meses de vida, quando a criança ainda não teve a oportunidade de completar o esquema de três doses da vacina recomendado pela rede pública de saúde.

No calendário do SUS, a vacina com o componente pertussis de células inteiras já é oferecida para as crianças de até seis anos de idade. A primeira dose deve ser recebida aos dois, a segunda aos quatro e a terceira aos seis meses de idade.

A nova vacina acelular será produzida pelo Instituto Butantan graças a um acordo para transferência de tecnologia firmado com a GlaxoSmithKline (GSK) para a produção local do componente pertussis acelular do imunobiológico. Antes, o Butantan já produzia a vacina contra difteria e tétano. Agora, pelo acordo, o laboratório iniciou a transferência de seu know-how para a produção do componente acelular contra a coqueluche, desenvolvendo, desta forma, uma nova vacina que irá imunizar contra as três doenças.

“A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria.

A nova vacina acelular estará disponível para as gestantes nas unidades básicas de saúde municipais.

Além das grávidas, os profissionais de saúde que trabalham em maternidades e berçários, como anestesistas, ginecologistas obstétricos, pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, também serão imunizados.

O que a gestante deve fazer?

A gestante deverá procurar seu médico ou o posto de saúde onde está realizando o pré-natal e se informar sobre quando deverá receber a dose da vacina.

Quando a gestante deverá receber a vacina?

A vacina deverá ser aplicada quando a grávida estiver entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.

E se a gestante não morar no estado de São Paulo?

Procure o seu médico ou o posto de saúde onde realiza o pré-natal, pois alguns estados ou cidades podem estar com a vacina disponível para aplicação porém não foi possível verificar a informação.

Fonte: UOL


17 jun 2013

Seu filho precisa de óculos?


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Mamães veja abaixo 10 dicas que indicam se seu pequeno precisa usar óculos. É claro que se vc identificar a necessidade, o melhor a fazer é procurar um oculista o quanto antes.

Bjo, bjo

Reclama de dor de cabeça. “Quando a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, e principalmente se reclama de dor na testa, é preciso investigar. Ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito.”

Senta muito próxima à televisão. “Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximo à TV, dando sinais de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tem esse costume, precisa ser investigado.”

Aperta os olhos para ler. “Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico.”

Anda de cabeça baixa. “Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir quedas.”

Lacrimeja excessivamente. “Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe.”

Coça os olhos insistentemente. “Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão, como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras.”

Mostra dificuldade com a leitura. “Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo.”

Acompanha a leitura com o dedo. “Este é outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não consegue ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas sim um caso de ambliopia [síndrome do olhinho preguiçoso], em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura.”

Demonstra sensibilidade à luz. “É um sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo.”

Tapa um olho com a mão. “Há crianças que, automaticamente, tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o ‘olho bom’. Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver TV. Tanto pode indicar um problema de ambliopia como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista.”


12 jun 2013

Computador faz bem para as crianças


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O computador pode ser introduzido na Educação infantil, como meio auxiliar do processo de  aprendizagem, sendo mais uma ferramenta, entre tantas outras, ao dispor da criança e do educador.

Muitas crianças têm acesso ao computador, mas sabemos também que muitas não tem esse acesso, por viver em ambientes desfavorecidos. E é justamente aí que, a utilização do computador na educação entra será um meio de promover a igualdade de oportunidades para todas as crianças no contato com as novas tecnologias, as quais mais tarde farão parte do seu meio natural.

É necessário que tomemos consciência de que o uso dos meios informáticos é mais um recurso didático complementar, o qual deve ser usado adequadamente, no momento apropriado e integrado no projeto e atividades curriculares, respeitando, acima de tudo, as características, ritmos e diferenças de cada criança.

Benefícios da utilização do computador por crianças da educação infantil:

- contribui para o desenvolvimento global;

- ajuda a desenvolver a motricidade fina;

- estimula o raciocínio matemático;

- aumenta a criatividade;

- induz à construção de um pensamento crítico;

- ajuda na resolução de problemas;

- promove o desenvolvimento da linguagem;

- desenvolve capacidades cognitivas e sociais;

- promove ambientes colaborativos.

Críticas, relativas ao uso de computadores por crianças:

- forçam um raciocínio matemático, o qual vai inibir a liberdade da criança levando-a a comportar-se como um adulto;

- estimulam um raciocínio matemático formal e reduzido;

- o desenvolvimento de um raciocínio matemático antecipado, priva a criança de um desenvolvimento mais global;

- inibem a criatividade, a imaginação e a liberdade de experimentar;

- estimulam uma “rigidez mental”;

- levam a criança a tornar-se crítica e a ter uma visão negativa do mundo;

- implicam sérios riscos à saúde mental e física;

- induzem à indisciplina.

Os computadores, tal como outros meios e em qualquer idade, têm as suas vantagens e desvantagens, podem ser bem ou mal utilizados, tudo dependo do uso que fazemos deles.

Durante a utilização do computador, o educador deverá ter atenção a alguns aspectos importantes que preservem a saúde das crianças:

- o tempo médio de utilização não deverá ultrapassar 10 – 20 min.;

- a postura das crianças deverá ser o mais correta possível: deve estar confortável, com os pés no chão, os braços apoiados e o monitor à altura dos olhos.

O educador deverá ainda ter em conte alguns princípios didácticos básicos, para a utilização do computador no Jardim de Infância:

- não ter como objetivo o ensino da informática;

- fazer uma planificação de atividades diversificadas e de curta duração, de modo a manter a atenção e motivação da criança;

- o computador deve ser integrado com naturalidade na dinâmica de trabalho;

- diversificar as formas de atividade: em grupo, sob a orientação do educador, com a utilização de programas específicos e utilização livre de jogos ou programas criativos

Finalizando nosso assunto de hoje,a presença humana é insubstituível e a mesma, entre outros, deve contribuir para o desenvolvimento do processo de auto – aprendizagem sempre numa perspectiva lúdica: “aprende-se a brincar – brinca-se aprendendo”.

“Se tivesse que dar um único presente ao meu filho,daria um livro.

(…) É bom ter em mente que os cálculos para

a produção dos computadores que tanto nos fascinam hoje

foram feitos apenas com lápis e papel”

(Bill Gates)

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