04 ago 2014

Os riscos do cigarro durante a gravidez


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Não preciso nem falar que fumar durante a gravidez faz muito mal a saúde do bebê, no entanto infelizmente algumas mães ainda recorrem sobre este erro. Sei que não deve ser nada fácil para uma fumante ter que de uma hora para outra parar com o vício, mas pensando que esta atitude pode prejudicar seu pequeno filho que está por vir já é uma ótima causa.

O pulmão é o órgão que mais sofre com os efeitos do fumo, porque absorve todas as substâncias químicas existentes no cigarro. Algumas dessas substâncias  fazem com que os vasos sanguíneos, que abastecem de sangue o útero, fiquem mais estreitos, o que fará com que o bebê receba menos oxigênio e alimento do sangue, como deveria receber. Como consequência dessa debilidade, o bebê pode sofrer alguns riscos como:

– Pesar pouco ao nascer

– Nascer prematuramente

– Morrer por síndrome de morte súbita

– Desenvolver doenças respiratórias e alérgicas como é o caso da asma. Uma em cada 3 crianças nesse caso sofre de asma.

– Nascer com alguma má formação devido a diminuição dos níveis de vitamina C e B12.

Alguns estudos mostram que uma química potente que causa câncer, chamada NNK, se transmite aos bebês pelas mães que fumam. Outros também relacionam o hábito de fumar durante a gravidez, a que a mãe tenha um bebê com possíveis problemas de conduta e aprendizagem. Foi comprovado também que o consumo de cigarros, também pode provocar um aborto natural, ou uma gravidez extrauterina. Se você fuma e deseja engravidar, deve deixar de fumar antes. Se já estiver grávida, abandone o cigarro o quanto antes. Se em um caso extremo não puder deixar de fumar totalmente, reduza o número de cigarros a menos de três ao dia. Isso pode diminuir os riscos. Se estiver grávida e desejar deixar o cigarro pelo seu bebê, mas não estiver conseguindo, peça ajuda e apoio ao seu médico. O uso de produtos para deixar de fumar, só são permitidos sob orientação médica.

Fumar depois do parto

O fumo não é sadio para um bebê durante sua gestação nem depois do seu nascimento. Os bebês, assim como as crianças expostas ao fumo, têm maior probabilidade de sofrer com resfriados, problemas pulmonares e infecções nos ouvidos. Os pequenos se convertem em fumadores passivos. As gestantes que não fumam devem evitar a fumaça de outros fumantes. A exposição regular à fumaça, mesmo que seja de forma indireta, pode ser prejudicial ao bebê. Por essa razão, a gestante, ainda que não fume, deverá evitar os ambientes onde é permitido fumar.

Quer deixar de fumar?

Não exista motivação maior para uma gestante do que ter um bebê sadio e sem problemas. Se pensar nele, com certeza vai superar a tentação de fumar. Além disso, a gestante precisará tomar algumas decisões como se desfazer dos cigarros, isqueiros e cinzeiros. Procure também se distanciar dos lugares e pessoas que fumam. Peça ajuda e apoio ao seu marido, companheiro e amigos. Peça permissão ao seu médico para utilizar chicletes, medicamentos e outros produtos que possam ajudá-la a abandonar o cigarro. Não desanime se não conseguir evitar fumar. Se for necessário, recorra a alguns programas, alguns oferecidos pelo sistema público. Pense que se o seu bebê nascer com algum problema é provável que se sinta culpada. As consequências psicológicas serão piores para a mãe que fuma.

Não preciso nem falar que fumar durante a gravidez faz muito mal a saúde do bebê, no entanto infelizmente algumas mães ainda recorrem sobre este erro. Sei que não deve ser nada fácil para uma fumante ter que de uma hora para outra parar com o vício, mas pensando que esta atitude pode prejudicar seu pequeno filho que está por vir já é uma ótima causa.

O pulmão é o órgão que mais sofre com os efeitos do fumo, porque absorve todas as substâncias químicas existentes no cigarro. Algumas dessas substâncias  fazem com que os vasos sanguíneos, que abastecem de sangue o útero, fiquem mais estreitos, o que fará com que o bebê receba menos oxigênio e alimento do sangue, como deveria receber. Como consequência dessa debilidade, o bebê pode sofrer alguns riscos como:

– Pesar pouco ao nascer

– Nascer prematuramente

– Morrer por síndrome de morte súbita

– Desenvolver doenças respiratórias e alérgicas como é o caso da asma. Uma em cada 3 crianças nesse caso sofre de asma.

– Nascer com alguma má formação devido a diminuição dos níveis de vitamina C e B12.

Alguns estudos mostram que uma química potente que causa câncer, chamada NNK, se transmite aos bebês pelas mães que fumam. Outros também relacionam o hábito de fumar durante a gravidez, a que a mãe tenha um bebê com possíveis problemas de conduta e aprendizagem. Foi comprovado também que o consumo de cigarros, também pode provocar um aborto natural, ou uma gravidez extrauterina. Se você fuma e deseja engravidar, deve deixar de fumar antes. Se já estiver grávida, abandone o cigarro o quanto antes. Se em um caso extremo não puder deixar de fumar totalmente, reduza o número de cigarros a menos de três ao dia. Isso pode diminuir os riscos. Se estiver grávida e desejar deixar o cigarro pelo seu bebê, mas não estiver conseguindo, peça ajuda e apoio ao seu médico. O uso de produtos para deixar de fumar, só são permitidos sob orientação médica.

Fumar depois do parto

O fumo não é sadio para um bebê durante sua gestação nem depois do seu nascimento. Os bebês, assim como as crianças expostas ao fumo, têm maior probabilidade de sofrer com resfriados, problemas pulmonares e infecções nos ouvidos. Os pequenos se convertem em fumadores passivos. As gestantes que não fumam devem evitar a fumaça de outros fumantes. A exposição regular à fumaça, mesmo que seja de forma indireta, pode ser prejudicial ao bebê. Por essa razão, a gestante, ainda que não fume, deverá evitar os ambientes onde é permitido fumar.

Quer deixar de fumar?

Não exista motivação maior para uma gestante do que ter um bebê sadio e sem problemas. Se pensar nele, com certeza vai superar a tentação de fumar. Além disso, a gestante precisará tomar algumas decisões como se desfazer dos cigarros, isqueiros e cinzeiros. Procure também se distanciar dos lugares e pessoas que fumam. Peça ajuda e apoio ao seu marido, companheiro e amigos. Peça permissão ao seu médico para utilizar chicletes, medicamentos e outros produtos que possam ajudá-la a abandonar o cigarro. Não desanime se não conseguir evitar fumar. Se for necessário, recorra a alguns programas, alguns oferecidos pelo sistema público. Pense que se o seu bebê nascer com algum problema é provável que se sinta culpada. As consequências psicológicas serão piores para a mãe que fuma.

Boa sorte!!

 

Fonte: http://br.guiainfantil.com/

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