09 dez 2014

Segurança na piscina


AAA

Brincar em piscinas de clubes, prédios ou mesmo em casa é um delícia nos dias mais quentes. Bebês treinam sua coordenação motora e relaxam, os mais velhos criam brincadeiras e se divertem. Mas esses ambientes geralmente são cheios de armadilhas: pisos escorregadios, azulejos quebrados, atrativos que levam a atenção dos adultos para longe dos pequenos. Algumas atitudes podem deixar as crianças mais seguras e os adultos mais tranquilos. Veja alguns cuidados essenciais com as crianças na piscina. 

Uso de boias

A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. “Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo”, conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo.

Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. “As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências”, afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.

Piscinas com grande profundidade

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé – há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. “Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda”, conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento.

Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?

Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. “Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele”, alerta a fisioterapeuta Paula.

Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora – sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. “Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos”, acrescenta Paula.

Brincadeiras na borda da piscina

Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. “Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina”, conta a especialista.

Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas.

Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?

Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. “Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade”, conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar.

Cloro da piscina

Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. “O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite”, explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como:

- A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos;

- O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças;

- Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.

Brincadeiras com baldes e bacias

Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros.


07 mai 2014

Segurança em Casa


Olá Mamães,

As vezes ficamos tão preocupadas com o mundo lá fora que esquecemos de ficar de olho do que pode acontecer debaixo dos nossos narizes. A nossa casa é um perigo enorme para os nossos pequenos e muitas vezes ficamos confiando que apenas “proibindo” vamos conseguir deixar as crianças longe do perigo mas não é bem assim.

Experiência própria: Como estou me acostumando agora com a independência do Bernardo que fica andando de lá pra cá o tempo todo, é eu desgrudar os olhos que os dedinhos dele parecem que são atraídos para a tomada e o lugar que ele mais gosta de ir é a cozinha! Sem contar todas as portas que ele fica abrindo e fechando e meu medo que acabe fechando a própria mão em uma dessas! O pior é que basta um piscar de olhos para essas encrencas surgirem!

A seguir vou trazer algumas dicas do que pode ser feito para deixar a sua casa mais segura.

tomada1. Tomada 

A tomada trás dois problemas: a tomada desocupada e a tomada conectada a algo. Na tomada “vazia” a criança pode colocar os dedos ou pior, inserir objetos. Para evitar esse problema, vc pode comprar protetores de tomada, eles devem ser resistentes e difíceis de serem retirados. Já quando temos algo ligado à tomada a preocupação deve ser o fio, as vezes a criança acaba puxando e pode derrubar um objeto em cima dela, além é claro do risco do choque.

2. Berço/Cama

A criança deve deixar de usar o berço quando já tiver altura suficiente (a partir de 90cm) ou quando já conseguir ficar em pé e escalar a grade ou balançar tentando sair. Esse sinais indicam que a criança já tem força suficiente para sair do berço quando quiser e isso as vezes pode ocasionar uma lesão.  Até os 6 anos de idade é indicado que a Cama possua uma grade lateral isso, para impedir que a criança caia durante a noite. A principio o ideal é manter as grades em toda a lateral e a medida que a criança se acostumar com aquele espaço, a grade pode ser reduzida pela metade.

janela   3. Janelas 

As famosas redes de proteção são super necessárias. O que vale aqui é que as vezes mesmo o        que vc considera baixo para uma criança é alto. Por isso, grade ou rede de proteção em todas      as janelas! Para manter sempre segura as redes devem ser trocadas de 3 em 3 anos.

 

4. Armários/Gavetas trava

Para evitar que os seus pequenos abram armários e  gavetas e prendam os seus dedinhos, existem travas próprias. A trava que pode ser adesiva, ou em outros formatos, deixa a abertura mais resistente para as crianças mas não impede a manipulação pelos adultos. Isso evita não só o abre e fecha como reduz a possibilidade dos pequenos terem acesso a alguns objetos guardados.

5. Portas

Além do abre e fecha que pode ser prevenido da mesma forma que as gavetas (travas) um aspecto importante da porta é não deixar as chaves nas fechaduras, isso evita que a criança se tranque acidentalmente em um cômodo. Caso isso ocorra, tenha sempre uma chave reserva de todos os cômodos e deixe fora do alcance de crianças.

6. Quinas

Quinas de mesas, prateleiras e armários são um perigo para os pequenos que estão em fase de crescimento e ainda não sabem que podem bater. Evite galos e cortes, colocando protetores nesses pontos. Assim se o choque não for evitado pelo menos a intensidade dele será menor.

detergente   7. Medicamentos/Produtos de Limpeza

Esses produtos devem ser colocados em locais mais altos e de difícil acesso às crianças, evitando     locais mais baixos (mesmo que com travas). Melhor ainda é escolher armários em que o conteúdo   não fique visível. É importante manter os produtos em suas embalagens originais para que a              criança se familiarize com eles nunca colocando em locais onde ela possa confundir (como em    garrafas pet por exemplo).

 

8. Fogão

Lugar de criança não é na cozinha enquanto ela esteja em uso! Panelas devem ter os cabos voltados para dentro do fogão e de preferência utilize panelas com o cabo mais curto. O forno também pode causar queimaduras, já que a porta mantém a temperatura alta mesmo depois de o alimento estar pronto, portanto, mantenha os pequenos longe de lá! Travas no forno também ajudam a evitar acidentes mesmo com eles quentes

Pessoal, essas foram algumas dicas para deixar a casa mais segura para os nossos pequenos, mas bom mesmo é sempre ficar de olho!

Bjo, bjo.

 

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...